"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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30 de jan. de 2017

CONFIRA AS PRINCIPAIS PROPOSTAS APROVADAS NA CÂMARA SOBRE SEGURANÇA PRIVADA


SENADO FEDERAL 

Conhecido como Estatuto da Segurança Privada, o PL 4238/12, do Senado, foi aprovado pelo Plenário para regulamentar a atuação das empresas de segurança privada e de transporte de valores e disciplinar detalhes da segurança em bancos. Como a matéria foi modificada, ela retorna ao Senado para nova votação.

O projeto foi aprovado na forma de emenda substitutiva do deputado Wellington Roberto (PR-PB), que estabelece normas a serem seguidas por essas empresas, remetendo à Polícia Federal a atribuição de autorizar seu funcionamento e de controlar e fiscalizar a atuação delas com a cobrança de taxas.

O texto permite ainda o funcionamento de serviços de segurança privada nas empresas que queiram ter seu próprio corpo de seguranças, possibilidade estendida a condomínios de casas ou de apartamentos, escritórios, prédios residenciais e salas, exceto portarias.

Esse tipo de situação é denominado de serviço orgânico de segurança e abrange desde a vigilância armada até o transporte de valores, contanto que seja em benefício próprio.
Quanto à vigilância nos meios de transporte, o projeto especifica que a PF poderá autorizar o uso de arma de fogo pelos seguranças que atuam nos serviços de transporte coletivo terrestre, aquaviário ou marítimo.

Segundo o substitutivo, será exigido capital social mínimo para a obtenção de autorização de funcionamento, que varia conforme o tipo de atuação. Para as que atuam em transporte de valores, será de R$ 2 milhões. Para as de gerenciamento de risco desse transporte será de R$ 200 mil e, para as demais empresas, de R$ 500 mil. Este último valor poderá ser reduzido para R$ 125 mil no caso de empresas cujos profissionais atuem sem arma de fogo na segurança patrimonial e de eventos.

Escolas de formação de profissionais da área terão de ter capital de R$ 200 mil e as de monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança precisarão de R$ 100 mil.

Terrorismo

Transformado na Lei 13.260/16, o projeto do Poder Executivo que tipifica o crime de terrorismo (PL 2016/15) prevê pena de reclusão de 12 a 30 anos em regime fechado, sem prejuízo das penas relativas a outras infrações decorrentes desse crime.

O substitutivo do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA), tipifica o terrorismo como a prática, por um ou mais indivíduos, de atos por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião, com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

Atos de violência praticados no âmbito de manifestações de movimentos sociais não poderão ser enquadrados como ato terrorista, devendo ser enquadrados normalmente pelo Código Penal.

Para o enquadramento como terrorismo, com a finalidade explicitada, o projeto define atos terroristas o uso ou a ameaça de usar explosivos, seu transporte, guarda ou porte. Isso se aplica ainda a gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa.

Também estarão sujeitos a penas de 12 a 30 anos os seguintes atos, se qualificados pela Justiça como terroristas:

sabotar o funcionamento ou apoderar-se, com violência, de meio de comunicação ou de transporte; de portos; aeroportos; estações ferroviárias ou rodoviárias; hospitais; casas de saúde; escolas; estádios esportivos; instalações de geração ou transmissão de energia; instalações militares e instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás; e instituições bancárias e sua rede de atendimento; e atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa.


Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/521658-CONFIRA-AS-PRINCIPAIS-PROPOSTAS-APROVADAS-NA-CAMARA-SOBRE-SEGURANCA.html

30 de out. de 2016

VIGILANTES PODEM TER PISO SALARIAL ÚNICO NO PAÍS DE R$3 MIL


SENADO FEDERAL 

O piso salarial nacional dos vigilantes pode passar a ser de R$ 3 mil. Projeto de Lei do Senado (PLS) 230/2016, em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), cria o piso para a categoria e também inclui regras para o reajuste anual desses profissionais.

Apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a proposta define que o salário será reajustado anualmente com base em acordos coletivos ou pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em caso de omissão por parte dos agentes organizadores dos acordos de trabalho.

De acordo com a Confederação Nacional dos Vigilantes, entidade que reúne cerca de 120 sindicatos e federações da categoria, hoje no Brasil existem aproximadamente 1 milhão de trabalhadores regularizados que atuam na segurança privada.

Na justificativa do projeto, Paim ressaltou que o valor estabelecido atende às necessidades dos trabalhadores e que o risco que um vigilante corre durante o trabalho é o mesmo em qualquer parte do país.

— Não se mostra socialmente justo que um vigilante que trabalha numa instituição bancária no Norte ou Nordeste do país ganhe um salário inferior ao seu igual que trabalha na mesma instituição bancária na região Centro-Sul — explicou.

Na Comissão de Assuntos Sociais, a proposta será votada em decisão terminativa, sem a necessidade de ser analisada posteriormente em Plenário.

Fonte: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/10/10/vigilantes-podem-ter-piso-salarial-unico-de-r-3-mil?utm_medium=share-button&utm_source=whatsapp

Da Redação | 10/10/2016, 18h13 - ATUALIZADO EM 11/10/2016

17 de fev. de 2016

PETIÇÃO PÚBLICA - ABAIXO ASSINADO PARA PORTE DE ARMA

SENADO FEDERAL 

Abaixo-assinado PORTE DE ARMA FORA DO HORÁRIO DE SERVIÇO PARA VIGILANTES QUE TRABALHAM EM EMPRESAS DE VIGILÂNCIA PRIVADA,

Para: SENADO FEDERAL

Porte de Arma de fogo para auto- defesa da vida dos Vigilantes, agentes de segurança privada, que atuam em empresas de vigilância privada, devidamente regularizadas junto a Policia Federal), que correm risco de vida e até hoje não tem direito de se defenderem. O benefício a portarem uma arma de fogo de uso particular, fora do horário de serviço para proverem seu direito de defesa da sua integridade física e da vida, inclusive de seus familiares, é sagrado.

O Estatuto do Desarmamento, ao prever algumas hipóteses para o porte de arma de fogo, no seu art. 6º, deixou lacunas ao não considerar certas profissões que convivem diretamente com a maior exposição aos riscos de certa grandeza que estão a exigir que esses agentes portem arma de fogo.

