"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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15 de jul. de 2014

BONECO WILSON É USADO NA SEGURANÇA


CURIOSIDADES 

Sobre o boneco Wilson

Produto inovador que ajuda a coibir abordagens violentas no trânsito: Wilson é um boneco inflável que simula a presença de uma pessoa no banco do passageiro, inibindo a ação de criminosos.
Wilson é como um companheiro no trânsito, o acionamento é feito através do carregador 12v do acendedor de cigarro, o mesmo que utilizamos para carregar a bateria do celular no carro.
'WILSON' foi inspirado no filme Náufrago – estrelado pelo ator americano Tom Hanks, que conversa com uma companhia imaginária, personificada por uma bola de vôlei da marca Wilson. (sugiro usar a foto ilustrativa do filme disponível no Google e se possível um link para o filme).


Resumo do filme:

Náufrago (2000): duas marcas aparecem no drama vivido por Tom Hanks no filme: FedEx e Wilson, a empresa de produtos esportivos. A FedEx não pagou para aparecer no filme, mas disponibilizou recursos e logística que valem milhões de dólares. A marca Wilson, hoje, é lembrada como o melhor amigo do náufrago na ilha solitária. A bola da marca chegou a receber um prêmio da Associação Broadcast Film Critics, sendo nomeada como "O melhor objeto inanimado em um filme".

O filme mostra mais uma excelente atuação de Tom Hanks no papel de um fiel funcionário da Fedex que fica isolado em uma ilha deserta após o avião da empresa cair no mar. Tom Hanks é o único sobrevivente e tem uma dura batalha pela frente até conseguir sair da ilha anos depois.

Os objetos que estavam no avião começam a aparecer na praia, inclusive pacotes da Fedex que seriam entregues no destino do avião.

Tom Hanks consegue sobreviver graças aos objetos encontrados dentro desses pacotes, como patins que se tornam lâminas improvisadas e uma bola da Wilson que se tornaria sua única companhia na ilha. Assista ao filme.

O projeto, pioneiro no Brasil, foi desenvolvido pelo empresário Juca Amaral, que há 25 anos trabalha com bonecos promocionais.

19 de ago. de 2013

A ORIGEM DA CONTINÊNCIA MILITAR.

CURIOSIDADES 
Frutos de uma sociedade isolada e tementes às terríveis invasões bárbaras, os cavaleiros eram um dos mais notórios integrantes do mundo feudal. Dedicado ao uso das armas e à proteção de propriedades, o cavaleiro deveria honrar pela sua posição mostrando pronta disposição para participar de uma luta ou defender as terras de seu senhor. Mais do que a bravura e o poder bélico, esse intrigante personagem medieval também se distinguia por uma série de rituais que reafirmavam sua condição.
Segundo alguns historiadores, para assinalar suas origens, os cavaleiros se singularizavam através de símbolos, acessórios e gestos. É nesse momento que podemos sugerir uma resposta sobre a gênese das saudações militares. Na Idade Média, quando passava por membro de mesma condição, o cavaleiro costumava levantar o visor de seu elmo em sinal de respeito e amizade. Ao olhar diretamente para seu próximo, buscava reafirmar a partilha de habilidades e valores com o outro cavaleiro.
Com o passar do tempo, esse gesto foi preservado na medida em que o uso de forças militares foi ganhando maior espaço e importância. Em outros relatos, temos a descrição de outro ritual que também pode ser visto como um precursor da continência militar. Quando se apresentava para o seu superior, o cavaleiro segurava a rédea de seu cavalo com a mão esquerda e levantava a mão direita para demonstrar que estava pronto para participar de um combate.
Muito provavelmente, por conta do desconforto que a armadura do cavaleiro propiciava, esse movimento foi simplificado até se resumir ao gesto de se levar a mão à cabeça. Ao longo da formação das monarquias nacionais, entre os fins da Idade Média e o início da Idade Moderna, essas saudações foram mantidas como meio de indicar a subordinação à hierarquia militar organizada no interior dos exércitos.
Nas fileiras do Exército Britânico, por voltas do século XIX, o soldado poderia executar a continência tocando seu chapéu com a ponta dos dedos ou retirando o mesmo da cabeça. Na década de 1890, em plenas minúcias da Era Vitoriana, o governo da Inglaterra decretou que a continência fosse realizada quando um subordinado estivesse portando algum tipo de boné ou chapéu.
Atualmente, a reverência militar deve ser feita em pé com a movimentação da mão direita até a cabeça. Rompendo as fronteiras da esfera militar, a continência hoje é também utilizada por facções terroristas e grupos paramilitares, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Contudo, podemos ainda falar sobre alguns casos em que se tentou desviar dessa célebre tradição.
Aficionado pelo esplendor militar do antigo Império Romano, Adolf Hitler resolveu trocar a continência clássica pelo “Ave, César” dirigido ao imperador Júlio César. Nessa continência, o subordinado deveria erguer o braço direito em uma inclinação de quarenta e cinco graus. No caso, a saudação sonora foi devidamente substituída pelo “Heil, Hitler”, que também era ruidosamente reproduzida por vários cidadãos alemães durante os comícios do fuhrer.

