"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

15 de mai. de 2011

VEJA ONDE SURGIU A PRIMEIRA EMPRESA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E FORMAÇÃO DE VIGILANTES NO BRASIL !

                                                            SEGURANÇA PRIVADA
 Era final da década de 1920 em São Paulo. Uma época em que ainda se escrevia empreza, com “z”.
O empresário Julio Kuperman, então proprietário de uma loja de chapéus na Rua Santa Efigênia, voltava de uma viagem aos Estados Unidos trazendo na mala uma idéia revolucionária: a prestação de serviços “sob empreitada”.
Esta era a forma mais adequada, na época, de definir o que conhecemos como terceirização. Nascia assim, em 1927, a Empresa Limpadora Paulista, hoje conhecida apenas como Paulista – a primeira prestadora de serviços do Brasil.
Seus primeiros clientes foram "escritórios, igrejas e apartamentos" da capital paulistana. Entre os destaques, estava o Edifício Martinelli – na época, o mais alto arranha-céu da América Latina, e que ainda hoje é atendido pela empresa e Grupo GTP.
Com a grande demanda de prestação de serviços a vigilância foi crescendo até que então a empresa GTP pioneira no serviço de terceirização de serviços passou à formação a empresa EMFORVIGIL uma das acionistas do grupo GTP.
1988 - A EMFORVIGIL iniciou suas atividades, com o objetivo de atender às necessidades de suas acionistas (11 empresas de segurança e vigilância de São Paulo) na formação e reciclagem de vigilantes, em cumprimento às exigências da lei 7.102/83 e suas regulamentações.
Desde o inicio de suas atividades e até o final de 1991, a EMFORVIGIL atendia, basicamente, as empresas acionistas e mais alguns poucos clientes que com ela mantinham contratos de prestação de serviços.
1992 - A partir de meados desse ano, alterando sua linha de atuação, a EMFORVIGIL abriu-se para o mercado, passando a atender a muitas outras empresas de vigilância, empresas com segurança orgânica e também particular. Adotando um processo de crescimento gradual e sustentado, transformou-se rapidamente na maior empresa de formação e treinamento de profissionais de segurança do Brasil.
1994 - Com destacada posição no mercado e percebendo a necessidade de aprimorar seus procedimentos internos de administração e de atendimento ao cliente, a EMFORVIGIL optou por implantar seu sistema de qualidade, diferenciando-se da concorrência no mercado de segurança privada.
Começou a preparar-se para ter um sistema de qualidade, adequando seus procedimentos às normas ISO 9000.
1995 - Após longos meses de treinamento e adaptação, a EMFORVIGIL logrou conquistar a ISO 9002, concedida pelo BVQI - Bureau Veritas Quality International, tornando-se a primeira empresa de treinamento e formação de pessoal para serviços de segurança a receber tal certificação, em toda a América Latina.
A certificação de seu sistema de qualidade fez a EMFORVIGIL crescer ainda mais, aumentando sua participação no mercado e solidificando sua posição de líder.
1997 - Vislumbrando o crescimento do mercado de segurança privada no Brasil, a EMFORVIGIL adquiriu e executou obras de adaptação em um edifício, com mais de 3.000 m2 de área construída, para sediar a empresa, melhorando as condições de atendimento a seus públicos interno e externo.
1998 - Entre o final deste ano e o inicio de 1999, a EMFORVIGIL transferiu-se para sua sede própria, localizada no hospitaleiro bairro do Bom Retiro, bem próximo ao centro da cidade de São Paulo.
2007 - A EMFORVIGIL continua sua trajetória de sucesso, mantendo sua posição de liderança no segmento de cursos de segurança. Conta atualmente, com mais de 400 empresas, entre as maiores e mais conceituadas no país. 
Seu maior patrimônio, contudo, está representado por seus alunos, funcionários e prestadores de serviço: mais de 250.000 alunos formados e reciclados em seus 16 anos de existência!


FONTE: www.grupogtp.com.br
              www.emforvigil.com.br

14 de mai. de 2011

SEGURO DE VIDA



                                                              DIREITO E JUSTIÇA 

É sabido que os vigilantes têm direito a indenização ou seguro de vida em caso de morte e invalidez, conforme estabelece a cláusula 17 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e a Lei 7.102/83. No entanto, muitas vezes tal benefício deixa os trabalhadores em dúvida, portanto cabe aqui fazer alguns esclarecimentos. 
O Conselho Nacional de Seguros Privados, em sua Resolução nº 05/89, dispõe que o vigilante terá direito a indenização de 54 vezes a sua remuneração mensal no caso de invalidez permanente, parcial ou total, por acidente de trabalho.Seus beneficiários têm direito a 26 vezes a remuneração mensal do vigilante em caso de morte deste por qualquer causa.
É importante esclarecer que a indenização por invalidez permanente, parcial ou total só será paga ao vigilante quando esta enfermidade decorrer de acidente de trabalho ou doença ocupacional, ou seja, invalidez por doença comum ou preexistente não geram indenização.
Caso o vigilante esteja afastado pelo INSS por motivo de acidente ou doença do trabalho ou venha a falecer, será considerada para fins de pagamento a remuneração mensal que lhe seria atribuída se estivesse em atividade, excluindo-se as horas extras.
Cabe ressaltar que o seguro de vida é pessoal e somente será recebido pelos seus beneficiários quando o vigilante falecer e não em caso de falecimento de esposa, de filho ou de pais.
Ainda, vale lembrar que os caso de suicídio não geram indenização por morte, portanto, caso o vigilante venha a se suicidar seus beneficiários não terão direito ao seguro.
Também é importante ressaltar que na falta de nomeação de beneficiários na apólice de seguro prevalecerá o disposto em lei, cabendo o direito ao seguro de vida aos descendentes, ascendentes ou cônjuge. Ainda, o beneficiário deverá requerer ao empregador que este comunique o falecimento do empregado a seguradora.