Os vigilantes e agentes de segurança privada, como tem sido frequentemente divulgado pela mídia nos noticiários policiais, devido a sua atuação funcional estão expostos e sujeitos a situações constante e permanente de risco de morte em que são tomados como reféns, e submetidos a todos os tipos de violências e agressões, psicológicas, físicas. Sendo inclusive ameaçados e até mesmo, assassinados, dentro e fora do ambiente de trabalho, sem que disponham de meios efetivos para defenderem o mais sagrado de todos os direitos, que é o da própria vida, e sem que o Estado proporcione, em tempo hábil, quando o faz com algum êxito, a proteção adequada.

Profissionais de segurança privada vamos fazer a diferença, vamos buscar o nosso que é de direito, o nosso porte de arma, somos profissionais e merecemos respeito, lembre-se daquele ditado popular que diz assim: " Uma andorinha só não faz verão". 

ASSINAR Abaixo-Assinado


Acesse o Link: http://peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=P2010N2981






19 de jul. de 2014

APROVADO ESTATUTO QUE GARANTE PODER DE POLÍCIA ÀS GUARDAS MUNICIPAIS



SENADO FEDERAL
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) projeto que cria o Estatuto Geral das Guardas Municipais. Com a aprovação do texto (PLC 39/2014 – Complementar), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a categoria passará a ter direito ao porte de arma e à estruturação em carreira única, com progressão funcional. O projeto, que tramitava em regime de urgência, será encaminhado à sanção presidencial.
De acordo com o projeto, as guardas municipais terão poder de polícia com a incumbência de proteger tanto o patrimônio como a vida. Deverão utilizar uniformes e equipamentos padronizados, mas sua estrutura hierárquica não poderá ter denominação idêntica a das forças militares.
O Estatuto Geral das Guardas Municipais regulamenta dispositivo da Constituição que prevê a criação de guardas municipais para a proteção de bens, serviços e instalações. A guarda municipal deverá ainda colaborar com os órgãos de segurança pública em ações conjuntas e contribuir para a pacificação de conflitos. Mediante convênio com órgãos de trânsito estadual ou municipal, poderá fiscalizar o trânsito e expedir multas.
Outra competência é encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime. A guarda municipal poderá ainda auxiliar na segurança de grandes eventos e atuar na proteção de autoridades. Ações preventivas na segurança escolar também poderão ser exercidas por essa corporação.
O projeto prevê igualmente a possibilidade de municípios limítrofes constituírem consórcio público para utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de maneira compartilhada.
Esse consórcio poderá ficar encarregado também da capacitação dos integrantes da guarda municipal compartilhada. Todos os guardas deverão passar por esse tipo de capacitação e currículo compatível com a atividade.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), parabenizou guardas municipais que desde cedo aguardavam a votação em Plenário. O projeto tramitou mais de dez anos no Congresso. Ela ressaltou que a aprovação do estatuto colabora para melhorar a segurança da população.
Gleisi explicou que aceitou emenda de redação do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) para definir as competências das guardas municipais e das outras forças policiais.
A aprovação também foi saudada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Para ele, o estatuto colabora para a manutenção da ordem e da segurança em várias regiões do país.
Antes de concluir a votação do projeto, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que sua aprovação representa um avanço e defendeu a alocação de mais recursos para a área de segurança pública.
Durante a discussão da matéria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concordou com a retirada de requerimento de sua autoria que solicitava o exame do projeto pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Também saudaram a aprovação do projeto os senadores Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Mário Couto (PSDB-PA), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Humberto Costa (PT-PE), Eduardo Braga (PMDB-AM), Paulo Paim (PT-RS), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Magno Malta (PR-ES), Sérgio Petecão (PSD-AC), Eduardo Suplicy (PT-SP), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Romero Jucá (PMDB-RR) e as senadoras Ana Amélia (PP-RS), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Agência Senado - (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


FONTE: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/07/16/aprovado-estatuto-que-garante-poder-de-policia-as-guardas-municipais

21 de nov. de 2012

APROVADA PROJETO DE LEI 1033/03 ADICIONAL DE PERICULOSIDADE AO VIGILANTES DE TODO BRASIL.



SENADO FEDERAL

O Plenário aprovou nesta terça-feira 13 / 11 / 2012  emenda do Senado ao Projeto de Lei 1033/03, que estende o adicional de periculosidade aos vigilantes e seguranças privados, devido ao risco de roubos ou outras espécies de violência física. O projeto é de autoria da ex-deputada e hoje senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e será enviado à sanção presidencial.

Parlamentares e vigilantes comemoram aprovação do projeto pelo Plenário.

O adicional de periculosidade corresponde a 30% do salário, exceto gratificações, prêmios ou participações nos lucros das empresas.
A emenda do Senado excluiu do projeto da Câmara o direito ao adicional de periculosidade para atividades sujeitas a acidentes de trânsito e de trabalho.
Outra novidade da emenda é a permissão para descontar do adicional outros valores de mesma natureza já concedidos ao vigilante em razão de acordo coletivo.
Os senadores incluíram no texto a especificação de que o adicional vinculado ao risco de roubo ou violência será devido aos trabalhadores das atividades de segurança pessoal e patrimonial.
O presidente da Câmara, Marco Maia, agradeceu aos líderes partidários pelo acordo que viabilizou a aprovação da proposta nesta terça-feira. “Meu pai era vigilante, por isso sou sabedor da importância e da responsabilidade desses profissionais que garantem a segurança de milhões de pessoas e de seu patrimônio”, afirmou. O pai do presidente, Fernando Maia, já é falecido.
Energia elétrica
O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/43). Além disso, a proposta amplia o adicional de periculosidade para qualquer trabalhador cuja atividade implique risco de exposição permanente a energia elétrica. A Lei 7.369/85 já concedia esse adicional ao empregado que exerce atividade no setor de energia elétrica, mas não a todos que possam estar expostos a esse risco.
Vamos todos como forma de agradecimento enviar um e-mail para parabenizar a então Senadora  Vanessa Grazziotin o qual foi a idealizadora  da PL 1033/20003 do Adicional de Periculosidade e que hoje comemora com todos os profissionais a nossa vitória, que Deus abençoe e guarde está grande parlamentar que tanto se empenhou pelo nosso direito , dando a ela muita sabedoria e justiça, valeu Senadora estaremos enviando nossos agradecimentos ao seu e-mail que é:  vanessa.grazziotin@senadora.gov.br 
Caberá ao Ministério do Trabalho regulamentar quais serão essas atividades.
Segundo levantamento com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região  está  Lei está para ser regulamentada daqui a partir de janeiro de 2013 em diante, até lá vamos aguardar ansioso o nosso direito.