Texto: Rainer Sousa - Graduado em História

Publicado: http://guerras.brasilescola.com     

GUERRA MODERNA E OS DRONES.

CURIOSIDADES 

As forças armadas tem investido em equipamentos de última geração, estes serviços com o passar do tempo passam a ser usados também por unidades policiais que utilizam deste serviço para fazer uma inspeção área da localização de criminosos, nesta matéria veremos qual a função dos drones. 
Os drones são aviões não tripulados utilizados em algumas operações militares, como reconhecimento de áreas geográficas, vigilância contra manifestações urbanas ou mesmo ações de ataque bélico, com o objetivo de evitar baixas de soldados, que podem ocorrer nos aviões tripulados.
Os drones se transformaram em uma das principais armas na luta contra os supostos terroristas
Os drones se transformaram em uma das principais armas na luta contra os supostos terroristas
No contexto da guerra ao terror, os drones vêm sendo utilizados no ataque a locais específicos de países nos quais os governos de algumas nações, principalmente os EUA, acreditam haver pessoas suspeitas de terrorismo. O uso desse tipo de equipamento, principalmente na guerra ao terror, conflito em que não estão envolvidas nações e nem necessariamente exércitos regulares, ocorre dentro de fronteiras de países que não estão em guerra. São com estes objetivos que uma série de ataques a países acusados de apoiar o terrorismo vem sendo realizada nas décadas de 2000 e 2010, havendo inclusive investigações abertas pela ONU para averiguar ataques no Paquistão, Iêmen, Somália, Afeganistão e Palestina, cujas vítimas de ataques de drones foram, em sua maioria, civis.

Mas como funcionam os drones?

Criados originalmente como veículos de reconhecimento, uma vez que poderiam poupar a vida de militares em missões desta espécie, os drones passaram a ser utilizados também como armas de ataque, ganhando um rápido desenvolvimento desde sua origem, sendo que no atual estágio são capazes de efetuarem ataques com mísseis.
Os primeiros drones surgiram nos EUA, em 1953, e eram utilizados apenas como naves espiãs. Em 1994, as Forças Armadas dos EUA passaram a testar os drones carregados com armas, e sua primeira utilização em combates se deu no Afeganistão, a partir de outubro de 2001. A partir daí, o uso foi constante na chamada guerra ao terror.
Para seu uso é necessário um amplo aparato tecnológico que inclui bases terrestres de operação, aviões auxiliares e uma rede de monitoramento por satélites. Os ataques são feitos de locais distantes dos alvos a serem atingidos, operados a partir de telas de computadores que expõem a área a ser atacada.
Por ser não tripulado, não proporciona que os inimigos sejam rendidos, resultando apenas na eliminação do alvo, na modalidade de uso para ataques. Como em um videogame, os operadores dos drones atacam seus inimigos, ceifando vidas a partir de um controle remoto. A sinistra simplicidade de sua execução contrasta com a dificuldade de precisão, acarretando um grande número de morte de pessoas inocentes.
No contexto da guerra ao terror, cujos inimigos não são exércitos ou guerrilhas regulares, os defensores do uso dos drones dizem ser necessário esta arma para atacar alvos em um país sem haver uma declaração de guerra. A nova dinâmica bélica justificaria seu uso, caracterizando assim os drones como armas de uso legal.
Porém, por não dar ao inimigo qualquer capacidade de rendição e por não se poder distinguir se o alvo é civil ou militar, os drones vêm sendo alvos de intensos debates sobre a legalidade de seu uso. As convenções internacionais de guerra apontam a necessidade de um soldado, que esteja portando uma arma qualquer, ser capaz de distinguir a quem está a atacar, para que assim se evite a morte de civis inocentes e possibilite a rendição. Como os drones não possibilitam isto, eles vêm sendo apontados como uma arma de uso ilegal, dentro da esfera do direito internacional.

Matéria: Tales Pinto - Graduado em História
Publicado: http://guerras.brasilescola.com


24 de jul. de 2012

COMO FUNCIONA OS RECEPTADORES GPS ?



