"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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5 de ago. de 2016

DICAS DE SEGURANÇA RESIDENCIAL

SEGURANÇA ELETRÔNICA 

- Atualmente os ladrões estão escolhendo casas sem câmeras de vigilância e com reféns (pessoas no local). Isso facilita a abertura de cofres e o roubo de objetos de valor.
- A maioria dos bandidos age em ruas sem monitoramento de imagens e com muitas arvores e pouca luz, pois ajuda na camuflagem.
- É importante que a guarita esteja segura e equipada gravador digital de vídeo (DVR), assim o porteiro não precisa deixar o seu posto, evitando invasões.
- Fique atento! Os bandidos preferem agir de manha e no fim da tarde. Horário em que os moradores estão chegando ou saindo.
- Os bandidos observam a rotina da casa antes de comete o crime. Câmeras de segurança voltadas para rua intimidam os “observadores”.
- Suportes de lixo, caixa de luz ou ar condicionado próximo a muros servem como escada na hora da invasão.
- Muitos ladrões se intimidam com a presenta de câmeras CFTV e alarmes.
- Terrenos baldios próximos a residência podem servir como rota de fuga e para guardar objetos roubas das residências.
- A maioria dos invasores possuem informações privilegiadas da rotina do domicilio, seja por parte de prestadores de serviços ou ex-empregados.
- Instale um ótimo circuito fechado de TV (CFTV)! Ladroes adoram muros altos, pois conseguem entra na casa sem serem visto pelos vigias e pessoas que passam na rua.
- Metade das invasões acontece pelos locais que os moradores descuidam da segurança, como fundos e pavimentos superiores, onde é importante ter câmeras instaladas.


Fonte: cftv.tv.br

10 de jun. de 2016

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE CFTV


                                                 SEGURANÇA ELETRÔNICA 

A inexistência ou ineficiência do sistema de CFTV favorece as práticas ilícitas como, furtos, roubos, depredação, vandalismos, invasão, dentre outros, em virtude do autor do delito saber que dificilmente será identificado. Quando as práticas de delitos começam a ser corriqueiras em uma localidade, a tendência de crescentes ocorrências bem como seus agravamentos é implícita na teoria do crime. registro e visualização de pontos estratégicos pelo sistema de câmeras ampliam sobremaneira a segurança dos locais monitorados como empresas, condomínios e residências, pois permitem reconhecimentos e registram todos os fatos como ocorreram, sem que haja a necessidade de recorrer à testemunhos, que por muitas vezes não condizem a verdade, podendo-se ainda, valer como provas cíveis e criminais em situações de demandas jurídicas.

A importância do sistema de CFTVO sistema de câmeras além de permitir visualizar, monitorar e gravar imagens de diversos ambientes simultaneamente age diretamente com o fator psicológico de dissuasão, pois o possível “criminoso” sabe que está sendo vigiado e suas imagens armazenadas pelo sistema, o que inibe a ação de invasores, depredadores, pichadores e pessoas mal intencionadas em geral no ambiente monitorado.

Em se falando de fator psicológico de dissuasão, mantém afastado a ímpeto da vontade dos maus feitores, dos quais sabendo que podem ser identificados, frustram suas querências em face de exposição e possibilidades de prisão.

A importância do sistema de câmeras tem assegurado seu papel fundamental nas estratégias e políticas de segurança, seja no momento de atuar como fator psicológico de dissuasão ou como ferramenta na identificação e provas para acusação de criminosos diante do crime cometido.

Por manter a condição de visualização de imagens das diversas áreas de forma centralizada, propicia o monitoramento de vários ambientes/localidades por poucas pessoas, favorecendo o trabalho de pronta resposta, com rápida tomada de decisão para casos de emergências e crises, com custo beneficio excelente, bem como seu custo de manutenção relativamente baixo.

“O sistema de câmeras além de permitir visualizar, monitorar e gravar imagens de diversos ambientes simultaneamente age diretamente com o fator psicológico de dissuasão”

Outro fator positivo ao sistema é a forma em que assegura o controle de acesso de pessoas, mercadorias e veículos, permitindo maior fiscalização dos procedimentos de segurança praticados ou não, por todas as pessoas que transitam na área monitorada.

Muitas vezes a alternativa encontrada por gestores de segurança e demais pessoas que se envolvem na prática de proteção patrimonial, para substituir a necessidade de implantação de CFTV, sem que a estratégia de proteção patrimonial seja comprometida, é acréscimo de postos de serviços de vigilância privada, que nos impactos de custos imediatos parecem menores, contudo, se observar a médio e longo prazo, a implantação do sistema de CFTV será menos onerosa e por consequência mais eficiente.

“o sistema de câmeras, por mais integrado que seja a outros subsistemas, nunca irá esgotar a necessidade da presença humana em suas operações”

Acredito ainda que o sistema de câmeras, por mais integrado que seja a outros subsistemas, nunca irá esgotar a necessidade da presença humana em suas operações, pois a decisão não compete a “máquina” e sim ao profissional, o “ser humano”, que age com base no princípio da relatividade quando em respostas a situações de crises e emergências, aliado aos pilares da ética, moral e bons costumes, contudo, não se pode ignorar que sua existência torna o ambiente mais seguro e por consequência mais agradável, saudável, harmônico e mais produtivo.

