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SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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21 de abr. de 2012

NR 24 - CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

Muitos vigilantes trabalham em serviços a céu aberto ou até mesmo em locais sem condições de proteção das intempéries do tempo e local para fazer suas refeições,  empresas  fecham contratos sem conhecimento para prestar serviços de vigilância em locais inadequados que não oferecem sequer condições minímas  de higiene e conforto, como estudante de curso técnico em segurança do trabalho trago ao conhecimento de todos os  profissionais de segurança que diante do Ministério do Trabalho tem uma NR - Norma Regulamentadora  que diz que todo trabalhador deve estar  num ambiente de trabalho adequado as suas necessidades de saúde e higiene, por isso NÃO existe prestar serviço em qualquer lugar sem as minímas sanitárias  e conforto, vamos acompanhar abaixo o que  diz a matéria sobre o que diz NR 24 - Condições Sanitárias e Conforto nos Locais de Trabalho.


Características Técnicas:
Aplicação:
Esta NR estabelece critérios mínimos, para fins de aplicação de aparelhos sanitários, gabinete sanitário, banheiro, cujas instalações deverão ser separadas por sexo, vestiários, refeitórios cozinhas e alojamentos NR 24 Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
Descrição:
Esta é a norma regulamentadora que trata-se das Condições Sanitárias e de Conforto nos locais de Trabalho. Será muito grande se eu citar tudo que esta disposto nesta norma regulamentadora mas em resumo trata-se das NR 24 Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho disciplina os preceitos de higiene e de conforto a serem observados nos locais de trabalho, especialmente no que se refere a banheiros, vestiários, refeitórios, cozinhas, alojamentos e água potável visando a higiene dos locais de trabalho e a proteção à saúde dos trabalhadores instalações sanitárias
Detalhes:
NR 24 Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho determina requisitos básicos para as instalações sanitárias e de conforto a serem observadas nos locais de trabalho, tais como banheiros, vestiários, refeitórios, cozinhas, alojamentos considerando o bom estado de asseio e higiene, separadas por sexo além de dos aspectos construtivos e de conservação predial


Sumário
24.1 Instalações sanitárias
24.2 Vestiários
24.3 Refeitórios
24.4 Cozinhas
24.5 Alojamento
24.6 Condições de higiene e conforto por ocasião das refeições
24.7 Disposições gerais

24.1 Instalações sanitárias

24.1.1 Denomina-se, para fins de aplicação da presente NR, a expressão:
a) aparelho sanitário: o equipamento ou as peças destinadas ao uso de água para fins higiênicos ou a receber águas servidas (banheira, mictório, bebedouro, lavatório, vaso sanitário e outros);
b) gabinete sanitário: também denominado de latrina, retrete, patente, cafoto, sentina, privada, WC, o local destinado a fins higiênicos e dejeções;
c) banheiro: o conjunto de peças ou equipamentos que compõem determinada unidade e destinado ao asseio corporal.

24.1.2 As áreas destinadas aos sanitários deverão atender às dimensões mínimas essenciais. O órgão regional competente em
Segurança e Medicina do Trabalho poderá, à vista de perícia local, exigir alterações de metragem que atendam ao mínimo de conforto exigível. É considerada satisfatória a metragem de 1 metro quadrado, para cada sanitário, por 20 operários em atividade.
24.1.2.1 As instalações sanitárias deverão ser separadas por sexo.
24.1.3 Os locais onde se encontrarem instalações sanitárias deverão ser submetidos a processo permanente de higienização, de sorte que sejam mantidos limpos e desprovidos de quaisquer odores, durante toda a jornada de trabalho.

24.1.4 Os vasos sanitários deverão ser sifonados e possuir caixa de descarga automática externa de ferro fundido, material plástico ou fibrocimento.

24.1.5 Os chuveiros poderão ser de metal ou de plástico, e deverão ser comandados por registros de metal a meia altura na parede;

24.1.6 O mictório deverá ser de porcelana vitrificada ou de outro material equivalente, liso e impermeável, provido de aparelho de descarga provocada ou automática, de fácil escoamento e limpeza, podendo apresentar a conformação do tipo calha ou cuba.
    24.1.6.1 No mictório do tipo calha, de uso coletivo, cada segmento, no mínimo de 0,60m, corresponderá a um mictório do tipo cuba.


24.1.7 Os lavatórios poderão ser formados por calhas revestidas com materiais impermeáveis e laváveis, possuindo torneiras de metal, tipo comum, espaçadas de 0,60m (sessenta centímetros), devendo haver disposição de 1 (uma) torneira para cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores. (124.007-2 / I1)

24.1.8 Será exigido, no conjunto de instalações sanitárias, um lavatório para cada 10 (dez) trabalhadores nas atividades ou operações insalubres, ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas, irritantes, infectantes, alergizantes, poeiras ou substâncias que provoquem sujidade. (124.008-0/I1)

24.1.8.1 O disposto no item 24.1.8 deverá também ser aplicado próximo aos locais de atividades. (124.009-9 / I1)

24.1.9 O lavatório deverá ser provido de material para a limpeza, enxugo ou secagem das mãos, proibindo-se o uso de toalhas coletivas. (124.010-2/ I1)

24.1.10 Deverá haver canalização com tomada d’água, exclusivamente para uso contra incêndio. (124.011-0 / I3)

24.1.11 Os banheiros, dotados de chuveiros, deverão:

a)       ser mantidos em estado de conservação, asseio e higiene; (124.012-9 / I1)
b)       ser instalados em local adequado; (124.013-7 / I1)
c)       dispor de água quente, a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Medicina do Trabalho; (124.014-5/I1)
d)       ter portas de acesso que impeçam o devassamento, ou ser construídos de modo a manter o resguardo conveniente; (124.015-3 / I1)
e)       ter piso e paredes revestidos de material resistente, liso, impermeável e lavável. (124.016-1 / I1)

24.1.12 Será exigido 1 (um) chuveiro para cada 10 (dez) trabalhadores nas atividades ou operações insalubres, ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas, irritantes, infectantes, alergizantes, poeiras ou substâncias que provoquem sujidade, e nos casos em que estejam expostos a calor intenso. (124.017-0 / I2)

24.1.13 Não serão permitidos aparelhos sanitários que apresentem defeitos ou soluções de continuidade que possam acarretar infiltrações ou acidentes. (124.018-8 / I1)

24.1.14 Quando os estabelecimentos dispuserem de instalações de privadas ou mictórios anexos às diversas seções fabris, devem os respectivos equipamentos ser computados para efeito das proporções estabelecidas na presente Norma.