CURIOSIDADES
Introdução
Nossos ancestrais tiveram de apelar para medidas extremas para não ficarem perdidos: eles erguiam pontos de referência monumentais, desenhavam mapas detalhados com muita dificuldade e aprendiam a ler as estrelas  no céu. No serviços de segurança privada o GPS é muito utilizado tanto nas áreas operacionais de supervisão, atendimento de alarmes e monitoramento, escolta armada e serviços esporádicos da empresa em caso de deslocamento rápido.
As coisas são muito, muito mais fáceis hoje em dia. Por menos de US$ 100 doláres el em torno de R$ 300,00 reais no Brasil  é possível comprar um dispositivo de bolso que lhe diz exatamente em que ponto da Terra você está a qualquer momento. Contanto que você tenha um receptor GPS e uma vista desobstruída do céu, nunca ficará perdido outra vez.
Nesse artigo, veremos como esses convenientes guias realizam este surpreendente “truque”. Como veremos mais adiante, o Sistema de Posicionamento Global é amplo, caro e envolve muita técnica, mas os conceitos básicos em ação são consideravelmente simples e intuitivos.
Quando as pessoas falam sobre "um GPS", estão normalmente se referindo a um Receptor GPS. O Sistema de Posicionamento Global (GPS) é uma verdadeira constelação de 27 satélites em órbita ao redor da Terra (24 em operação e 3 extras caso haja falha nos outros). O exército americano desenvolveu e implementou essa rede de satélites como um sistema de navegação militar, mas logo a disponibilizou às demais pessoas.



Foto cortesia da NASA
Satélite GPS NAVSTAR
Cada um destes satélites movidos a luz solar e pesando de 3 a 4 mil libras (aproximadamente 1.360 a 1.814 kg) circunda o globo terrestre a aproximadamente 19.300 quilômetros, completando duas rotações completas a cada dia. As órbitas são dispostas de modo que a qualquer hora do dia, em qualquer lugar na Terra, haja pelo menos quatro satélites "visíveis" no céu.

Foto cortesia do Departamento de Defesa dos Estados Unidos
Concepção artística da constelação de satélites GPS
A função de um receptor GPS é localizar 4 ou mais desses satélites, determinar a distância para cada um e utilizar esta informação para deduzir sua própria posição. Essa operação é baseada em um princípio matemático simples chamado trilateração. A trilateração em um espaço tridimensional pode parecer um pouco complicada, então começaremos explicando o que é trilateração bidimensional.

Trilateração 2-D

Imagine que você esteja em algum lugar nos Estados Unidos e está TOTALMENTE perdido, não tem a menor idéia de onde está. Você encontra um morador local amigável e pergunta a ele: "Onde eu estou?". Ele lhe diz: "Você está a 1006 km (625 milhas) de Boise, Idaho".
Uma ajuda, mas que não é tão útil sozinha. Você poderia estar em qualquer lugar ao redor de Boise, desde que em um raio de 1006 km (625 milhas), desta maneira:


Você pergunta a outra pessoa onde está e ela diz: "Você está a 1110 km (690 milhas) de Minneápolis, Minnesota". Agora você está chegando a algum lugar: se combinar esta informação com a informação de Boise, você terá dois círculos que se cruzam. Agora você sabe que tem de estar em uma dessas duas interseções, já que está a 1006 km (625 milhas) de Boise e a 1110 km (690 milhas) de Minneápolis.

Se uma terceira pessoa lhe disser que você está a 990 km (615 milhas) de Tucson, Arizona, eliminará uma das possibilidades, pois o terceiro círculo irá se cruzar somente com um desses pontos. Assim, você saberá exatamente onde está: Denver, Colorado.

Esse conceito funciona da mesma maneira em espaços tridimensionais, mas estamos falando de esferas ao invés de círculos. Na seção seguinte, veremos esse tipo de trilateração.
Trilateração 3-D
Fundamentalmente, a trilateração tridimensional não é muito diferente da bidimensional, mas sua visualização é mais complexa. Imagine os raios dos exemplos anteriores indo em todas as direções. Assim, ao invés de uma série de círculos, você tem uma série das esferas.
Se você souber que está a 16 quilômetros (10 milhas) do satélite A no céu, poderia estar em qualquer lugar da superfície de uma esfera imaginária imensa, com um raio 16 quilômetros (10 milhas). Se você souber também que está a 24 quilômetros (15 milhas) do satélite B, poderá sobrepor às duas esferas, que se cruza em um círculo perfeito. Se você souber a distância até um terceiro satélite, obterá uma terceira esfera, que se cruza com esse círculo em dois pontos.
A própria Terra pode agir como uma quarta esfera - apenas um dos dois pontos possíveis estará na superfície do planeta em si, de forma que você pode eliminar o ponto no espaço. Apesar disso, os receptores geralmente olham para quatro ou mais satélites para melhorar a precisão e fornecer informações exatas sobre altitude.