Antonio de Barros Mello Neves é Especialista em Segurança Empresarial, com experiência profissional há mais de treze anos; Oficial da Reserva da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro; Ex-Diretor da ABORE, Associação Brasileira dos Oficiais da Reserva do Exército – nas gestões 2002/2004 e 2008/2010; MBS – Master Business Security – Brasiliano; Instrutor de Armamento, Munição e Tiro; Exerceu atividades como: Supervisor de Segurança na PROSEGUR BRASIL S/A – Transportes de Valore; Coordenador de Proteção Patrimonial na COCA COLA FEMSA; Coordenador de Segurança e Riscos de transportes rodoviários na FOXCONN; e atualmente Coordenador de Segurança na Heineken Brasil.

Fonte: http://www.de-seguranca.com.br/a-importancia-do-sistema-de-cftv/

Publicado: 25/06/2014

A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL COMO PROTEÇÃO OU ATAQUE


                                                 SEGURANÇA ELETRÔNICA 

O conceito de transformação digital vem se tornando mais fácil de entender à medida em que a discussão sobre este tema envolve mais e mais as diferentes esferas de negócio.

Um dos consensos que se formam é de que este tipo de transformação não se explica pela simples intensificação da automação de tarefas, tal como ocorre na computação tradicional.
A verdadeira transformação acontece quando um ou vários aspectos essenciais do negócio são efetivamente afetados pela tecnologia digital.

Um exemplo claro do fenômeno foi o surgimento dos modelos de computação em nuvem, cujas consequências se desdobram em diversas novas formas de organização do ciclo de geração de valor para as áreas de software, hardware e de aplicações.

A rápida evolução das novas formas de entrega e de conexão de ferramentas e serviços empregadas pela indústria de TI (tais como SaaS, PaaS, BYOD etc) nos permite avaliar o quão velozes vão se tornando as ondas de transformaçã. Principalmente nesses últimos cinco anos, quando o aprofundamento da mobilidade e da virtualização passou a ser a tônica dominante.

Outro consenso que se forma é o de entender o avanço da transformação digital, ao mesmo tempo, como causa e consequência dos movimentos de disrupção que se mostram cada vez mais vigorosos em todas as áreas de negócio.

A disrupção, não custa lembrar, é uma nova classe de ameaça àquelas corporações “incumbentes”, cuja liderança está muitas vezes consolidada ao longo de muitas décadas, bem como a setores industriais inteiros, calcados na tradição. É o que aconteceu, há algum tempo, com o outrora vigoroso segmento de listas telefônicas e catálogos impressos de produtos dos quais hoje ninguém mais se lembra.

Uma característica recente da disrupção é que esta nova ameaça não parte de um concorrente conhecido ou presumível, com porte, experiência e estrutura. Ela surge no horizonte na forma de iniciativas novas, tocadas por empreendedores entrantes, muitas vezes, até então, estranhos àquele segmento de negócio.

Quando associada a um processo de inovação avassaladora, a disrupção produz exemplos como o da Airbnb, da Uber ou da Netflix, que chegam, de uma hora para outra, rompendo paradigmas altamente consolidados e desfigurando completamente a visão que se tinha até então de certo segmento da indústria.

Assim, é preciso que as empresas tradicionais encarem a transformação digital a partir de uma dimensão dupla. De um lado, é preciso que elas acompanhem os anseios de um tipo de consumidor cada vez mais impaciente, mais conectado, mais infiel e mais ávidos pela constante atualização de suas experiências no mundo digital.

Elas precisam se posicionar um passo à frente da concorrência para obter e manter a adesão e o engajamento do consumidor e não apenas a sua atenção passiva e persistente, como acontecia até recentemente.

De outro lado, as grandes empresas incumbentes precisam se proteger contra as novas invasões bárbaras, representadas por startups altamente calcadas na estrutura digital e dispostas e desafiar de maneira ousada e irreverente os conceitos de produção, relacionamento, logística, formação de preço e geração de valor nos mais diferentes setores.

Esses novos aventureiros podem contar com o acesso abundante e barato a alta tecnologia e de design, interconexão e processamento. Algo que há pouco tempo estava restrito àquelas companhias de lastro financeiro mais robusto.

Tendo muito pouco a perder, e precisando de pouco para se por em guerra, as startups inovadoras têm muito a ganhar e dispõem de grande flexibilidade para a tentativa e erro ao criar novos modelos de negócios a fim de desafiar os gigantes.

A indústria, de modo geral, já percebeu esta conjuntura; e a Transformação Digital dos Negócios está definitivamente na agenda da estratégia empresarial, embora sua adoção pelas companhias ainda encontre as velhas barreiras da cultura e de certa visão conservadora da TI.

Uma destas barreiras é, sem dúvida, a permanente necessidade de contenção de custos e o foco na manutenção dos dia a dia dos negócios. Algo que obriga o CIO e suas equipes a gastar quase 100% dos recursos em gestão da infraestrutura e dos processos já instaurados, pouco sobrando de fôlego para se pensar – e agir – no avanço da digitalização um passo à frente da demanda.

Ou seja, em grande parte dos casos, o avanço ainda acontece de forma reativa aos novos contextos dinâmicos do ambiente de negócio. Mas numa visão de conjunto podemos dizer que, pelo menos, em muitas áreas, estas mudanças vêm ocorrendo e são mudanças abrangentes e não simples automação de processos isolados.