Palavras de agradecimento pessoal do autor do Blog  Paulo Mello.
PARABÉNS A TODOS OS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA QUE CONTRIBUÍRAM DE ALGUMA FORMA SEJA PRESENCIAL NA CAMINHADAS  OU NAS ORAÇÕES DIÁRIAS, AGORA VAMOS NO UNIR NOVAMENTE NAS NOSSAS ORAÇÕES PARA QUE  POSSAMOS USUFRUIR DO NOSSO DIREITO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL, OBRIGADO A TODOS OS PARLAMENTARES QUE LUTARAM JUNTO COM  A CATEGORIA PARA QUE PUDÉSSEMOS TER DIREITO A ESTE ADICIONAL, E  QUE DEUS ABENÇOE TODOS ESSES PARLAMENTARES E SUAS FAMÍLIAS DANDO-LHES MUITA SABEDORIA, SAÚDE  E JUSTIÇA.

PROJETO DE LEI DO SENADO nº 176/2011 DO SEN. CRISTOVAM BUARQUE.




SENADO FEDERAL

Veja o Projeto de Lei do Senado nº 176/2011, do Sen. Cristovam Buarque pelas razões seguintes:

 - O PLS 176, além de propor a anulação do referendo de 2005, pretende proibir qualquer pessoa física de comprar armas ou munições legalmente. Inclui na proibição Militares, Policiais, Juízes e outros profissionais que por dispositivos legais têm direito ao porte de armas. Só as Instituições e Corporações poderão comprar armas e munições e fornecê-las a seus integrantes como equipamento cedido.
 - Para o Tiro Esportivo só as entidades poderão fazer aquisições, além de passar o controle à Polícia Federal, retirando-o do Exército.
 - É de conhecimento notório que, passados quase nove anos da aprovação da Lei 10.826/2003, a criminalidade só aumentou, desmascarando a falácia governamental que o desarmamento civil a diminuiria. Óbvio, o criminoso não encontra resistência para agir.
A íntegra do PLS, para referência: http://www6.senado.gov.br/mate-pdf/88993.pdf
Na iminência do apresentar o relatório ao PLS-176, enviemos nossas mensagens ao relator, Senador Eduardo Braga, solicitando a completa rejeição do mesmo por flagrante inconstitucionalidade, pois propõe a anulação o resultado do referendo de 2005, uma decisão soberana da população.
Após milhares de manifestações, Sen. Eduardo Braga escreve:
 “Vou relatar de acordo com minha consciência, respeitando a vontade do POVO.”
https://twitter.com/EduardoBraga_AM/status/258578713132797952
Contatos do Senador Eduardo Braga:
https://twitter.com/EduardoBraga_AM
http://www.senadoreduardobraga.com.br/
http://www.senadoreduardobraga.com.br/site/contato/
http://www.facebook.com/SenadorEduardoBraga
eduardo.braga@senador.gov.br
No do Alô Senado o PLS 176 é o mais comentado:
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/noticia.asp?not=440
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/noticia.asp?not=439
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/noticia.asp?not=438
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/noticia.asp?not=437
http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/noticia.asp?not=436
Manifestemo-nos também pelo telefone “Alô Senado 0800-612211”.
ATENÇÃO!
Insisto para todos serem polidos, elegantes e formais. Inexiste necessidade de ser rude: os textos ficarão à mostra e outras pessoas que os lerem precisam ver os dados e argumentos, não insultos.
Evidentemente os participantes do PLD não agem dessa forma, mas podemos supor que alguns antiarmas, se passando por pró-armas, assim escrevam tentando nos atribuir a pecha de mal educados e destemperados.
Inexiste tampouco necessidade de elogiar o Sen. Cristovam, escrever “decepção”, “tinha-lhe admiração”, etc. Ele é um esquerdista, era do PT, foi ministro do Lula, é do gramscimo totalitário.  Portanto não há qualquer decepção, pois assim agem os totalitários.
O ideal é enviarmos nosso apelo ao relator, Sen. Eduardo Braga, com cópia ao Sen. Cristovam, para que este fique ciente que seu PLS carece totalmente de oportunidade, bom senso e constitucionalidade.
Agora o Sen. Buarque se auto condói:
“Brabas as críticas ao meu projeto que proíbe venda de armas. Nunca imaginei que tanta gente gostasse de armas.”
https://twitter.com/Sen_Cristovam/status/256177133787951104
Cristovam Buarque ‏@Sen_Cristovam
Esse comentário demonstra a falta de percepção do Sen., o qual não entende que se trata de um direito do cidadão e não de gostar ou não gostar de determinado objeto.
Devido à ideologia esquerdista que defende não lhe é possível conceber que cabe ao cidadão decidir o que quer e o que não quer ter e não ao Estado tutor. Nas democracias quem decide é o cidadão.
Vídeo onde o Sen. Cristovam apresenta a infundada justificativa: http://www.youtube.com/watch?v=FuQ16HbCRuE
E-Mail: cristovam@senador.gov.br
http://www.facebook.com/Cristovam.Buarque
https://twitter.com/Sen_Cristovam/status/256373889268080642
Portanto, à defesa dos nossos direitos.
José Luiz de Sanctis
Coord. Nacional

COMENTÁRIO PESSOAL;
Logo vão querer tirar  a arma do profissional de segurança, em algumas guardas municipais do Brasil as prefeituras estão substituindo armas de fogo nas corporações da guarda  pela famosa " Taiser" arma não letal, mas que segundo especialistas não se trata mas de uma arma não letal e sim de menos letal, não sei ao certo o que a sociedade quer, segurança ou fantoches de circo, se coisa andar desta maneira o índice de baixas nas corporações e  mortes vão subir, será que vamos ter que andar com cetras ou fundas para conter a criminalidade, veja a foto acima retrata o que realmente vai acontecer.

