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19 de dez. de 2016

MARIDO DE DELEGADA AGRIDE SEGURANÇA FEMININA COM SOCOS E CHUTES



 NOTÍCIAS 
Mesmo admitindo estar assustada, a segurança Edvania Nayara, 23 anos, está decidida a fazer tudo para que a agressão que sofreu, no sábado (17), não fique impune. “Medo a gente tem, porque as pessoas são muito malvadas, mas alguém tem de ter coragem e fazer algo. Quero que ele pague não só pelo que fez comigo.”

Edvania levou um soco e um pontapé no rosto do empresário Luiz Felipe Neder Silva, 34, no Clube dos Subtenentes e Sargentos do Exército do Atalaia, em Três Corações (MG), após ter tentado apartar uma briga dele com a mulher, a delegada Ana Paula Kich Gontijo. Neder está detido em um presídio da cidade mineira.

Edvania fez exame de corpo de delito e registrou boletim de ocorrência contra o agressor. Ela diz que, embora não conhecesse o empresário, sabia que ele tinha fama de violento.

A segurança conta que estava sentada observando as pessoas no clube quando Ana Paula desceu do carro de Neder, ainda em movimento. O empresário parou e foi para cima da delegada.

Percebendo o que acontecia, Edvania chamou reforço pelo rádio, aproximou-se do homem e pediu que ele parasse de agredir a mulher. “Falei que ia chamar a polícia.”

Ana Paula voltou para o carro e Edvania foi até ela. A delegada, então, pediu que ela jogasse as chaves do veículo o mais longe possível. Quando a segurança atendeu ao pedido, Neder partiu para cima dela. “Ele [Neder] pegou um canivete e um rapaz entrou no meio para me ajudar. Daí, ele deu um murro no homem, quebrando dois dentes dele.”

Amiga de Edvania, Fabiana Custódio Jusufóvic está usando sua página no Facebook para convocar uma passeata em prol da segurança e pelo combate da violência contra a mulher. A manifestação está marcada para esta segunda-feira (19), às 19h30, na praça Odilon Resende, no centro de Três Corações.


Fonte:http://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2016/12/19/medo-a-gente-tem-mas-tinha-de-fazer-algo-diz-seguranca-agredida-em-mg.htm


VÍDEO DA AGRESSÃO 


27 de nov. de 2016

GANHAMOS SEM ANISTIA PARA OS CRIMES DA LAVA JATO. TEMER DIZ: "OUVI A VOZ DAS RUAS"


NOTÍCIAS 
Publicado em 27 de nov de 2016
Presidente garantiu que anistia ao caixa 2 não passará! O anúncio foi feito ao lado dos presidentes da Câmara e Senado. ENTENDA TUDO PESSOAL! Compartilhe sem parar.

A vitória é nossa, queria acabar com a Lava Jato que inclui o nome de muitos envolvidos do governo, deputados, senadores e ex presidentes, ganhamos e não vamos nos cansar de exigir nossos direitos, o próximo passo e concurso público para STJ, não haverá mais indicação para esta instituição será igual o juiz Sergio Moro através de concurso público e não indicação do presidente, aguarde a lutar será grande.

28 de set. de 2016

NOVOS REQUISITOS DE SEGURANÇA PARA GRANDES EVENTOS


NOTÍCIAS 

Os principais desafios em eventos internacionais devem ser enfrentados com o apoio da tecnologia para identificar suspeitos de forma preventiva, evitar incidentes e punir infratores. Nas próximas semanas, a segurança está em jogo no Brasil. É consenso entre os especialistas de segurança que, junto à capacitação humana, é igualmente importante o bom uso de novas tecnologias para garantir a segurança das milhares de pessoas que acompanharão o maior evento esportivo do mundo.

A experiência com o uso de sistemas de videomonitoramento avançado em outros grandes eventos internacionais mostra que é fundamental trabalhar com inteligência na prevenção de atos que apresentem risco à segurança dos demais e, em caso de algum incidente, possibilitar uma resposta imediata e a identificação dos suspeitos.

Essa capacidade de identificar suspeitos, evitar incidentes e punir infratores depende cada vez mais da captura de dados úteis de forma contínua e do cruzamento dessas informações em tempo real com bases de dados compartilhadas entre cidades, estados e países. São mudanças que acabaram por imprimir um novo modelo de gestão de segurança em grandes eventos. Hoje, as principais necessidades de vigilância para os estádios e as instalações para eventos incluem:

• A identificação antecipada de incidentes reais ou potenciais, uma melhor consciência da situação e respostas coordenadas;

• O acesso a gravações de alta qualidade, que podem ser usadas como provas nas investigações;

• A interpretação eficiente de todos os dados recebidos pelo centro de operações;

• Operações contínuas sob quaisquer circunstâncias.

Nesse caminho, é impossível pensar a segurança de estádios e outros eventos de grande porte sem o apoio de câmeras de videomonitoramento modernas e equipadas com tecnologias de analíticos de vídeo, análise forense e imagens de qualidade em qualquer situação adversa.