A fim de realizar esse simples cálculo, o receptor GPS precisa saber duas coisas:
·         a posição de no mínimo três satélites acima a você
·         a distância entre você e cada um desses satélites
O receptor GPS obtém estas informações analisando sinais de rádio de alta freqüência e baixa potência dos satélites GPS. Os melhores aparelhos possuem receptores múltiplos, podendo assim captar sinais de diversos satélites simultaneamente.
As ondas de rádio são energia eletromagnética, o que significa que elas viajam na velocidade da luz (aproximadamente 186 mil milhas por segundo, 300 mil quilômetros por segundo, no vácuo). O receptor pode obter a distância que o sinal viajou cronometrando quanto tempo ele levou para chegar. Na seção seguinte, veremos como o receptor e o satélite trabalham juntos para realizar essa medição.
Medindo distâncias
Na página anterior, vimos que um receptor GPS calcula a distância até os satélites GPS cronometrando o tempo de viagem de um sinal do satélite ao receptor, um processo consideravelmente elaborado.
Em determinado momento (digamos à meia-noite), o satélite começa a transmitir um padrão digital longo chamado código pseudo-aleatório. O receptor produz o mesmo padrão digital exatamente à meia-noite. O sinal do satélite chega ao receptor com um atraso em relação ao padrão por ele produzido.

Foto cortesia do Exército dos Estados Unidos
Um satélite do GPS
A extensão do atraso é igual ao tempo de viagem do sinal. O receptor multiplica esse tempo pela velocidade da luz para determinar qual distância o sinal viajou. Supondo que o sinal tenha viajado em linha reta, essa é a uma distância do receptor até o satélite.
Para realizar essa medição, tanto o receptor quanto o satélite necessitam de relógios que podem ser sincronizados no nível do nanos segundo. Para criar um sistema de posicionamento via satélite utilizando somente relógios sincronizados, você necessitaria de relógios atômicos não somente em todos os satélites, mas também no próprio receptor. Mas os relógios atômicos custam entre US$50 mil  e US$100 mil, o que os torna caros demais para o consumidor comum.
O sistema de posicionamento global tem uma solução inteligente e eficaz para esse problema. Cada satélite contém um relógio atômico caro, mas o receptor em si utiliza um relógio de quartzo  comum, que é reiniciado constantemente. Em suma, o receptor observa os sinais provenientes de quatro ou mais satélites e ajusta sua própria imprecisão. Em outras palavras, existe apenas um valor para o "horário atual" que o receptor pode utilizar. O valor correto de hora fará com que todos os sinais que o receptor está recebendo alinhem-se em um único ponto no espaço. Esse valor de hora é o mesmo dos relógios atômicos em todos os satélites. Assim, o receptor ajusta seu relógio de acordo com esse valor de hora e passa a ter a mesma hora que todos os relógios atômicos têm em todos os satélites. O receptor GPS tem a precisão de um relógio atômico "independente".
Quando você mede a distância de quatro satélites localizados, você pode desenhar quatro esferas que se cruzam em algum ponto. Três esferas irão se cruzar mesmo que seus números estejam muito incorretos, mas quatro esferas não se cruzarão em nenhum ponto se você tiver medido incorretamente. Como o receptor faz todas as suas medidas de distância utilizando seu próprio relógio embutido, todas as distâncias estarão proporcionalmente incorretas.
O receptor pode calcular facilmente o ajuste necessário que faz com que as quatro esferas se cruzem em um mesmo ponto. Baseado nisso, o receptor reinicia o seu relógio para que ele se sincronize com o relógio atômico do satélite, fazendo isso sempre que está ligado, o que significa que ele é quase tão preciso quanto os  caros relógios atômicos dos satélites.
Para que a informação da distância seja útil, o receptor também tem que saber onde os satélites estão, de fato, e isso não é difícil, já que eles viajam em órbitas muito elevadas e previsíveis. O receptor GPS simplesmente armazena um almanaque que lhe diz onde cada satélite deveria estar em qualquer momento determinado. Elementos como a atração da lua e do sol mudam ligeiramente as órbitas dos satélites, mas o Departamento de Defesa dos Estados Unidos monitora constantemente suas posições exatas e transmite quaisquer eventuais ajustes a todos os receptores GPS, como parte dos sinais dos satélites. 
GPS Diferencial
Até aqui aprendemos como um receptor GPS calcula sua posição na Terra baseado na informação que recebe de 4 satélites. Esse sistema funciona muito bem, mas imprecisões podem ocorrer. Esse método supõe que os sinais de rádio atravessarão a atmosfera em uma velocidade consistente (a velocidade da luz). Na realidade, a atmosfera da Terra reduz um pouco a velocidade da energia eletromagnética, particularmente quando atravessa a ionosfera e a troposfera. O atraso varia de acordo com o lugar onde você está na Terra, o que significa que é difícil contabilizar esse atraso com precisão nos cálculos de distância. Os problemas também podem ocorrer quando os sinais de rádio rebatem em grandes objetos como aranha – céus, dando a um receptor a impressão de que um satélite está muito mais distante do que realmente está. Além de tudo isso, os satélites às vezes emitem dados de almanaque imprecisos, revelando incorretamente sua própria posição.
Um GPS Diferencial (DGPS) ajuda a corrigir estes erros. A idéia básica é ajustar a imprecisão do GPS em uma estação receptora fixa com uma posição conhecida. Como o equipamento DGPS, na estação receptora, já sabe sua própria posição, pode facilmente calcular a imprecisão do seu receptor. A estação transmite um sinal de rádio a todos os receptores da região que estejam equipados com DGPS, fornecendo informações de correção de sinal naquela área. No geral, o acesso a essas informações de correção faz dos receptores DGPS muito mais precisos do que receptores comuns.
A função mais essencial de um receptor GPS é captar as transmissões de pelo menos quatro satélites e combinar as informações dessas transmissões com a informação em um almanaque eletrônico, tudo isso para obter a posição do receptor na Terra.
Uma vez feito esse cálculo, o receptor pode dizer-lhe a latitude, a longitude e a altitude (ou alguma medida semelhante) da sua posição atual. Para facilitar a navegação, a maioria dos receptores insere esses dados não processados em arquivos de mapa armazenados na memória.