17 de abr. de 2012

PEC REDUZ TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO PARA APOSENTADORIA DE VIGILANTE

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados pode votar a admissibilidade da PEC 334/09, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), que dá nova redação ao parágrafo 5º do artigo 40, e 8º do artigo 201 da Constituição, para incluir o vigilante no requisito de redução do tempo de contribuição para fins de aposentadoria. O relator, favorável à proposta, é o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 334/09, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), que reduz em cinco anos o tempo de contribuição ou a idade mínima para o vigilante se aposentar. De acordo com a proposta, a medida valerá para os vigilantes que comprovarem tempo de exercício exclusivo de atividades relativas à segurança pública ou à privada. Assim, caso a proposta seja aprovada, vigilantes poderão se aposentar aos 55 anos de idade ou 30 de contribuição, se homem; e aos 50 anos de idade ou 25 de contribuição, se mulher. Atualmente, a Constituição já prevê essa regra para os professores da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio.
Estresse Gilmar Machado argumenta que os vigilantes estão submetidos a estresse que prejudica sua saúde. "Esses profissionais cumprem escalas de plantões noturnos e de fins de semanas, correndo permanente risco de vida para defender a sociedade", diz Machado. O parlamentar lembra ainda que, até 1995, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reconheceu a atividade de guarda nas condições exigidas para aposentadoria especial, com redução de cinco anos no tempo exigido para aposentadoria."Entretanto, diante da política de ajuste das contas previdenciárias que tem vigorado desde então, a qual analisa apenas a economia das contas previdenciárias, os vigilantes deixaram de ter sua atividade reconhecida como perigosa", destaca.Apesar do novo entendimento do INSS, argumenta Gilmar Machado, o Judiciário reconheceu, em diversos casos, a periculosidade da profissão e concedeu a vigilantes o direito de contar o tempo de sua atividade como especial.
Tramitação
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania analisará a admissibilidade da PEC. Se aprovada, a proposta será examinada por comissão especial e votada pelo Plenário em dois turnos.
Fonte: Agência Câmara e Diap

15 de set. de 2010

ARMA DE FOGO PODERÁ TER NÚMERO DE SÉRIE IMPRESSO DENTRO DO CABO


SENADO FEDERAL
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7350/10, do deputado Roberto Britto (PP-BA), que obriga o fabricante de arma de fogo a imprimir o número de série do produto em superfície interna do cabo, para dificultar a raspagem. Conforme o projeto, o número de série também deverá ser impresso na superfície externa, como ocorre hoje, para rápida indentificação.
O projeto altera a Lei 9.437/97, que tipifica o crime de adulteração de arma de fogo, com pena de reclusão de dois a quatro anos e multa. “Em que pese a louvável pretensão do legislador, no sentido de reprimir a disseminação e o uso de armas adulteradas, prospera a todo o vapor um mercado paralelo de armas furtadas ou roubadas”, diz o deputado.
“A ineficácia da lei decorre do descuido dos fabricantes na marcação de seus produtos, que atualmente não oferece maior resistência à raspagem”, acrescenta.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

PLC 220/09 O QUE JÁ ALCANÇAMOS E O QUE AINDA VEM PELA FRENTE








SENADO FEDERAL

Parabéns a todos os guerreiros da vigilância a vitória é nossa.Superamos uma etapa. Deputados e senadores reconheceram o direito dos vigilantes ao adicional de risco. Isso é o que estabelece o PLC 220/09. A ideia já foi aprovada tanto pela Câmara quanto pelo Senado. O que falta definir é se o direito também se estende a outras categorias ou se será específico para os vigilantes, conforme determina a Emenda Número 3, aprovada pelo Senado Federal.
O texto da Emenda diz claramente que “são consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem: i) risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador a inflamáveis, explosivos ou energia elétrica; ii) roubos ou outras espécies de violência física, nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial”.
Esse segundo item, que restringe o direito a profissionais de segurança pessoal ou profissional é o que determinou o retorno da proposta à Câmara Federal. A reportagem do Notícias CNTV apurou, junto à secretaria-geral da Mesa da Câmara que apenas a emenda precisa ser votada. O que significa dizer que, mesmo que ela seja rejeitada, vale o texto original, que assegura o direito a vigilantes. A votação na Câmara apenas vai determinar se ela é específica para trabalhadores sujeitos a roubos ou outros tipos de violência física no exercício de atividades profissionais específicas de segurança – seja pessoal, seja patrimonial.
A categoria precisa se manter mobilizada para garantir a definição da Câmara o mais rapidamente possível. Só assim o projeto poderá seguir para a sanção presidencial e se tornar Lei. A perspectiva é de que isso aconteça imediatamente após as eleições de outubro, mas é essencial que estejamos atentos para garantir que isso, de fato, aconteça. “Mesmo contrariados com o retorno à Câmara dos Deputados do PLC 220 para uma nova votação, o fim da sua tramitação no Senado é mais uma vitória da luta dos vigilantes, seus sindicatos, sob a liderança da CNTV”, afirmou o presidente, José Boaventura.
Ele lembra que o recurso apresentado por vários senadores no final do ano passado ao texto original da Câmara aprovado pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) sob a atuação do Senador Paulo Paim (PT-RS), fez com que a categoria se movimentasse. “Isso foi demonstrado com a realização da sessão especial no Senado, com as mobilizações da base e dirigentes em Brasília e nos estados”, recorda Boaventura.
Entre julho e agosto diversas rodadas de conversas foram realizadas pela CNTV com os senadores Paulo Paim, Marconi Perillo, Artur Virgilio, João Tenório, Romero Jucá, entre outros. Isso levou ao desfecho obtido no Senado. O secretário de Imprensa e Divulgação, “Agora é continuar a luta na Câmara para aprovar este projeto, bem como os outros três projetos que já tramitam na Casa”, emenda Boaventura. Para outubro, já tem mobilização sendo planejada para Brasília. A luta continua. Risco de vida já.
A você guerreiro que lutou por este teu direito e todos aqueles que esperavam com ansiedade a vitória foi conquistada graças a pessoas que nos apoiram e estiveram do nosso lado, agora é nossa vez de mandarmos os nossos agradeciementos e nosso voto de confiança  a esses parlamentares que veêm com bons olhos os esforços dos trabalhadores e as suas dificuldades do dia a dia, acesse no site do senado federal o e-mail desses senadores acima  que nos auxiliaram e representaram a nossa categoria por uma vida de dignidade e respeito, a que nos resta agora é apenas os nossos votos de agradecimentos e nosso voto certo para que esses parlamentares continue lutando pelos direitos dos trabalhadores não quero fazer campanha política de nenhum candidato mas peço a todos os profissionais de segurança em especial aos do estado do Rio Grande do Sul - Brasil que deêm seu voto de confiança ao candidato que desde o ínicio esteve lutando pelos nossos direitos o senador Paulo Paim e que merece o nosso maior respeito e
agradecimento, lembramos  também de outros estados brasileiros que tiveram senadores e deputados federais empenhados lutaram  pelo reconhecimento de melhorias em  nossa categoria  e  que vocês possam ser reeleitos podendo assim provar à todos que ainda temos políticos que se interessam pelos trabalhadores e suas condições de trabalho.  