Para estádios e instalações para eventos, o aproveitamento de imagem é fundamental. Isso significa garantir que as câmeras de rede sejam adequadas à finalidade para a qual o sistema foi projetado, com foco nos recursos de imagem que abordam necessidades específicas, fornecendo vídeos que possam ser aproveitados, independentemente das condições da cena de vigilância ou do momento em que essas imagens sejam solicitadas:

Antes – Ajudam a identificar e deter os desordeiros antes que eles entrem na arena e alertam os funcionários e a polícia sobre pessoas com comportamento suspeito, acesso não-autorizado a áreas restritas ou objetos abandonados.

Durante – Fornecem uma visão geral em qualidade 4K de toda a instalação do evento, combinada com a capacidade de ampliar e examinar os mínimos detalhes em uma cena.  Analíticos de vídeo, como o reconhecimento facial, ajudam a encontrar suspeitos em tempo real e adotar ações antes de que qualquer crime seja cometido.

Depois – A análise pós-evento, com sua capacidade de buscar automaticamente fatos específicos em meio a um amplo conjunto de dados, está orientada à investigação forense. O processamento de vídeo se faz nos arquivos e pode alcançar resultados por meio de critérios ou atributos de pesquisa predefinidos. Graças ao seu complexo sistema de algoritmos e sua capacidade de estabelecer parâmetros predefinidos, como a detecção de movimento, o reconhecimento facial ou o cruzamento de limites, entre outros, esta tecnologia facilita a complexa tarefa de identificar e rastrear pessoas, objetos e movimentos. Mas talvez o mais importante seja a capacidade de extrair, processar e sintetizar toda a informação relevante que possa ser a chave da análise de um incidente e sua solução.

Com os recursos tecnológicos adequados, é possível garantir uma qualidade excepcional para ajudar a desmontar planos em ação, identificar os envolvidos de forma preventiva e apoiar investigações após um incidente. Especialmente em grandes eventos, a principal arma da sociedade contra o crime é a inteligência de suas forças policiais.
Matéria: Alessandra Faria é diretora da Axis Communications

Fonte de pesquisa:http://revistasecurity.com.br/blog/artigo-novos-requisitos-de-seguranca-para-grandes-eventos/

CIDADE DE PORTO ALEGRE APROVA PROJETO QUE PREVÊ VIGILANTE 24 HORAS POR DIA NAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS

NOTÍCIAS 
Vigilantes deverão permanecer no interior das agências bancárias durante jornada de trabalho

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou por unanimidade o projeto de lei que obriga as instituições bancárias públicas ou privadas e as cooperativas de crédito localizadas na cidade a contratar vigilância armada para atuar 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.

Conforme o autor do projeto, o vereador Engenheiro Comassetto (PT), a norma prevê que os vigilantes deverão permanecer no interior das agências em local em que possam se proteger durante a jornada de trabalho e dispor de botão de pânico e terminal telefônico, para acionar rapidamente a polícia, e de dispositivo que acione sirene de alto volume no lado externo do estabelecimento, para chamar a atenção de transeuntes e afastar delinquentes de forma preventiva a cada acionamento.

Pela proposta de Comassetto, as agências deverão ter escudo de proteção ou cabine para guardas ou vigilantes e câmeras de circuito interno para gravação de imagens em todos os acessos destinados ao público, em suas entradas e saídas e lugares estratégicos, nos quais se possa ver o seu funcionamento e a movimentação de pessoas em seu interior. Na parte externa frontal dos estabelecimentos deverá haver, no mínimo, duas câmeras para gravação de imagens.

Conforme o vereador, a ideia é tentar inibir os assaltos no período noturno. “Os roubos a caixas eletrônicos vêm substituindo os assaltos a bancos, o que ocorre na maioria das vezes à noite, quando não há efetivo. Portanto, faz-se necessário este projeto como forma de prevenção”, explicou.



Fonte de pesquisa:http://revistasecurity.com.br/blog/porto-alegre-aprova-projeto-que-preve-vigilante-24-horas-por-dia-nas-agencias-bancarias/?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224845&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

9 de ago. de 2016

CRIMINALIDADE ASSOLA O RIO NO INÍCIO DA OLIMPÍADA, APESAR DA FORÇA DE SEGURANÇA DE 85 MIL


                                                                        NOTÍCIAS 

Homens das Forças Armadas reforçam a segurança na estátua do Cristo Redentor, um dos pontos turísticos mais visitados do Rio

Se combater batedores de carteira fosse um esporte olímpico, as autoridades brasileiras seriam candidatas à medalha.

Diante da alta da criminalidade de rua, o governo estadual está empregando no Rio uma força policial de 85 mil, entre os quais 23 mil soldados que montam guarda nos cruzamentos movimentados ou percorrem as ruas em jipes militares, com suas armas apontadas ameaçadoramente para a calçada.

Em uma das demonstrações mais intrigantes, um navio da Marinha brasileira está patrulhando ao longo da famosa praia de Ipanema da cidade.

Mesmo assim, a demonstração esmagadora de força não conseguiu reprimir o crime. O chefe de segurança da cerimônia de abertura foi assaltado com uma faca na noite de sexta-feira, enquanto saía do Maracanã; uma bala perdida atingiu a sala de imprensa do Centro de Hipismo no sábado, por pouco não acertando um dirigente esportivo da Nova Zelândia; e na noite de sábado, o ministro da Educação de Portugal foi assaltado enquanto caminhava na direção da Lagoa, local da realização das provas de remo.

