"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

2 de mai. de 2011

AS RUAS QUE FAZEM BARULHO.



                                                       INFORMAÇÃO
José Francisco Perei­ra, no loteamento Rio Bonito, Tatuquara; e a Luís Kulla, no Santo Inácio, são vias públicas com algo em comum. Hoje, além dos nomes de “batismo”, também são conhecidas como “ruas da sirene”. Mo­­tivados pela insegurança, moradores resolveram instalar equipamentos sonoros em locais estratégicos. É unânime entre eles a eficácia do dispositivo, aliado, em al­­guns casos, às câmeras de vigilância. Resta am alguns casos a mobilização das comunidades, sem a qual o sistema pode não passar de uma substituição da polícia pela população.

A primeira rua a receber as sirenes foi a Neuza de Fátima Ferreira, no Pinheirinho, em 2008. Na ocasião, 36 moradores aderiram às tra­­quitanas. Atualmente, 60 residências dispõem dos equipamentos.
Sinal de alerta
O estado ausente
Para o sociólogo Lindomar Bonetti, da Pontifícia Universidade Católica (PUCPR), a busca por alternativas na segurança de uma comunidade significa um sintoma claro de que o estado não consegue cumprir seu papel. “É preocupante a instituição de uma organização social paralela”, garante o especialista. Em contrapartida, reforça, quando se fala em busca coletiva de uma solução, com a presença e respaldo do estado, há indícios de que estão sendo criados laços de solidariedade.
O responsável pela Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, Silvan Rodney Pereira, vai além.
Se existe essa complementação na área de segurança é decorrente da deficiência de policiais e de falta de projetos modernos capazes de cobrir lacunas existentes no setor. “Medidas alternativas devem ser experimentadas na prática para diagnosticar resultados”. Mesmo não condenando a atitude da comunidade, o delegado ressalta que há o deslocamento do criminoso para outros lugares onde possa agir livremente.
O precursor foi o cabeleireiro Ronaldo Pereira Farias, 40 anos. Ele teve a ideia depois de uma conversa informal com os vizinhos. A rotina da rua era de duas invasões de casas por semana, pichações de muros e presença de dependentes químicos nas redondezas. “Quem manda na rua agora somos nós”, diz.
Segundo Farias, o sistema custa em torno de R$ 100. Graças a sua iniciativa, tem sido procurado por outros moradores para dar consultoria na instalação. Os clientes mais recentes vieram dos bairros do Xaxim e do Portão.
O morador argumenta que não basta dispor de sirenes e câmeras, é preciso criar um novo comportamento na comunidade, com práticas paralelas que auxiliem no combate à criminalidade. “A sirene é só um meio de chamar a atenção. O que importa realmente é a parceria entre os que vivem na rua”, co­­menta Farias.
Algumas dicas ajudam a comprometer as pessoas com o sistema, como a colocação do lixo so­­mente no dia de passagem dos ca­­minhões – garantindo a limpeza pública –, e o respeito ao horário das festas, que só podem durar até meia-noite. Mas não fica por aí. Em caso de doença ou acidente a sirene deve ser acionada para que os moradores possam ajudar quem precisa.
O benefício, garante Farias, não fica restrito somente à rua com sirenes. O entorno se beneficia com a redução de assaltos e com a inibição do tráfico de drogas.
O movimento da rua é gravado 24 horas. Graças a essa vigilância, Sérgio Barbosa de Farias, 32 anos, foi salvo de um assalto quando voltava de uma festa na madrugada. “Um simples telefonema do vizinho da frente me salvou”, conta ele. No caso de emergência, a orientação é que todos os moradores acionem a sirene e se comuniquem entre si, para que a polícia seja acionada. “Não podemos agir como polícia e nem temos a pretensão de que ela possa estar em todos os lugares”, argumenta.
União
A Rua Luís Kulla, no Santo Inácio, é o mais novo endereço do sistema. Há dois meses, três sirenes foram dispostas na rua e cada morador possui duas campainhas de acionamento. A proposta surgiu em uma reunião de moradores depois de alguns assaltos na região. Na época, o Seminário da Sagrada Família foi um dos locais assaltados. “É uma manifestação de que o perigo existe sim, mas queremos demonstrar que estamos unidos”, diz o padre Adriano Da Levedore, responsável pelo seminário.
O religioso lembra que, além da segurança garantida, uma das vitórias do projeto é o resgate da união dos moradores. “O objetivo não é fofocar, mas sim contribuir com o bem-estar coletivo”.

Poder público
Uma iniciativa da Secretaria Municipal de Defesa Social - Guarda Municipal de Curitiba, vai garantir, nos próximos meses, 57 câmeras monitoradas no bairro do Sítio cercado, instaladas em escolas, agências bancárias, pontos de ônibus, entre outros. Na sequência será a vez do Cajuru, um dos cinco com maior número de homicídios em Curitiba.
O lote do Sítio Cercado vem se somar às 116 câmaras já instaladas, levando para a região um modelo implantado anteriormente no Anel Central, em Ruas da Cidadania e em alguns parques de Curitiba. “A eficiência é total porque os marginais migram”, afirmou  o ex- secretário municipal da Defesa Social Marcus Vinicíus Michelotto, hoje em 2011 é  secretário estadual de segurança pública.