Foto cortesia de Garmin
StreetPilot II, um receptor GPS com os mapas internos para motoristas

Você pode utilizar os mapas armazenados na memória do receptor, conectar o receptor a um computador que possa armazenar mapas mais detalhados em sua memória ou simplesmente comprar um mapa detalhado da sua área e localizar-se utilizando as leituras de latitude e longitude do receptor. Alguns receptores permitem o download de mapas detalhados para a memória ou que você forneça mapas detalhados por meio de cartuchos de mapa conectados ao receptor.
Um receptor GPS padrão não só situará você no mapa em um determinado local, como também irá traçar seu caminho por um mapa à medida que você se move. Se você deixar seu receptor ligado, ele poderá permanecer em constante comunicação com os satélites GPS para ver como a sua posição está mudando. Com essas informações e com seu relógio interno, o receptor pode dar-lhe diversas informações pertinentes:
·         qual a distância que você viajou (odômetro)
·         por quanto tempo você viajou
·         sua velocidade atual (velocímetro)
·         sua velocidade média
·         uma trilha que mostra no mapa exatamente onde você viajou
·         o tempo estimado até o seu destino se mantiver sua velocidade atual

14 de jun. de 2012

GENÉTICO! IDENTIFIQUE SEU TIPO SANGUÍNEO E SAIBA COMO ELE INFLUENCIA O SEU TRABALHO

CURIOSIDADES
Em todas as áreas temos profissionais bons e ruins, calmos e nervosos, sem falar dos supervisores, inspetores ou gerentes operacionais que tem um humor, diga-se de passagem, bipolar, será que a parte genética de uma pessoa tem alguma coisa haver com o seu comportamento, veja nesta matéria o que fala um especialista em gestão comportamental.

SÃO PAULO - As características responsáveis por definir a personalidade de um indivíduo podem variar de acordo com o tipo sanguíneo de cada um. A constatação é do máster coach e especialista em gestão comportamental com neurociência e neurometria, Sérgio Ricardo, que pesquisa o assunto e defende a teoria.

Segundo ele, a personalidade de um profissional bem como as atividades com que ele mais se identifica depende, principalmente, da genética do indivíduo. “Os do tipo A, por exemplo, servem para trabalhos que envolvam organização, planejamento, orientação e controle em geral”, diz o especialista, que garante ainda que as pessoas com esse tipo sanguíneo são mais estressadas.

“Ao menor de sinal de estresse, esses profissionais podem ficar paranoicos e depressivos”, conta.