Nos preparativos para a Olimpíada, as autoridades brasileiras se viram diante de uma série de problemas que assustaram alguns visitantes estrangeiros, como o medo da epidemia da zika, a ameaça de ataques terroristas e reportagens pouco lisonjeiras que destacavam as águas poluídas da cidade.

Mas é o recente aumento da criminalidade de rua que tem mais enervado as autoridades municipais e os moradores, que temem que seu aumento embaraçoso possa arranhar o orgulho e euforia que tomaram conta desde o início dos Jogos na noite de sexta-feira.

Apesar dos mais recentes incidentes, incluindo um alarme falso de bomba no sábado, perto da linha de chegada de uma prova de ciclismo masculina, a maioria dos visitantes e moradores diz se sentir segura.

"Este deve ser o lugar mais seguro do Brasil no momento", disse Isabela Carvalho, uma vendedora de sorvete de 46 anos, enquanto policiais militares aceleravam suas motos, com sirenes ligadas.

Mas a demonstração de força também provocou críticas de ativistas de direitos humanos, que temem que o policiamento excessivamente agressivo possa levar a abusos, especialmente nas favelas.

Na semana passada, uma operação conjunta da polícia e das forças armadas em uma dessas comunidades, o Complexo do Alemão, terminou com duas pessoas mortas.

Mesmo assim, muitos cariocas estão mais preocupados com a criminalidade de rua comum, que as autoridades brasileiras prometeram tratar em sua campanha bem-sucedida em 2009 para sediar os Jogos.

Ocorreram perto de 11 mil roubos de rua em junho, um aumento de 81% em comparação ao mesmo mês no ano passado. Além disso, dizem os especialistas, há o fato de muitos crimes não serem registrados pelas vítimas, que presumem que a polícia fará pouco esforço para solucioná-los.

Problemas orçamentários também atrapalharam as autoridades enquanto tentavam combater a violência entre os narcotraficantes e a polícia, que aterroriza muitos dos moradores mais pobres da cidade.

"A tensão é palpável", disse Meg Healy, uma americana de 24 anos que vive no Rio, antes do início dos Jogos.


Policiais fazem segurança durante a passagem da tocha por São João de Meriti

Em junho, Healy, uma planejadora urbana, foi assaltada com uma faca; quatro dias depois, um menino que ela disse que parecia ter menos de 7 anos tentou roubar sua bolsa a poucos passos de seu apartamento.

Outras vítimas recentes de crime incluem Fernando Echavarri, um velejador espanhol medalhista olímpico, e Liesl Tesch, uma velejadora paralímpica australiana, que foi assaltada à mão armada. Poucos dias antes do início dos Jogos, atletas jamaicanos que estavam hospedados perto do aeroporto relataram ter ouvido disparos durante toda a noite.

As autoridades têm buscado tranquilizar os visitantes, apontando que a força de segurança tem um contingente duas vezes maior do que o usado durante a Olimpíada de Londres de 2012. Elas também lembram que o Rio já sediou com sucesso outros grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014.

Os problemas de segurança da cidade foram exacerbados por um severo arrocho orçamentário, que atrapalhou a capacidade do governo de pagar os salários dos policiais. O senso de crise foi ressaltado em junho, quando o governo estadual declarou "calamidade financeira".

Nas últimas semanas, policiais que disseram que seus salários estão atrasados ou foram apenas parcialmente pagos realizaram uma manifestação no aeroporto internacional do Rio, segurando cartazes para os passageiros que chegavam dizendo, "Bem-vindos ao inferno".

Fábio Neira, um comissário da polícia civil, disse que os salários atrasados reduzem o moral. "Isso cria enormes dificuldades financeiras para nós, porque você tem que pagar suas contas, eletricidade e aluguel no começo do mês", ele disse em uma entrevista.

Apesar do governo federal ter fornecido subsequentemente uma ajuda de US$ 850 milhões para as despesas de segurança durante os Jogos, Neira disse que o dinheiro não cobre nem mesmo as horas extras de maio ou junho.

As condições de trabalho, ele acrescentou, continuam péssimas, notando que algumas delegacias não possuem canetas, papel higiênico ou dinheiro para gasolina.

Apesar da imprensa brasileira tender a se concentrar nos assaltos de rua ousados ou na violência que ocorre nos bairros mais ricos da cidade, os especialistas dizem que são os moradores pobres do rio que mais sofrem com o aumento da criminalidade.

A professora Julita Lemgruber, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes, no Rio, disse que o aumento da criminalidade de rua se deve em parte aos esforços fracassados de melhorar a segurança pública nas favelas da cidade.

Em 2008, o Estado do Rio de Janeiro deu início a uma iniciativa ambiciosa, a criação de Unidades de Polícia Pacificadora, que foram responsáveis por combater as gangues do narcotráfico que atuavam com impunidade. O programa, que também empregava policiamento comunitário e obras sociais, é citado nos documentos olímpicos como um fator importante para tratar das antigas preocupações de segurança da cidade.