Em um futuro próximo, a expectativa é ter os equipamentos instalados em toda Curitiba, monitorados por uma central. Pela experiência, a criminalidade tende a cair em torno de 62% em áreas monitoradas.
Para Michelotto a participação da população na criação de mecanismos que busquem a segurança é positiva. “A polícia não é onipresente. A segurança pública não é só responsabilidade do estado”, admite. Ele lembra que 90% dos crimes são resolvidos através do envolvimento população.
Vizinhos se aproximam para inibir criminalidade
Há quem acredite que a boa convivência com vizinhos, sem recorrer a câmeras e outros equipamentos eletrônicos, também seja uma alternativa satisfatória. A aproximação pessoal e a orientação de conceitos de cidadania foram as apostas de um morador da Rua Azis Surugi, no bairro Boqueirão, em Curitiba. A iniciativa conhecida como Vizinhança, criada e implantada há seis meses pelo capitão Alexandre Bruel Stange, da Polícia Militar, é aceita por todas as 28 famílias moradoras do logradouro.
A primeira ação da comunidade foi estar mais presente em duas praças que ficam no fim da rua para fazer com que usuários de drogas deixassem de frequentar o local. A pintura de muros, o plantio de árvores e a manutenção de calçadas vieram na sequência, sempre com a ajuda dos moradores.
O método consiste na troca de telefones e e-mails, além do uso de apitos em casos de emergência. Se for à noite, os moradores foram orientados a acender as luzes de casa. Cinco emissões sonoras significam uma mensagem de socorro aos vizinhos próximos. “Atualmente, o número de assaltos no local zerou. Existe uma sensação de segurança e uma vigilância natural por parte dos moradores”, afirma Stange. Ele acredita que a segurança não se dá somente pela presença do aparato policial. A ideia de Stange já foi disseminada em ruas de outros bairros como Santa Felicidade e Hugo Lange.
A mobilização entre vizinhos também tem sido uma das formas de manter a segurança entre os moradores da Vila Rigoni, no Fazendinha. A ideia de trocar números de telefones surgiu na gestão do conselho de segurança (Conseg), em 2006, e, mesmo com a desativação do grupo, no ano passado, ela se mantém ativa entre as 200 famílias do local. Com isso, não foram mais registrados crimes. Antes era um assalto a cada noite, conforme o ex-presidente do Conseg, João Carlos de Lima. Nas reuniões, foi incentivada a comunicação entre os vizinhos e o uso do telefone 181, para fazer denúncias anônimas. “O resultado foi a dispersão dos traficantes, porque eles sabem que o pessoal está em alerta e tem controle da situação”, afirma Lima.
No Bairro Alto existe um programa similar desde 2003. Lá, o Conseg do bairro o chamou de Vizinho Solidário e, até o momento, tem sido divulgado boca-a-boca. Por enquanto, são duas ruas atendidas. Em outra, os moradores preferiram instalar um sistema sonoro. “Infelizmente, a comunidade não tem respondido como gostaríamos, ela só se preocupa quando o problema aparece”, afirma Marcos Murilo Holz­­man, presidente do Conseg. Na opinião dele, os problemas com a criminalidade começam com o álcool na infância, passam pelas drogas e o furto para manter o vício. “Hoje já passamos o patamar do suportável. Mas o círculo vicioso só vai ser resolvido quando conseguirmos pegar pela ponta”, acredita
Autor: Aline Peres

25 de abr. de 2011

MENOS ARMAS, MAIS CRIMES.


                                                                      INFORMAÇÃO
Amigos, leiam o artigo abaixo!
Mais uma prova (entre as tantas existentes!!!) de que a venda legal de armas não tem relação com a criminalidade, o blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL traz para você as informações sobre a questão do desarmamento no Brasil.
Venda de armas legais cai 90% em 10 anos. Já os homicídios...
O comércio legal de armas de fogo no Brasil sofreu uma redução de 90% (noventa por cento) entre os anos 2000 e 2010, com o fechamento das lojas especializadas na mesma proporção. Das 2,4 mil lojas existentes em 2002, sobravam, em 2008, apenas 280. Estes são os dados revelados em matéria veiculada hoje pelo portal de notíciasTerra, reunindo informações de diversas pesquisas promovidas pelo governo, setores acadêmicos e ONGs.
A informação é esclarecedora para o entendimento da relação entre a venda de armas de fogo e os índices sociais de violência. No mesmo período em que a venda de armas apresenta uma descendente que já alcança uma redução de 90%, os homicídios continuam crescendo no Brasil, conforme aponta o “Mapa da Violência 2011”, divulgado pelo Ministério da Justiça no último mês de fevereiro. De acordo com os dados desse estudo, no ano 2000 foram mortas no país 45.630 pessoas, número que, em 2008 (último pesquisado), alcançou a espantosa marca de 50.113 mortos.
Qual a conclusão? O óbvio que já não se consegue esconder: a redução do comércio legal de armas de fogo é completamente ineficaz para a redução dos índices de homicídio. Em verdade, se alguma relação se pode estabelecer entre tais critérios, é exatamente a oposta, ou seja, a de que quanto menos armas são vendidas legalmente, mais homicídios ocorrem.
O combate ao comércio legal de armas, tão aclamado por entidades antiarmas e pelo próprio governo, mostra-se, mais uma vez, diretriz de segurança pública completamente equivocada, marcada por pura e infundada ideologia desarmamentista, de resultados comprovadamente inexistentes na redução de homicídios.
Os números são os maiores inimigos dos mitos. Neste caso, mais um vai ruindo diante dos dados que não mais se podem omitir. São fatos; e contra fatos, diz-se, não há argumentos.

Autor: Fabrício Rebelo – Coordenador do MVB – Movimento Viva Brasil, região Norte / Nordeste
   

18 de abr. de 2011

TROPA DE ELITE 2 SERÁ EXIBIDO NOS EUA COM NOVO TÍTULO

                                                                 VIDEO DE AÇÃO 


Após o sucesso de sua exibição no festival de Sundance em janeiro, o filme Tropa de Elite 2, maior sucesso de bilheteria da história do Brasil, teve seus direitos comprados pela distribuidora New Video e será exibido em outubro nos Estados Unidos e no Canadá, segundo informações do Hollywood Reporter.
Para entrar no circuito norte-americano, o longa dirigido por José Padilha recebeu outro nome: Elite Squad: The Enemy Within, que em português ficaria algo comoTropa de Elite: O Inimigo Interior. A distribuidora optou por esta mudança levando em conta que o primeiro Tropa de Elite não teve uma recepção crítica muito boa no país, tentando assim dar um novo gás à franquia.
Na ocasião de lançamento de Tropa de Elite nos cinemas norte-americanos, um fato curioso ocorreu: Harvey Weinstein, um dos fundadores da produtora Weinstein Company, decidiu focar a divulgação do longa no personagem Matias, vivido por André Ramiro, em vez do Capitão Nascimento de Wagner Moura. Confira o trailer alterado abaixo.
A entrada de Tropa de Elite 2 no circuito comercial dos Estados Unidos só reforça o impacto que ele teve ao ser exibido em Sundance, ocasião em que José Padilha chamou a atenção da MGM para ser mais tarde contratado para dirigir o remake de Robocop, substituindo Darren Aronofsky (Cisne Negro).