Em meados de 2015, um levantamento realizado pelo Global Center for Digital Business Transformation (DBT Center), constatou que, em setores como hotelaria, mídia e varejo 50% das empresas já veem como alto o risco de serem fortemente abaladas por processos mais ou menos disruptivos nos próximos cinco anos.

Em tais nichos, as mais proativas já se mexem para resistir (ou para aproveitar) a onda de transformações dos negócios, como e o caso das redes de varejo que passaram a assumir uma face virtual extremamente sintonizada com a sua face física.

É um jeito que estas redes encontram hoje de equacionar um novo tipo de comportamento do consumidor conectado que os marqueteiros do varejo batizaram de “showrooning”.
Ao invés de ir á loja física adquirir seu produto, como vinha fazendo há séculos, o comprador (sempre munido de smartphone) passou a visitar a loja física unicamente para conhecer o produto de perto, e depois realizar a compra on-line, a partir de comparadores de preço.

Para se salvar dessa armadilha, os especialistas em varejo precisaram se reunir aos especialistas em TI para descobrir formas de fazer com que o cliente da loja física pudesse ser “fisgado” pela loja virtual da mesma rede (e vice-versa), de modo que a experiência de visita ao PoS passassem a ser uma continuidade quase natural da navegação no site e vice-versa.

Foi assim que surgiu a nova tendência de varejo “omni-channel”, conforme descreveu o IDC Retail Insights.

Seja para reagir ou para ameaçar, o uso correto da TI é essencial para que as empresas construam sistemas de “hyperwareness”, capazes de sintonizá-las com as flutuações das propensões da multidão (ou as movimentações da concorrência e do contexto de negócios). Ao mesmo temo em que as permitam a conhecer intimamente o consumidor individual para oferecer a ele uma experiência realmente atraente.

Abre-se assim uma oportunidade nova para aquele profissional de TI que estiver apto ao diálogo com os demais gestores do negócio, no sentido que ele aja como um incentivador da Transformação Digital dos Negócios.

Uma grande vantagem a seu favor é que todas estas formas de “awareness” (baseadas em analytics e em sensores multicanais) introduzem na companhia uma massa de informações mensuráveis sobre a performance do negócio como um todo e sobre cada uma das táticas de negócio empregadas.

Ao lado disto, o homem de TI conta hoje com facilidades adicionais de ferramentas para o desenvolvimento ágil que contemplam a nova face bimodal da TI (garantindo um equilíbrio interessante entre vertentes disruptivas e as exigências de compliance).
Em síntese, o que podemos constatar é que a indústria global de TI vai fornecendo os instrumentos que já estão propiciando processos contínuos e seguros de transformação digital de negócios.


Fonte: http://www.de-seguranca.com.br/a-transformacao-digital-como-protecao-ou-ataque/
Publicado em : 30/05/2016

24 de jan. de 2016

ESCOLAS DE PETROLINA TERÃO QUE INSTALAR CÂMERAS DE SEGURANÇA


SEGURANÇA ELETRÔNICA 
Após a morte da menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, no colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, um Projeto de Lei passou a exigir que escolas municipais e particulares instalem câmeras de segurança em suas dependências. Os colégios terão até o mês de março para cumprir a determinação.
Em algumas escolas da cidade as câmeras já foram instaladas. A Lei só não inclui os colégios da rede estadual. A contadora Williana Lima, antes de fazer a matrícula da filha, procurou saber se no local havia câmeras de monitoramento. “Deixa a criança no colégio, vai para o trabalho, então a gente precisa dessa segurança. Não quero ficar no meu trabalho pensando que está acontecendo alguma coisa na escola ou que se acontecesse alguma coisa, eu não tivesse como ver de fato o que aconteceu”, disse.
Na escola onde a diretora Cristina Durando trabalha, as câmeras de segurança foram instaladas há cinco anos. De acordo com a diretora, os equipamentos têm ajudado na segurança da instituição. “É para dar mais segurança para a escola e para as crianças também. Então, com certeza agora nós vamos redobrar os cuidados e colocar até mais câmeras na escola”, destacou.
Os equipamentos foram instalados em quase todos os espaços. Menos nas salas de aula. “É uma determinação do Sindicato dos Professores de Pernambuco porque eles alegam assédio moral, invasão de privacidade e que o professor não vai trabalhar à vontade”, explica Cristina.
A autoria do projeto foi do vereador Alvorlande Cruz. “É para que se tenha condições de inibir, porque as nossas crianças, os nossos filhos tenham condições de ir e vir com sua integridade assegurada”, disse o vereador.
Pela lei municipal, as escolas têm um prazo de 90 dias para se ajustarem e instalarem as câmeras de monitoramento. Se isso não ocorrer, poderão sofrer penalidades. A data limite  termina em março de 2016. “Se elas não se adequarem, as escolas particulares não terão o seu alvará e suas licenças urbanísticas, ambientais e de vigilância sanitária. Quando se trata do município, não terá alvará, mas também não terão as demais licenças para que os recursos venham para a escola. É uma maneira da gente tem para fazer com que aconteça”, explica Alvorlande.
Em algumas escolas do município as câmeras já começaram a ser instaladas há um ano, como na Escola Municipal Santa Teresinha, no bairro Dom Avelar. O secretário de educação de Petrolina, Heitor Leite, disse que outras instituições vão receber gradualmente os equipamentos. Mas, pode ser que o total de quase 100 escolas não recebam as câmeras até o meio do ano.
“Nós temos um planejamento sendo feito para avaliar dentro do orçamento o que é possível, de modo que a gente vá avançando e conclua a instalação de câmeras em todas as escolas que necessitam. Existem escolas que necessariamente não precisa colocar câmeras agora, pela sua dimensão e pela estrutura de segurança que o prédio já oferece”, argumenta Heitor Leite.
Para o vereador Alvorlande Cruz, o orçamento que foi aprovado e destinado à educação do município este ano, deve servir para instalar as câmeras de segurança dentro do prazo. “Nós aprovamos R$ 217 milhões para a educação. Recurso hoje tem. Precisa agora só da competência do secretário de educação, dos que fazem a educação, dos que fiscalizam. O que não pode é a gente colocar em jogo a integridade física das nossas crianças, das pessoas que tarabalham no educandário”, disse.
Independente de prazo e orçamento, o gestor da escola Santa Teresinha, Cristiano Dias, diz estar mais seguro depois da instalação das câmeras. “Tem ajudado muito, porque as pessoas tomaram conhecimento de que as câmeras foram instaladas e isso tornou-se também um processo para que pessoas não entrem na nossa escola como vinham fazendo constantemente”.  