24.1.15 Nas indústrias de gêneros alimentícios ou congêneres, o isolamento das privadas deverá ser o mais rigoroso possível, a fim de evitar poluição ou contaminação dos locais de trabalho. (124.019-6/ I1)

24.1.16 Nas regiões onde não haja serviço de esgoto, deverá ser assegurado aos empregados um serviço de privadas, seja por meio de fossas adequadas, seja por outro processo que não afete a saúde pública, mantidas as exigências legais. (124.020-0 / I2)

24.1.17 Nos estabelecimentos comerciais, bancários, securitários, de escritório e afins, poderá a autoridade local competente em matéria de Segurança e Medicina do Trabalho, em decisão fundamentada, submetida à homologação do Delegado Regional do Trabalho, dispensar ou reduzir o número de mictórios e de chuveiros estabelecidos nesta Norma.

24.1.18 As paredes dos sanitários deverão ser construídas em alvenaria de tijolo comum ou de concreto e revestidas com material impermeável e lavável. (124.021-8 / I1)

24.1.19 Os pisos deverão ser impermeáveis, laváveis, de acabamento liso, inclinado para os ralos de escoamento providos de sifões hidráulicos. Deverão também impedir a entrada de umidade e emanações no banheiro, e não apresentar ressaltos e saliências. (124.022-6 / I1)

24.1.20 A cobertura das instalações sanitárias deverá ter estrutura de madeira ou metálica, e as telhas poderão ser de barro ou de fibrocimento. (124.023-4 / I1)

24.1.20.1 Deverão ser colocadas telhas translúcidas, para melhorar a iluminação natural, e telhas de ventilação de 4 (quatro) em 4 (quatro) metros. (124.024-2 / I1)

24.1.21 As janelas das instalações sanitárias deverão ter caixilhos fixos, inclinados de 45º (quarenta e cinco graus), com vidros incolores e translúcidos, totalizando uma área correspondente a 1/8 (um oitavo) da área do piso. (124.025-0 / I1)

24.1.21.1 A parte inferior do caixilho deverá se situar, no mínimo, à altura de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) a partir do piso. (124.026-9 / I1)

24.1.22 Os locais destinados às instalações sanitárias serão providos de uma rede de iluminação, cuja fiação deverá ser protegida por eletrodutos. (124.027-7 / I2)

24.1.23 Com o objetivo de manter um iluminamento mínimo de 100 (cem) lux, deverão ser instaladas lâmpadas incandescentes de 100 W/8,00 m² de área com pé-direito de 3,00m (três metros) máximo, ou outro tipo de luminária que produza o mesmo efeito. (124.028-5 / I2)

24.1.24 A rede hidráulica será abastecida por caixa d’água elevada, a qual deverá ter altura suficiente para permitir bom funcionamento nas tomadas de água e contar com reserva para combate a incêndio de acordo com posturas locais. (124.029-3 / I1)

24.1.24.1 Serão previstos 60 (sessenta) litros diários de água por trabalhador para o consumo nas instalações sanitárias. (124.030-7 / I1)

24.1.25 As instalações sanitárias deverão dispor de água canalizada e esgotos ligados à rede geral ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos. (124.031-5 / I1)

24.1.25.1 Não poderão se comunicar diretamente com os locais de trabalho nem com os locais destinados às refeições. (124.032-3 / I1)

24.1.25.2 Serão mantidas em estado de asseio e higiene. (124.033-1 / I1)

24.1.25.3 No caso de se situarem fora do corpo do estabelecimento, a comunicação com os locais de trabalho deve fazer-se por passagens cobertas. (124.034-0 / I1)

24.1.26 Os gabinetes sanitários deverão:

a)       ser instalados em compartimentos individuais, separados; (124.035-8 / I1)
b)       ser ventilados para o exterior; (124.036-6 / I1)
c)       ter paredes divisórias com altura mínima de 2,10m (dois metros e dez centímetros) e seu bordo inferior não poderá situar-se a mais de 0,15m (quinze centímetros) acima do pavimento; (124.037-4 / I1)
d)       ser dotados de portas independentes, providas de fecho que impeçam o devassamento; (124.038-2 / I1)
e)       ser mantidos em estado de asseio e higiene; (124.039-0 / I1)
f)         possuir recipientes com tampa, para guarda de papéis servidos, quando não ligados diretamente à rede ou quando sejam destinados às mulheres. (124.040-4 / I1)

24.1.26.1 Cada grupo de gabinete sanitário deve ser instalado em local independente, dotado de antecâmara. (124.041-2 /I1)

24.1.27 É proibido o envolvimento das bacias ou vasos sanitários com quaisquer materiais (caixas) de madeira, blocos de cimento e outros. (124.042-0 / I2)

24.2 Vestiários

24.2.1 Em todos os estabelecimentos industriais e naqueles em que a atividade exija troca de roupas ou seja imposto o uso de uniforme ou guarda-pó, haverá local apropriado para vestiário dotado de armários individuais, observada a separação de sexos. (124.043-9 / I1)

24.2.2 A localização do vestiário, respeitada a determinação da autoridade regional competente em Segurança e Medicina do Trabalho, levará em conta a conveniência do estabelecimento.