Veja a versão norte-americana do trailer de Tropa de Elite:




 TRAILER DO FILME TROPA DE ELITE 2 - ELIT SQUAD

9 de abr. de 2011

CRIME NO RIO DE JANEIRO, RAPAZ INVADE ESCOLA E ATIRA EM ESTUDANTES, O BRASIL ESTÁ DE LUTO



                                                                         NOTÍCIAS

O Blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL e o todo o Brasil está de luto pelo crime na escola do Rio de Janeiro: Autoridades confirmam mortes de crianças após invasão de escola em Realengo
Rio – As autoridades confirmaram, nesta quinta-feira, que oito crianças morreram no ataque de um atirador a uma escola municipal de Realengo, na Zona Oeste da cidade. Nesta manhã, um homem efetuou diversos disparos contra professores e alunos causando desespero e pânico no local. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime. Cerca de 22 pessoas ficaram feridas.
Milhares de pessoas se aglomeram em frente à escola na tentativa de conseguir idetentam identificar as vítimas do atentado à escola em Realengo.
Uma multidão de pessoas se aglomeram em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas. O prefeito Eduardo Paes e representantes da Secretaria Muncipal de Educação foram para a escola para apurar o ocorrido e tomar providências necessárias.
Uma multidão de pessoas se aglomeram em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas. O prefeito Eduardo Paes e representantes da Secretaria Muncipal de Educação foram para a escola para apurar o ocorrido e tomar providências necessárias.
Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra crianças com idades entre 12 e 14 anos. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

                                             Wellington Menezes de Oliveira , o atirador

Massacre em Realengo deixa o Brasil chocado
O criminoso foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos. De acordo com o 14º BPM (Bangu), o assassino seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Há outra versão para o crime: o atirador seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos).

         Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia
Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.
Os feridos foram levados ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las. Policiais militares e enfermeiros da unidade afirmam que o cenário é de desespero, sangue e de guerra. "Tem muita confusão de pessoas e policiais aqui no Albert Schweitzer. É um completo caos", disse um morador à Rádio Band News. Os casos mais graves estão sendo transferidos para hospitais particulares e da rede federal da região.
Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados.
Cenas de horror em Realengo
Na manhã desta quinta-feira, 7 de abril, um jovem de 24 anos entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos. Ele subiu três andares do prédio e entrou numa sala onde 40 alunos da nona série assistiam a uma aula de Português, abrindo fogo contra os estudantes com idades entre 12 e 14 anos.
Testemunhas relatam um verdadeiro massacre. Wellington Menezes de Oliveira teria mirado contra a cabeça dos estudantes, com a clara intenção de matá-las. Quase trinta alunos foram baleados e mais de 10 morreram. Após o ataque, o assassino deixou uma carta de de teor fundamentalista no local. O texto continha frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas. Em seguida, ele se matou dando um tiro na própria cabeça.

Parentes e amigos de vítimas se desesperam com tragédia em Realengo
Alunos, professores e funcionários da escola acreditam que mais de cem disparos foram efetuados. Wellington, um ex-aluno do colégio, estava armado com dois revólveres e recarregou a arma durante a ação. O imenso barulho também assustou a vizinhança, que ainda ouviu os gritos de horror das crianças que, ensanguentadas, correram às ruas em busca de socorro.
Rapidamente uma multidão se formou em frente à escola. Em desespero, familiares e amigos tentavam ajudar as crianças e identificar as vítimas, ao mesmo tempo que tentavam entender os motivos do massacre.
O ministro da Educação, José Haddad, considerou este um dia de luto para a educação brasileira. Com a voz embargada, a presidente Dilma Roussef se disse chocada e consternada com o episódio e, com lágrimas nos olhos, pediu um minuto de silêncio pelos "brasileirinhos que foram retirados tão cedo de suas vidas e de seus futuros".
Abaixo você verá o video da CFTV - Circuito Fechado de TV  da escola em que o assassino atira nos estudantes e carrega a arma com speed loader, a escola tem 3 andares e o assassino encontrá-se no 1º andar da escola, quando tenta subir para o 2º andar ele é alvejado por um policial e se suícida com tiro na cabeça.

                                          

 Fonte: http://www.odiaterra.com.br/

5 de abr. de 2011

IRON MAIDEN - The trooper - Saving private Ryan

A banda Iron Maiden está no Brasil e para isso o blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL posta um video de saudação para banda o qual identifica com nós guerreiros do dia a dia que com um preparo e uma boa música nos incentiva a buscar a vitória e com diz um ditado " Será vitorioso aqueles que tem as tropas unidas por um propósito. Um exército vitorioso triunfa antes mesmo do embate." 





                                VIDEO DE MOTIVAÇÃO

1 de abr. de 2011

POLÍCIA MILITAR SUBSTITUI REVÓLVERES ANTIGOS POR PISTOLAS .

INFORMAÇÃO

Muitas unidades de corporações da  Policia Militar em todo Brasil já estão aos poucos substituindo seus antigos revólveres cal 38 por pistolas ponto 40, veja nesta matéria abaixo algumas das corporações no Brasil que já recebeu  novos armamentos e material de apoio.
A Polícia Militar de Sergipe iniciou o processo de substituição de revólveres antigos, com mais de 20 anos de uso, por pistolas ponto 40. A distribuição de novos armamentos está inserida no plano de investimentos do Governo do Estado de Sergipe / Brasil  na área da Segurança Pública, cujo objetivo é melhorar o policiamento ostensivo da capital e do interior. Inicialmente, boa parte das 500 pistolas e 170 mil munições, de vários calibres, adquiridos com recursos da corporação, serão entregues em todos os Destacamentos da Policia Militar no interior do Estado, que são as unidades com maior deficiência de armas.