Atila Roque, o diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, disse que o programa é repleto de abusos e exacerbou as tensões entre a polícia e os moradores, alguns dos quais pediram pelo fim do esforço.

No ano passado, a polícia foi responsável por 20% dos homicídios na cidade, segundo a Anistia Internacional, que usou dados do Instituto de Segurança Pública estadual. Ocorreram 645 mortes por policiais no ano passado, em comparação a 400 em 2013. O número de pessoas que morreram nas mãos da polícia entre abril e junho deste ano dobrou em relação ao mesmo período no ano passado, segundo dados.

Os mortos eram em sua maioria homens negros jovens.

Uma das comunidades mais duramente atingidas pela violência policial é a Maré, uma vasta favela situada entre o aeroporto internacional do Rio e os bairros de renda mais alta de Ipanema e Copacabana. As autoridades há muito lutam para conter a violência provocada pela guerra entre narcotraficantes e milícias. Nos meses que antecederam a Copa do Mundo, o Exército ocupou a comunidade por um ano.

Eliana Sousa Silva, que foi criada na Maré e é fundadora de um grupo local sem fins lucrativos, disse que as operações policiais se tornaram mais frequentes com a aproximação da Olimpíada. No final do mês passado, os jornalistas que vivem no bairro relataram três dias consecutivos de operações policiais envolvendo troca pesada de tiros.

"A Olimpíada, a Copa do Mundo e outros megaeventos no Rio costumam ser momentos tensos para os moradores da Maré", ela disse, acrescentando que as operações policiais costumam ser executadas com mão pesada. "O governo precisa assegurar que nada aconteça, para mostrar o Rio ao mundo."

Neste ano não foi diferente. Alguns dos soldados enviados à cidade foram posicionados nas entradas das favelas. Outros foram posicionados ao longo das vias que formam os chamados corredores de segurança.

Roque, da Anistia Internacional, disse que se preocupa com os militares atuando com impunidade.

"O que estamos vendo na segurança pública vai contra todo o princípio dos Jogos Olímpicos, o espírito dos Jogos Olímpicos", ele disse. "Violência não deveria fazer parte dos Jogos."

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/08/08/criminalidade-assola-o-rio-no-inicio-da-olimpiada-apesar-da-forca-de-seguranca-de-85-mil.htm

3 de jul. de 2016

COLETE BALÍSTICO SALVA VIDA DE VIGILANTE EM ASSALTO

NOTÍCIAS 

Colete salva vida de vigilante em assalto na RMC

O colete balístico é um Equipamento de Proteção Individual - EPI, obrigatório para vigilantes armados. Nesta segunda-feira, esse equipamento salvou a vida de um vigilante em Araucária na Região Metropolitana de Curitiba.

Quando fechava o portão da empresa, ocupantes de um veículo pararam e deram voz de assalto ao trabalhador. Sem poder reagir o vigilante levou um tiro na barriga, que mesmo passando pelo colete, o equipamento segurou o impacto e evitou que o projétil ficasse alojado.

O Sindvigilantes faz um alerta para que os trabalhadores verifiquem as condições de seus equipamentos e se necessário solicitem a troca ou reparo pela empresa. Pois com o aumento da criminalidade o vigilante está se tornando alvo frequente e as boas condições dos equipamentos de proteção são fundamentais.

O vigilante foi encaminhado ao Hospital Municipal de Araucária.

PORTARIA SIT/DSST Nº 194 DE 07.12.2010
D.O.U.: 08.12.2010

Altera a Norma Regulamentadora n.º 6 (Equipamentos de Proteção Individual - EPI).

NR 6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI (1006.000-7)

6.1. Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.

6.2. A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

a) sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho; (106.001-5 / I2)

b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; (106.002-3 / I2)

c) para atender a situações de emergência. (106.003-1 / I2)

6.3. Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional e respeitando-se o disposto no item 6.2, o empregador deve fornecer aos trabalhadores os seguintes EPI:

6.4.1. Nas empresas desobrigadas de possuir CIPA, cabe ao empregador, mediante orientação técnica, fornecer e determinar o uso do EPI adequado à proteção da integridade física do trabalhador.

6.5. O EPI, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser colocado à venda, comercializado ou utilizado, quando possuir o Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo Ministério do Trabalho e da Administração - MTA, atendido o disposto no subitem 6.9.3. (106.006-6 / I2)

6.6. Obrigações do empregador.

6.6.1. Obriga-se o empregador quanto ao EPI a:

a) adquirir o tipo adequado à atividade do empregado; (106.007-4 / I2)

b) fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo MTA e de empresas cadastradas no DNSST/MTA; (106.008-2 / I4)

c) treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado; (106.009-0 / I1)

d) tornar obrigatório o seu uso; (106.010-4 / I2)

e) substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado; (106.011-2 / I2)

f) responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica; (106.012-0 / I1)

g) comunicar ao MTA qualquer irregularidade observada no EPI. (106.013-9 / I1)

6.7. Obrigações do empregado.

6.7.1. Obriga-se o empregado, quanto ao EPI, a:

a) usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;

b) responsabilizar-se por sua guarda e conservação;

c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MJ - DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL
PORTARIA Nº 3.233/2012-DG/DPF, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2012

Dispõe sobre as normas relacionadas às atividades de Segurança Privada.