Autor: Amanda Maister advogada sob p nº 50.715 OAB/PR é assessora jurídica da Federação dos Vigilantes do Paraná.
Fonte: Revista Vigilante em Foco edição 05 abril 2011.

O QUE VOCÊ DEIXA DE GANHAR COM O PAGAMENTO “POR FORA”.


                                                             DIREITO E JUSTIÇA

O pagamento “por fora” é uma prática contrária à lei porque retiram do empregado os reflexos da diferença remuneratória paga e não declara pelo empregador, reduzindo também a base de cálculo para os recolhimentos previdenciários.
Em termos práticos, o que o empregado deixa de receber? Para responder a essa questão é preciso ter em mente que legislação vigente considera o total da remuneração declarada – ou seja, o salário recebido em dinheiro ou utilidades somado a todas as demais verbas pagas com habitualidade pelo empregador – para efetuar o cálculo dos adicionais (hora extra), 13º salário e FGTS sem haver prejuízo das contribuições previdenciárias a que tiver direito.
Sendo assim, a partir do momento em que o empregador declara determinado valor a título de remuneração ao seu funcionário, sobre este deverá incidir o cálculo de todas as demais verbas menor do que realmente pagou, o empregador deixará de recolher corretamente os reflexos salariais que são assegurados por lei ou por convenção coletiva de trabalho do seu funcionário.
Ainda que haja a momentânea e ilusória sensação de obtenção de vantagem em receber pagamento “por fora”, na prática, ao deixar de receber os reflexos dessa diferença, reduzirá os valores referentes ao pagamento de DSR, adicionais previstos, férias, 13º salário, FGTS, com a conseqüente redução do valor referente às contribuições previdenciárias devidas ao empregado. Em outras palavras, diminuem-se os impactos econômicos da remuneração para o empregador e há um evidente prejuízo dos direitos trabalhistas do empregado.
É importante comentar também que em situações como esta mesmo face da adoção do princípio da primazia da realidade pela Justiça do Trabalho, para que se consiga resultado favorável ao trabalhador em eventual demanda judicial contra o empregador, será indispensável provar perante a Justiça a realização de tal forma de pagamento. Ocorre que em decorrência de questões processuais essa prova deverá ser produzida pelo trabalhador, ou seja, caberá a ele comprovar o recebimento dos valores pagos “por fora”, o que normalmente se faz por intermédio de testemunhas ou documentos.
Na prática, sabe-se que é difícil esse tipo de comprovação, pois as empresas dificilmente efetuam os tais pagamentos “por fora” com emissão de recibo ou na presença de terceiros, reduzindo as chances do trabalhador de comprová-la.
Portanto, não restam dúvidas de que o pagamento “por fora” é uma prática fraudulenta que visa beneficiar ao empregador e não ao trabalhador, razão pela qual deve ser combatida por todos. Vale lembrar ainda, que na maioria das vezes, os trabalhadores se submetem a essa prática de pagamento por desconhecimento dos desdobramentos jurídicos prejudiciais ao contrato individual de trabalho ou, ainda, por razões econômicas associadas à ilusória sensação de vantagem financeira.

Autor: Verônica Calado Advogada OAB/PR sob o nº. 55.215 e assessora jurídica do SindiVigilantes de Curitiba e Região.
Fonte: Revista Vigilante em Foco edição IV abril 2011

2 de mai. de 2011

AS RUAS QUE FAZEM BARULHO.



                                                       INFORMAÇÃO
José Francisco Perei­ra, no loteamento Rio Bonito, Tatuquara; e a Luís Kulla, no Santo Inácio, são vias públicas com algo em comum. Hoje, além dos nomes de “batismo”, também são conhecidas como “ruas da sirene”. Mo­­tivados pela insegurança, moradores resolveram instalar equipamentos sonoros em locais estratégicos. É unânime entre eles a eficácia do dispositivo, aliado, em al­­guns casos, às câmeras de vigilância. Resta am alguns casos a mobilização das comunidades, sem a qual o sistema pode não passar de uma substituição da polícia pela população.