Mas nem tudo precisa ser um problema, afinal, os colaboradores de outros tipos sanguíneos, como o B, por exemplo, não costumam ser impactados de forma negativa. “Eles são mais calmos, flexíveis, menos vulneráveis a doenças e se harmonizam facilmente com as pessoas de outros departamentos”, conta o especialista que adota como base os estudos de médicos neuropatas como James D'Adamo e Peter D'Adamo para legitimar a teoria.

“Após 10 anos de pesquisa e de avaliação em mais de 10 mil pessoas, temos percebido como o tipo sanguíneo pode influenciar o comportamento dos indivíduos em todos os sentidos”, diz.

Em prol da empresa

Tais dados podem ser úteis em uma empresa por meio do mapeamento genético de cada indivíduo a ser contratado. “Seria útil que a área de recursos humanos de uma organização soubesse interagir com as dominâncias e características dos tipos sanguíneos, pois assim, ficaria mais fácil proporcionar economia à gestão, que precisa definir contratações e promoções”, avalia o especialista.
Para ele, por meio de tal atitude seria possível avaliar, com antecedência, as competências de cada profissional antes mesmo dele entrar em um projeto ou mesmo na empresa.

Perfil sanguíneo
Na relação abaixo você pode conhecer as características de cada profissional, bem como as atividades mais apropriadas para ele, de acordo com seu tipo sanguíneo.

Tipo A: são profissionais sensíveis, inteligentes e espertos que gostam do estilo de vida urbano e intenso. Fica refreando a ansiedade o tempo todo, mas quando explodem é melhor não estar por perto. Precisa de exercícios, calmantes e relaxantes o tempo todo, pois ao menor de sinal de estresse podem ficar paranoicos e depressivos. Por isso, se o seu chefe apresentar esse perfil, tenha cuidado! Nesta fase os profissionais costumam levar tudo para o lado pessoal, fazendo com que extrapolem as suas funções.

Tipo B: flexíveis e menos vulneráveis a doenças, os indivíduos do tipo B apresentam uma atividade mental mais agitada e se harmonizam facilmente com todas as pessoas. São os profissionais do ‘bem’, que preferem a inteligência e a paz. Para se ter uma ideia, 40% dos milionários de todo o mundo são do tipo B. Já quando o assunto são as atividades mais apropriadas para esse profissional, o gerenciamento de crise, negociação e o controle de cenários, onde esse risco está sempre presente, se destacam.
Tipo AB: aguçado e sensível, o profissional AB traz características de ambos os tipos sanguíneos e, não raro, pode apresentar uma natureza um tanto quanto excêntrica, que aceita todos os aspectos da vida sem estar particularmente consciente das consequências. Além disso, não gostam de rotina e preferem a inovação e a surpresa. “São também cativantes, carismáticos e gostam de se gabar, pois Jesus Cristo teria este tipo de sangue”, diz o especialista.

Tipo O: fortes, resistentes, autoconfiantes e ousados. Os colaboradores do tipo O podem ser muito intuitivos e se destacam por possuir uma qualidade única: um otimismo nato. São ótimos para atividades com alto índice de estresse e para tarefas que exigem mais do sistema nervoso, como vendas, desenvolvimento de campanhas e atividades de risco, dada a sua tolerância a tais situações.

24 de jan. de 2012

MENINAS ADOLESCENTES NO TRÁFICO.

CURIOSIDADES
“A escola aqui é mais legal. Lá fora, não te dão muita atenção”, diz Tatiane*, de 17 anos, internada há 5 meses por tentativa de homicídio. “Mas é que lá fora tem tanta coisa pra fazer além de ir para a escola”, completa Fernanda*, de 16 anos, há 8 meses na Fundação Casa, a antiga Febem de São Paulo, por tráfico.

Comentários como estes se repetem nos corredores da Casa Guarulhos Feminina, unidade visitada pela reportagem da Folha Universal. São cada vez mais meninas internadas em São Paulo: de 236 garotas com restrição de liberdade em 2006, a Fundação Casa passou a abrigar 415 este mês.

Desde que se alinhou ao  Sistema Nacional de Atendimento Sócioeducativo (Sinase), a Fundação Casa reinsere seus internos na escola, dá cursos de qualificação básica, promove atividades culturais e artísticas e até festas temáticas. Nos quartos e áreas comuns da unidade visitada,flores, desenhos e frases preenchem as paredes, que vêm ganhando demãos de tinta rosa e lilás. Apesar das melhorias, é impossível esquecer a privação de liberdade. “A gente sente saudade de tudo: de casa, dos amigos, das minhas irmãs, de usar a internet, das festinhas. É complicado”, diz Beatriz*, de 13 anos, também internada por tráfico, que, atrás das grades, tornou-se coreógrafa da turma nas apresentações de dança.