Seção IV
Dos Direitos
Art. 163. Assegura-se ao vigilante:
III - a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e
estado de conservação, inclusive armas e munições; (incluindo Colete Balístico)


Seção V
Dos Deveres
Art. 164. São deveres dos vigilantes:
V - comunicar, ao seu superior hierárquico, quaisquer incidentes ocorridos no
serviço, assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza, em especial quanto ao armamento, munições e colete à prova de balas, não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.

4 de jan. de 2016

VIGILANTE GRAVA VÍDEO DURANTE A PRÓPRIA MORTE






CÚMPLICE DA MORTE DO VIGILANTE ERNANDES BARBOSA





Publicado em 13 de dez de 2015
Depoimento de uma das mulheres que foi presa e que ajudaram a distrair o companheiro trabalhador da Segurança Privada "VIGILANTE" ERNANDES BARBOSA; foi com ajuda dela que o nosso companheiro foi assassinado!!!

18 de set. de 2015

PF – POLÍCIA FEDERAL APRESENTA PROJETO DE SEGURANÇA PRIVADA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA FEDERAL DE DEPUTADOS


NOTÍCIAS 


O coordenador-geral da Comissão de Assuntos para Segurança Privada (CCASP) da Polícia Federal, delegado Adelar Anderle, foi ouvido nesta quarta-feira, dia 20, durante audiência pública da comissão especial de segurança privada da Câmara Federal, presidida pelo deputado Filipe Pereira (PSC-RJ). Adelar apresentou a versão final do projeto de estatuto da segurança privada, que ainda será enviado ao ministro da Justiça, Tarso Genro.

Além de vários deputados, a audiência foi acompanhada pelo secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr, pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV), José Boaventura dos Santos, e cerca de 100 dirigentes de sindicatos e federações de vigilantes de todos os estados do País.

Integração

Segundo o delegado, o projeto "busca trazer a segurança privada para junto da segurança pública". Ele disse que "estamos numa fase de reconhecimento da segurança privada, mas é preciso fazer a integração".

Hoje existem 3,1 mil empresas de vigilância, 33,6 mil agências bancárias, 5,9 mil carros-fortes e cerca de 1,7 milhão de vigilantes cadastrados. Destes trabalhadores, 38% são empregados pelo setor público, informou o coordenador-geral da CCASP.

Adelar criticou o "bico" dos policiais. "Os PMs são mortos mais em folga que em serviço", comparou, dizendo que "68% das mortes ocorrem quando os policiais estão fazendo bico". Ele também atacou a informalidade, defendendo um cadastro nacional da segurança privada. Para ele, "a clandestinidade é um princípio da máfia".

Polícia privada

A versão final do projeto enfatiza, segundo o delegado, que "a segurança privada é complementar à segurança pública". Ele explicou que "a idéia é incorporar o vigilante à condição de polícia privada".

Porta de segurança

O texto apresentado voltou a incluir equipamentos mínimos de segurança nos estabelecimentos bancários, que tinham sumido na versão anterior, levando a Contraf-CUT e o Coletivo Nacional de Segurança Bancária a se reunir com Tarso em dezembro do ano passado. A porta de segurança, com detector de metais, está novamente prevista, exceto a sua localização.

Os bancários defendem que esse equipamento fique em todos os acessos destinados ao público, inclusive o espaço de autoatendimento, onde ocorrem 30% das transações e hojhe está desprotegido na maioria das unidades.

Malotes inteligentes

O delegado propõe mudanças no transporte de valores. "Em determinadas regiões, como nas grandes cidades, podemos usar hoje novas tecnologias, como os malotes inteligentes", defendeu. "Essa forma prevê a utilização de veículos com sistema de blindagem, com dois vigilantes, e um equipamento para manchar o dinheiro com a mesma tinta usada na sua fabricação em caso de assalto", explicou.

Adelar frisou que esse tipo de transporte já é usado na França, onde também foram instalados vidros blindados nos caixas das agências. "Em 2007 houve 30 assaltos a bancos naquele país", destacou.

Questionamentos

O relator da comissão especial, deputado Professor Sétimo (PMDB-MA), salientou a importância da segurança privada e defendeu ouvir o secretário nacional de segurança pública, do Ministério da Justiça, e representantes dos trabalhadores e das empresas, visando aprofundar o debate na sociedade.

"Há avanços significativos no texto apresentado", avaliou o deputado Eduardo Valverde (PT-RO). Ele perguntou o delegado sobre "a capacidade do projeto de gerar postos de trabalho". Adelar respondeu que essa mudança não deverá reduzir empregos e sim abrir vagas, na medida que todo e qualquer transporte de valores seria realizado dessa forma.

O deputado William Woo (PSDB-SP) reclamou das penas de reclusão para policiais que fazem "bico". Também criticou as exigências para a abertura de uma empresa de vigilância (mínimo de 50 empregados) e propôs a inclusão da segurança eletrônica no projeto. Adelar defendeu as exigências. "Não se pode largar o transporte e a guarda de numerário nas mãos de picaretas", declarou.