A primeira rua a receber as sirenes foi a Neuza de Fátima Ferreira, no Pinheirinho, em 2008. Na ocasião, 36 moradores aderiram às tra­­quitanas. Atualmente, 60 residências dispõem dos equipamentos.
Sinal de alerta
O estado ausente
Para o sociólogo Lindomar Bonetti, da Pontifícia Universidade Católica (PUCPR), a busca por alternativas na segurança de uma comunidade significa um sintoma claro de que o estado não consegue cumprir seu papel. “É preocupante a instituição de uma organização social paralela”, garante o especialista. Em contrapartida, reforça, quando se fala em busca coletiva de uma solução, com a presença e respaldo do estado, há indícios de que estão sendo criados laços de solidariedade.
O responsável pela Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba, Silvan Rodney Pereira, vai além.
Se existe essa complementação na área de segurança é decorrente da deficiência de policiais e de falta de projetos modernos capazes de cobrir lacunas existentes no setor. “Medidas alternativas devem ser experimentadas na prática para diagnosticar resultados”. Mesmo não condenando a atitude da comunidade, o delegado ressalta que há o deslocamento do criminoso para outros lugares onde possa agir livremente.
O precursor foi o cabeleireiro Ronaldo Pereira Farias, 40 anos. Ele teve a ideia depois de uma conversa informal com os vizinhos. A rotina da rua era de duas invasões de casas por semana, pichações de muros e presença de dependentes químicos nas redondezas. “Quem manda na rua agora somos nós”, diz.
Segundo Farias, o sistema custa em torno de R$ 100. Graças a sua iniciativa, tem sido procurado por outros moradores para dar consultoria na instalação. Os clientes mais recentes vieram dos bairros do Xaxim e do Portão.
O morador argumenta que não basta dispor de sirenes e câmeras, é preciso criar um novo comportamento na comunidade, com práticas paralelas que auxiliem no combate à criminalidade. “A sirene é só um meio de chamar a atenção. O que importa realmente é a parceria entre os que vivem na rua”, co­­menta Farias.
Algumas dicas ajudam a comprometer as pessoas com o sistema, como a colocação do lixo so­­mente no dia de passagem dos ca­­minhões – garantindo a limpeza pública –, e o respeito ao horário das festas, que só podem durar até meia-noite. Mas não fica por aí. Em caso de doença ou acidente a sirene deve ser acionada para que os moradores possam ajudar quem precisa.
O benefício, garante Farias, não fica restrito somente à rua com sirenes. O entorno se beneficia com a redução de assaltos e com a inibição do tráfico de drogas.
O movimento da rua é gravado 24 horas. Graças a essa vigilância, Sérgio Barbosa de Farias, 32 anos, foi salvo de um assalto quando voltava de uma festa na madrugada. “Um simples telefonema do vizinho da frente me salvou”, conta ele. No caso de emergência, a orientação é que todos os moradores acionem a sirene e se comuniquem entre si, para que a polícia seja acionada. “Não podemos agir como polícia e nem temos a pretensão de que ela possa estar em todos os lugares”, argumenta.
União
A Rua Luís Kulla, no Santo Inácio, é o mais novo endereço do sistema. Há dois meses, três sirenes foram dispostas na rua e cada morador possui duas campainhas de acionamento. A proposta surgiu em uma reunião de moradores depois de alguns assaltos na região. Na época, o Seminário da Sagrada Família foi um dos locais assaltados. “É uma manifestação de que o perigo existe sim, mas queremos demonstrar que estamos unidos”, diz o padre Adriano Da Levedore, responsável pelo seminário.
O religioso lembra que, além da segurança garantida, uma das vitórias do projeto é o resgate da união dos moradores. “O objetivo não é fofocar, mas sim contribuir com o bem-estar coletivo”.

Poder público
Uma iniciativa da Secretaria Municipal de Defesa Social - Guarda Municipal de Curitiba, vai garantir, nos próximos meses, 57 câmeras monitoradas no bairro do Sítio cercado, instaladas em escolas, agências bancárias, pontos de ônibus, entre outros. Na sequência será a vez do Cajuru, um dos cinco com maior número de homicídios em Curitiba.
O lote do Sítio Cercado vem se somar às 116 câmaras já instaladas, levando para a região um modelo implantado anteriormente no Anel Central, em Ruas da Cidadania e em alguns parques de Curitiba. “A eficiência é total porque os marginais migram”, afirmou  o ex- secretário municipal da Defesa Social Marcus Vinicíus Michelotto, hoje em 2011 é  secretário estadual de segurança pública.