Por questão de segurança, a Polícia Militar não revelou quais as unidades militares que receberão os materiais. De acordo com o relações públicas da PM, coronel José Carlos Pedroso, a meta do comando é deixar todos os policiais, enquanto estiverem trabalhando, com uma pistola. Ele ressaltou que nos destacamentos policiais do interior essa meta será alcançada ainda este ano. Os revólveres recolhidos serão levados para a Subseção de Armamento e Munição (SAM), localizado no Quartel do Comando Geral (QCG).
A título de comparação, o revólver calibre 38 tem carregamento manual, menor poder de confronto e apenas seis munições no tambor, o que prejudica a ação dos policiais em caso de troca de tiros prolongada. Já a pistola ponto 40 tem carregamento semi-automático, 12 munições, sendo uma no carregador e uma na câmara, um carregador de reserva com a mesma quantidade, totalizando 24 munições para o policial em serviço, oferecendo maior de possibilidade de reação no confronto com marginais.
Para o major Carlos Rolemberg, comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, o fato de criminosos saberem que os policiais estão com armas mais potentes vai ajudar na diminuição da criminalidade. "É uma conquista sem precedentes substituir os revólveres pelas pistolas ponto 40. Isto traz mais confiança para o policial, inibe a ação dos bandidos e aumenta a segurança para a população", frisou o major.
Segundo o coronel Pedroso, a PM está adquirindo, ainda, 100 carabinas e mais 100 pistolas, que serão incorporadas à corporação no início de 2008. "O objetivo é que até o final do próximo ano todo o policial tenha uma pistola e um colete à prova de balas à sua disposição", declarou.
Uso exclusivo de policiais
A pistola ponto 40 é uma arma de fabricação brasileira e, segundo a legislação, é de uso restrito das polícias. A arma pode ser vendida, individualmente, para policiais, desde que o interessado passe por uma série de exigências. Cada pistola custa em média R$ 2.050.
No início de novembro, o secretário Kércio Pinto anunciou a compra, pela primeira vez na história da SSP, de fuzis calibre 556. A arma, usada pelo BOPE - Batalhão de Operações Especiais do estado Rio de Janeiro -  Brasil, é fabricada nacionalmente, possui boa capacidade de tiro, é de fácil manutenção e tem as mesmas características técnicas da importada, além de ser mais barata.
Ao todo, o Governo do Estado vai investir, até o fim deste ano, mais de R$ 3 milhões na aquisição de 50 fuzis calibre 556; 500 pistolas ponto 40; dez metralhadoras portáteis; dez carabinas ponto 30 e 25 carabinas ponto 40, além de 540 algemas de aço, sendo 500 unidades tipo punho e 40 do tipo tornozelo; 50 pacotes contendo, cada um, dez algemas descartáveis e 670 coletes balísticos.
Abaixo você verá o poder de tiro da pistola ponto 40, é uma comparação que o atirador faz  do cartucho da pistola 380 com o cartucho p 40.

Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/
Video: http://www.youtube.com/
Matéria: Governo do Estado de Sergipe

COMO FUNCIONA OS REVÓLVERES ?

                                                        ARMAS E MUNIÇÕES

Introdução do revólver

Em 1830, quando tinha apenas 16 anos, Samuel Colt saiu de casa e arrumou um trabalho em um navio mercante com destino à Índia. Em seu tempo vago, ele divertia-se com desenhos de uma nova espécie de arma, uma que poderia disparar repetidamente sem precisar ser recarregada. Embora inúmeras armas de repetição já tivessem sido desenvolvidas, nenhuma delas havia se tornado popular com o público, geralmente porque eram complicadas demais e de difícil manejo.
Baseado em um cabrestante do navio, Colt desenvolveu um simples cilindro giratório para munição. Inicialmente, as pessoas não ficaram particularmente impressionadas com a nova arma; mas em torno de 1850, a companhia de Colt desfrutou um sucesso fenomenal. Em 1856, ele chegava a produzir 150 armas por dia, apenas para dar conta da crescente demanda.
Extremamente simples e de altíssima confiança, a arma teve um profundo efeito social nos Estados Unidos e, mais tarde, no resto do mundo. Armado com um revólver, qualquer um poderia matar outra pessoa em questão de segundos. Guerra, crime, aplicação da lei e até mesmo discussões cotidianas encontram um elemento novo e letal.
Nesta edição do blog Segurança Privada do Brasil , veremos o princípio básico de operação do revólver para entender por que ele permanece sendo a arma mais popular depois de mais de 150 anos no mercado. Veremos também os conceitos básicos por trás das armas de fogo e algumas armas importantes que precederam o revólver.

História das armas de fogo e seus princípios
Para entender como o revólver funciona é bom saber algo sobre armas de fogo em geral. Quase todas baseiam-se no mesmo conceito simples: aplica-se um explosivo sob pressão atrás de um projétil para lançá-lo através de um cano. A mais antiga e simples aplicação dessa idéia é o canhão.
O canhão é simplesmente um tubo de metal com uma extremidade fechada e outra aberta. A extremidade fechada tem um pequeno buraco fundido. Para carregar o canhão, você coloca a pólvora, uma mistura de carvão, enxofre e nitrato de potássio e, em seguida, uma bala de canhão. A pólvora e a bala de canhão entram na culatra, a parte posterior do calibre, o espaço aberto no canhão. Para preparar o tiro, você insere um pavio, um pedaço de material inflamável, através do furo, de modo que atinja a pólvora. Para disparar o canhão, você acende o pavio. A chama queima ao longo do pavio e finalmente atinge a pólvora.



Quando a pólvora inflama, queima rapidamente, produzindo bastante gás quente no processo. O gás quente aplica uma pressão muito maior no lado da pólvora da bala de canhão do que o ar atmosférico aplica no outro lado, o que expele a bala de canhão para fora da arma a uma grande velocidade.
As primeiras armas de mão eram essencialmente canhões em miniatura; carregava-se um pouco de pólvora, uma bala feita de aço e acendia-se um pavio. Essa tecnologia abriu caminho para as armas de ativação por gatilho, como a armas de pederneira e a cápsula explosiva.


Uma cápsula explosiva (à esquerda) e uma espingarda de pederneira (à direita), dois importantes passos para as armas de fogo modernas

A espingarda de pederneira queimava a pólvora produzindo uma minúscula fagulha, enquanto a cápsula explosiva usava o fulminato de mercúrio, um composto explosivo que poderia ser inflamado com um forte golpe. Para carregar a cápsula explosiva, vertia-se pólvora na culatra, empurrava-se uma bala e colocava-se a coifa de fulminato de mercúrio no topo de um bocal roscado. Para disparar a arma, você armava um martelo para trás e puxava o gatilho da arma. O gatilho liberava o martelo, que atingia com força a cápsula explosiva. A cápsula queimava, disparando uma pequena chama no tubo em direção à pólvora. A pólvora explodia, lançando a bala para fora do cano. Consulte Como funcionam as armas de pederneira para mais informações.
Ao longo do século 19, ou seja, nos anos de 1800, a cápsula explosiva lentamente deu lugar ao revólver, que tinha que ser recarregado somente a cada cinco ou seis disparos em vez de a cada disparo. Na seção a seguir, veremos como este sistema funciona, assista o video.




O revólver
Os primeiros revólveres usavam pólvora, balas e cápsulas como as antigas pistolas de cápsula explosiva. O atirador carregava cada uma das seis câmaras no cilindro com pólvora e um projétil e depois posicionava seis cápsulas explosivas nos bocais correspondentes. Embora o procedimento de carregamento fosse tedioso, um atirador poderia ter seis rodadas totalmente preparadas com antecipação.