Alma limpa

Para o delegado, o projeto é "uma proposta que procurou compor os interesses divergentes entre as diversas categorias e setores do mercado e que possa ser absorvida pelo controle estatal, principalmente pela capacidade de controle e fiscalização da PF". Ele disse que certamente não vai agradar a todos. "Sei que nem todos os anseios de cada categoria foram atendidos, mas, de alma limpa, procuramos buscar o equilíbrio", concluiu Adelar.

Novas audiências públicas

Após a audiência pública, foram aprovados vários requerimentos. Valverde propôs ouvir diversas entidades sindicais e representativas, como a Contraf-CUT e a CNTV. O presidente da comissão ficou de realizar os agendamentos nos próximas dias.

"Garantimos a participação dos bancários e dos vigilantes neste importante debate, onde poderemos apresentar as nossas propostas para trazer mais segurança para os trabalhadores e a sociedade", comentou Ademir.

Fonte de pesquisa:

http://www.fetecsp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=43417

14 de set. de 2015

FEIRA NO RIO EXIBE NOVIDADES NO SETOR DE SEGURANÇA PRIVADA


NOTÍCIAS 

O Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova, Centro do Rio, recebe entre quarta-feira (5) e sexta (7) a RIOSEC, a Feira Nacional de Segurança Privada e Eletrônica.

O evento mostrará ao público especializado e em geral as principais novidades no mercado de centrais de monitoramento, circuitos fechados, cofres, inteligência industrial e sistemas de identificação, citando apenas algumas das necessidades atendidas pelo setor.

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado de sistemas de segurança cresceu 10% em 2013, movimentando um montante de R$ 4,6 bilhões.

Denise Nuly, presidente do Sindicato de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Rio de Janeiro (Siese-RJ), afirma que a expansão deste segmento se deve ao fato de as pessoas desejarem se sentir mais seguras, independente das políticas de segurança pública:

“Mesmo com todas as ações do governo, como as UPPs, as pessoas querem monitorar os seus negócios e bens cada vez mais.”

Além disso, a presidente do Siese-RJ destaca a importância que o setor conquistou no Rio de Janeiro.

“Uma feira voltada para este segmento é oportuna porque há uma parcela significativa de empresas e profissionais deste setor”

Opções para todos os bolsos - Sobre o custo para se sentir seguro, a presidente do Siese-RJ informa que, apesar de parecer um luxo apenas para os mais ricos, o segmento oferece possibilidades para todos os bolsos:

“O custo é proporcional a quantidade de tecnologia empregada. Há equipamentos para todos os orçamentos. Tudo depende do projeto e do objetivo.”

Serviço:
Evento: RIOSEC – Feira Nacional de Segurança Privada e Eletrônica
Data: 5 a 7 de novembro, das 14h às 20h.
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Av. Paulo de Frontin, 1 (acesso principal pela Rua Beatriz Larragoiti Lucas) - Cidade Nova - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Entrada gratuita

Fonte: G1/Rio

PL 4238 RELATOR RETIRA DE PARECER PISO SALARIAL PARA VIGILANTES


NOTÍCIAS 

Relator retira de parecer piso salarial para vigilantes

O parecer será votado na comissão especial que analisa a matéria na próxima semana. Segundo o relator, um acordo com a liderança do governo garantiu que não haverá obstrução

Gilmar Felix / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Wellington Roberto (PR-PB)
O relator, deputado Wellington Roberto, disse que está aberto ao diálogo com o governo
O deputado Wellington Roberto (PR-PB) apresentou nesta quarta-feira (9) substitutivo a 122 propostas que tramitam na Câmara sobre segurança privada. O texto estabelece o “Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras”. Wellington Roberto propôs que o piso salarial dos vigilantes seja fixado por negociação coletiva. Segundo ele, as disparidades regionais do País impedem que seja fixado um salário nacional em lei.

O parecer será votado na comissão especial que analisa a matéria na próxima quarta (16). Segundo Wellington Roberto, um acordo com a liderança do governo garantiu que não haverá obstrução.

“Ficou bem claro por parte do governo a intenção de apresentar algumas sugestões, por meio do Ministério da Justiça. Então, o que este relator vai poder acatar e discutir são sugestões que não prejudiquem a elaboração do relatório. Então, dessa forma, estamos abertos ao diálogo para que o governo possa apresentar suas propostas”, disse o relator.

A deputada Érica Kokay (PT-DF) destacou que a proposta resolve problemas históricos do País. “Ainda que não contemple o piso, que é o objeto maior desta discussão, nós encaramos como um avanço”, disse.

Texto de equilíbrio
O relator Wellington Roberto afirmou que seu texto busca uma solução que equilibre as reivindicações dos vigilantes e a dos empregadores. A proposta é dividida em onze capítulos que tratam da segurança privada; dos prestadores de serviço; dos profissionais e sua formação; da segurança privada em instituições financeiras; das penalidades administrativas; dos crimes e das taxas do setor.