24.2.3 A área de um vestiário será dimensionada em função de um mínimo de 1,50m2 (um metro quadrado e cinqüenta centímetros) para 1 (um) trabalhador. (124.044-7 / I1)

24.2.4 As paredes dos vestiários deverão ser construídas em alvenaria de tijolo comum ou de concreto, e revestidas com material impermeável e lavável. (124.045-5 / I1)

24.2.5 Os pisos deverão ser impermeáveis, laváveis e de acabamento liso, inclinados para os ralos de escoamento providos de sifões hidráulicos. Deverão também impedir a entrada de umidade e emanações no vestiário e não apresentar ressaltos e saliências. (124.046-3 / I1)

24.2.6 A cobertura dos vestiários deverá ter estrutura de madeira ou metálica, e as telhas poderão ser de barro ou de fibrocimento. (124.047-1/I1)

 24.2.6.1 Deverão ser colocadas telhas translúcidas para melhorar a iluminação natural. (124.048-0 / I1)

24.2.7 As janelas dos vestiários deverão ter caixilhos fixos inclinados de 45º (quarenta e cinco graus), com vidros incolores e translúcidos, totalizando uma área correspondente a 1/8 (um oitavo) da área do piso. (124.049-8 / I1)

24.2.7.1 A parte inferior do caixilho deverá se situar, no mínimo, à altura de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) a partir do piso. (124.050-1 / I1)

24.2.8 Os locais destinados às instalações de vestiários serão providos de uma rede de iluminação, cuja fiação deverá ser protegida por eletrodutos. (124.051-0 / I2)

24.2.9 Com objetivo de manter um iluminamento mínimo de 100 (cem) lux, deverão ser instaladas lâmpadas incandescentes de 100 W/ 8,00 m² de área com pé-direito de 3 (três) metros, ou outro tipo de luminária que produza o mesmo efeito. (124.052-8 / I2)

24.2.10 Os armários, de aço, madeira, ou outro material de limpeza, deverão ser essencialmente individuais. (124.053-6 / I1)

24.2.10.1 Deverão possuir aberturas para ventilação ou portas teladas podendo também ser sobrepostos. (124.054-4/I1)

24.2.10.2 Deverão ser pintados com tintas laváveis, ou revestidos com fórmica, se for o caso. (124.055-2 / I1)

24.2.11 Nas atividades e operações insalubres, bem como nas atividades incompatíveis com o asseio corporal, que exponham os empregados a poeiras e produtos graxos e oleosos, os armários serão de compartimentos duplos. (124.056-0 / I1)

24.2.12 Os armários de compartimentos duplos terão as seguintes dimensões mínimas:

a)       1,20m (um metro e vinte centímetros) de altura por 0,30m (trinta centímetros) de largura e 0,40m (quarenta centímetros) de profundidade, com separação ou prateleira, de modo que um compartimento, com a altura de 0,80m (oitenta centímetros), se destine a abrigar a roupa de uso comum e o outro compartimento, com altura de 0,40m (quarenta centímetros) a guardar a roupa de trabalho; ou (124.057-9/ I1)
b)       0,80m (oitenta centímetros) de altura por 0,50m (cinqüenta centímetros) de largura e 0,40m (quarenta centímetros) de profundidade, com divisão no sentido vertical, de forma que os compartimentos, com largura de 0,25m (vinte e cinco centímetros), estabeleçam, rigorosamente, o isolamento das roupas de uso comum e de trabalho. (124.058-7 / I1)

24.2.13 Os armários de um só compartimento terão as dimensões mínimas de 0,80m (oitenta centímetros) de altura por 0,30m (trinta centímetros) de largura e 0,40m (quarenta centímetros) de profundidade. (124.059-5 / I1)

24.2.14 Nas atividades comerciais, bancárias, securitárias, de escritório e afins, nas quais não haja troca de roupa, não será o vestiário exigido, admitindo-se gavetas, escaninhos ou cabides, onde possam os empregados guardar ou pendurar seus pertences. (124.060-9 / I1)

24.2.15 Em casos especiais, poderá a autoridade local competente em matéria de segurança e medicina do trabalho, em decisão fundamentada submetida à homologação do MTb, dispensar a exigência de armários individuais para determinadas atividades.

24.2.16 É proibida a utilização do vestiário para quaisquer outros fins, ainda em caráter provisório, não sendo permitido, sob pena de autuação, que roupas e pertences dos empregados se encontrem fora dos respectivos armários. (124.061-7 / I1)

24.3 Refeitórios

24.3.1 Nos estabelecimentos em que trabalhem mais de 300 (trezentos) operários, é obrigatória a existência de refeitório, não sendo permitido aos trabalhadores tomarem suas refeições em outro local do estabelecimento. (124.062-5 / I2)

24.3.2 O refeitório a que se refere o item 24.3.1 obedecerá aos seguintes requisitos:

a)       área de 1,00m² (um metro quadrado) por usuário, abrigando, de cada vez, 1/3 (um terço) do total de empregados por turno de trabalho, sendo este turno o que tem maior número de empregados; (124.063-3 / I1)
b)       a circulação principal deverá ter a largura mínima de 75cm (setenta e cinco centímetros), e a circulação entre bancos e banco/parede deverá ter a largura mínima de 55cm (cinqüenta e cinco centímetros). (124.064-1 / I1)

24.3.3 Os refeitórios serão providos de uma rede de iluminação, cuja fiação deverá ser protegida por eletrodutos. (124.065-0 / I2)

24.3.4 Deverão ser instaladas lâmpadas incandescentes de 150 W/6,00 m² de área com pé direito de 3,00m (três metros) máximo ou outro tipo de luminária que produza o mesmo efeito. (124.066-8 / I2)

24.3.5 O piso será impermeável, revestido de cerâmica, plástico ou outro material lavável. (124.067-6 / I1)

24.3.6 A cobertura deverá ter estrutura de madeira ou metálica e as telhas poderão ser de barro ou fibrocimento. (124.068-4 / I1)

24.3.7 O teto poderá ser de laje de concreto, estuque, madeira ou outro material adequado.

24.3.8 Paredes revestidas com material liso, resistente e impermeável, até a altura de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros). (124.069-2 / I1)

24.3.9 Ventilação e iluminação de acordo com as normas fixadas na legislação federal, estadual ou municipal. (124.070-6 / I1)

24.3.10 Água potável, em condições higiênicas, fornecida por meio de copos individuais, ou bebedouros de jato inclinado e guarda-protetora, proibindo-se sua instalação em pias e lavatórios, e o uso de copos coletivos. (124.071-4 / I2)

24.3.11 Lavatórios individuais ou coletivos e pias instalados nas proximidades do refeitório, ou nele próprio, em número suficiente, a critério da autoridade competente em matéria de Segurança e Medicina do Trabalho. (124.072-2 / I2)

24.3.12 Mesas providas de tampo liso e de material impermeável, bancos ou cadeiras, mantidos permanentemente limpos. (124.073-0 / I1)

24.3.13 O refeitório deverá ser instalado em local apropriado, não se comunicando diretamente com os locais de trabalho, instalações sanitárias e locais insalubres ou perigosos. (124.074-9 / I1)