Na década de 1870, esses modelos foram substituídos por revólveres que usavam cartuchos de bala, em vez de pólvora e cápsulas. Os cartuchos são uma combinação de projétil (a bala), propulsor (por exemplo, pólvora) e estopim (a cápsula explosiva), todos encerrados em uma cápsula metálica.


Em um revólver moderno, os cartuchos são carregados em seis câmaras, cada uma podendo ser posicionada na frente do cano da arma. Um martelo carregado por mola é posicionado no outro lado do cilindro, alinhado com o cano. A idéia é armar o martelo para trás, alinhar um novo cartucho entre o martelo e o cano e, em seguida, liberar o martelo puxando o gatilho. A mola lança o martelo para frente, atingindo assim, o estopim . O estopim explode, inflamando o propulsor que expele a bala para fora do cano.
O interior do cano é forrado com estrias espiraladas que giram a bala para dar estabilidade. Um cano longo proporciona estabilidade, visto que gira a bala por mais tempo. A extensão da bala aumenta também a velocidade da bala, pois a pressão do gás acelera a bala por um período de tempo maior.
Nos primeiros revólveres, o atirador tinha que puxar o martelo para trás antes de cada tiro, e então puxar o gatilho para liberá-lo. Nos revólveres modernos, um simples puxão no gatilho força o martelo para trás e o libera.
A seqüência de eventos em cada disparo é muito simples, veja abaixo.
•A alavanca do gatilho empurra o martelo para trás.
•Ao se mover para trás, o martelo comprime a mola na coronha - o cabo (o diagrama acima mostra uma mola enrolada; molas de tensão desenroladas também são usadas em revólveres).
•Ao mesmo tempo, uma lingüeta ligada ao gatilho impulsiona a catraca para girar o cilindro. Isso posiciona a próxima câmara da culatra na frente do cano da arma.




•Outra lingüeta aloja-se em uma pequena depressão no cilindro. Isso estaciona o cilindro em uma posição particular de modo que fique perfeitamente alinhado com o cano.
•Quando a alavanca do gatilho é pressionada totalmente para trás, libera então o martelo.
•A mola comprimida impulsiona o martelo para frente. O gatilho no martelo se estende através do corpo da arma atingindo o estopim. O estopim explode, inflamando o propulsor.




•O propulsor queima, liberando um enorme volume de gás. A pressão do gás impele a bala para fora do cano. A pressão do gás também provoca uma expansão no cartucho da bala, fechando temporariamente a culatra. Todo o gás em expansão empurra para a frente melhor do que para trás .
•Para recarregar a arma, o atirador move o cilindro e empurra a vara ejetora, colocando em funcionamento o extrator no meio do cilindro. O extrator prende a base do cartucho usado e o remove do cilindro.
•Para recarregar, o atirador pode colocar os cartuchos um a um nas câmaras ou carregar seis de uma só vez com um carregador rápido, basicamente, um pequeno cabo de metal com cartuchos fixados na posição correta.
Nos revólveres de dupla ação, o atirador pode também puxar o gatilho para armar e disparar ou empurrar o martelo para trás com antecipação. A vantagem de armar o martelo primeiro é que o gatilho se move mais facilmente quando é disparado.
Evidentemente, é mais fácil usar um revólver do que usar que uma espingarda de pederneira ou uma cápsula explosiva. O atirador pode carregar seis tiros de uma vez e necessita somente puxar o gatilho para disparar. Entretanto os revólveres parecem muito limitados em relação às novas tecnologias: o atirador deve puxar o gatilho para cada disparo e parar para recarregar com regularidade. Em um campo de batalha, o revólver não é páreo para as modernas armas automáticas.
A duração da popularidade dos revólveres se dá pela simplicidade de seu desenho. Tudo se encaixa tão bem, que é muito raro as armas emperrem. E visto que elas são feitas com um número relativamente pequeno de partes, torna-se relativamente barata a sua fabricação. Para defesa de propriedades e crimes é adequada e de preço acessível.
De só  uma olhada neste video e veja o que esse cara faz com um revólver na mão, são 8 tiros em 1 segundo, será que ele  precisa  pistola ?


Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/

APRENDA TIRAR MANCHAS DE TECIDOS E UNIFORMES !

INFORMAÇÃO DE UTILIDADE

Tire as manchas dos uniformes
Manchas sólidas:
1. Com uma faca cega ou uma espátula remova o excesso.
2. Passe uma escova bem macia para soltar o pó.
3. Retire o pó com um aspirador de pó.
4. Passe um pano limpo embebido em álcool ou em uma mistura de água e sabão neutro.
5. Quem usar a mistura de água e sabão neutro, deve removê-la completamente com um pouco de água e secar com um pano limpo e seco.

Manchas líquidas em geral:
1. Para mancha aquosa use uma solução fraca de amoníaco ou detergente e água. Remova-a completamente com um pano úmido e limpo e passe depois um pouco de água e seque com um pano limpo e seco.
2. Para manchas oleosas use detergente concentrado de cozinha. Espere alguns minutos. Com um pano retire o excesso. Passe um pouco de água e seque com um pano limpo e seco.
Produtos indicados para manchas específicas:
1. Acetona : para retirar manchas de esmalte (não pode ser usada em plásticos).
2. Água oxigenada : para retirar manchas de sangue. Use a de 20 volumes e para uma parte de água oxigenada, coloque nove partes de água para aplicar na mancha antes de lavá-la.
3. Álcool : para retirar manchas de tinta de caneta esferográfica e de grama.
4. Bórax : para retirar manchas ácidas de vinho, frutas e café.
5. Leite : para retirar manchas de vinho tinto de tecidos. Coloque a peça manchada em uma vasilha com leite. Ferva a peça no leite e deixe de molho até a mancha sumir.
6. Magnésia : para retirar manchas de gordura em tecidos de seda. Esfregue magnésia e exponha ao calor do fogo (cuidado para não queimar o tecido).
7. Talco : para retirar manchas provocadas por gordura. Deixe o talco por 12 horas sobre a mancha depois escove. Na maioria dos casos a mancha sai. Se isto não ocorrer, coloque mais talco, um mata-borrão e passe o ferro, bem em cima do mata-borrão. Se você não tiver talco, espalhe sal fino.
8. Vaselina : para retirar manchas de batom. Passe um pouco de vaselina sobre a mancha e depois lave com água morna e sabão. Se não estiver em uma área lavável: passe um pouco de vaselina e limpe delicadamente com um algodão embebido em tetracloreto de carbono.
9. Vinagre branco : para remover manchas de suor e manchas causadas por xixi de animais de estimação, além de ajudar a combater os fortes odores. Para retirar as marcas de transpiração deixe a roupa de molho em água morna com vinagre branco.
Atenção
1. Antes de tentar remover a mancha, faça um teste em uma área pouco visível para ver como o tecido reagirá: se ele não manchará, desbotará, etc.
2. Não deixe de remover completamente o produto de limpeza.
3. A rapidez é fundamental para o sucesso na retirada das manchas.

