"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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5 de nov. de 2014

DOENÇAS DA MENTE

SAÚDE 

DOENÇAS DA MENTE

Jornadas longas, agressões, xingamentos, sub condições de trabalho e pressão. Está é a realidade de muitos vigilantes, que colocam em risco suas vidas e ainda são desrespeitados no exercício da profissão.

Quantas vezes ouve falar, “vigilante é despreparado” na mídia, na rotina de trabalho, se o cliente quer entrar na agência e é travado, “Ei guardinha, você sabe quem eu sou?”, até policiais que deveriam conhecer a legislação que rege a segurança privada no país, e que podem fazer uso da sua carteira profissional, quando são travados, dão voz de prisão ao vigilante, quando o mesmo está apenas cumprindo o seu dever. Estes fatos, entre tantos outros que acontecem diariamente na rotina profissional de segurança privada, podem levá-lo a adquirir doenças que afetam a mente o físico e a vida.

Segundo o psiquiatra Tássia Lopes Muller, que atende os vigilantes, a procura por ajuda por parte dos trabalhadores esta cada vez maior.

“A doença mental pode ter várias causas, a principal queixa dos vigilantes, é a pressão psicológica e o stress no ambiente de trabalho, como por exemplo, o desrespeito e a humilhação que sofrem principalmente por supervisores, clientes e usuários nos locais onde prestam serviço, dessa forma se sentem desvalorizados e desmotivados para continuarem na profissão”, enfatiza a psiquiatra. Tássia destaca, que as doenças mentais que mais atingem os vigilantes são a depressão, ansiedade e transtorno bipolar, e que o vigilante deve ficar atendo aos sintomas.

DEPRESSÃO 
A depressão é um distúrbio afetivo, seus sintomas são a presença de tristeza, pessimismo e baixa auto estima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si. Essa doença é a que mais atinge o vigilante, geralmente o paciente tem que se afastar de suas atividades e entrar em tratamento, ai que vem a parta mais difícil, segundo a Dra Tássia, muitos não seguem o tratamento que tem duração mínima de 12 meses e agravam ainda mais a doença. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento adequado., a procura por um profissional geralmente é tardia, então quanto antes a busca por ajuda melhor, pois a depressão pode ser diagnosticada com duas semanas, tornando o tratamento mais fácil, ressalta a psiquiatra.

ANSIEDADE

A ansiedade é uma sensação de apreensão, nervosismo ou medo. A origem desse desconforto nem sempre é identificada ou reconhecida, o que pode piorar a angústia. Geralmente caracteriza-se por aumento no apetite ou diminuição e irritabilidade com frequência.

TRANSTORNO BIPOLAR

O transtorno bipolar é um problema em que as pessoas alternam entre os períodos de muito bom humor ou irritação e depressão. As “oscilações de humor”, podem ser muito rápidas. Ao mesmo tempo pode estar feliz e minutos depois triste, a pessoa não sabe o que quer e se sente inconformada e sem estímulo para desempenhar suas funções.

A Dra Tássia alerta sobre o perigo dessas doenças e que em muitos casos o vigilante procura ajuda, quando está a ponto de cometer uma loucura. “Já tivemos pacientes que vieram nos procurar no limite, alegando que estavam prestes a fazer o disparo com arma de fogo e isso é preocupante, pois na profissão de vigilante a procura tardia por ajuda pode ser fatal, disse Tássia.

Os sintomas são silenciosos, mas podem ser facilmente detectados. Alterações no metabolismo, perda ou ganho de peso, dores no pescoço, no perito e membros inferiores, isolamento nos dias de folga, privação do lazer, ansiedade e agressividade, são alertas do corpo para as doenças da mente, pois é um sinal de estafa mental, então procure o médico.