24.3.14 É proibida, ainda que em caráter provisório, a utilização do refeitório para depósito, bem como para quaisquer outros fins. (124.075-7/I1)

24.3.15 Nos estabelecimentos em que trabalhem mais de 30 (trinta) até 300 (trezentos) empregados, embora não seja exigido o refeitório, deverão ser asseguradas aos trabalhadores condições suficientes de conforto para a ocasião das refeições. (124.076-5 / I2)

24.3.15.1 As condições de conforto de que trata o item 24.3.15 deverão preencher os seguintes requisitos mínimos:

a)       local adequado, fora da área de trabalho; (124.077-3 / I1)
b)       piso lavável; (124.078-1 / I1)
c)       limpeza, arejamento e boa iluminação; (124.079-0 / I1)
d)       mesas e assentos em número correspondente ao de usuários; (124.080-3 / I1)
e)       lavatórios e pias instalados nas proximidades ou no próprio local; (124.081-1 / I1)
f)         fornecimento de água potável aos empregados; (124.082-0 / I2)
g)       estufa, fogão ou similar, para aquecer as refeições. (124.083-8 / I1)



24.3.15.2 Nos estabelecimentos e frentes de trabalho com menos de 30 (trinta) trabalhadores deverão, a critério da autoridade competente, em matéria de Segurança e Medicina do Trabalho, ser asseguradas aos trabalhadores condições suficientes de conforto para as refeições em local que atenda aos requisitos de limpeza, arejamento, iluminação e fornecimento de água potável.

24.3.15.3 Ficam dispensados das exigências desta NR:

a) estabelecimentos comerciais bancários e atividades afins que interromperem suas atividades por 2 (duas) horas, no período destinado às refeições;
b) estabelecimentos industriais localizados em cidades do interior, quando a empresa mantiver vila operária ou residirem, seus operários, nas proximidades, permitindo refeições nas próprias residências.

24.3.15.4 Em casos excepcionais, considerando-se condições especiais de duração, natureza do trabalho, exigüidade de área, peculiaridades locais e tipo de participação no PAT, poderá a autoridade competente, em matéria de Segurança e Medicina no Trabalho, dispensar as exigências dos subitens 24.3.1 e 24.3.15.2, submetendo sua decisão à homologação do Delegado Regional do Trabalho. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.3.15.5 Nos estabelecimentos em que trabalhem 30 (trinta) ou menos trabalhadores, poderão, a critério da autoridade competente, em matéria de Segurança e Medicina do Trabalho, ser permitidas às refeições nos locais de trabalho, seguindo as condições seguintes:

a) respeitar dispositivos legais relativos à segurança e medicina do trabalho;
b) haver interrupção das atividades do estabelecimento, nos períodos destinados às refeições;
c) não se tratar de atividades insalubres, perigosas ou incompatíveis com o asseio corporal.

24.4 Cozinhas

24.4.1 Deverão ficar adjacentes aos refeitórios e com ligação para os mesmos, através de aberturas por onde serão servidas
as refeições.

24.4.2 As áreas previstas para cozinha e depósito de gêneros alimentícios deverão ser de 35% (trinta e cinco por cento) e 20% (vinte por cento) respectivamente, da área do refeitório.

24.4.3 Deverão ter pé-direito de 3,00 (três) no mínimo.

24.4.4 As paredes das cozinhas serão construídas em alvenaria de tijolo comum, em concreto ou em madeira, com revestimento de material liso, resistente e impermeável - lavável em toda a extensão.

24.4.5 Pisos-idênticos ao item 24.2.5.

24.4.6 As portas deverão ser metálicas ou de madeira, medindo no mínimo 1,00 metro por 2,10 metros.

24.4.7 As janelas deverão ser de madeira ou de ferro, de 60 cm x 60 cm, no mínimo.
    24.4.7.1 As aberturas, além de garantir suficiente aeração, devem ser protegidas com telas, podendo ser melhorada a ventilação através de exaustores ou coifas.

24.4.8 Pintura - idêntico ao item 24.5.17.

24.4.9 A rede de iluminação terá sua fiação protegida por eletrodutos.

24.4.10 Deverão ser instaladas lâmpadas incandescentes de 150 W/4,00m² com pé-direito de 3,0 m máximo, ou outro tipo de luminária que produza o mesmo efeito.

24.4.11 Lavatório dotado de água corrente para uso dos funcionários do serviço de alimentação e dispondo de sabão e toalhas.

24.4.12 Tratamento de lixo, de acordo com as normas locais do Serviço de Saúde Pública.

24.4.13 É indispensável que os funcionários da cozinha encarregados de manipular gêneros, refeições e utensílios, disponham de sanitário e vestiário próprios, cujo uso seja vedado aos comensais e que não se comunique com a cozinha.


24.5.1 Conceituação.
    24.5.1.1 Alojamento é o local destinado ao repouso dos operários.

24.5.2 Características gerais.
    24.5.2.1 A capacidade máxima de cada dormitório será de 100 (cem) operários.
    24.5.2.2 Os dormitórios deverão ter áreas mínimas dimensionadas de acordo com os módulos (camas/armários) adotados e capazes de atender ao efeito a ser alojado, conforme o Quadro I.

Nº de Operáriostipos de cama e área respectiva (m2)área de circulação lateral à cama (m2)área de armário lateral à cama (m2)áreta total (m2)
1simples
1,9 x 0,7 = 1,33
1,45 x 0,6 = 0,870,6 x 0,45 = 0,272,47
21,9 x 0,7 = 1,331,45 x 0,6 = 0,870,6 x 0,45 = 0,272,47

Serão permitidas o máximo de 2 (duas) camas na mesma vertical.

24.5.3 Os alojamentos deverão ser localizados em áreas que permitam atender não só às exigências construtivas como também evitar o devassamento aos prédios vizinhos.

24.5.4 Os alojamentos deverão ter um pavimento, podendo ter, no máximo, dois pisos quando a área disponível para a construção for insuficiente.

24.5.5 Os alojamentos deverão ter área de circulação interna, nos dormitórios, com a largura mínima de 1,00 metro.

24.5.6 O pé-direito dos alojamentos deverá obedecer às seguintes dimensões mínimas.
a) 2,6m para camas simples;
b) 3,0m para camas duplas.