Alimentos com corantes x Pasta de dente:
Os alimentos que levam na sua composição corantes artificiais deixam manchas difíceis de sair. Para que isso não aconteça, passe um pouco de pasta de dentes sobre a mancha. Quando ela estiver completamente seca, enxágüe com água fria.

Batom x Álcool:
Para remover manchas de batom dos guardanapos, é só esfregar um pouco de álcool de farmácia sobre o tecido.

Batom ou Tinta x Laquê para cabelos:
Para remover manchas de batom ou tinta, de suas roupas, aplique um pouco de laquê para cabelos no tecido, antes de lavar.

Café x Água quente:
Quando derramar café, estenda a parte atingida sobre uma tigela e despeje água fervente até a sujeira desaparecer.

Cal x Vinagre ou Limão:
Para retirar manchas de cal de roupas brancas, basta lavar com água e sabão. Em tecidos de cor, aplique um pouco de vinagre ou suco de limão e lave com bastante água.

Caneta x Laquê:
Para tirar manchas de canetas esferográficas, passe bastante laquê em cima da mancha, deixe secar bem e lave com água e sabão neutro.

Caneta x Leite Azedo:
Manchas causadas como caneta esferográfica podem ser retiradas esfregando a área afetada com leite azedo, ou com uma mistura de leite e vinagre.

Chocolate x Glicerina:
Manchas de chocolate nos tecidos de lã desaparecem esfregadas com algodão embebido em glicerina. Com um outro algodão umedecido em água morna, retira-se a glicerina.

Ferro de passar x Água fria:
Para remover manchas amareladas deixadas pelo ferro, mergulhe a roupa imediatamente em água fria e deixe de molho durante 24 horas.

Ferro de passar x Água Oxigenada:
Para remover manchas amareladas deixadas pelo ferro de passar roupa, basta passar água oxigenada sobre a parte afetada e em seguida lave apenas com água.

Ferrugem x Leite Azedo:
Se alguma roupa branca ficar manchada por ferrugem, esfregue no local um pouco de leite azedo.

Ferrugem x Limão e Bicarbonato:
Se você achar dificuldades em tirar manchas de ferrugem dos tecidos, passe uma mistura de limão e bicarbonato.

Ferrugem x Limão com Sal:
Manchas de ferrugem em tecidos saem , se você embeber o tecido com suco de limão, cobrir com uma camada de sal e deixar ao sol por uns 20 minutos. Repita a operação se a mancha não sair totalmente.

Gordura x Papel e Ferro de passar:
Se algum tecido ficou manchado de gordura, coloque um papel impermeável embaixo da mancha e depois passe por cima o ferro bem quente. O papel absorverá a gordura, fazendo a mancha sumir.

Gordura x Éter ou Benzina:
O melhor método para tirar mancha de gordura de um tecido de seda é usar éter ou benzina. Assim, evita-se que a mancha se alastre.

Iodo x Álcool ou Leite:
Para manchas de iodo, aplique álcool ou passe um pano embebido em leite. Em seguida lave com água fria e sabão.

Mancha x Água fria:
Quando um liquido cai em sua roupa, não use água morna para retirá-lo, pois isto firma a mancha, enquanto a água fria geralmente a retira.

Mancha x limão:
As manchas de roupas desaparecem, se você deixar de molho durante toda a noite, em água misturada com o suco de três ou quatro limões.

Mofo x Limão e Sal:
Para mofo, coloque a roupa ao sol e escove bem. Se não sair, prepare uma pasta com suco de limão e sal e leve ao sol. Lave depois com água e sabão e somente use essa pasta se o tecido for de cor firme.

Óleo x Limão e Fubá:
Manchas de óleo em tecidos saem completamente, se você esfregar uma mistura pastosa de fubá com suco de limão sobre a área afetada.

Roupa x Sal:
Antes de usar qualquer produto para tirar manchas dos tecidos, passe sobre o local um pouco de sal de cozinha úmido. Isto vai fazer com que a mancha saia com maior facilidade.

Sangue x Água fria:
Se a roupa for manchada com sangue, mergulhe-a mais rápido possível em água fria. Quando a mancha começar a desbotar na água, esfregue-a muito bem com água quente e sabão neutro.

Suor x Sal:
Você elimina manchas de suor de roupas laváveis, deixando-as de molho numa solução forte de água salgada.

Suor x Álcool e Amoníaco:
Você elimina manchas de suor de roupas, esfregando-as com uma solução igual de álcool e amoníaco.

Fonte: http://www.anobaseuniformes.com.br/

UNIFORME QUAL O SEU TAMANHO E INSTRUÇÕES DE LAVAGEM ?

INFORMAÇÃO DE UTILIDADE

Orientações para medidas do vestuário
Todos nós ficamos em dúvida quando temos que escolher o tamanho de uma roupa ou um uniforme. Isso acontece porque muitos lugares utilizam padrões de medidas diferentes, o que acaba complicando nossa vida.
Para auxiliar nessa questão básica e tornar sua compra mais segura e solicitação de uniforme, o blog Segurança Privada do Brasil adotou o sistema de medida padronizado de acordo com as normas estabelecidas pela ABNT.
Mesmo assim, muitas dúvidas podem surgir em relação ao seu tamanho específico, se este for o seu caso, basta seguir as instruções abaixo para saber suas medidas e escolher o uniforme ideal para sua atividade.

Já sabe suas medidas? Então confira aqui os tamanhos de cada uniforme e escolha sua numeração exata.