Tássia afirma, que na atualidade, o maior dificultador da procura por ajuda é o preconceito. “ O medo de ser visto como louco, distancia o vigilante do psiquiatra, o que é um erro, o psiquiatra é como qualquer outro médico, pois quando temos problema procuramos um profissional qualificado para resolvê-lo com as doenças que atingem a mente é a mesma coisa. O psiquiatra não é um médico que trata os loucos, somos médicos comuns, fazemos o equilíbrio do organismo e da mente, depressão, ansiedade e transtorno bipolar, são doenças clinicas e devem ser tratadas como qualquer outra doença e quanto antes isso for feito, mais fácil de chegar à cura”, finaliza.

Mas a melhor remédio é sempre a prevenção, o profissional da segurança privada, tem uma atividade diária intensa e devido a isso é difícil se desligar do trabalho, por isso o exercício de esvaziamento da mente tem que virar rotina na vida do vigilante, para evitar o desgaste mental. Adotar atividades diárias como prática de esportes, tempo para o lazer, tempo com os amigos e principalmente companhia e a apoio da família, são elementos fundamentais no combate do stress e evitam doenças da mente, que estão se tornando cada vez mais comuns aos profissionais da área de vigilância patrimonial. Então pratique essa idéia.


Fonte: Revista Vigilante em Foco Julho 2014

26 de jul. de 2011

DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS E ORTOPÉDICAS LIDERAM LICENÇAS TRABALHISTAS


                                                          SAÚDE

Não são apenas os acidentes de trabalho os principais responsáveis pelo afastamento de profissionais de suas atividades. Além de fraturas em pernas, punhos e braços, as dores crônicas na coluna e articulações e doenças psiquiátricas estão entre as que mais geram incapacidade para o trabalho, conforme dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Bauru. 
Segundo o órgão, somente neste ano foram concedidos na cidade 2.277 pagamentos de auxílio-doença - benefício concedido pelo Ministério da Previdência Social a quem recebe atestado médico por mais de 15 dias consecutivos. Afora os problemas ortopédicos, trabalhadores com distúrbios mentais como depressão, esquizofrenia e síndrome do pânico frequentemente precisam se afastar de suas funções para receber tratamento. Em 2011, o pagamento do benefício em Bauru já gerou custo de R$ 2,2 milhões aos cofres públicos.O afastamento por patologia ortopédica, na maioria das vezes, atinge profissionais que desempenham atividades que demandam esforço físico ou posturas antiergonômicas, como é o caso do setor da construção civil. Já a incapacidade devido a doenças psiquiátricas predomina em grupos de trabalhadores que desenvolvem atividades administrativas ou de vigilância.Uma das causas mais frequentes de afastamento em anos anteriores, o Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (Dort, também conhecido como LER e provocado por movimentos repetitivos que podem provocar lesões em tendões, músculos e articulações) é um problema que vem sendo contornado, embora ainda seja uma ameaça aos trabalhadores e às empresas. “Observamos diminuição da incidência de benefícios concedidos por Dort a partir de 2007, talvez devido ao aprimoramento da atuação das empresas na prevenção dessa patologia”, considera Marina de Oliveira Fernandes, chefe médica do serviço de saúde do trabalhador do INSS de Bauru. Em lugar desta disfunção, outros problemas ortopédicos como lombalgias (dores nas costas), hérnia, artrite e artrose, entre outras doenças articulares, tomaram a frente do ranking junto às fraturas provocadas por acidentes de trabalho. No aquecido setor da construção civil, por exemplo, o índice de afastamento por estes motivos sofreu uma sensível elevação, conforme aponta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e do Mobiliário de Bauru, Cláudio da Silva Gomes.