Fonte: CNTV
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

6 de mai. de 2010

SENADO EMPERRA APROVAÇÃO DOS 30% DE ADICIONAL DE RISCO

SENADO FEDERAL
Após diversas tentativas de derrubar o PL 220, outra manobra do patronal empurra o projeto para a Comissão de Assuntos Econômicos
O PL 220 teve origem no projeto de lei 1033/2003, da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoN/AM). Se já tivesse sido aprovado, todos os vigilantes do Brasil já teriam direito aos 30% de adicional de risco de vida. Porém, nesses últimos sete anos, todas as forças contrárias vêm agindo desde então e a proposição enfrenta diferentes barreiras todas as vezes que está prestes a ser sancionada.
A última manobra foi o requerimento apresentado pelo senador Romero Jucá (PMDB/RR) solicitando a apreciação do projeto pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), aprovado na última semana de março, em votação que nem constava na pauta da Casa. Assim, o desfecho final do PL 220 foi adiado mais uma vez. Agora, ele passará por um longo caminho até que seja novamente submetido ao plenário.
O projeto altera o artigo 193 da CLT - Consolidação das Leis do Trabalho e inclui a atividade de vigilância na categoria de operações perigosas, com direito aos 30%. Agora, o risco é que a Comissão de Assuntos Econômicos sugira novas alterações que exijam o seu retorno à Câmara dos Deputados, onde já foi votado e aprovado.
ENTENDA MELHOR O TRAJETO DO PL
Após ser aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto passa pela apreciação do Senado. Se não existir nenhuma interferência, vai direto para a sanção presidencial. Aí começou o problema do PL 220. Ao passar pelo plenário, 25 senadores assinaram um recurso solicitando vistas no projeto. Nesse processo, dois desses senadores sugeriram duas emendas, que foram derrubadas pelo senador Paulo Paim (PT/RS), relator do PL na Comissão de Assuntos Sociais. Sendo assim, obrigatoriamente o projeto deveria ser votado no plenário do Senado para, em seguida, ir para a sanção presidencial. Porém, antes dessa votação, o senador Romero Jucá fez requerimento pedindo o encaminhamento para a CAE. Ou seja, mais uma vez o processo foi interrompido e retornou para outra instância ao invés de avançar.
O QUE ACONTECERÁ NA CAE
No dia 25 de março, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) nomeou o relator para o o PL220, que será o senador João Tenório (PSDB/AL).Agora, os integrantes da Comissão irão analisar o projeto e poderão sugerir mudanças no texto que poderá demorar um bom tempo até voltar ao plenário. Por isso, é extremamente importante a participação de toda a categoria para pressionar a CAE. Se alguma alteração for proposta, a tramitação poderá ser prolongada ainda mais e adiará a votação sem qualquer data prevista para a sanção.
Por este motivo você profissional de segurança privada deve lutar pelos seus direitos mandando o seu e-mail de indignação aos integrantes da CAE para que aprovem a PL 220, como diz um ditado popular " UMA ANDORINHA SÓ, NÃO FAZ VERÃO" ou " A UNIÃO FAZ A FORÇA", os representantes sindicais regionais e alguns parlamentares estão lutando para que possamos ter esse direito mais se não tiver o apoio total da categoria no Brasil inteiro fica díficil lutar pelo nosso direito, por este motivo faça você a sua parte, não se esqueça que sua vida vale ouro, esse adicional de risco é de sua vida e ainda mais é a valorização de seu trabalho e sua profissão, se esses parlamentares não valorizam o seu trabalho, quem vai valorizar o seu trabalho se não for você, mostre a eles que você existe é que não está satisfeito com a decisão deles, somente você pode mudar isso através de seu direito de resposta, mande o seu e-mail!!!
Veja abaixo a lista dos integrantes da CAE e envie seu e-mail solicitando o que é seu, mostre sua revolta e sua indignação através do seu direito de falar, não se esqueça que constituição lhe dá o livre direito de expressão de falar e pensar, utilize essa Lei a seu favor.
* DICA- cadastre todos os e-mails desses parlamentares no seus contatos pessoais e depois envie a sua mensagem de indignação com CC- cópia oculta para cada um deles, e aproveite bem para anotar o nome do senador que representa o seu estado e que está votando contra a PL 220 para que nessa eleições de Out/2010 você e seus familiares possam dar o troco a ele nas urnas, pense nisso a decisão é sua!!!!!!!!
LISTA DE INTEGRANTES DA CAE - Comissão de Assuntos Econômicos
Presidente: Garibaldi Alves Filho - garibaldi.alves@senador.gov.br
Vice - presidente: Delcídio Amaral - delcidio.amaral@senador.gov.br
Titulares:
Eduardo Suplicy ( PT) - eduardo.suplicy@senador.gov.br
Aloízio Mercadante (PT) - mercadante@senador.gov.br
Delcídio Amaral (PT) - delcidio.amaral@senador.gov.br
Marcelo Crivella (PRB) - crivella@senador.gov.br
Inácio Arruda (PCdoB) - inacioarruda@senador.gov.br
César Borges ( PR) - cesarborges@senador.gov.br
Francisco Dornelles (PP) - francisco.dornelles@senador.gov.br
Garibaldi Alves Filho (PMDB) - garibaldi.alves@senador.gov.br
Gerson Camata (PMDB) - gecamata@senador.gov.br
Valdir Raupp ( PMDB) - valdir.raupp@senador.gov.br
Neuto De Conto (PMDB) - neutodeconto@senador.gov.br
Pedro Simon (PMDB) - simon@senador.gov.br
Renan Calheiros (PMDB) - renan.calheiros@senador.gov.br
Eliseu Resende (DEM) - eliseuresende@senador.gov.br
Antonio Carlos Júnior (DEM) - acmjr@senador.gov.br
Efraim Morais (DEM) - efraim.morais@senador.gov.br
Raimundo Colombo (DEM) - raimundocolombo@senador.gov.br
Adelmir Santana (DEM) - adelmir.santana@senador.gov.br
Jayme Campos (DEM) - jayme.campos@senador.gov.br
Cícero Lucena (PSDB) - cicero.lucena@senador.gov.br
João Tenório (PSDB) - jtenorio@senador.gov.br
Arthur Virgílio (PSDB) - arthur.virgilio@senador.gov.br
Tasso Jereissati (PSDB) - tasso.jereissati@senador.gov.br
João Vicente Claudino (PTB) - j.v.claudino@senador.gov.br
Gim Argello (PTB) - gim.argello@senador.gov.br
Osmar Dias (PR) - osmardias@senador.gov.br
Veja abaixo na integra uma entrevista com um dos parlamentares que apoia os vigilantes o Senador Paulo Paim:
Vigilante em Foco - Qual é o impedimento para a aprovação?
Sen.Paulo Paim - Se voltar para a Câmara complicará bastante. Temos que intensificar o trabalho em estado por estado, conversar com os senadores e estar no Senado durante as votações.
VF - Qual a importância da aprovação?
Sen.Paulo Paim- Não tenho dúvida do pleito dos nossos amigos que trabalham na área de segurança . Não tem porqe o vigilante que expõe sua vida diariamente para defender as nossas vidas e patrimônio não ter direito ao adicional que já e garantido para outros setores. É um discriminação absurda. Se há algum setor que merece o adicional é a segurança.
VF -Qual é o caminho para que seja aprovado de uma vez ?
Sen.Paulo Paim - Temos que fazer um trabalho em conjunto, unificar as lutas e defender aquilo que acreditamos. As centrais, confederações e sindicatos devem somar fôlegos nessa campanha a favor do vigilante. Uma campanha nacional de esclarecimento e valorização do papel do vigilante é imprescindível para acabar com o preconceito que existe. Eu me disponho a fazer minha parte para aproveitar a mídia e divulgar essa campanha.
Participe das enquetes do Blog, deixe seu comentário abaixo da matéria e também seja um seguidor deste Blog fazendo o seu cadastro, sua participação é muito importante.
Matéria: Revista Vigilante em Foco