Em um futuro próximo, a expectativa é ter os equipamentos instalados em toda Curitiba, monitorados por uma central. Pela experiência, a criminalidade tende a cair em torno de 62% em áreas monitoradas.
Para Michelotto a participação da população na criação de mecanismos que busquem a segurança é positiva. “A polícia não é onipresente. A segurança pública não é só responsabilidade do estado”, admite. Ele lembra que 90% dos crimes são resolvidos através do envolvimento população.
Vizinhos se aproximam para inibir criminalidade
Há quem acredite que a boa convivência com vizinhos, sem recorrer a câmeras e outros equipamentos eletrônicos, também seja uma alternativa satisfatória. A aproximação pessoal e a orientação de conceitos de cidadania foram as apostas de um morador da Rua Azis Surugi, no bairro Boqueirão, em Curitiba. A iniciativa conhecida como Vizinhança, criada e implantada há seis meses pelo capitão Alexandre Bruel Stange, da Polícia Militar, é aceita por todas as 28 famílias moradoras do logradouro.
A primeira ação da comunidade foi estar mais presente em duas praças que ficam no fim da rua para fazer com que usuários de drogas deixassem de frequentar o local. A pintura de muros, o plantio de árvores e a manutenção de calçadas vieram na sequência, sempre com a ajuda dos moradores.
O método consiste na troca de telefones e e-mails, além do uso de apitos em casos de emergência. Se for à noite, os moradores foram orientados a acender as luzes de casa. Cinco emissões sonoras significam uma mensagem de socorro aos vizinhos próximos. “Atualmente, o número de assaltos no local zerou. Existe uma sensação de segurança e uma vigilância natural por parte dos moradores”, afirma Stange. Ele acredita que a segurança não se dá somente pela presença do aparato policial. A ideia de Stange já foi disseminada em ruas de outros bairros como Santa Felicidade e Hugo Lange.
A mobilização entre vizinhos também tem sido uma das formas de manter a segurança entre os moradores da Vila Rigoni, no Fazendinha. A ideia de trocar números de telefones surgiu na gestão do conselho de segurança (Conseg), em 2006, e, mesmo com a desativação do grupo, no ano passado, ela se mantém ativa entre as 200 famílias do local. Com isso, não foram mais registrados crimes. Antes era um assalto a cada noite, conforme o ex-presidente do Conseg, João Carlos de Lima. Nas reuniões, foi incentivada a comunicação entre os vizinhos e o uso do telefone 181, para fazer denúncias anônimas. “O resultado foi a dispersão dos traficantes, porque eles sabem que o pessoal está em alerta e tem controle da situação”, afirma Lima.
No Bairro Alto existe um programa similar desde 2003. Lá, o Conseg do bairro o chamou de Vizinho Solidário e, até o momento, tem sido divulgado boca-a-boca. Por enquanto, são duas ruas atendidas. Em outra, os moradores preferiram instalar um sistema sonoro. “Infelizmente, a comunidade não tem respondido como gostaríamos, ela só se preocupa quando o problema aparece”, afirma Marcos Murilo Holz­­man, presidente do Conseg. Na opinião dele, os problemas com a criminalidade começam com o álcool na infância, passam pelas drogas e o furto para manter o vício. “Hoje já passamos o patamar do suportável. Mas o círculo vicioso só vai ser resolvido quando conseguirmos pegar pela ponta”, acredita
Autor: Aline Peres

25 de abr. de 2011

MENOS ARMAS, MAIS CRIMES.


                                                                      INFORMAÇÃO
Amigos, leiam o artigo abaixo!
Mais uma prova (entre as tantas existentes!!!) de que a venda legal de armas não tem relação com a criminalidade, o blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL traz para você as informações sobre a questão do desarmamento no Brasil.
Venda de armas legais cai 90% em 10 anos. Já os homicídios...
O comércio legal de armas de fogo no Brasil sofreu uma redução de 90% (noventa por cento) entre os anos 2000 e 2010, com o fechamento das lojas especializadas na mesma proporção. Das 2,4 mil lojas existentes em 2002, sobravam, em 2008, apenas 280. Estes são os dados revelados em matéria veiculada hoje pelo portal de notíciasTerra, reunindo informações de diversas pesquisas promovidas pelo governo, setores acadêmicos e ONGs.
A informação é esclarecedora para o entendimento da relação entre a venda de armas de fogo e os índices sociais de violência. No mesmo período em que a venda de armas apresenta uma descendente que já alcança uma redução de 90%, os homicídios continuam crescendo no Brasil, conforme aponta o “Mapa da Violência 2011”, divulgado pelo Ministério da Justiça no último mês de fevereiro. De acordo com os dados desse estudo, no ano 2000 foram mortas no país 45.630 pessoas, número que, em 2008 (último pesquisado), alcançou a espantosa marca de 50.113 mortos.
Qual a conclusão? O óbvio que já não se consegue esconder: a redução do comércio legal de armas de fogo é completamente ineficaz para a redução dos índices de homicídio. Em verdade, se alguma relação se pode estabelecer entre tais critérios, é exatamente a oposta, ou seja, a de que quanto menos armas são vendidas legalmente, mais homicídios ocorrem.
O combate ao comércio legal de armas, tão aclamado por entidades antiarmas e pelo próprio governo, mostra-se, mais uma vez, diretriz de segurança pública completamente equivocada, marcada por pura e infundada ideologia desarmamentista, de resultados comprovadamente inexistentes na redução de homicídios.
Os números são os maiores inimigos dos mitos. Neste caso, mais um vai ruindo diante dos dados que não mais se podem omitir. São fatos; e contra fatos, diz-se, não há argumentos.