O texto cria o Conselho Nacional de Segurança Privada, vinculado ao Ministério da Justiça, composto por membros do governo, da classe empresarial, dos trabalhadores e da sociedade civil, para assessorar o ministro da Justiça em assuntos de segurança privada e a elaborar políticas para o setor. Pela proposta, a Polícia Federal será responsável por aplicar penalidades administrativas por infrações à nova lei.

Tramitação
O projeto que regulamenta a segurança privada no País tramita em regime de prioridade. Se aprovado na comissão especial, segue para análise do plenário.


Fonte: http://www.vigilantescuritiba.org.br/pl-4238-relator-retira-de-parecer-piso-salarial-para-vigilantes/

19 de jul. de 2015

MP 680 FLEXIVILIZA JORNADA DE TRABALHO E SALÁRIOS



NOTÍCIAS 

A MP 680/15 tem gerado dúvidas aos vigilantes, por isso o Sindvigilantes vem esclarecer o que ela significa para o trabalhador.

A presidente Dilma editou a MP 680/15, criando o PPE – Programa de Proteção ao Emprego, que permite a flexibilização da jornada e dos salários em até 30%. Poderão aderir ao programa empresas que se encontrarem em situação de dificuldade econômico-financeira comprovada. A adesão terá duração de, no máximo, 12 meses e poderá ser feita até 31/12/15.

Por exemplo, uma empresa de vigilância patrimonial, o vigilante passaria a receber da seguinte forma:

Piso R$ 1400,00, – 30% (redução de jornada) = R$ 980,00 (valor proporcional) e o governo através do Fundo de Amparo ao trabalhador pagaria + R$ 210,00 e o vigilante passaria a receber o valor bruto de R$ 1190,00, para uma jornada de trabalho reduzida em 30% (esse valor sem contabilizar o adicional de periculosidade).

Para que isso se torne possível os sindicatos serão obrigados a fazer assembleias, onde os trabalhadores irão decidir se optam pela redução da jornada ou pela demissão.

No momento o Sindvigilantes entende que essa MP é inaplicável às empresas de vigilância, por se tratar de prestadoras de serviço, com jornada de trabalho definidas em contratos. O programa especifica: “As empresas que aderirem ao programa, não poderão nem demitir, nem contratar no período de participação”, no caso da vigilância patrimonial, as empresas teriam que contratar para suprir os 30% da redução de carga horária, o que nos leva a acreditar que não se enquadrariam nessa medida.

As empresas que se enquadrarem no PPE não poderão dispensar de forma arbitrária ou sem justa causa os empregados que tiveram a jornada de trabalho reduzida temporariamente enquanto vigorar a adesão e, após o fim do programa, o trabalhador ainda terá estabilidade no emprego por um prazo equivalente a um terço do período de adesão. Por isso, se o programa durar 12 meses, o trabalhador terá seu emprego garantido por 16 meses.

Ressalta-se que a medida ainda tem 15 dias para ser regulamentada, no intuito de definir quais são os setores que poderão aderir e determinar as formas de comprovação da “dificuldade econômico-financeira”, dentre outras regras necessárias.
Desta forma o Sindivigilantes vem tranquilizar os trabalhadores e nós colocar a disposição para quaisquer dúvidas.


5 de nov. de 2014

PPR DEVE PAGAR ATÉ UM SALÁRIO A MAIS POR ANO

NOTÍCIAS 
As empresas têm necessidade de melhor atender aos clientes e para isso precisam de mão de obra qualificada. Esta combinação de fatores, somados a busca de acabar com as faltas desmotivadas, vê despertando o interesse recorrente em encontrar novas formas de reter profissionais diferenciados. O Programa de Participação nos Resultados – PPR é uma das delas e tem ganhado espaço nas empresas de todos os portes, como uma ferramenta eficaz de remuneração aos profissionais por desempenho.
E para os vigilantes do Paraná essa é a atual bandeira de luta e a FETRAVISP através dos sindicatos, vai buscar intensivamente a conquista desse benefício aos vigilantes do Estado.
Para o que o vigilante entenda um pouco mais sobre o assunto o presidente da Federação João Soares, vai explicar o que PPR representa a categoria.

Presidente qual a diferença entre o PLR e o PPR?
O PPR é Programa de Participação nos Resultados, e o PLR é o Programa de Participação nos Lucros e resultados. Qual é a diferença entre eles? É simples, o PPR é baseado de acordo com a produtividade, o recebimento dele depende somente do trabalhador, que receberá se as metas de produtividade estabelecidas pela empresa forem atingidas. Já o PLR é baseado no faturamento positivo da empresa ao final de um ano, ou seja, se a empresa não obtiver lucro naquele ano o trabalhador não terá nenhum valor a receber. Por isso, os sindicatos, aos moldes do transporte de valores, fizeram a opção pelo PPR.
De acordo com a Lei nº 10.101 de 19 de dezembro de 2000, o pagamento do PPR pode acontecer no máximo duas vezes ao ano e deve haver um período mínimo de 6 meses entre o pagamento e outro. O principal objetivo do PPR é oferecer aos colaboradores uma bonificação adicional e variável por atingirem ou superarem as metas propostas pele empresa através do trabalho em equipe, maior produtividade, etc.