Fonte: http://www.petrolinanews.com.br/2016/01/escolas-de-petrolina-terao-que-instalar.html

23 de set. de 2015

CONHEÇA UM NOVO SISTEMA DE MONITORAMENTO DE RONDAS E COLETA ON LINE.

SEGURANÇA ELETRÔNICA 

Nós profissionais de segurança privada nos deparamos hoje em dia nos postos de serviço de vigilância  com a tecnologia avançada, aproveito e informo que dia destes fui até um posto de serviço a qual a empresa de segurança o qual presto serviço tinha um novo sistema de ronda on line totalmente diferente do que conheço como ronda eletrônica, o famoso bastão Deggy, o sistema o qual tive acesso funciona da seguinte maneira, em cada ponto estratégico conforme análise do inspetor de segurança e colocado um Token o qual com um aparelho celular em mãos o vigilante registra o número de cada Token e a Senha visual que aparece no visor do Token que muda a cada 1 minuto, estas rondas são programadas conforme critério da empresa, havendo atrasos ou digitado código errado do Token enviando via aparelho Nextel on line,  o departamento operacional da empresa de vigilância entra em contato com o vigilante para verificar o que ocorreu. Informo também que o cliente poderá ter acesso as rondas através de um cadastro no site da fabricante no endereço http://allabella.com.br  com login e senha.
Outro fato interessante é que o Token é lacrado com uma película de silicone o que impede a entrada de água de chuva e das intempéries do tempo evitando assim maiores prejuízos ao Token.
Locais onde não possua a condição de colocar cartão ponto para registro de funcionários poderá colocar o famoso sistema de dispositivo de coleta de dados quase parecido com o sistema de ronda on line o qual registro através de identificação do ponto a hora que foi batido o ponto, muito eficiente para registros de entrada e saída de funcionários, tendo a função de um cartão ponto eletrônico.

Aproveitando a matéria vamos conhecer um pouco da empresa Allabella e suas soluções em tecnologia, fundada em 2002 a Allabella atua com desenvolvimento de sistemas para empresas de diversos segmentos, sempre focando em soluções fáceis e práticas de serem operadas e operacionalizadas.

A forma que adotamos para fornecimento de nossas soluções é o SaaS (software como serviço), tendo como principal característica a não aquisição de licenças e sim pagar pelo uso como um “serviço”, tendo como responsabilidade disponibilizar e manter nossas soluções em funcionamento e constantemente atualizadas.

Alguns benefícios em utilizar nossas soluções:

• Não necessitamos que os clientes criem uma estrutura e capacitem profissionais para manter o sistema em funcionamento, nós cuidamos desta parte, permitindo com que se foque apenas na utilização, visando seu negócio.
• Permite uma abordagem gradual de implantação, podendo começar com poucos usuários e expandir conforme tiver um retorno positivo de seus investimentos, reduzindo os riscos e o tempo para o retorno do investimento.
• Permite aumentar ou reduzir os usuários ao longo do tempo, de acordo com as necessidades do negócio.
• A implantação pode ser feita com pouca dependência das equipes de TI da empresa, não disputando prioridade com outros sistemas e podendo reduzir os tempos de implantação.

Nossas soluções estão em um processo de evolução contínua.

Isto se dá porque todo o processo de desenvolvimento é realizado baseado nas necessidades de seus usuários, fazendo com que os sistemas os atendam plenamente. Procuramos com isso, continuar oferecendo soluções completas em informática, valorizando a segurança e a satisfação de nossos clientes.


Sistema de Monitoramento On-Line

WebMonitor é uma solução que tem como seu principal objetivo coletar informações em campo e transmiti-las em tempo real ao site da Allabella ou no servidor do cliente.

A transmissão dos dados é feita através de um dispositivo móvel, de forma on-line ao site da Allabella, sendo que dentre suas funcionalidades possuímos os seguintes controles:

 - Ronda On Line;

- Ponto On Line;

- Ponto Delivery;

- Supervisão Web;

- Contato Vigia.