“E não foi apenas pelo aumento do número de trabalhadores, mas também pelo aumento da quantidade e do ritmo de trabalho. Os autônomos estão aproveitando o momento para assumir o maior número de contratos, enquanto os que são empregados se veem forçados a cumprir prazos menores para suprir a carência de mão de obra em outras obras”, detalha.Mente em xequeMas, ainda que as doenças ortopédicas sejam um problema grave para a atividade econômica, os distúrbios psiquiátricos estão afetando cada vez mais a classe trabalhadora. Seja por inadequação ao cargo assumido ou à filosofia da empresa, passando pela dificuldade em lidar com as pressões do mundo corporativo, as doenças mentais podem desencadear quadros considerados graves, entre eles síndrome do pânico, depressão e até esquizofrenia.“O acúmulo de funções ou um nível de exigência muito alto em relação ao desempenho também podem gerar um estresse prolongado, que chamamos de síndrome de Burnout. Mas vale ressaltar que algumas pessoas são mais vulneráveis do que outras às doenças, por condições genéticas ouaté mesmo por aspectos relacionados à personalidade”, assinala a psicóloga Luciana Silva Zanelato. Ela elenca ainda como quadros de saúde frequentes entre trabalhadores a síndrome de ansiedade, a insônia e a fadiga.Segundo a especialista, o trabalho noturno também colabora para o aparecimento de desordens físicas e psicológicas, já que, neste caso, o organismo precisa trabalhar num período diverso do de sua natureza. “Fomos programados, ao longo do nosso processo evolutivo, para descansar à noite. Então, a qualidade do sono fica prejudicada para quem trabalha neste período, o que pode refletir no desempenho profissional e equilíbrio mental daquela pessoa”, frisa.Chorava sozinho atrás do escudo’, diz vigilante que trabalha em bancoHá um mês o vigilante Evandro Antônio Deraco, 35 anos, conseguiu retornar ao trabalho. Após ser diagnosticado com depressão, ele permaneceu por quatro meses afastado de suas funções em uma instituição bancária da cidade para tratar da doença. Ainda com alguma dificuldade de retomar sua rotina profissional, ele acabou assumindo um posto com o qual não precisa lidar com a clientela. “Ficar longe das pessoas é o que está me ajudando. Não sei o que seria se eu tivesse que conviver com gerente, gente reclamando de porta giratória”, comenta, dando sinais claros de que ainda não está completamente recuperado.Antes de ser afastado, Deraco conta que sofria com crises de choro constantes durante a jornada e, sem forças para lutar contra aquela condição, tentava disfarçar o quanto podia. “Eu chorava sozinho, me escondendo atrás do escudo (que os vigilantes usam no trabalho). Ficava pensando o tempo todo que a agência seria invadida por ladrões. Chegava em casa e não queria conversar com ninguém, não tinha paciência com meus filhos e demorava para conseguir dormir”, relembra o vigilante, que está há quatro anos na profissão.Assim como ele, de acordo com José Antonio de Sena, diretor-presidente do Sindicato dos Vigilantes de Bauru, há um grande número de profissionais da categoria afastados por doenças psiquiátricas na cidade. Por lidarem com a iminência de perigo constante, sofrem com maior tensão e estresse que os demais profissionais. “Eles também são vítimas de problemas ortopédicos porque, muitas vezes, não podem descansar. Algumas empresas, por exemplo, obrigam os funcionários a trabalhar 12 horas em pé, enquanto deveriam dar direito a descanso de 10 minutos a cada hora. Eles não são máquinas”, reclama.Além dos vigilantes, segundo a psicóloga Luciana Silva Zanelato, são mais suscetíveis aos problemas psiquiátricos os trabalhadores que desempenham funções burocráticas, como o setor administrativo, bem como profissionais da saúde, policiais militares, bombeiros, motoristas e professores.