9 de abr. de 2010

REQUERIMETO DO SENADOR JUCÁ ATRASA VOTAÇÃO DO PL220 - PROFISSÃO DE RISCO

SENADO FEDERAL
Mais uma tentativa de retardar a votação do Projeto de Lei que redefine os critérios para caracterização das atividades ou operações perigosas (de risco) terá que ser enfrentada por todos os vigilantes. O PL 220, de autoria da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), já estava pronto para ir a plenário. Mas, um requerimento apresentado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) solicita que a proposta, depois de aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado, passe também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).O requerimento agora precisa passar pelo plenário do Senado. A sessão que definirá o assunto está marcada para o próximo dia 11 (quinta-feira). O projeto inclui os vigilantes como categoria profissional sujeita a risco de vida e periculosidade.Caso o plenário aprove o requerimento de Jucá, o projeto deverá seguir para apreciação da CAE, o que retardará ainda mais a proposta. Vale lembrar que no ano passado, o PL 220 já estava prestes a ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando um grupo de senadores apresentou requerimento pedindo a apreciação da proposta pelo plenário. A manobra fez com que o projeto precisasse passar por nova tramitação nas comissões. O senador Jucá fazia parte do grupo. “Agora, cabe à categoria promover uma grande mobilização no dia 11, para derrubarmos o requerimento de Jucá e para que o projeto seja votado pelo plenário em mais protelações e surpresas”, alerta José Boaventura, presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV).A CNTV lembra ao companheiros a importância de estarmos unidos e presentes para mostrar aos parlamentares que nossa reivindicação é justa, nosso direito é líquido e certo e nossa categoria sabe como e quando reivindicar.Fonte: CNTVEntre em contato com o senador Jucá expressando a sua indignação! Eles estão tentando impedir a todo custo que o trabalhador adquira esse direito que é justo!ENVIE EMAILS!! Precisamos pressionar esses senadores que estão se dobrando diante dos patrões!
Saiba quem são os senadores que assinaram o primeiro recurso em matéria anterior os que votaram contra o adicional de 30%.
Romero Jucá (PMDB-RR)
Fone: a 2117
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

18 de fev. de 2010

MUDANÇAS NOS SERVIÇOS DE RASTREAMENTO REMOTO

SENADO FEDERAL
Em caso de roubos ou seqüestros, as empresas especializadas em prestação de serviços de segurança, vigilância e transporte de valores, que utilizam rastreamento remoto, devem acionar, em primeiro lugar, as instituições federais e estaduais de segurança pública. Essa é a mudança proposta pelo Projeto de Lei 350/04, do deputado Reginaldo Germano (PP-BA), aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Segundo o deputado, a medida é importante por que as empresas de segurança privada não tem poderes, constitucionais ou legais, para substituir os órgãos de segurança pública. Germano afirma ainda que muitas empresas privadas, principalmente as que utilizam rastreamento remoto, acabam assumindo o papel de órgão policial ao executar atividades que fogem de suas competências. Dessa forma, o projeto visa evitar atuações irregulares que possam por em risco a segurança dos contratantes. Ainda de acordo com a medida, as instituições que desrespeitarem as determinações poderão pagar multas que variam de um a 20 UFIR ou, até mesmo, serem interditadas. O projeto está tramitando em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Redação. Participe das enquetes do blog, caso queira pode deixar seu comentário abaixo, sua participação é muito importante. Fonte: FENAVIST Matéria publicada: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com/