Os resultados são divididos em coletivos e individuais, como funciona?
As metas e resultados do PPR são medidos através do coletivo e individual. O resultado coletivo é a meta estabelecida geral e a individual é a avaliação de cada trabalhador, como por exemplo, o item principal a ser avaliado é o abastecimento (faltas injustificadas).

Como funciona hoje no transporte de valores:
Nenhuma ausência = 100% do percentual de direito referente à meta coletiva;
1 ausência = 80% do percentual;
2 ausências = 60% do percentual;
3 ausências = 40 do percentual;
A partir de 4 ausências – sem direito a receber

E como serão as formas de pagamento para o PPR?
Os valores serão proporcionais à remuneração e cargo. A intenção é que os vigilantes somem mais um piso salarial por ano, acrescido do adicional de periculosidade.
Vantagens do PPR
O PPR é um ótimo benefício para o vigilante que receberá a bonificação como forma reconhecimento e agradecimento pelos seus esforços, além disso, o trabalhador receberá o valor integral sem descontos fiscais, pois o pagamento do PPR tem natureza indenizatória.
O empresário moderno tem que se adequar a nova realidade do mercado, o que não acontece na segurança privada, mas aos poucos com a união, força e mobilização da categoria é possível mudar isso e juntos conquistarmos mais esse benefício para os vigilantes, pois nada se conquista sem luta, afirma Soares.


Fonte: Revista Vigilante em Foco Julho 2014 

21 de jun. de 2014

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE ESTUDO DE PISO NACIONAL DE VIGILANTES PL 4238/2012


SEGURANÇA PRIVADA 

Esta em pauta a discussão sobre o PL 4238/2012, o qual estabelece um piso para o Vigilante a ser aplicado em todo o território nacional.

O projeto de Lei de autoria do Senador Marcelo Crivella – PRB/RJ, dispõe sobre a criação de um piso nacional, o qual variaria entre o valor de R$ 800,00 (oitocentos reais) em grau mínimo a R$ 1.100,00 (em grau máximo), conforme os riscos ambientais a que estaria exposto o trabalhador.
A CONTRASP é contraria ao projeto de Lei, mas não a ideia de estabelecermos um piso nacional para o Vigilante. O que devemos buscar de forma objetiva, é um piso nacional que atenda as necessidades econômicas do Vigilante e de sua família.
Devemos observar que o projeto mostra-se desatualizado em relação ao ordenamento jurídico atualmente aplicável a segurança privada, pois, ao graduar o salário do trabalhador em decorrência do risco a que estiver exposto, deixa de observar o Adicional de Periculosidade, garantido a esta categoria, por força de Lei publicada no fim do ano de 2012, ou seja, após a apresentação do projeto, no qual já estabelece que o risco ambiental será remunerado com o adicional de periculosidade de 30% sobre o salário praticado, não podendo assim, o piso salarial refletir novamente esta realidade.
Ademais, a ideia de que o piso nacional do Vigilante seria atendido pelo valor nominal de R$ 3.000,00 (três mil reais), divulgado por alguns, também não representa a atual necessidade econômica do trabalhador da segurança privada.
Notem que, recentemente o DIEESE divulgou como SALÁRIO MÍNIMO NECESSÁRIO, a importância mensal de R$ 3.079,31 (três mil e setenta e nove reais e trinta e um centavos), a qual, se considerada como salário de ingresso ao Vigilante, deveria ainda ser acrescida do adicional de periculosidade de 30% (artigo 193, II da CLT).
Este salário mínimo divulgado pelo DIEESE deveria ser o ponta pé inicial para a discussão do piso nacional, não podendo qualquer valor inferior ser considerado como aceitável.
Fora instituída pela Câmara dos Deputados, uma comissão para discutir o Projeto de Lei, a qual esta sendo presidida pelo Deputado Laercio Oliveira, conhecido proprietário de empresa de Vigilância, o qual tem como claro objetivo aprovar o desatualizado projeto, o qual atende tão somente aos interesses dos empresários.
O que devemos Senhores é promover um grande debate com os trabalhadores de todo o País para discutirmos e aprovarmos um piso nacional ideal que venha a valorizar o profissional da segurança privada, que estabeleça um vale refeição nacional, partindo dos maiores valores já pagos, Participação nos Resultados, aprovação do Projeto de Lei 4340/08 que concede porte de arma permanente para os Vigilantes, aprovação do projeto de Lei 39/99 (o qual necessita ser debatido para fazer algumas alterações) de regulamentação da profissão, nos colocando contrários a qualquer proposta trazida por esta comissão ou relacionada a este Projeto de Lei, pois ele claramente é prejudicial a esta combativa categoria e não pode contar com qualquer apoio ou participação dos nossos representes, por tratar-se de um projeto que somente atende aos interesses patronais.
O que devemos buscar é o imediato arquivamento do projeto, por sua clara ilegalidade e contrariedade ao artigo 193, II da CLT e buscar nos nossos futuros representantes, alguém que levante uma bandeira em clara defesa dos trabalhadores, com piso nacional digno desta categoria e adequado a nossa legislação vigente.

Fonte de pesquisa:http://www.vigilantescuritiba.org.br/nota-de-esclarecimento-sobre-o-piso-nacional/

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