Instruções de Lavagem

Recomenda-se durante a lavagem, não friccionar fortemente a roupa sobre a pedra do tanque ou com escova, pois essas práticas desgastam a superfície do tecido, afetando, conseqüentemente, a uniformidade das cores.
Não utilizar água sanitária (ou outro produto a base de cloro, ex.: Cândida), pois esta prática, além de enfraquecer o tecido e as linhas de costuras, provoca descoramento do tecido.
Caso a roupa apresentar-se impregnada de sujeira ou manchas de óleo, graxas, sorvete, gordura, etc., é recomendável deixá-la de molho em solução de água e sabão neutro ou produto específico para cores, na sombra e por algumas horas, para permitir que a sujeira desprenda-se normalmente, sem aplicar o friccionamento agressivo.
Em roupas coloridas, não utilizar alvejantes com branco óptico (ex.: Cândida). Usar sabão em pó neutro ou produto específico para cores.
Para secagem da roupa ao sol, recomenda-se que a mesma seja feita pelo lado avesso.
Importante:
O sistema de secagem em Tambor Rotativo (Tumble Dry), utilizado em lavanderias com temperatura até 70°C, eleva o encolhimento dos tecidos de algodão em até 4%.
OBS.: Deve-se evitar secagem com temperaturas acima de 70°C, para não ocasionar encolhimento acima dos 4%.
Modo de Lavar
· Não deixar de molho · Enxaguar sem torcer · Usar sabão neutro
· Não usar secadora · Secar a sombra.
Lavagem a seco
Existem dois tipos de lavagem a seco: aberto e fechado.
No sistema aberto a máquina é semelhante a uma lavadora convencional, possui um cesto, onde as roupas são lavadas, e uma centrífuga acoplada, além de um conjunto para a filtragem do solvente, que é recuperado a cada processo. O solvente mais utilizado é percloroetileno. O poder de limpeza é inferior aos do sistema fechado, mas, atualmente, é muito utilizado devido ao preço mais baixo da máquina. Existem outros solventes, mas eles estão caindo em desuso por apresentarem um alto grau de inflamabilidade: querosene, varsol, fluorcabono, etc.
No sistema fechado a máquina realiza o processo completo de lavagem (lavagem e secagem): o funcionário não tem contato com o solvente. O solvente é destilado garantindo uma limpeza maior em relação à simples filtragem. O produto é o percloroetilento, que não é inflamável, mas é tóxico. Se poder de limpeza é maior porém exige maior cuidado com botões e adereços. Há somente um fornecedor nacional mas diversos representantes de equipamentos estrangeiros.
A limpeza à seco é recomendada para roupas finas como ternos, deda, lã e microfibras. As vantagens são a excepcional remoção de sujeiras gordurosas, a conservação das cores e a maior segurança no que se refere a encolhimentos. Tem a desvantagem de não remover sujidades como suor, manchas de bebidas, que saem com água. Nesse caso, é preciso fazer um pré-lavagem.
O acabamento das peças é feito em bancas de passar industriais, que têm vácuo. São usados ferros de passar elétricos, á vapor e profissionais ou prensas á vapor ( precisam de caldeira, como os secadores). No que se refere ao serviço por peças ou por quilo, as duas formas são utilizadas, inclusive simultaneamente, sendo que as lavadas por peças têm preço superior, pois são tratadas com maior cuidado.

Fonte: http://www.anobaseuniformes.com.br/

31 de mar. de 2011

QUAL A FUNÇÃO DE UMA GUARITA, QUAL SUA UTILIDADE E ONDE SURGIU ?

SEGURANÇA PRIVADA


Nós profissionais de segurança privada e pública muitas das vezes tiramos nosso turno de serviço em guaritas que são colocadas em locais estratégicos de preferência próximo ao perímetro de cercas ou muros, estas guaritas além de não serem confortáveis torna-se um alvo fácil para ação de marginais pois trata-se de um posto fixo, por este motivo à atenção deve ser redobrada, pois devemos lembrar que para dar segurança precisamos primeiro ter a nossa segurança, guaritas geralmente alvos fáceis para ação de uma possível ação de marginais, pois se o segurança de plantão não estiver atente poderá ter o famoso elemento surpresa que seria a sua rendição e até mesmo sua própria vida, por este motivo fique em QAP total guarda!
No dicionário da língua portuguesa  Aurélio significa  a palavra guarita sf. 1. Torre nos ângulos dos antigos, baluartes, para abrigo das sentinelas. 2. Casinha portátil geralmente feita de fibra de vidro o qual é para o mesmo fim.
Uma guarita, em arquitetura militar, é uma pequena torre com frestas ou seteiras, geralmente erguida no ângulo mais saliente de um baluartes de uma fortificação, com a função de proteção das sentinelas.Modernamente também designa uma pequena estrutura móvel ( guaritas de fibra ) ou estrutura de concreto ( guarita de concreto ) com as mesmas funções , geralmente disposta para guarnecer um portão ou entrada, este tipo construção é primitivo, surgiu na intenção de vigiar e controlar o acesso de pessoas com a melhor visualização possível veremos a seguir alguns modelos de guarita.
GUARITA MÓVEL
GUARITA FIXA DE ENTRADA = ( Portaria )



ARQUITETURA MILITAR
A arquitetura militar pode ser considerada com um ramo da arquitetura destinada à edificações de estruturas defensivas. Dada a especificidade desta sub-área, agrupam-se assim semelhanças características neste tipo de construções, como nos castelos e fortalezas,moldados segundo as técnicas de determinadas épocas e regiões.

TORRE
Torre (do latim turris) é um termo que designa uma estrutura alta, de arquitetura ou engenharia, em que a altura é bastante superior à largura apresentando uma demarcada verticalidade. Pode ser edificada para diversos fins (como defesa, comemoração ou optimização de espaço) e a sua morfologia tem apresentado algumas variantes ao longo do tempo em que, do mesmo modo, variam os materiais de construção (madeira, pedra, ferro, betão, etc.). De um modo geral pode ser edificada como estrutura auto-portante independente ou como parte integrante de um edifício e a sua planta pode variar formalmente; circular, quadrangular ou poligonal.