 Fonte: Jornal da Cidade - Bauru (SP)

9 de mai. de 2010

DICAS DE PREVENÇÃO DA TUBERCULOSE, DENGUE E GRIPE A

SAÚDE
COMBATE À TUBERCULOSE O Brasil ainda está na lista dos 22 países que concentram 80% dos casos da doença no mundo, segundo um balanço divulgado pelo Ministério da Saúde no Dia Mundial da Luta Contra Tuberculose ( 24 de março). A boa notícia é que o país melhorou sua colocação no ranking, passando da 18º para 19º posição. Os índices da doença caíram de 38,1 casos, a cada 100 mil habitantes, para 37,4. O número de mortes também diminui de 4.823, em 2007, para 4.735, em 2008.
Porém, o índice de cura da doença ainda está longe do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) - 85%. O percentual brasileiro passou de 69% para 73% em 2008.
O estado do Paraná - Brasil registrou em 2009 2.320 casos novos de tuberculose (23,2 a cada 100 mil pessoas), segundo a Secretaria de Estado da Saúde. O estado com maior índice da doeça é o Rio de Janeiro. A incidência é duas vezes maior em homens do que em mulhere. Pode ser transmitida pela tosse ou espirro e afeta principalmente os pulmões.
FIQUE ATENTO - T0sse prolongada por mais de três semanas (com ou sem catarro), cansaço, emagrecimento, febre e suor noturno são sintomas de tuberculose.
COMBATE À DENGUE
Segundo o último boletim da Secretaria de Saúde, o Paraná já registrou 3.357 casos nessa temporada. As regiões oeste, norte e noroeste são as mais críticas. As cidades com maior número de casos absolutos são Foz do Iguaçu, Medianeira e Maringá estado do Paraná - Brasil.
FIQUE ATENTO - Não deixe acumular água parada em potes,garrafas, pneus usados, caixa'água e todo e qualquer recipiente o qual acumule água.
COMBATE DA GRIPE H1N1 e SAZONAL Com a chegada do outono e a queda das temperaturas, um novo ciclo da Gripe A se inicia. Os médicos acreditam que essa nova onda seja mais branda do que a do ano passado, mas os cuidados devem ser os mesmos. Além da vacina, a higiene é o principal meio de se evitar o contágio. Confira os cuidados básicos:
-Lave as mãos com água e sabão, quando não for possível use álcool em gel 70%.
- Evite tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies.
-Não compartilhe objetos de uso pessoal.
-Cubra a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
-Mantenha os ambientes arejados, com portas e janelas abertas.
Procure uma unidade de saúde mais próxima e confira o calendário de vacinação.
Matéria: Revista Vigilante em Foco
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