13 de jan. de 2010

SENADORES ADIAM VOTAÇÃO DO ADICIONAL DE 30% DOS VIGILANTES

SENADO FEDERAL
No período em que o prazo para a aprsentação de recursos ao relatório do Projeto de Lei 220/2009 estava se esgotando, um grupo de 25 senadores assinaram um recurso para que a proposta passasse por votação no Senado. O projeto da deputada Vanessa Grazziotin já havia sido votado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado e, sem recursos, iria direto para a sanção presidencial. A proposta do PL inclui os vigilantes na lista das profissões sujeitas à risco de vida portanto, teriam o direito de receber o adicional de risco de 30%.
Dez assinaturas já são suficientes para que o projeto fique barrado no plenário, sem prazo para aprovação. As entidades sindicais regionais estão se mobilizando para que os senadores revejam suas posições. Portanto, é preciso que ao menos 16 parlamentares retiren suas assinaturas. Assim, o projeto poderá ser sancionado diretamente pelo presidente. Veja abaixo desta matéria quem são esses senadores que adiaram esse adicional e entre em contato com eles manisfestando sua indignação pelo atraso na votação do projeto, faça sua parte pois é como diz um ditado popular " uma andorinha só, não faz verão " e unidos venceremos.
CONFIRA ABAIXO QUEM SÃO OS SENADORES DO SEU ESTADO QUE ENTRARAM COM RECURSO NO PROJETO DE ADICIONAL DE RISCO DE VIDA DE 30% E COM ISSO ADIARAM A APROVAÇÃO QUE IRIA PARA A SANÇÃO PRESIDENCIAL.
EXERÇA SEU PODER DE VOTO! ENVIE EMAILS REIVINDICANDO ESSE SEU DIREITO!
Álvaro Dias (PSDB - PR)
Fone: (61) 3303-4059
Osmar Dias (PDT - PR)
Fone: (61) 3303-2124
Adelmir Santana (DEM - DF)
Fone: (61) 3303-4277
Antonio Carlos Valadares (PSB - SE)
Fone: (61) 3303-2201
Romero Jucá (PMDB - RR)
Fone:(61) 3303-2111
Renan Calheiros (PMDB - AL)
Tel.: (61) 3303-2261
renan.calheiros@senador.gov.br
Romeu Tuma (PTB - SP)
Fone: (61) 3303-2051
Mozarildo Cavalcanti (PTB - RR)
Fone: (61) 3303- 4078
Rosalba Ciarlini (DEM - RN)
Tel.: (61) 3303 1777
José Agripino (DEM - RN)
TelFone: (61) 3303-2361
Marco Maciel (DEM - PE)
Fone: (61) 3303-5710
Marconi Perillo (PSDB - GO)
Fone:(61) 3303-1962
Valter Pereira (PMDB - MS)
Fone: (61) 3303-2222
Antonio Carlos Júnior -(DEM-BA)
Fone:(61) 3303-2191
Acir Gurgacz (PDT - RO)
Fone: (61) 3303.3132
Valdir Raupp (PMDB - RO)
Fone: (61) 3303-2252
Mário Couto (PSDB - PA)
Fone:(61) 3303-3050
Augusto Botelho (PT - RR)
Fone:(61) 3303-2041
Garibaldi Alves Filho (PMDB - RN)
Fone:(61) 3303-2371
Eduardo Azeredo (PSDB - MG)
Fone:(61) 3303-2323
Roberto Cavalcanti (PRB - PB)
Fone:(61) 3303-2231
Eliseu Resende (DEM - MG)
Tel.:(61) 3303.4621
Jarbas Vasconcelos (PMDB - PE)
Fone:(61) 3303-3245
Osvaldo Sobrinho (PTB - MT)
Fone: (61) 3303-1146
Flexa Ribeiro (PSDB - PA)
Fone:(61) 3303-2342
Fonte: Jornal da FETRAVISPP janeiro 2010

25 de dez. de 2009

CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE SEGURANÇA PRIVADA CLANDESTINA PODE DAR CADEIA

SENADO FEDERAL
Quem contratar serviço de segurança privada clandestina, seja patrimonial ou de proteção pessoal, poderá ser preso. É o que determina o Projeto de Lei (PL) 6510/2009, de autoria do deputado Eliene Lima (PP), que está em tramitação na Câmara dos Deputados.O PL prevê pena de um a dois anos de prisão para quem desempenhar a função sem treinamento ou registro, e de dois a quatro anos para os proprietários ou sócios de empresas que oferecem o serviço sem regulamentação. Atualmente a contratação de segurança clandestina ainda não é considerada crime. A mesma é caracterizada hoje como ilícito administrativo e a punição é o cancelamento da atividade."Quem contrata seguranças deve garantir que esses profissionais estejam capacitados e cadastrados pela PF. Os empresários têm que se informar sobre a qualidade do homem que estão contratando. Ele pode ser mais barato, mas, no futuro, pode sair mais caro pagar uma indenização, por ter optado por um profissional desqualificado", adverte o autor do projeto.Pelo projeto de lei, em caso de dano, o responsável por contratar o serviço irregular será intimado a pagar uma indenização entre R$ 10 mil e R$ 100 mil, mais o custeio de tratamento médico, e em caso de reincidência, o valor da indenização será em dobro.Estudos mostram que existe no Brasil 1,3 milhão de vigilantes cadastrados, mas somente 333 mil atuam legalmente. "Na maioria das cidades, principalmente nas capitais, as empresas clandestinas, despreparadas e muitas vezes mal-intencionadas, infelizmente superam em número os vigilantes legalizados", comenta Eliene ao dizer que hoje a população fica à mercê de vigilantes sem nenhuma qualificação profissional, técnica e de idoneidade.
Participe das enquetes do Blog, de sua opinião sobre a matéria abaixo, sua participação e opinião é muito importante.
Fonte: Olhar Direto
Matéria publicada:segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