Autor: Fabrício Rebelo – Coordenador do MVB – Movimento Viva Brasil, região Norte / Nordeste
   

18 de abr. de 2011

TROPA DE ELITE 2 SERÁ EXIBIDO NOS EUA COM NOVO TÍTULO

                                                                 VIDEO DE AÇÃO 


Após o sucesso de sua exibição no festival de Sundance em janeiro, o filme Tropa de Elite 2, maior sucesso de bilheteria da história do Brasil, teve seus direitos comprados pela distribuidora New Video e será exibido em outubro nos Estados Unidos e no Canadá, segundo informações do Hollywood Reporter.
Para entrar no circuito norte-americano, o longa dirigido por José Padilha recebeu outro nome: Elite Squad: The Enemy Within, que em português ficaria algo comoTropa de Elite: O Inimigo Interior. A distribuidora optou por esta mudança levando em conta que o primeiro Tropa de Elite não teve uma recepção crítica muito boa no país, tentando assim dar um novo gás à franquia.
Na ocasião de lançamento de Tropa de Elite nos cinemas norte-americanos, um fato curioso ocorreu: Harvey Weinstein, um dos fundadores da produtora Weinstein Company, decidiu focar a divulgação do longa no personagem Matias, vivido por André Ramiro, em vez do Capitão Nascimento de Wagner Moura. Confira o trailer alterado abaixo.
A entrada de Tropa de Elite 2 no circuito comercial dos Estados Unidos só reforça o impacto que ele teve ao ser exibido em Sundance, ocasião em que José Padilha chamou a atenção da MGM para ser mais tarde contratado para dirigir o remake de Robocop, substituindo Darren Aronofsky (Cisne Negro).

Veja a versão norte-americana do trailer de Tropa de Elite:




 TRAILER DO FILME TROPA DE ELITE 2 - ELIT SQUAD

9 de abr. de 2011

CRIME NO RIO DE JANEIRO, RAPAZ INVADE ESCOLA E ATIRA EM ESTUDANTES, O BRASIL ESTÁ DE LUTO



                                                                         NOTÍCIAS

O Blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL e o todo o Brasil está de luto pelo crime na escola do Rio de Janeiro: Autoridades confirmam mortes de crianças após invasão de escola em Realengo
Rio – As autoridades confirmaram, nesta quinta-feira, que oito crianças morreram no ataque de um atirador a uma escola municipal de Realengo, na Zona Oeste da cidade. Nesta manhã, um homem efetuou diversos disparos contra professores e alunos causando desespero e pânico no local. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime. Cerca de 22 pessoas ficaram feridas.
Milhares de pessoas se aglomeram em frente à escola na tentativa de conseguir idetentam identificar as vítimas do atentado à escola em Realengo.
Uma multidão de pessoas se aglomeram em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas. O prefeito Eduardo Paes e representantes da Secretaria Muncipal de Educação foram para a escola para apurar o ocorrido e tomar providências necessárias.
Uma multidão de pessoas se aglomeram em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas. O prefeito Eduardo Paes e representantes da Secretaria Muncipal de Educação foram para a escola para apurar o ocorrido e tomar providências necessárias.
Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra crianças com idades entre 12 e 14 anos. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.

                                             Wellington Menezes de Oliveira , o atirador

Massacre em Realengo deixa o Brasil chocado
O criminoso foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos. De acordo com o 14º BPM (Bangu), o assassino seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Há outra versão para o crime: o atirador seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos).

         Mais de 20 crianças são atingidas pelo atirador Foto: Fabio Gonçalves / Agência O Dia
Disfarçardo, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.
Os feridos foram levados ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las. Policiais militares e enfermeiros da unidade afirmam que o cenário é de desespero, sangue e de guerra. "Tem muita confusão de pessoas e policiais aqui no Albert Schweitzer. É um completo caos", disse um morador à Rádio Band News. Os casos mais graves estão sendo transferidos para hospitais particulares e da rede federal da região.
Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas para receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados.
Cenas de horror em Realengo
Na manhã desta quinta-feira, 7 de abril, um jovem de 24 anos entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste da cidade, dizendo ter sido convidado para dar uma palestra aos alunos. Ele subiu três andares do prédio e entrou numa sala onde 40 alunos da nona série assistiam a uma aula de Português, abrindo fogo contra os estudantes com idades entre 12 e 14 anos.
Testemunhas relatam um verdadeiro massacre. Wellington Menezes de Oliveira teria mirado contra a cabeça dos estudantes, com a clara intenção de matá-las. Quase trinta alunos foram baleados e mais de 10 morreram. Após o ataque, o assassino deixou uma carta de de teor fundamentalista no local. O texto continha frases desconexas e incompreensíveis, com menções ao Islamismo e até mesmo práticas terroristas. Em seguida, ele se matou dando um tiro na própria cabeça.