Definição - Ronda Patrimonial

Hoje em dia condomínio e/ou empresas necessitam que profissionais executem vistorias ou inspeções periódicas por vários pontos em suas dependências físicas, sendo definido este processo Ronda Patrimonial.

Cenário Antes da Ronda On-Line

Para comprovar que os profissionais estavam executando suas Rondas Patrimoniais, no passado (e às vezes ainda hoje) eram utilizados equipamentos off-line como: Relógios de Ronda, Bastão de Ronda, Remotas, iButtons ou Tags para registrar a presença do profissional naquele ponto naquele momento, sabendo quando e onde o profissional registrou suas Rondas somente após descarga das informações armazenadas nestes equipamentos.

Diferenciais Oferecidos com Ronda On-Line

A partir de 2005 com o nascimento do WebMonitor Ronda On-Line, nossos clientes puderam contar com uma solução que lhes permitem monitorar efetivamente a Ronda Patrimonial em execução e justificar possíveis falhas identificadas, permitindo com isto garantir mais segurança a seus profissionais e seus clientes, como por exemplo:

• Monitorar Ronda não iniciada, incompleta, sem registros à algum tempo, tudo de forma On-Line, podendo por exemplo identificar a partir de uma exceção gerada, entrar em contato com o local e identificar algum problema, podendo tomar as medidas para auxiliá-lo ou apenas registrar seu contato justificando a exceção.

Funcionalidade Ronda On-Line

A Ronda On-Line é caracterizada por utilizar um aparelho de telefonia móvel (Nextel) que possuirá o software WebMonitor instalado e o dispositivo para coleta dos pontos de ronda; sendo a transmissão destas informações feita de forma on-line ao site da Allabella.

Opções para Dispositivos de Coleta

• Leitor de Código de Barras – consiste na utilização de um leitor de código de barras Bluetooth e Código de Barras para identificação dos pontos de ronda, havendo para esta opção, uma comunicação Bluetooth entre leitor e aparelho de telefonia móvel para envio das informações registradas ao site.













Aparelho Nextel 

Identificação do ponto 


Leitor de códigos de barras Bluetooh


• Token (autenticador de senhas) - consiste na utilização de Tokens fixados nos pontos de ronda onde os profissionais necessitam registrar suas passagens; e apenas portando o aparelho de telefonia móvel o profissional digita o número do Token e a Senha que muda a cada 1 minuto, sendo estas informações registradas transmitidas e validadas no site. Alguns benefícios com a utilização do Token para realização da Ronda Patrimonial.

          
Aparelho Nextel 
       


 Token


Alguns benefícios com a utilização do Token para realização da Ronda Patrimonial

• Redução na quantidade de equipamentos envolvidos na coleta e entrega da informação, sendo necessário apenas um aparelho de telefonia móvel e o Token.
• Maior segurança na validação da informação, visto que a senha dinâmica do Token é modificada randomicamente a cada 1 minuto sendo este mesmo modelo de validação de informação utilizado pelos bancos como validador de transações financeiras.
• Dupla checagem de horário haja a comparação do horário da rede de comunicação móvel com o horário do Token.
• Redução de peso e volume a ser portado pelo operador durante sua ronda, visto que o único objeto a ser portado pelo operador para registro de suas marcações ronda ou passagem é o aparelho de telefonia móvel.
• A utilização de um dispositivo eletrônico “TOKEN”, para utilização como ponto de ronda ou ponto de passagem, sem custos de manutenção, visto que o “Token” fica fixo no local e não há contato físico, sendo o mesmo resistente a sol e chuva tendo como teste de resistência pelo fabricante a fervura por várias horas.
• Na utilização de um dispositivo eletrônico, “TOKEN”, em que há uma redução de custos na implantação do sistema visto que não há mais necessidade Relógio de Ronda, Bastão de Ronda, Leitor de código de barras ou qualquer outro equipamento para coletar a leitura.

            Maiores informações e detalhes sobre os mecanismos da empresa Allabella poderá ser através de uma visita no site.


Fonte de pesquisa: http://allabella.com.br/webmonitor.aspx?id=1

12 de jul. de 2015

ALARMES MONITORADOS: O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM?



SEGURANÇA ELETRÔNICA 

1. Introdução sistema de alarme     
        
São compostos por um conjunto de equipamentos eletrônicos que controlam movimentações em horários não permitidos ou emitem sinais de emergência silenciosos com o objetivo de avisar uma atitude e/ou ação suspeita.

Alarmes são sistemas de detecção que têm como objetivo inibir e prevenir a entrada de pessoal não autorizado em uma determinada área. É importante salientar que o sistema de alarme não forma barreiras, apenas indica uma situação adversa sendo de suma importância à cumplicidade do usuário para seu perfeito funcionamento.

2. Componentes do sistema de alarme monitorado

Seu sistema de alarme é composto pelos seguintes equipamentos, dependendo de sua necessidade:

2.1 - Painel de Alarme

Visto como o cérebro de seu sistema de alarme. Controla, envia e recebe sinais dos sensores espalhados no imóvel. O painel de alarme é dividido por “zonas” ou “setores” que identificam com precisão o ambiente violado. E por ser micro-processado é totalmente programável, como opção por zonas 24 horas e modificação da temporização de entrada e saída. Gerenciado por um teclado, permite inclusão de operações como arme, desarme e verificação de status.