24.5.7 As paredes dos alojamentos poderão ser construídas em alvenaria de tijolo comum, em concreto ou em madeira.

24.5.8 Os pisos dos alojamentos deverão ser impermeáveis, laváveis e de acabamento áspero. Deverão impedir a entrada de
umidade e emanações no alojamento. Não deverão apresentar ressaltos e saliências, sendo o acabamento compatível com as
condições mínimas de conforto térmico e higiene.

24.5.9 A cobertura dos alojamentos deverá ter estrutura de madeira ou metálica, as telhas poderão ser de barro ou de
fibrocimento, e não haverá forro.
    24.5.9.1 O ponto do telhado deverá ser de 1:4, independentemente do tipo de telha usada.

24.5.10 As portas dos alojamentos deverão ser metálicas ou de madeira, abrindo para fora, medindo no mínimo 1,00m x 2,10m para cada 100 operários.

24.5.11 Existindo corredor, este terá, no mínimo, uma porta em cada extremidade, abrindo para fora.

24.5.12 As janelas dos alojamentos deverão ser de madeira ou de ferro, de 60cm x 60cm, no mínimo.
    24.5.12.1 A parte inferior do caixilho deverá se situar, no mínimo, no plano da cama superior (caso de camas duplas) e à
altura de 1,60 do piso no caso de camas simples.

24.5.13 A ligação do alojamento com o sanitário será feita através de portas, com mínimo de 0,80 m x 2,10 m.

24.5.14 Todo alojamento será provido de uma rede de iluminação, cuja fiação deverá ser protegida por eletrodutos.

24.5.15 Deverá ser mantido um iluminamento mínimo de 100 lux, podendo ser instaladas lâmpadas incandescentes de 100W/8,00 m² de área com pé-direito de 3 (três) metros máximo, ou outro tipo de luminária que produza o mesmo efeito.

24.5.16 Nos alojamentos deverão ser instalados bebedouros de acordo com o item 24.6.1.

24.5.17 As pinturas das paredes, portas e janelas, móveis e utensílios, deverão obedecer ao seguinte:
a) alvenaria - tinta de base plástica;
b) ferro - tinta a óleo;
c) madeira - tinta especial retardante à ação do fogo.

24.5.18 As camas poderão ser de estrutura metálica ou de madeira, oferecendo perfeita rigidez.

24.5.19 A altura livre das camas duplas deverá ser de, no mínimo, 1,10m contados do nível superior do colchão da cama de
baixo, ao nível inferior da longarina da cama de cima.
    24.5.19.1 As camas superiores deverão ter proteção lateral e altura livre, mínima, de 1,10 m do teto do alojamento.
    24.5.19.2 O acesso à cama superior deverá ser fixo e parte integrante da estrutura da mesma.
    24.5.19.3 Os estrados das camas superiores deverão ser fechados na parte inferior.

24.5.20 Deverão ser colocadas caixas metálicas com areia, para serem usadas como cinzeiros.

24.5.21 Os armários dos alojamentos poderão ser de aço ou de madeira, individuais, e deverão ter as seguintes dimensões mínimas: 0,60m de frente x 0,45m de fundo x 0,90m de altura.

24.5.22 No caso de alojamentos com dois pisos deverá haver, no mínimo, duas escadas de saída, guardada a proporcionalidade de 1,0m de largura para cada 100 operários;

24.5.23 Escadas e corredores coletivos principais terão largura mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros), podendo os secundários ter 0,80m.

24.5.24.1 Estes vãos poderão dar para prisma externo descoberto, devendo este prisma ter área não menor que 9m² e dimensão linear mínima de 2,00 m.

24.5.24.2 Os valores enumerados no item são aplicáveis ao caso de edificações que tenham altura máxima de 6,00m (seis metros) entre a laje do teto mais alto e o piso mais baixo.

24.5.25 No caso em que a vertical Vm entre o teto mais alto e o piso mais baixo for superior a 6,00 m, a área do prisma, em
metros quadrados, será dada pela expressão V2/4 (o quadrado do valor V em metros dividido por quatro), respeitando-se, também, o mínimo linear de 2,00m para uma dimensão do prisma.

24.5.26 Não será permitido ventilação em dormitório, feita somente de modo indireto.

24.5.27 Os corredores dos alojamentos com mais de 10 metros de comprimento terão vãos para o exterior com área não inferior a 1/8 (um oitavo) do respectivo piso.

24.5.28 Nos alojamentos deverão ser obedecidas as seguintes instruções gerais de uso:
a) todo quarto ou instalação deverá ser conservado limpo e todos eles serão pulverizados de 30 em 30 dias;
b) os sanitários deverão ser desinfetados diariamente;
c) o lixo deverá ser retirado diariamente e depositado em local adequado;
d) é proibida, nos dormitórios, a instalação para eletrodomésticos e o uso de fogareiro ou similares.

24.5.29 É vedada a permanência de pessoas com moléstias infectocontagiosas.

24.5.30 As instalações sanitárias, além de atender às exigências do item 24.1, deverão fazer parte integrante do alojamento ou estar localizadas a uma distância máxima de 50,00 (cinqüenta metros) do mesmo.

24.5.31 O pé-direito das instalações sanitárias será, no mínimo, igual ao do alojamento onde for contíguo sendo permitidos rebaixos para as instalações hidráulicas de, no máximo, 0,40m (quarenta centímetros).