Parentes e amigos de vítimas se desesperam com tragédia em Realengo
Alunos, professores e funcionários da escola acreditam que mais de cem disparos foram efetuados. Wellington, um ex-aluno do colégio, estava armado com dois revólveres e recarregou a arma durante a ação. O imenso barulho também assustou a vizinhança, que ainda ouviu os gritos de horror das crianças que, ensanguentadas, correram às ruas em busca de socorro.
Rapidamente uma multidão se formou em frente à escola. Em desespero, familiares e amigos tentavam ajudar as crianças e identificar as vítimas, ao mesmo tempo que tentavam entender os motivos do massacre.
O ministro da Educação, José Haddad, considerou este um dia de luto para a educação brasileira. Com a voz embargada, a presidente Dilma Roussef se disse chocada e consternada com o episódio e, com lágrimas nos olhos, pediu um minuto de silêncio pelos "brasileirinhos que foram retirados tão cedo de suas vidas e de seus futuros".
Abaixo você verá o video da CFTV - Circuito Fechado de TV  da escola em que o assassino atira nos estudantes e carrega a arma com speed loader, a escola tem 3 andares e o assassino encontrá-se no 1º andar da escola, quando tenta subir para o 2º andar ele é alvejado por um policial e se suícida com tiro na cabeça.

                                          

 Fonte: http://www.odiaterra.com.br/

5 de abr. de 2011

IRON MAIDEN - The trooper - Saving private Ryan

A banda Iron Maiden está no Brasil e para isso o blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL posta um video de saudação para banda o qual identifica com nós guerreiros do dia a dia que com um preparo e uma boa música nos incentiva a buscar a vitória e com diz um ditado " Será vitorioso aqueles que tem as tropas unidas por um propósito. Um exército vitorioso triunfa antes mesmo do embate." 





                                VIDEO DE MOTIVAÇÃO

1 de abr. de 2011

POLÍCIA MILITAR SUBSTITUI REVÓLVERES ANTIGOS POR PISTOLAS .

INFORMAÇÃO

Muitas unidades de corporações da  Policia Militar em todo Brasil já estão aos poucos substituindo seus antigos revólveres cal 38 por pistolas ponto 40, veja nesta matéria abaixo algumas das corporações no Brasil que já recebeu  novos armamentos e material de apoio.
A Polícia Militar de Sergipe iniciou o processo de substituição de revólveres antigos, com mais de 20 anos de uso, por pistolas ponto 40. A distribuição de novos armamentos está inserida no plano de investimentos do Governo do Estado de Sergipe / Brasil  na área da Segurança Pública, cujo objetivo é melhorar o policiamento ostensivo da capital e do interior. Inicialmente, boa parte das 500 pistolas e 170 mil munições, de vários calibres, adquiridos com recursos da corporação, serão entregues em todos os Destacamentos da Policia Militar no interior do Estado, que são as unidades com maior deficiência de armas.

Por questão de segurança, a Polícia Militar não revelou quais as unidades militares que receberão os materiais. De acordo com o relações públicas da PM, coronel José Carlos Pedroso, a meta do comando é deixar todos os policiais, enquanto estiverem trabalhando, com uma pistola. Ele ressaltou que nos destacamentos policiais do interior essa meta será alcançada ainda este ano. Os revólveres recolhidos serão levados para a Subseção de Armamento e Munição (SAM), localizado no Quartel do Comando Geral (QCG).
A título de comparação, o revólver calibre 38 tem carregamento manual, menor poder de confronto e apenas seis munições no tambor, o que prejudica a ação dos policiais em caso de troca de tiros prolongada. Já a pistola ponto 40 tem carregamento semi-automático, 12 munições, sendo uma no carregador e uma na câmara, um carregador de reserva com a mesma quantidade, totalizando 24 munições para o policial em serviço, oferecendo maior de possibilidade de reação no confronto com marginais.
Para o major Carlos Rolemberg, comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, o fato de criminosos saberem que os policiais estão com armas mais potentes vai ajudar na diminuição da criminalidade. "É uma conquista sem precedentes substituir os revólveres pelas pistolas ponto 40. Isto traz mais confiança para o policial, inibe a ação dos bandidos e aumenta a segurança para a população", frisou o major.
Segundo o coronel Pedroso, a PM está adquirindo, ainda, 100 carabinas e mais 100 pistolas, que serão incorporadas à corporação no início de 2008. "O objetivo é que até o final do próximo ano todo o policial tenha uma pistola e um colete à prova de balas à sua disposição", declarou.
Uso exclusivo de policiais
A pistola ponto 40 é uma arma de fabricação brasileira e, segundo a legislação, é de uso restrito das polícias. A arma pode ser vendida, individualmente, para policiais, desde que o interessado passe por uma série de exigências. Cada pistola custa em média R$ 2.050.
No início de novembro, o secretário Kércio Pinto anunciou a compra, pela primeira vez na história da SSP, de fuzis calibre 556. A arma, usada pelo BOPE - Batalhão de Operações Especiais do estado Rio de Janeiro -  Brasil, é fabricada nacionalmente, possui boa capacidade de tiro, é de fácil manutenção e tem as mesmas características técnicas da importada, além de ser mais barata.
Ao todo, o Governo do Estado vai investir, até o fim deste ano, mais de R$ 3 milhões na aquisição de 50 fuzis calibre 556; 500 pistolas ponto 40; dez metralhadoras portáteis; dez carabinas ponto 30 e 25 carabinas ponto 40, além de 540 algemas de aço, sendo 500 unidades tipo punho e 40 do tipo tornozelo; 50 pacotes contendo, cada um, dez algemas descartáveis e 670 coletes balísticos.
Abaixo você verá o poder de tiro da pistola ponto 40, é uma comparação que o atirador faz  do cartucho da pistola 380 com o cartucho p 40.

Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/
Video: http://www.youtube.com/
Matéria: Governo do Estado de Sergipe

COMO FUNCIONA OS REVÓLVERES ?

                                                        ARMAS E MUNIÇÕES

Introdução do revólver

Em 1830, quando tinha apenas 16 anos, Samuel Colt saiu de casa e arrumou um trabalho em um navio mercante com destino à Índia. Em seu tempo vago, ele divertia-se com desenhos de uma nova espécie de arma, uma que poderia disparar repetidamente sem precisar ser recarregada. Embora inúmeras armas de repetição já tivessem sido desenvolvidas, nenhuma delas havia se tornado popular com o público, geralmente porque eram complicadas demais e de difícil manejo.
Baseado em um cabrestante do navio, Colt desenvolveu um simples cilindro giratório para munição. Inicialmente, as pessoas não ficaram particularmente impressionadas com a nova arma; mas em torno de 1850, a companhia de Colt desfrutou um sucesso fenomenal. Em 1856, ele chegava a produzir 150 armas por dia, apenas para dar conta da crescente demanda.
Extremamente simples e de altíssima confiança, a arma teve um profundo efeito social nos Estados Unidos e, mais tarde, no resto do mundo. Armado com um revólver, qualquer um poderia matar outra pessoa em questão de segundos. Guerra, crime, aplicação da lei e até mesmo discussões cotidianas encontram um elemento novo e letal.
Nesta edição do blog Segurança Privada do Brasil , veremos o princípio básico de operação do revólver para entender por que ele permanece sendo a arma mais popular depois de mais de 150 anos no mercado. Veremos também os conceitos básicos por trás das armas de fogo e algumas armas importantes que precederam o revólver.

História das armas de fogo e seus princípios
Para entender como o revólver funciona é bom saber algo sobre armas de fogo em geral. Quase todas baseiam-se no mesmo conceito simples: aplica-se um explosivo sob pressão atrás de um projétil para lançá-lo através de um cano. A mais antiga e simples aplicação dessa idéia é o canhão.
O canhão é simplesmente um tubo de metal com uma extremidade fechada e outra aberta. A extremidade fechada tem um pequeno buraco fundido. Para carregar o canhão, você coloca a pólvora, uma mistura de carvão, enxofre e nitrato de potássio e, em seguida, uma bala de canhão. A pólvora e a bala de canhão entram na culatra, a parte posterior do calibre, o espaço aberto no canhão. Para preparar o tiro, você insere um pavio, um pedaço de material inflamável, através do furo, de modo que atinja a pólvora. Para disparar o canhão, você acende o pavio. A chama queima ao longo do pavio e finalmente atinge a pólvora.



Quando a pólvora inflama, queima rapidamente, produzindo bastante gás quente no processo. O gás quente aplica uma pressão muito maior no lado da pólvora da bala de canhão do que o ar atmosférico aplica no outro lado, o que expele a bala de canhão para fora da arma a uma grande velocidade.
As primeiras armas de mão eram essencialmente canhões em miniatura; carregava-se um pouco de pólvora, uma bala feita de aço e acendia-se um pavio. Essa tecnologia abriu caminho para as armas de ativação por gatilho, como a armas de pederneira e a cápsula explosiva.


Uma cápsula explosiva (à esquerda) e uma espingarda de pederneira (à direita), dois importantes passos para as armas de fogo modernas

A espingarda de pederneira queimava a pólvora produzindo uma minúscula fagulha, enquanto a cápsula explosiva usava o fulminato de mercúrio, um composto explosivo que poderia ser inflamado com um forte golpe. Para carregar a cápsula explosiva, vertia-se pólvora na culatra, empurrava-se uma bala e colocava-se a coifa de fulminato de mercúrio no topo de um bocal roscado. Para disparar a arma, você armava um martelo para trás e puxava o gatilho da arma. O gatilho liberava o martelo, que atingia com força a cápsula explosiva. A cápsula queimava, disparando uma pequena chama no tubo em direção à pólvora. A pólvora explodia, lançando a bala para fora do cano. Consulte Como funcionam as armas de pederneira para mais informações.
Ao longo do século 19, ou seja, nos anos de 1800, a cápsula explosiva lentamente deu lugar ao revólver, que tinha que ser recarregado somente a cada cinco ou seis disparos em vez de a cada disparo. Na seção a seguir, veremos como este sistema funciona, assista o video.




O revólver
Os primeiros revólveres usavam pólvora, balas e cápsulas como as antigas pistolas de cápsula explosiva. O atirador carregava cada uma das seis câmaras no cilindro com pólvora e um projétil e depois posicionava seis cápsulas explosivas nos bocais correspondentes. Embora o procedimento de carregamento fosse tedioso, um atirador poderia ter seis rodadas totalmente preparadas com antecipação.