2.2 – Bateria

Permite o funcionamento de seu sistema caso ocorra uma falta de energia. Essa bateria é constantemente monitorada pelo painel de alarme que avisa caso sua carga esteja baixa necessitando assim sua troca.

2.3 – Sirene

Na detecção de um evento, a sirene emite um sinal sonoro de 120db, com o intuito de inibir uma possível invasão, existe hoje no mercado sirenes que disparam por um período curto até que o sensor detecte outro movimento para disparo, este método tem como finalidade não perturbar a vizinhança, havendo movimento de pessoas após o primeiro disparo a sirene irá somente acionar novamente  se houver presença de pessoa no local.

2.4 – Sensores

São os dispositivos que identificam alguma movimentação. Existe no mercado diversos tipos de sensores dependendo da sua necessidade. Devem ser necessariamente supervisionados por você cliente, avisando a central caso alguma manutenção seja necessária, como queda do equipamento ou alteração do ambiente em que ele se encontra. Sem o perfeito funcionamento dos mesmos não é possível a identificação de movimentações, podendo até ser um transtorno para o sistema com disparos em falso. Procure sempre, indispensavelmente, manter o ambiente monitorado isolado de correntes de ar, que é o maior problema em acionamentos equivocados.

2.5 - Botão de Pânico

Equipamento que quando acionado avisa a central de monitoramento sobre alguma emergência. Caso possua este dispositivo teste-o constantemente e lembre-se que após acionado, providencias serão tomadas, portanto fique atento ao toque do telefone, geralmente fica a dica de antes de testar avisar a empresa que se trata de um teste.

3. Monitoramento Eletrônico

Consiste na recepção e análise dos sinais enviados pelos equipamentos instalados no local monitorado. Este envio pode ser de duas formas:

a) Linha Telefônica;
b) GPRS (Transmissão sem fio).

Em ambos os casos dependemos de serviços prestados por empresas de telefonia, sobre os quais não temos controle. Caso você tenha optado pela transmissão por linha telefônica lembre-se que ela é o único meio de transmissão entre seu alarme e a central de monitoramento, estando sujeito ao não recebimento do evento caso este meio seja sabotado ou tenha algum problema técnico. Já com a transmissão via GPRS utilizamos a rede GSM de celular para transmissão dos eventos, ficando a linha telefônica com status de backup.

4. Disparos Falsos

Ao acionar seu sistema de alarme verifique se todas as portas e janelas estão devidamente fechadas, os maiores índices de alarmes falsos são causados por correntes de ar muito bruscas ou pequenos animais que entram no imóvel.

Veja o texto retirado do site da ABESE (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança):

“O maior problema no monitoramento de alarmes, tanto comercial como residencial, consiste no que chamamos de alarmes falsos”. O conceito de alarme monitorado é simples: o equipamento instalado no local, quando detecta algum problema através de seus sensores, emite um sinal que é enviado para uma central de monitoramento 24 horas, que, dependendo do caso, aciona as pessoas responsáveis ou os órgãos competentes para a tomada de ações e a consequente solução do problema. O alarme falso surge justamente quando o painel de controle detecta indevidamente um sinal, enviando-o para a central de monitoramento, que irá acionar as pessoas responsáveis, como também a polícia, que deslocará para o local uma viatura. Neste caso, ocorrerá o uso indevido de um órgão público, que poderia estar atendendo a uma ocorrência de real emergência no mesmo momento. Sendo assim, o alarme falso gera um despacho policial falso, ou seja, uma notificação de crime as autoridades sem a evidência de um acontecimento criminoso.

O sinal falso do alarme acontece basicamente por três fatores: problema no equipamento, incluindo má qualidade do equipamento e da instalação; condições climáticas e por manuseio indevido do usuário (inexperiência ou erro). Dos alarmes falsos, 95% são causados pelos próprios clientes. Os alarmes falsos têm como maior consequência à falta de credibilidade do sistema eletrônico de segurança, ameaçando a imagem do setor e das empresas que prestam os serviços na área, pois tanto os novos possíveis usuários, como as autoridades competentes terão a errônea ideia de que o sistema não funciona. Os sistemas eletrônicos de segurança têm função preventiva e são instalados para evitar ou acompanhar, quando monitorados, roubos, vandalismo, assaltos, fogo, emergência médica, linha de montagem e níveis tóxicos ou de temperatura, entre outros.

Dados fornecidos pelas centrais de monitoramento mostram a eficiência do sistema: a cada 100 tentativas de furtos em estabelecimentos com alarmes, 94% fracassam; o número de estabelecimentos roubados sem alarmes é três vezes maior e a quantidade de bens roubados em estabelecimentos sem alarmes é 10 vezes maior que os que possuem alarme.”

5. Serviços

Geralmente as empresas de alarmes e monitoramento oferece uma variedade de serviços de segurança além do monitoramento o qual fica disponível aos seus clientes através de folders ou site.


5.1 - Controle de Abertura e Fechamento (Arme e Desarme)

Este serviço tem como objetivo identificar um esquecimento de arme do sistema ou uma desativação fora do horário habitual. Por exemplo, caso você esqueça-se de ativar seu alarme, entraremos em contato no local para verificar se ainda há alguém, caso realmente não tenha mais ninguém, será solicitado que efetue o arme do sistema. Podemos exemplificar também outra situação, caso você desative fora de um horário predeterminado, entraremos em contato para verificar a divergência de hábito.