24.6 Condições de higiene e conforto por ocasião das refeições. (Alteração dada pela Portaria nº 13, de 17/09/93)

     24.6.1 As empresas urbanas e rurais, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, e os órgãos governamentais devem oferecer a seus empregados e servidores condições de conforto e higiene que garantam refeições adequadas por ocasião dos intervalos previstos na jornada de trabalho. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.1.1 A empresa que contratar terceiros para a prestação de serviços em seus estabelecimentos deve estender aos trabalhadores da contratada as mesmas condições de higiene e conforto oferecidas aos seus próprios empregados. (Alterado
pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.2 A empresa deverá orientar os trabalhadores sobre a importância das refeições adequadas e hábitos alimentares saudáveis. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.3 Na hipótese de o trabalhador trazer a própria alimentação, a empresa deve garantir condições de conservação e
higiene adequadas e os meios para o aquecimento em local próximo ao destinado às refeições. (Alterado pela Portaria SSST
n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.3.1 Aos trabalhadores rurais e aos ocupados em frentes de trabalho devem ser oferecidos dispositivos térmicos que atendam ao disposto neste item, em número suficiente para todos os usuários. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de
setembro de 1993)

24.6.3.2 Os recipientes ou marmitas utilizados pelos trabalhadores deverão ser fornecidos pelas empresas, devendo atender às exigências de higiene e conservação e serem adequados aos equipamentos de aquecimento disponíveis. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.4 Caberá à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - CIPATR, ao Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT e ao Serviço Especializado em Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural - SEPATR, quando houver, promoverem a divulgação e zelar
pela observância desta Norma. (Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.5 Os sindicatos de trabalhadores que tiverem conhecimento de irregularidades quanto ao cumprimento desta Norma, poderão denunciá-las ao Ministério do Trabalho e solicitar a fiscalização dos respectivos órgãos regionais. (Alterado pela
Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.6.6 As empresas que concederem o benefício da alimentação aos seus empregados poderão inscrever-se no Programa de
Alimentação do Trabalhador - PAT, do Ministério do Trabalho, obedecendo aos dispositivos legais que tratam da matéria.
(Alterado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.7 Disposições gerais(Renumerado pela Portaria SSST n.º 13, de 17 de setembro de 1993)

24.7.1 Em todos os locais de trabalho deverá ser fornecida aos trabalhadores água potável, em condições higiênicas, sendo proibido o uso de recipientes coletivos. Onde houver rede de abastecimento de água, deverão existir bebedouros de jato inclinado e guarda protetora, proibida sua instalação em pias ou lavatórios, e na proporção de 1 (um) bebedouro para cada 50 (cinqüenta) empregados.
    24.7.1.1 As empresas devem garantir, nos locais de trabalho, suprimento de água potável e fresca em quantidade superior a 1/4 (um quarto) de litro (250ml) por hora/homem trabalho.
    24.7.1.2 Quando não for possível obter água potável corrente, essa deverá ser fornecida em recipientes portáteis hermeticamente fechados de material adequado e construídos de maneira a permitir fácil limpeza.

24.7.2 A água não-potável para uso no local de trabalho ficará separada e deve ser afixado aviso de advertência da sua não potabilidade.

24.7.3 Os poços e as fontes de água potável serão protegidos contra a contaminação.

24.7.4 Nas operações em que se empregam dispositivos que sejam levados à boca, somente serão permitidos os de uso estritamente individual, substituindo, sempre que for possível, por outros de processos mecânicos.

24.7.5 Os locais de trabalho serão mantidos em estado de higiene compatível com o gênero de atividade. O serviço de limpeza será realizado, sempre que possível, fora do horário de trabalho e por processo que reduza ao mínimo o levantamento de poeiras.

24.7.6 Deverão os responsáveis pelos estabelecimentos industriais dar aos resíduos destino e tratamento que os tornem inócuos aos empregados e à coletividade.



*DICA: Caso você esteja trabalhando num local de trabalho que não lhe dê condições minímas sanitárias e de conforto, faça o seguinte procedimento:
1) Tire foto do local de trabalho;
2) Registre tal fato ao conhecimento do Téc.Segurança de Trabalho de sua empresa e se possível solicite uma visita do tec.trabalho ao seu local de trabalho;
3) Registre em livro de ocorrência as condições do seu posto de serviço, como condições de higiene, conforto e pontos vulneráveis de invasão;
4) Procure o sindicato de sua região e relate tal fato e peça providências;


No mais é só aguardar um retorno, caso não obtenha sucesso de sua reclamação guarde suas fotos e reclamações e futuramente se quiser procure seus direitos trabalhistas.


Fonte:http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr24.htm

17 de abr. de 2012

PEC REDUZ TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO PARA APOSENTADORIA DE VIGILANTE

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados pode votar a admissibilidade da PEC 334/09, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), que dá nova redação ao parágrafo 5º do artigo 40, e 8º do artigo 201 da Constituição, para incluir o vigilante no requisito de redução do tempo de contribuição para fins de aposentadoria. O relator, favorável à proposta, é o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 334/09, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), que reduz em cinco anos o tempo de contribuição ou a idade mínima para o vigilante se aposentar. De acordo com a proposta, a medida valerá para os vigilantes que comprovarem tempo de exercício exclusivo de atividades relativas à segurança pública ou à privada. Assim, caso a proposta seja aprovada, vigilantes poderão se aposentar aos 55 anos de idade ou 30 de contribuição, se homem; e aos 50 anos de idade ou 25 de contribuição, se mulher. Atualmente, a Constituição já prevê essa regra para os professores da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio.
Estresse Gilmar Machado argumenta que os vigilantes estão submetidos a estresse que prejudica sua saúde. "Esses profissionais cumprem escalas de plantões noturnos e de fins de semanas, correndo permanente risco de vida para defender a sociedade", diz Machado. O parlamentar lembra ainda que, até 1995, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reconheceu a atividade de guarda nas condições exigidas para aposentadoria especial, com redução de cinco anos no tempo exigido para aposentadoria."Entretanto, diante da política de ajuste das contas previdenciárias que tem vigorado desde então, a qual analisa apenas a economia das contas previdenciárias, os vigilantes deixaram de ter sua atividade reconhecida como perigosa", destaca.Apesar do novo entendimento do INSS, argumenta Gilmar Machado, o Judiciário reconheceu, em diversos casos, a periculosidade da profissão e concedeu a vigilantes o direito de contar o tempo de sua atividade como especial.
Tramitação
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania analisará a admissibilidade da PEC. Se aprovada, a proposta será examinada por comissão especial e votada pelo Plenário em dois turnos.
Fonte: Agência Câmara e Diap