4 de abr. de 2010

COMO STRESS AFETA SEU CORPO

SAÚDE
Depois que você lutou, fugiu ou escapou de alguma forma de uma situação estressante, os níveis de cortisol e adrenalina na sua corrente sanguínea caem. Como resultado, sua freqüência cardíaca e sua pressão sanguínea retornam ao normal e sua digestão e metabolismo regularizam. Mas se as situações estressantes começam a se acumular uma após a outra, seu organismo não tem chance de se recuperar. Essa ativação em longo prazo do sistema de resposta ao stress pode desequilibrar quase todos os processos corporais normais, aumentando o risco de obesidade, insônia, distúrbios digestivos, problemas cardíacos e depressão. Sistema Digestivo – É comum ter uma dor de estômago ou uma diarréia quando se está estressado. Isso ocorre porque os hormônios do estresse lentificam a liberação do suco gástrico e o esvaziamento do estômago. Esses mesmos hormônios aceleram a peristalse do cólon fazendo com que o seu conteúdo se mova com mais rapidez. O stress crônico pode levar ainda a níveis altos constantes de cortisol no sangue, o que causa um aumento do apetite e conseqüente ganho de peso. Sistema Imunológico – O stress crônico pode deprimir seu sistema imune, tornando-o mais suscetível a gripes e outras infecções. Normalmente, seu sistema imune responde à infecção liberando várias substâncias que causam inflamação. Em resposta, as glândulas adrenais produzem cortisol,, que inibe as respostas imunes e inflamatórias quando ocorre a resolução da infecção. Entretanto, stress prolongado sustenta um nível de cortisol continuamente elevado, fazendo com que seu sistema imune mantenha-se suprimido. Em alguns casos, o stress pode ter o efeito oposto, tornando seu sistema imune super ativo. O resultado é o surgimento das doenças auto-imunes, as quais seu sistema imune ataca suas próprias células. O stress pode ainda agravar os sintomas de uma doença auto-imune.. Por exemplo, o stresse é um dos gatilhos para o início da sintomatologia no Lúpus. Sistema Nervoso – Se sua resposta ao stress é sempre ativada, hormônios do stress produzem sensações persistentes de ansiedade, impotência e fracasso iminente. Uma sensibilidade maior ao stress tem sido associada à depressão severa, possivelmente porque pessoas em depressão têm uma dificuldade maior para se adaptar aos efeitos negativos do cortisol. Os derivados do cortisol agem como sedativo o que contribui para a sensação constante de depressão. Quantidades excessivas de cortisol podem causar distúrbios de sono, perda da libido e do apetite. Sistema Cardiovascular – Altos níveis de cortisol podem ainda elevar sua freqüência cardíaca, sua pressão arterial e os níveis de gordura no sangue (triglicerídeos e colesterol). Esses são fatores de risco para ataque cardíaco e infarto. O cortisol parece desempenhar ainda um papel importante no acúmulo de gordura abdominal, o que dá a pessoa uma forma de “maça”. Pessoas que possuem esse formato corporal de “maça’ têm maior risco de desenvolverem doenças cardíacas e diabetes do que pessoas que possuem um formato de corpo em forma de “pêra”, onde a gordura se concentra mais nos quadris. Outros sistemas – O stress piora várias condições de pele como psoríase, eczema, urticárias e acne como também podem dar início a ataques de asma. Autor: Elisabete Fernandes Almeida – escritora e editora médica com especialização em projetos de educação médica continuada. Fonte: revista SESVESP
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