5.2 - Checagem de Unidade Volante

Caso seu alarme dispare à empresa contratada por você envia um automóvel com equipe tática  para constatar alguma evidência de anomalias em seu estabelecimento. Este serviço tem função exclusiva de averiguar o local guarnecido e dar o primeiro atendimento ostensivo, caso constaste alguma irregularidade e acionado a polícia para preenchimento do B.O e feito todo tramite operacional de guarda do patrimônio.

5.3 - Monitoramento por GPRS

Este serviço proporciona maior tranqüilidade na recepção do sinal de alarme não dependendo apenas da linha telefônica. Evitando o não recebimento do sinal caso ocorra uma falha em linha ou alguma sabotagem.

5.4 - Manutenção Preventiva/Corretiva

Este serviço proporciona maior segurança ao Cliente, tendo em vista que uma Equipe Técnica efetua manutenções constantes em seu sistema de alarmes, evitando assim uma falha inesperada.

5.5 - Relatório On-Line

Visualize todos os sinais de seu sistema de alarme através da internet no site da empresa contratada. Essas informações geralmente ficam disponíveis para acesso em um período de trinta dias ou solicitando um relatório mensal.


Fonte de pesquisa: http://www.newlineseguranca.com.br/site/noticias/alarmes-monitorados-o-que-sao-e-como-funcionam/

21 de jun. de 2014

FEIRA DE TECNOLOGIA DE SEGURANÇA EXPÕE NOVIDADES


SEGURANÇA ELETRÔNICA 

Entre equipamentos para policias, forças armadas, indústrias e residências, a câmera de segurança é a estrela.
No mês maio de 2014, empresas especializadas em tecnologia de segurança estavam expondo novidades numa feira, em São Paulo.
Entre equipamentos para policias, forças armadas, indústrias e residências, a estrela é ela: a câmera de segurança. Ela responde por quase a metade do faturamento do setor, e praticamente tudo o que as lentes registram pode ser visto na palma da mão. “A gente consegue até 32 câmeras, uma por vez, só ir clicando e alterando as câmeras”, explica Matheus Rivoli, supervisor de marketing.
E espiar não é a única utilidade do celular. Quase todos os equipamentos encontrados na feira podem ser controlados pelo telefone celular. Até o tradicional interfone. O Fábio mostra como. O repórter supõe que Fábio está chegando em casa e vai tocar o interfone. Aí, na tela, é possível atender e falar com ele, mesmo que o dono esteja a milhares de quilômetros de distância.
“É uma tendência muito grande. Cada vez mais, as pessoas estão com smartphones e tablets e você consegue também usar pra segurança. Você consegue controlar a sua casa à distância”, afirma Fábio Sebastiani, diretor de unidade.
A babá eletrônica também entrou na onda. Ela mostra no telefone ou tablet a imagem em tempo real do bebê, com temperatura e tudo. E ainda avisa se ele se mexe. Se chorar, os pais podem acalmar a criança - mesmo de longe.
“Ele tem um áudio bidirecional, então eu posso falar pelo celular e a criança escuta lá outro lado”, explica um homem. Ou então colocar uma música de ninar.
Nesse mundo tão conectado, os cadeados ficaram meio deslocados. Não dá pra abrir o cadeado com o celular. Ainda não.

Assista o vídeo e veja as tecnologias.



Fonte de pesquisa:http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/05/feira-em-sp-expoe-novidades-na-area-de-tecnologia-de-seguranca.html

17 de ago. de 2012

ENTENDA O QUE É CERCA ELÉTRICA?


                                                      SEGURANÇA ELETRÔNICA

Cerca Eletrificada
Tem a função de repelir uma possível invasão pelos muros da propriedade. Não é nociva ao ser humano, por não possuir energia suficiente, pois seu choque é pulsativo, com efeito, inibitivo, porém o contato com o corpo humano é de extremo desagrado.  O alarme dispara quando há um rompimento ou aterramento dos fios que constituem a rede de proteção do sistema. O processo é o mesmo da cerca censurada. Ocorre que a voltagem é altíssima, na casa dos 8000 Volts e é acionada mediante fuga de corrente. Tendo em vista que funciona através de pulsos elétricos (intervalo mínimo de um segundo entre cada descarga elétrica), sua amperagem vai quase à zero, não ocasionando, assim, mal a saúde.
Quando instalada convenientemente por empresa idônea e seguindo as orientações do fabricante o pulso elétrico recebido pelo agressor, não tem o condão de levá-lo a morte e muito menos feri-lo.
O seu poder de dissuasão é grande, em razão do susto levado pelo invasor.
É uma forma de proteção bastante eficiente. O choque afugenta o intruso sem causar maiores danos e, se os fios forem cortados, o alarme será acionado.
Há dois tipos à disposição no mercado:
» Cercas monitoradas: Permitem a sua integração com uma central de alarme, que poderá estar ligada ou não externamente com uma empresa de segurança eletrônica. Além disso, poderá, quando tocada, acionar alarmes, luzes etc.
» Cercas não monitoradas: Possuem as mesmas características da anterior, porém não podem ser ligadas a uma central de alarme.
Algumas considerações devem ser feitas:
- A instalação da cerca eletrificada deve ocorrer em muros ou alambrados com mais de 2 metros, com placas sinalizadoras e não ter contato com vegetação.
- A cerca eletrificada deve ser instalada de forma perpendicular ou voltada para o interior da propriedade a ser protegida. Também, não se deve vergar a cerca, dentro dos limites da propriedade do vizinho ou rua.
- Apesar da legislação estadual e federal não proibir a utilização do sensor elétrico, é de bom alvitre consultar a legislação municipal a respeito, pois em algumas cidades ocorrem restrições de uso.
A cerca elétrica possui vários atrativos: baixo consumo de energia, maior resistência ao tempo, sendo um produto de total segurança, alta confiabilidade e baixo custo.