14 de abr. de 2012

BANDIDOS ROUBAM 32 ARMAS EM EMPRESA DE SEGURANÇA EM CURITIBA



PLANTÃO DE POLÍCIA
Assaltantes levaram 32 armas da empresa empresa de segurança localizada na Rua México, bairro Bacacheri em Curitiba, na noite desta quarta-feira 11 / 04 / 2012. Por volta das 22h, quatro homens armados invadiram o local e renderam três seguranças (um que estava no portão e outros dois que estavam no interior da empresa) e levaram inclusive armas de grosso calibre e coletes à prova de balas.
Vinte revólveres calibre 38 e 12 espingardas calibre 12 foram levadas, além de 24 coletes balísticos. As armas estavam guardadas em um cofre, onde também havia dinheiro, que não foi levado.
Após assalto, bandidos invadem estacionamento de shopping no Batel
Onda de assaltos preocupa moradores e comerciantes em Piraquara
O delegado Rodrigo Brown afirmou que policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) já estão investigando o caso na tentativa de recuperar o armamento. “Funcionários e ex-funcionários estão sendo procurados e ouvidos, para que possamos localizar possíveis envolvidos no crime”, afirmou.
Para João Soares, presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região, o caso deve ser investigado com atenção, pois a empresa está passando por dificuldades financeiras. “Desde o ano passado a empresa não tem conseguindo honrar seus pagamentos e está funcionando com um efetivo reduzido. Isso pode ter facilitado a ação dos bandidos”, afirma. Ele também ressalta que um caso similar foi registrado em uma filial da empresa, em Londrina, no mês de Janeiro.
Até agora nenhum representante da empresa foi encontrado para comentar o caso.

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br

24 de mar. de 2012

PRIMEIRA E ÚNICA EMPRESA DE SEGURANÇA DO PARANÁ A REALIZAR TREINAMENTO COM O COPE- POLÍCIA CIVIL

 e única 
VÍDEO DE SEGURANÇA

Primeira empresa de segurança privada do estado do paraná á  INTERSEPT recebe um treinamento com o grupo COPE - Centro de Operações de Policiais Especiais da Polícia Civil do estado do Paraná, o que  nós profissionais de segurança privada temos que ter em mente é o seguinte, que os serviços de segurança privada e os profissionais estão cada vez mais integrado com os orgãos de segurança pública, por isso o interesse dos orgãos de segurança pública e poder dentro de sua possibilidades capacitar os profissionais de segurança privada a interagir em situações de abordagem e prisão, e nós todos  profissionais de segurança privada  representado por está empresa mostrando o nosso valor e  comprometimento em  prestar serviços cada vez mais qualificado e sério, é como o lema que sempre digo "Nós profissionais de segurança privada não queremos ser apenas  qualificados e sim  os melhores no que fazemos". Parabéns pelos policiais que tiveram um tempo para passar algumas dicas e treinamento aos profissionais de segurança e pelo investimento da empresa em capacitar  e exigir serviços mais qualificados e competentes de seus colaboradores, quem ganha com tudo isto é os clientes e a sociedade  que poderão ter a certeza de bons profissionais no mercado de trabalho, esperamos agora que este tipo de treinamento e parceria possa com o  passar dos tempos a outras empresas e profissionais, mesmo que qualquer curso fora da grade de disciplina da Polícia Federal  não seja reconhecido vale aí o conhecimento, aprendizado e qualificação do profissional.PARABÉNS À TODOS.