Entre os motivos de jovens como Beatriz acabarem atrás das grades está o tráfico de drogas. “Vemos um envolvimento maior das meninas, seja por influência de namorados, para protegê-los, ou para subsidiar o consumo próprio. Nos anos 90, a infração mais comum era roubo ou furto”, diz Berenice Gianella, presidente da Fundação Casa desde 2005, quando o tráfico era causa de 22,5% das internações femininas. Hoje, é de 56,1%.

O aumento do número de adolescentes internados é um problema nacional e não apenas das unidades femininas ou de São Paulo. De acordo com os dados mais recentes da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, de 2010, houve um aumento de 4,5% nas internações de ambos os sexos, passando de 16.940 em 2009 para 17.703 no ano passado. Em todo o País, são 915 meninas internadas. Elas ainda são minoria, 5%, apesar do aumento do número de casos. Entre os fatores que ajudam a entender esse crescimento está o envolvimento com drogas.

Além do tráfico, o aumento, diz Berenice, se deve à resistência de juízes em conceder sentenças mais brandas, como medidas socioeducativas sem restrição de liberdade e prestação de serviços.
Mesmo entre as adultas, a participação de mulheres no crime é pouco significativa. “Elas desempenham papel pequeno no tráfico e não representam perigo para a sociedade. Poderiam ser inclusas em políticas de reinserção social”, afirmou a socióloga Julita Lemgruber, no Encontro Nacional sobre Encarceramento Feminino.

Há ainda outros aspectos que explicam o crescimento do número de adolescentes envolvidas com o crime. “O que observamos é a influência do mercado de consumo no comportamento dos jovens. Eles seguem o raciocínio do ‘ter para ser’. O tráfico é uma maneira de conseguir o dinheiro e poder, pois o fornecedor passa a ser bem relacionado”, analisa o advogado Ricardo de Moraes Cabezón, presidente da Comissão de Direitos Infanto-Juvenis da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo. 

“Hoje, há o incentivo exacerbado do consumo, a efemeridade dos relacionamentos afetivos – quase sempre descartáveis –, e uma nítida necessidade de anestesiamento frente às dificuldades cotidianas. Desta forma, as relações de intolerância, processos de criminalização da pobreza, falta de oportunidades, miséria, violência, abandono, falta de atenção, envolvimento com drogas, entre outros, contribuem para a ampliação da criminalidade”, complementa a psicóloga Adriana Ridão, uma das autoras do estudo “Mulheres no crime: análise psicossocial dos contextos de vulnerabilidade de adolescentes do sexo feminino de classes populares no cometimento de atos ilícitos”.

*Os nomes foram trocados para preservar a identidade das adolescentes
folha universal 

Fonte> www.papodepm.com

POLÍCIA USA FACEBOOK PARA ENCONTRAR PESSOAS.

Comunidade no Facebook reúne fotografias de pessoas desaparecidas de todo o país
Comunidade no Facebook reúne fotografias de pessoas desaparecidas de todo país.
As redes sociais se transformaram em um novo instrumento utilizado pela polícia para procurar pessoas desaparecidas. Delegados confirmam que a internet é um meio eficiente, porém fazem uma ressalva: a web deve ser usada com moderação para não atrapalhar investigações.
A divulgação de fotos e informações de desaparecidos em comunidades online é uma ação recente, segundo o delegado Haroldo Chaud. "É um movimento sem custo financeiro e que tem um grande alcance porque as pessoas vão compartilhando as fotos e a informação se espalha", afirma o delegado. Chaud faz parte de dois grupos na rede social Facebook: Pessoas desaparecidas e Desaparecidos do Brasil.
O delegado posta fotos de várias pessoas. A última postagem foi do sumiço de Rafael Chale, que desapareceu em janeiro de 2011, em Ribeirão Preto. "Antes de publicar alguma coisa, faço uma checagem", explica. 
Segundo Haroldo, antes de divulgar um desaparecido é importante verificar se a família está de acordo. "Quando se trata de crianças ou pessoas com perturbação mental acho que vale a pena postar", comenta.
O delegado Ricardo Turra lembra dois exemplos recentes em Ribeirão Preto. "No caso de um rapaz que desapareceu no Novo Shopping, valeu a pena ter divulgado. Ele apareceu. Agora, o caso de Amanda [jovem que foi encontrada morta, nesta semana], que foi sequestrada, tratava-se de um crime, é arriscado", afirma. 
Segundo a Delegacia Seccional de Ribeirão Preto, em 2011, foram registradas 315 pessoas desaparecidas, média de 26 por mês. Foram encontradas 120.
Esperança só na web
"Hoje vivo em prol da minha filha", diz Sandra Moreno, mãe de Ana Paula Moreno Germano, 25 anos, desaparecida desde 2009. 
Em 2010, Sandra criou um perfil no Facebook para divulgar a foto da filha. No ano passado, uma amiga dela ajudou a criar o grupo Pessoas Desaparecidas.
Sandra nunca teve nenhuma pista de Ana Paula. A mãe registrou um boletim de ocorrência, mas não teve a ajuda que queria da polícia. "Até hoje não tive a permissão para a quebra do sigilo telefônico. São dois anos de luta", afirma.
Hoje, Sandra acredita no poder da internet. "Pretendo juntar 1,5 milhão de assinaturas para entregar um projeto de lei ao Congresso para que o Estado nos ajude nessa busca", afirma