Legislação e Informações Sobre Cercas Elétricas
Utilizada amplamente na Europa e Estados unidos desde 1930, à cerca eletrificada ainda é pouco difundida no Brasil, principalmente pelo desconhecimento generalizado sobre suas aplicações e benefícios, facilidades de instalação e manutenção, baixo custo, além do falso conceito quanto ao eventual "Perigo" que ela possa representar.

Esclarecimentos Jurídicos
A instalação de cerca eletrificada não é proibida, pois se trata de um exercício regular de direito, O artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal dispõe que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei”.
A cerca eletrificada é chamada de ofendículo, meio pelo qual o proprietário de um bem coloca aparelhos para impedir e prevenir a invasão de sua propriedade. Não há regulamentação legal no âmbito federal para altura mínima, potência máxima, tipo de choque.
“Os artigos 572 e 588 do Código Civil preveem que “o proprietário pode levantar em seu terreno as construções que lhe aprouver, salvo o direito dos vizinhos e os regulamentos administrativos” e ainda” tem direito de cercar, murar, valar, ou tapar de qualquer modo seu prédio.”.
Cumpre analisar a responsabilidade pela eventual morte ou lesão corporal em razão do uso da cerca eletrificada. Destacam-se dois grupos:
a) invasor que pretende cometer ato ilícito (p.ex.: furto, roubo); e
b) outras pessoas (p.ex.: crianças brincando).
Alguns tribunais já entenderam que o proprietário do imóvel não pode ser responsabilizado pela morte ocorrida em função da descarga de cerca eletrificada. Porém, a maioria entende que o uso de fios elétricos não exclui o crime de homicídio ou lesão corporal, caracterizando-se verdadeira imprudência do proprietário do bem, que responde civil e criminalmente pelos danos causados. Assim, são imprescindíveis certas providências para evitar morte e ou lesão corporal de pessoas que adentrem lícita ou ilicitamente à propriedade, devendo obedecer a critérios razoáveis.
A cerca eletrificada pode ser utilizada desde que siga sério controle por parte da empresa responsável pela instalação do produto, uma vez que seus representantes legais podem ser acionados civil e criminalmente para responder pelos eventuais prejuízos e danos causados pela morte ou lesão corporal.
A única legislação encontrada sobre a matéria é a Lei nº. 8.200 de 23 de setembro de 1998, de Ribeirão Preto (SP). Apesar dessa lei só ter validade neste município, pode ser tomada como parâmetro nas instalações.
Dispõe o artigo 1º da Lei 8.200/98 que: “As empresas responsáveis pela instalação e manutenção da Cerca elétrica deverão adaptá-las a uma altura compatível (Mínimo 2.20 metros de altura), adequada a uma amperagem que não seja mortal, sendo que o local deverá possuir placas, contendo informações que alertem sobre o perigo iminente, em caso de contato humano.”.
“Parágrafo 2º: A instalação e a manutenção de “cerca elétrica” deverão ser realizadas por empresas com comprovada especialidade técnica.”

Algumas recomendações
• O equipamento não pode oferecer risco à integridade física dos usuários ou de quem venha a “tocar” nele por estar eletrificado.
• O choque provocado pela cerca é conhecido como choque moral, possui alta voltagem e baixa amperagem. É pulsativa. Não queima, não deixa marcas e não faz com que os animais e as pessoas que nela encostem ou segurem fiquem grudadas.
• Não existe atualmente no Brasil legislação que trate do assunto, quer seja proibindo ou autorizando a instalação de cercas eletrificadas em perímetro urbano.
• Existem várias normas sobre cerca elétrica na ABNT, porém como não há nenhum oficial, no Brasil as mais utilizadas são as editadas pelo Canadá e pelo IEC.
• Embora não exista legislação que trate do assunto, qualquer pessoa que receba o choque ou se sinta incomodada com a situação, pode entrar com uma ação judicial contra o imóvel que a instalou.
Para evitar problemas com ações judiciais, a ABESE recomenda seguir os padrões de orientação existente em outros países, assim como:
• Sinalizar devidamente o local (perímetro) a respeito da cerca e suas consequências.
• Informar todos os moradores, funcionários e a quem se faça necessário, que ocupem a área interna da cerca, de sua finalidade e periculosidade. Principalmente as crianças, certificando-se de sua compreensão.
• Informar vizinhos sobre a finalidade e a periculosidade da cerca.
• Desligar o equipamento antes de regar plantas próximas à cerca, fazer podas de árvores ou plantas (caso exista) e fazer manutenção do equipamento ou do muro.
• Utilizar sempre assistência técnica autorizada/credenciada.
• Não deixar que a vegetação, caso exista, venha a tocar a cerca.

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