13 de jan. de 2010

PROFISSIONAL DE SEGURANÇA NOTURNA PRECISA DORMIR BEM

SAÚDE Dormir bem é uma condição vital para o ser humano, pois é durante esse período que o cérebro processa informações, armazena memórias e elabora estratégias essensiais à sua sobrevivência, além de recuperar os hormônios vitais para o funcionamento do corpo. Alguns trabalhos experimentais têm demonstrado que o sono é fundamental para o combate eficaz às infecções, e apontam que pessoas que não dormem adequadamente sentem falta de energia para as tarefas diárias , ficam deprimidas ou irritadiças, queixam-se de dificuldade de concentração, apresentam maior frequência de doenças infecciosas, ficando mais suscetíveis a acidentes automobilísticos, além de envelhecerem mais rapidamente. Mas afinal, o que é dormir bem? HORAS E HORAS DE SONO
Algumas pessoas acreditam que uma noite bem dormida está relacionada à quantidade de horas de sono, quando na verdade tanto a privação de sono quanto os execessos de horas dormidas podem acarretar em problemas de saúde.
Há evidências consistentes que dormir menos do que o corpo pede pode aumentar o risco de diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e obesidade. Por outro lado, foi constatado que os adultos que dormem mais que o necessário, enfrentam problemas semelhantes aos que dormem menos. O número de horas de sono ideak para reparar as energias gastas em vígilia costuma ser em média de seis a oito horas por noite, mas há quem se sinta bem com apenas cinco horas, enquanto outros necessitam de nove a dez horas.
Apesar de haver essa flexibilidade na questão de horas a serem dormidas, é consenso que a qualidade do sono deve ser abrangida por todos.
A pertubação do ciclo sono-vígilia resulta em significativos danos à saúde e ao bem estar, por isso é tão preocupante os casos daqueles que invertem o período do repouso, trabalhando a noite e dormindo de dia, como é de centenas de profissionais da área de segurança, responsáveis pela segurança noturna de diversos estabelecimentos.
Estes profissionais garantem a segurança de patrimônios e a vida de terceiros, portanto para eles torna-se inevitável a jornada noturna, já que sua condição de trabalho exige que permaneçam "vigilantes" para coibir uma possível ação de marginais. Em uma séria de entrevistas realizadas pela FETRAVISP -( Federação dos Trabalhadores em Empresas Enquadradas do Terceiro Grupo do Comércio e Empregados em Empresa Prestadoras de Serviço no Estado do Paraná ) com os vigilantes que seguem essa rotina, ficou constatado que a maioria deles tem preferência por trabalhar nessa inversão de turno.
Como é o caso de um profissional da segurança privada que há 6 anos vem trocando o dia pela noite: " Acostumar, a gente nunca se acostuma, mas trabalhar à noite é muito mais sossegado e ainda podemos aproveitar parte do dia." - afirma o profissional.
Vale apena frisar que a maioria dos profissionais de segurança privada principalmente os vigilantes trabalha em escala 12x36, o que exige destes , uma rotina ainda mais regrada e um rigoroso controle do sono para evitar problemas de saúde decorrentes das noites passadas em claro.
COMO DORMIR MELHOR
- Evite o consumo de cafeína, nicotina e álcool nas últimas horas antes do horário de descanso.
- Não faça refeições exageradas antes de deitar.
- Procure deitar no mesmo horário mesmo nos fins de semana.
- Mantenha o quanto em abiente escuro, arejado e numa temperatura agradável.
- Faça exercícios de relaxamento ou tome banho quente antes de deitar.
- Só use pílulas para dormir em caso de absoluta necessidade e sob orientação médica.
- Evite dormir com a televisão ligada.
- Se estiver deitado por mais de trinta minutos sem conseguir pegar no sono, levante e faça alguma atividade, como ler um livro por exemplo.
PARA NÃO DORMIR NO TRABALHO
Embora tanto a medicina quanto os trabalhadores reconheçam que a jornada noturna é penosa para a maioria das pessoas, aqueles que não a podem evitar devem usar algus artifícios para "não dormir no trabalho", como por exemplo.
- Dormir o suficiente durante o seu horário de folga;
- Utilizar horários de sono e vigília o mais regularmente possível;
- Não ficar parado durante muito tempo;
- Empregar o uso da luz para diminuir a sonolência;
- Usar a cafeína (quando não houver contra indicação) como estimulante: ele está presente em café, chocolates, refrigerantes, chá mate, etc...
Além disso, faça sempres uma alimentação adequada e pratique algum tipo de atividade física, isto certamente lhe dará suporte para desempenhar seu trabalho com muito mais saúde e disposição.
Participe das enquetes do Blog, de sua opinião abaixo sobre está matéria sua participação é muito importante.
Fonte: Revista Vigilante em Fogo

25 de jul. de 2009

PERNIOSE: A FRIEIRA DE INVERNO

SAÚDE
A Perniose do inverno, está entre as ocorrências mais comuns, pois atingem principalmente a face, mãos, nariz e orelhas, que estão mais expostas ao frio. O aparecimento da Perniose, é uma resposta inflamatória anormal a baixas temperaturas, e como tal, está relacionada a exposição constantes ao frio e humidade. Clinicamente, observam-se nódulos que variam do vermelho ao violeta, que por vezes ulceram, e se distribuem, simetricamente nos dedos das mãos e pés, e, menos frequentemente, nos tornozelos, nariz e orelhas. Estas lesões habitualmente, provocam dor, sensação de ardência no local, e por vezes prurido. As lesões de Perniose solucionam-se lentamente, com duração de uma a três semanas, a menos que a exposição ao frio e à umidade continue. Como prevenção, recomenda-se o uso de vestimentas adequadas à estação e o aquecimento do ambiente. Outro detalhe importante é o reconhecimento das condições de tempo que podem predispor à lesão. Em alguns casos mais graves, o problema só é resolvido através do uso de medicamentos, portanto, procure sempre a orientação de um médico para tratar da enfermidade.

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