O PERFIL DOS TRAFICANTES NOS AGLOMERADOS.

Vagabundo não tem cara. Essa é a mais pura verdade. Não é só o negro, o "preto" que comete assaltos, rouba e mata. Já foi tempo em que esse estereótipo marcava os papos dos velhos conservadores, das famílias ricas e até dos policiais atuais. O loirinho rico, playboy, de fina educação, que estudou na faculdade mais cara da cidade, também rouba, mata, trafica e às vezes faz até coisa pior. O chamado "171", o estelionatário, é um dos mais difíceis de descobrir. Sempre bem arrumado, sempre com aparência acima de qualquer suspeita, com cara de honesto, com cara de pessoa boa de coração. Esses dão golpes até em velhinha que pega seu mísero salário mínimo no final do mês. Mas neste tópico, vou mostrar o tipo de "MODELO DE TRAFICANTES ".
Eles são na maioria pessoas ignorantes, sem instrução educacional e pessoal, e não fazem questão de mudar a fisionomia. Até para o paisano menos habituado com a criminalidade, é fácil observar quem é quem.Nesse tópico, logo abaixo uma variedade dos sinais mais freqüentes usados pelos traficantes em todo Brasil. Eles não se tocam que sempre usam os mesmos trajes e o mesmo visual. Ficando fácil de destingir quem é quem.
 

BIGODINHO


Essa é uma das marcas principais dos traficantes, usuários de drogas , viciados "pedretes". É difícil vc ver um com bigode raspado. Até pq a maioria é jovem, com 15/16 anos e deixar crescer esse bigodinho pra eles é como se fosse sinal de respeito, se sentem mais velhos. Alguns vão além e chegam a pintá-los de loiro. Fica uma maravilha.


ACESSÓRIO DA MODA 
O Piercing é o da vez. De 10 traficantes presos pelo menos 5 usam. Em geral na sobrancelha. As meninas em geral colocam no nariz. Quando presos, em geral tiram antes de ir pra cadeia. Pq lá quem usa piercing ou tem a sobrancelha raspada é considerado GAY ou é caso de algum chefe. Quando um desafeto cai na mesma cadeia do que o outro (de facção rival), ele tem 2 alternativas: Ou vira "mulherzinha" do chefe, e só "dá" pra ele, ou "dá" pra todo mundo. Assim, eles raspam sua sobrancelha e todos sabem que ele tem um "dono".

CORTE DE CABELO


A maioria faz desenho a base de máquina. Fácil de se observar. Apesar de que parece moda isso nos morros agora, alguns fazem desenhos  da erva maldita, pintão o cabelo com água oxigenada etc.

TATUAGEM


São fáceis de detectar. Geralmente são muito mal feitas, com tintas impróprias ou misturada com tinta guache. Os desenhos são amadores, e geralmente tatuam as iniciais do nome. Braço, mão e perna são os lugares preferidos




CORTES NA SOBRANCELHA 

Outra modinha deles é colocar alguns cortes nas sobrancelhas.



TRAJES
Há anos é tudo a mesma coisa: Bermuda estilo surfista e camisa de marca. Nike e Cyclone já foram elite. Agora é a vez da Puma ,Gang, ecko, quiksilver, billabong, enfim gostam das melhores marcas , pois gostam de ostentar.  

Outra característica de alguns traficantes e até mesmo de  assaltantes é uso de boné e camisas com touca, eles gostam deste  tipo de vestimenta para esconder o rosto e dificultar a identificação.

*OBS:   Existem muitas pessoas  que  usam ou  têm esse perfil e não são traficantes e assaltantes  e  sim cidadãos de bem.  
TODAS AS FOTOS FORAM RETIRADAS  DA INTERNET
Fonte: www.papodepm.com

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