Evolução
Já na antiguidade se edificavam torres e o zigurate babilónico é um desses primeiros exemplos de construções em altura, a par com outras tipologias desenvolvidas por outras civilizações, como o minarete islâmico de função religiosa presente na mesquita ou o Farol de Alexandria com funções de observação e vigilância.
Mais a oriente o templo indiano possui também uma torre sobre a ala principal de colocação da representação da divindade em pé. Esta torre, denominada Sikhara, pode ser circular, quadrangular ou octogonal e pode mesmo ser substituída por uma cúpula achatada, caso a divindade no seu interior seja representada na posição sentada (de Ioga).
O pagode também muito presente a oriente, refere-se à edificação chinesa e japonesa composta por diversos níveis em altura (em número ímpar), em que se sobrepoem vários telhados de beirais curvos e prolongados que retrocedem em largura até ao topo. A planta é de forma variável (quadrangular ou poligonoal) e a estrutura pode ser construída em madeira ou mármore com decorações escultóricas e sinetas. Também se pode referir à edificação religiosa indiana stupa que do mesmo modo é composta por diversos níveis e reduz a sua largura progressivamente em direcção ao topo.
Edificavam-se também na antiguidade torres integradas nas muralhas defensivas ladeando as portas de acesso à povoação ou cidade e que, durante o período grego, passam a ser dispostas a distâncias regulares entre si apresentando uma planta circular ou semi-circular.
A Idade Média assume a torre com um elemento arquitetónico de extrema importância funcional e simbólica e as suas dimensões variam até à monumentalidade de pesadas construções em pedra. Podem ser para vigia e observação colocadas na área envolvente de uma determinada povoação de modo a assegurar a sua defesa (Torre de vigia, também Guarita no baluarte), ou servirem de habitação (Torre medieval). Mais tarde o seu caráter defensivo é acentuado e a torre passa a fazer parte integrante do castelo distribuindo-se por pontos estratégicos ao longo das muralhas. No interior do recinto situa-se a torre principal que evolui até se tornar na habitação defensiva do senhor feudal, com planta quadrangular e interior em madeira (Torre de menagem). O castelo possui também ainda uma torre forte que serve de atalaia (Torre Albarrã, ou Torre do haver, caso ali se guarde o tesouro real).
Com o fim do feudalismo a cidade e o poder burguês vão-se apoderar da torre como elemento simbólico da independência administrativa, aplicando-a a palácios comunais e câmaras municipais (Torre comunal). Esta aplicação vai ter especial impacto a norte da Europa (França, Bélgica, Holanda) no final da Idade Média, em que as instituições governativas da cidade apresentam uma torre esguia de proporções exacerbadas em comparação com os edifícios em que estão integradas.


SETEIRA
Uma seteira, em arquitetura militar, é uma abertura ou um rebaixamento na muralha, que em sua primitiva concepção permitia aos defensores (arqueiros, besteiros) lançar suas flechas;
Bastante empregada na arquitetura medieval, pode ser descrita como um vão de alvenaria na forma de uma faixa vertical, cuja altura corresponde a aproximadamente cinco vezes a sua largura. Em geral, possui peitoril de aproximadamente trinta centímetros e o seu topo dista aproximadamente trinta centímetros do teto.
Conforme o período construtivo e a sua região pode ser simples ou cruzetada. Com a introdução das armas de fogo, a partir do século XIV, algumas apresentam adaptação para tiros de arcabuz, mosqueteou pequenos canhões. Os vãos circulares abertos para essas primitivas peças de artilharia são chamados troneiras.




BALUARTE
Um baluarte (do provençal baloart, do neerlandês bolwerk) ou bastião (do francês bastion), em arquitectura militar é uma obra defensiva, situada nas esquinas e avançada em relação à estrutura principal de uma fortificação abaluartada.
História
O baluarte surgiu pela primeira vez na Itália, em fins do século XV, tendo alcançado a sua máxima expressão com o marquês de Vauban, na França, na segunda metade do século XVII.
Era utilizado como plataforma de artilharia, para cruzar fogo com os baluartes vizinhos, impedindo o assalto inimigo às cotinas situadas entre eles.
Observe-se que Duarte de Armas, em Portugal, e outros autores do início do século XVI, período em que a nova terminologia ainda não era muito difundida, empregaram o termo "baluarte" para designar qualquer obra fortificada.
Características
O baluarte tem, normalmente, um formato pentagonal, apresentando duas faces, dois flancos e uma gola (linha pela qual está ligado à estrutura principal). Normalmente é sustentado por muralhas de alvenaria e preenchido com terra apiloada.
Em relação aos castelos medievais, constitui-se numa defesa mais baixa e larga, melhor adaptada ao emprego da artilharia, que se difundiu na Europa a partir do século XV.
Tipos de baluarte
Baluarte em tenalha: aquele cujo ângulo flanqueado forma um reentrante;
Baluarte truncado: aquele cujo ângulo flanqueado é substituído por um ou dois ângulos reentrantes;
Baluarte de orelhões: aquele cujos ângulos retirados e convexos estão cobertos até ao centro por uma extremidade da face conhecida por "orelhão";
Baluarte destacado: reduto isolado em forma de baluarte;
Baluarte duplo: aquele que possui um baluarte menor dentro dele;
Baluarte terraplanado: aquele que, além do terrapleno normal da praça, era ainda cheio no seu interior com outro terrapleno, ficando mais reforçado;
Baluarte plano: aquele que tem meias golas em linha reta;
Baluarte real: aquele que apresenta dimensões muito elevadas, com vários entrincheiramentos e com capacidade para albergar uma grande guarnição;
Baluarte regular: aquele cujas linhas e ângulos correspondentes são iguais entre si;
Baluarte simples: aquele cujo terrapleno acompanha as suas faces e flancos, deixando um espaço vazio no centro, que pode ser utilizado para se construir alguma edificação;
Baluarte vazio: aquele sem qualquer terrapleno;
Meio-baluarte: aquele que apenas tem uma face e um flanco.





FORTALEZA ( Arquitetura militar )
Uma fortaleza (do latim fortis = forte, e facere, fazer) é uma estrutura arquitetônica militar projetada para a guerra defensiva. A humanidade vem erguendo este tipo de estruturas por milhares de anos, com uma variedade de desígnios crescentemente complexos.Em termos técnicos, uma fortaleza é composta por duas ou mais baterias de artilharia, distríbuídas em obras independentes, e com largo intervalo entre si. Por outro lado, um forte é composto de uma ou mais baterias na mesma obra. Algumas instalações militares são conhecidas como fortes, embora nem sempre sejam fortalecidos. A palavra fortificação também pode se referir à prática de melhorar a defesa de uma área com trabalhos de defensiva.
As estruturas de fortificação normalmente são divididas em duas categorias:
Fortificações permanentes - erguidas com todos os recursos que um Estado pode prover em termos de habilidade construtiva e mecânica, empregando materiais duradouros.
Fortificações de campanha (ou de campo) - erguidas no contexto de um combate ou de uma guerra, por tropas no campo, com o emprego de materiais locais que não exijam muita preparação, como terra apiloada, madeira de mato (faxina) e etc.
Na segunda categoria ainda podem ser consideradas as fortificações semipermanentes, aquelas que, no curso de uma campanha, se tornam necessárias para proteger alguma localidade propiciando uma defesa permanente e que podem ser erguidas com o trabalho de civis e em pouco tempo.



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guarita

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