12 de dez. de 2009

SENADORES ATRASAM CONCESSÃO DE ADICIONAL PARA OS VIGILANTES

Dez senadores podem ser suficientes para derrubar ou, no mínimo adiar por muito tempo o sonho de um milhão e trezentos mil vigilantes em todo o país. Quando o prazo para a apresentação de recursos ao relatório já votado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado já se esgotava, o grupo de parlamentares apresentou um recurso pedindo para que a proposta, que incluiria os vigilantes brasileiros na lista das profissões sujeitas à risco de vida e, portanto, ao pagamento do adicional de 30% fosse apreciado pelo plenário da Casa.De acordo com o Regimento Interno do Senado, se o recurso não fosse apresentado até esta sexta-feira, o projeto iria diretamente para o Palácio do Planalto. Com a ação, os senadores impediram que o projeto fosse à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, caberá ao plenário do Senado debater e votar a matéria, o que não tem prazo para acontecer.O diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Chico Vigilante, disse que conversou com um dos senadores que assinaram o recurso. “Ele admitiu que houve pressão das Confederações Empresariais”, disse.A CNTV lembra aos companheiros que a pressão da categoria pode fazer com que os “inimigos” dos vigilantes recuem e retirem suas assinaturas do requerimento, impedindo assim que o projeto seja esquecido nas gavetas do Senado.A categoria estará mobilizada durante todo o final de semana e disposta a não desistir de um direito que, acredita, é “líquido e certo”. Aos guerreiros peço que MARQUEM bem o nome desses parlamentares que provavelmente devem ter empresas de segurança e com certerza devem ser contra a nossa categoria, melhor ainda acesse o site http://www.senado.gov.br/ procure um desses abaixo e deixe o seu recado de indignação no próprio e-mail desse parlamentar, você que mora num desses estados que tem um desses senadores abaixo NÃO esqueça desse parlamentar na próxima eleição para você dar o troco. Eu ASP Paulo Mello particularmente já deixei meu e-mail de crítica para esses parlamentares o qual deixo abaixo a cópia deste, faça você também sua parte pois temos que nos imobilizar para buscar e adquirir o nosso direito, os sindicatos regionais estão fazendo a sua parte mais precisa de nosso apoio e luta é como se diz um ditado popular" uma andorinha só não faz verão", e você profissional da segurança sabe que apoio é fundamental, faça sua parte os e-mails dos senadores estão abaixo relacionado, vamos entrar nessa guerra para ganhar, pense nisso . Para incentivar você combatente e o lema é: AVANTE GUERREIRO e o grito de guerra é : SEGURANÇA PRIVADA, BRASIL ! Participe das enquetes do blog, de sua opinião abaixo sobre esta matéria sua opinião é muito importante. Confira abaixo os nomes dos senadores que assinaram o recurso: - Adelmir Santana (DEM-DF) adelmir.santana@senador.gov.br - Romero Jucá (PMDB-RR) romero.juca@senador.gov.br -Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) antval@senador.gov.br -Renan Calheiros (PMDB-AL) renan.calheiros@senador.gov.br -Romeu Tuma (PTB-SP) romeu.tuma@senador.gov.br -Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) mozarildo@senador.gov.br -Rosalba Ciarlini (DEM-RN) rosalba.ciarlini@senador.gov.br - Marconi Perillo (PSDB-GO) marconi.perillo@senador.gov.br - José Agripino (DEM-RN) jose.agripino@senador.gov.br -Marco Maciel (DEM-PE) marco.maciel@senador.gov.br Fonte: Acessoria de imprensa da CNTV notícia de 07/12/2009. Matéria publicada no: segurancaprivadadobrasil.blogspot.com Redigido e comentários: ASP PAULO MELLO DEIXO AQUI A CÓPIA DO MEU E-MAIL ENVIADO A CADA UM DESSES SENADORES ACIMA CITADO QUE VOTARAM CONTRA O NOSSO ADICIONAL DE 30%. Estou lhe escrevendo, pois sou um profissional da área de segurança privada há 15 anos exercendo atualmente e legalmente a função de Agente de Segurança Pessoal e esperando que este 30% de adicional de periculosidade seja aprovado como forma de reconhecimento pelo nosso serviço de risco, mas tive acesso às informações dos sindicatos regionais da categoria e publicações e constatei que a Vossa Senhoria é contra este adicional de periculosidade se a Vossa Senhoria não tem conhecimento nós profissionais da segurança colocamos a nossa vida em risco todos os dias para dar proteção ao patrimônio e pessoas, como tenho um Blog voltado especificamente para os profissionais da Segurança Privada do Brasil eu estou divulgando com grande fervor seu nome e empenho CONTRA este adicional de periculosidade de 30% a todos os profissionais da segurança do seu estado e do Brasil, para que possa lembrar-se de Vossa Senhoria na próxima eleição, peço a Deus que a Vossa Senhoria nunca precise do serviço de um profissional da segurança para lhe dar proteção, pois na hora que um profissional desta área ver que tem representante e um parlamentar do seu estado no senado federal que vota contra este adicional acredito que esse profissional vai pensar duas vezes a mais para poder dar proteção e integridade física à sua pessoa e patrimônio, acho que o profissional de segurança privada deve pensar bem a respeito de sua decisão e trabalho, “pois se uma pessoa que não da o devido valor a quem presta um serviço de segurança que tipo de segurança e valor deve ter”, acredito que nenhum, deixo aqui só pro seu conhecimento que efetivo hoje da segurança privada no Brasil é maior que todo o efetivo das forças armadas e órgãos de segurança pública do Brasil juntos, acredito que cada profissional do seu estado junto com seus familiares e parentes próximos unidos, conseguiremos tirar a sua reeleição, mas fique tranqüilo que eu irei fazer o possível para divulgar o seu trabalho CONTRA este adicional de 30% para todos os profissionais da segurança que lutam por melhores condições de trabalho, dignidade e salário e possam nesta próxima eleição de 2010 lembrarmos e dar troco a Vossa Senhoria, com muito orgulho. Obrigado pela sua atenção, e até outubro de 2010 o qual não esqueceremos de Vossa Senhoria nas urnas. Este é nosso Lema para todo o profissional de segurança privada de cada estado: “REELEIÇÃO, A DECISÃO ESTÁ NA NOSSA MÃO”

3 de dez. de 2009

SEMINÁRIO DISCUTIRÁ ATUAÇÃO DE MILÍCIAS E SEGURANÇAS PRIVADOS

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realiza seminário na quarta-feira (12) para discutir a atuação rurais e urbanas e o controle de serviços de segurança privada. O debate foi proposto pelos deputados Pedro Wilson (PT-GO) e Luiz Couto (PT-PB), presidente da comissão. O objetivo é apresentar um síntese de denúncias recebidas pela comissão, reunir subsídios para os debates da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, discutir propostas para atualizar a legislação do setor e assegurar mais rigor na fiscalização.Os parlamentares lembram que, desde 2003, as denúncias sobre a atuação de milícias aumentaram. O crescimento desses grupos, segundo eles, foi constatado durante os trabalhos da CPI sobre Grupos de Extermínio no Nordeste, encerrada em 2005. Pedro Wilson e Luiz Couto explicam que, a partir de 2007, a comissão passou a investigar o problema de forma mais sistemática, tendo realizado diligências e audiências públicas."Por trás das milícias, não é difícil distinguir interesses de grupos empenhados no controle de territórios para explorar atividades econômicas ilegais e para desarticular movimentos organizados da sociedade civil que lutam por direitos civis. As milícias têm contribuído para acirrar a violência tanto no campo como nas cidades", avaliam os parlamentares, na justificativa do requerimento para o debate.As milícias, segundo os deputados, têm entre seus integrantes policiais, ex-policiais e outros agentes públicos, que contam com a omissão do poder público para garantir sua impunidade. Os parlamentares lembram que a atuação desses grupos se legitima em um discurso de proteção dos moradores e de instauração da ordem. Segurança privadaNo caso das empresas de segurança privada, os deputados querem discutir normas para esse tipo de serviço, que, muitas vezes, "intimida a população, comete abusos, age como polícia ostensiva e coage especialmente a população mais vulnerável e vitimizada pela exclusão social".Eles lembram que, na área rural, vigilantes contratados são, na sua grande maioria, despreparados e, muitas vezes, excedem as suas atribuições legais, realizando "blitz" em estradas, prendendo "suspeitos", fazendo rondas fora das "propriedades protegidas" e realizando violentos despejos forçados de áreas ocupadas por trabalhadores rurais sem terra, sem qualquer ordem judicial nesse sentido.ConvidadosForam convidados para o evento:- o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri;- a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Gilda Pereira Carvalho; - o diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa;- a coordenadora nacional de Cooperação e Parcerias do Movimento Nacional de Direitos Humanos do Paraná, Rosa de Fátima de Souza Corrêa;- o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Heitor Ferrer; - o psicólogo Rafael Mendonça Dias, pesquisador da ONG Justiça Global;- Marina Santos, representante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); - Luciana Pivato, representante da ONG Terra de Direitos.
Fonte:Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br

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