Autor da matéria: ASP Paulo Mello 

19 de mar. de 2012

COMO CONTRATAR UM SERVIÇO DE VIGILÂNCIA DENTRO DA LEI

SEGURANÇA PRIVADA
"Segurança é que nem futebol." Todo mundo acha que entende””. A frase de Hugo Tizaka, diretor  executivo da National Security  Academy (NSA Brasil), empresa  especializada em consultoria de segurança, resume o que geralmente acontece quando síndicos e moradores resolvem contratar uma empresa do ramo. Por falta de informações ou de recursos, não é raro encontrar condomínios ou áreas residenciais que recorrem a serviços de firmas clandestinas, o que pode gerar transtornos e aumentar o risco de acidentes.
“Quando o assunto é segurança, há muitas questões envolvidas, inclusive técnicas. O problema é que os moradores acham que podem cuidar do assunto sozinhos””, afirma Tizaka.
Segundo a Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp-RJ), órgão da Polícia Federal, 185 empresas clandestinas foram identificadas e fechadas na cidade durante operação realizada no mês passado. Já o Sindicato das Empresas Privadas do Rio (Sindesp-RJ) informa que, para cada um vigilante legalizado, existem três ilegais.
Para se proteger, o primeiro passo é saber o que diz a lei federal 7.102/83 e suas portarias, que estabelecem normas para o funcionamento de empresas particulares de vigilância. Ou recorrer ao Sindesp-RJ para tirar dúvidas e pedir orientações.
“O sindicato tem meios para informar ao morador não só o tamanho de uma empresa, mas também dizer se ela é legal. É necessário que a firma tenha certificado de funcionamento da Polícia Federal, renovável a cada ano””, avisa o vice-presidente Alfredo Soares.
Os vigilantes, por sua vez, não podem ter antecedentes criminais ou estar envolvidos em processos judiciais. O treinamento que recebem também é um ponto importante: na legislação, consta que eles devem passar por processos de reciclagem a cada dois anos, em escolas específicas de formação.
“A carga horária do curso, que tem cerca de 40 disciplinas, é de 160 horas. Além de manejar uma arma, o profissional aprende noções de primeiros socorros, análise de risco e gerenciamento de crises, entre outros temas. É mais complexo do que as pessoas imaginam”, conta Helder Andrade, sócio-diretor da Forbin, escola com 17 anos de experiência no mercado.
ARMAS, SÓ DENTRO DE PROPREDADE PRIVADA – A lei diz ainda que os vigilantes só podem circular armados se estiverem dentro de pro¬priedades privadas. O uso de armamento em logradouro público é proibido, inclusive em ruas fechadas com cancelas pela prefeitura.
“Não importa se os moradores conseguiram autorização para fechar uma rua e caracterizá-la como condomínio. A via continua sendo pública e ninguém pode ser impedido de entrar, mesmo que haja cancela. Diante disso, a lei entende que é crime usar armas nesses locais”, esclarece o delegado Luiz Sérgio Góes, chefe da Delesp-RJ.
Especialistas também alertam para outra questão: a atuação de policiais militares como seguranças em condomínios. A dupla jornada, além de proibida por lei, é classificada como transgressão disciplinar no estatuto da corporação, que preza como dever do policial a dedicação integral ao serviço.
“O servidor público não pode ter outra fonte de renda. Esse desrespeito pode acarretar problemas jurídicos para quem contrata o serviço”, avisa Tizaka.
Ao menos é o que prevê dois estatutos criados recentemente para unificar a regulamentação das atividades de segurança privada no país. O primeiro, proposto em outubro de 2007 pelo deputado federal William Woo (PSDB/SP), tramita na Câmara dos Deputados. O segundo, elaborado em 20 de maio deste ano pela Polícia Federal, acaba de ser entregue ao Ministério da Justiça. Mesmo sem previsão de aprovação, os documentos já causam expectativa entre associações e empresas do ramo, que apontam, como uma de suas principais contribuições, a criminalização de condutas antes indiferentes na esfera penal.
Contratar serviços ilegais de segurança, armada ou não, passará a ser crime, com pena de seis meses a dois anos de detenção, mais multa. Já a penalidade para o desempenho de atividades de segurança privada sem autorização ou em desacordo com a lei pode chegar a oito anos de reclusão, com aumento da níetade do tempo, caso o envolvido seja policial, militar, guarda municipal ou metropolitano.
“Hoje, a pena para quem organiza uma empresa ilegal se restringe só ao fechamento administrativo da empresa!, explica Tatiana Cadiz, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (Abseg).
Apesar de tantos detalhes, Raimundo Castro, consultor de segurança do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), garante que contratar uma empresa confiável de segurança é simples. Basta buscar, garante, boas referências no mercado e entre os síndicos:
-  Procurar empresas de consultoria sem amarras comerciais e capacitadas para fazer análise de risco também é um bom caminho.
Foi atrás de boas indicações que a administração do Atlântico Sul, na Barra, contratou a Vise, com 37 anos de experiência em segurança. São 38 vigilantes protegendo seis blocos e 430 apartamentos.
-  Alguns estão aqui há 15 anos. Já estabelecemos uma relação de amizade e confiança, o que é fundamental – conta o síndico-geral Ronaldo Carvalho.
Avanço tecnológico não diminui a importância da mão-de-obra 
ATUAÇÃO DE VIGILANTES CONTRIBUI PARA EFICÁCIA DE SISTEMAS ELETRÔNICOS - A expectativa da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) é que o mercado de tecnologia da segurança cresça 14% este ano, fechando dezembro com um faturamento de US$ 1,6 bilhão. Apesar disso, garantem especialistas, a figura do vigia ainda é indispensável. “Se o condomínio só tiver equipamentos ou homens, ele será frágil. O risco de uma invasão só cai quando ambos funcionam de forma integrada”, afirma Jorge Lordellp, consultor em segurança.
Para Raimundo Castro, do Secovi Rio, não importa o quanto a tecnologia tenha avançado: ela não substitui o vigilante. “O máximo que pode acontecer é uma redução do efetivo”, ressalta o especialista.
Hugo Tizaka, da NSA Brasil, vai mais além. De acordo com o consultor, o fator humano é mais importante do que a infra-estrutura do condomínio e os equipamentos nele instalados, como sistema de câmeras e sensores infravermelho.
“Por ser mais dinâmico e de fácil adaptação a vários ambientes, o homem potencializa os outros elementos. No entanto, é primordial que todos colaborem, inclusive funcionários e moradores”, diz.
Higor Kuntze, coordenador operacional da empresa de segurança Gocil, empresa paulista com filial no Rio, concorda:
-  O comportamento e a capacidade de interpretação de diferentes situações, antes ou durante um evento, só pode ser realizada por uma pessoa. Já para Selma Migliori, presidente da Abese, dependendo de qual sistema de segurança for utilizado, ele pode até substituir a mão-de-obra. Mas o ideal é que um complemente o outro, de forma que a segurança eletrônica amplie a eficiência da humana:
-  Para ter certeza disso, a pessoa não pode instalar um sistema de forma aleatória. Cada imóvel possui uma particularidade e, portanto, uma necessidade específica. É muito importante que o consumidor tenha consciência da importância de realizar uma análise de risco.
NEGLIGÊNCIA GERA FALSA SENSAÇÃO DE SEGURANÇA - Para Andrea Macedo, superintendente da Embrase, empresa de segurança com 20 anos de atuação no mercado, infelizmente nem sempre isso acontece.
“Muitas vezes as administradoras de condomínios, com o apoio dos síndicos, visam apenas ao menor preço e acabam contratando empresas de portaria, ao invés de optarem por companhias especializadas que atuam com vigilantes treinados para prever e inibir assaltos”, lamenta Andrea.O resultado desse tipo de negligência, segundo Lordello especialista em segurança,  é o clássico “barato que sai caro”. Ou seja, uma falsa sensação de segurança: 
-  Boa parte dos prédios conta com pessoas que não têm nenhuma formação na área. Muitos não são, sequer, porteiros. Quando esse funcionário falta é comum o síndico pedir ao zelador ou ao rapaz da limpeza para ficar na portaria, o que é um erro grave. 
Ainda segundo o consultor, de uns anos para cá, entretanto, tem aumentado a conscientização, quando o assunto é contratar uma-empresa legalizada e confiável:
-  Os administradores estão percebendo, cada vez mais, que é melhor terceirizar esse tipo de serviço do  que deixar nas mãos de pessoas despreparadas.
Eu ASP Paulo Mello deixo um outro fato que  é o famoso guarda de rua, pessoas que tempo atrás faziam suas rondas com bicicletas e que  com o passar do tempo começaram a fazer suas rondas  de motocicletas nos bairros de grandes e pequenas cidades,infelizmente são  pessoas geralmente sem curso de formação de vigilantes, despreparadas,desempregadas e sem noção de segurança, micro empresas ou até mesmo serviço autônomos sem estrutura física de apoio em caso de arrombamento ou furto,  fornecendo as pessoas  um preço acessível em média por R$20,00 ou R$30,00 um serviço desqualificado e sem segurança, dando as pessoas invés de segurança    a verdadeira  insegurança, é como se diz uma frase " Segurança é coisa séria", não se brinca com segurança ou ela é estruturada ou não, este tipo de serviço está se acabando por conta própria, por causa que muitos não querem ou não tem condições de investimentos, o cliente quer segurança em todos os sentidos desde de  física das instalações como ressarcimento de prejuízos.
Lembre-se vigilância clandestina é crime, denuncie na Polícia Federal.
Fonte: O Globo

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