Na década de 1870, esses modelos foram substituídos por revólveres que usavam cartuchos de bala, em vez de pólvora e cápsulas. Os cartuchos são uma combinação de projétil (a bala), propulsor (por exemplo, pólvora) e estopim (a cápsula explosiva), todos encerrados em uma cápsula metálica.


Em um revólver moderno, os cartuchos são carregados em seis câmaras, cada uma podendo ser posicionada na frente do cano da arma. Um martelo carregado por mola é posicionado no outro lado do cilindro, alinhado com o cano. A idéia é armar o martelo para trás, alinhar um novo cartucho entre o martelo e o cano e, em seguida, liberar o martelo puxando o gatilho. A mola lança o martelo para frente, atingindo assim, o estopim . O estopim explode, inflamando o propulsor que expele a bala para fora do cano.
O interior do cano é forrado com estrias espiraladas que giram a bala para dar estabilidade. Um cano longo proporciona estabilidade, visto que gira a bala por mais tempo. A extensão da bala aumenta também a velocidade da bala, pois a pressão do gás acelera a bala por um período de tempo maior.
Nos primeiros revólveres, o atirador tinha que puxar o martelo para trás antes de cada tiro, e então puxar o gatilho para liberá-lo. Nos revólveres modernos, um simples puxão no gatilho força o martelo para trás e o libera.
A seqüência de eventos em cada disparo é muito simples, veja abaixo.
•A alavanca do gatilho empurra o martelo para trás.
•Ao se mover para trás, o martelo comprime a mola na coronha - o cabo (o diagrama acima mostra uma mola enrolada; molas de tensão desenroladas também são usadas em revólveres).
•Ao mesmo tempo, uma lingüeta ligada ao gatilho impulsiona a catraca para girar o cilindro. Isso posiciona a próxima câmara da culatra na frente do cano da arma.




•Outra lingüeta aloja-se em uma pequena depressão no cilindro. Isso estaciona o cilindro em uma posição particular de modo que fique perfeitamente alinhado com o cano.
•Quando a alavanca do gatilho é pressionada totalmente para trás, libera então o martelo.
•A mola comprimida impulsiona o martelo para frente. O gatilho no martelo se estende através do corpo da arma atingindo o estopim. O estopim explode, inflamando o propulsor.




•O propulsor queima, liberando um enorme volume de gás. A pressão do gás impele a bala para fora do cano. A pressão do gás também provoca uma expansão no cartucho da bala, fechando temporariamente a culatra. Todo o gás em expansão empurra para a frente melhor do que para trás .
•Para recarregar a arma, o atirador move o cilindro e empurra a vara ejetora, colocando em funcionamento o extrator no meio do cilindro. O extrator prende a base do cartucho usado e o remove do cilindro.
•Para recarregar, o atirador pode colocar os cartuchos um a um nas câmaras ou carregar seis de uma só vez com um carregador rápido, basicamente, um pequeno cabo de metal com cartuchos fixados na posição correta.
Nos revólveres de dupla ação, o atirador pode também puxar o gatilho para armar e disparar ou empurrar o martelo para trás com antecipação. A vantagem de armar o martelo primeiro é que o gatilho se move mais facilmente quando é disparado.
Evidentemente, é mais fácil usar um revólver do que usar que uma espingarda de pederneira ou uma cápsula explosiva. O atirador pode carregar seis tiros de uma vez e necessita somente puxar o gatilho para disparar. Entretanto os revólveres parecem muito limitados em relação às novas tecnologias: o atirador deve puxar o gatilho para cada disparo e parar para recarregar com regularidade. Em um campo de batalha, o revólver não é páreo para as modernas armas automáticas.
A duração da popularidade dos revólveres se dá pela simplicidade de seu desenho. Tudo se encaixa tão bem, que é muito raro as armas emperrem. E visto que elas são feitas com um número relativamente pequeno de partes, torna-se relativamente barata a sua fabricação. Para defesa de propriedades e crimes é adequada e de preço acessível.
De só  uma olhada neste video e veja o que esse cara faz com um revólver na mão, são 8 tiros em 1 segundo, será que ele  precisa  pistola ?


Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/

APRENDA TIRAR MANCHAS DE TECIDOS E UNIFORMES !

INFORMAÇÃO DE UTILIDADE

Tire as manchas dos uniformes
Manchas sólidas:
1. Com uma faca cega ou uma espátula remova o excesso.
2. Passe uma escova bem macia para soltar o pó.
3. Retire o pó com um aspirador de pó.
4. Passe um pano limpo embebido em álcool ou em uma mistura de água e sabão neutro.
5. Quem usar a mistura de água e sabão neutro, deve removê-la completamente com um pouco de água e secar com um pano limpo e seco.

Manchas líquidas em geral:
1. Para mancha aquosa use uma solução fraca de amoníaco ou detergente e água. Remova-a completamente com um pano úmido e limpo e passe depois um pouco de água e seque com um pano limpo e seco.
2. Para manchas oleosas use detergente concentrado de cozinha. Espere alguns minutos. Com um pano retire o excesso. Passe um pouco de água e seque com um pano limpo e seco.
Produtos indicados para manchas específicas:
1. Acetona : para retirar manchas de esmalte (não pode ser usada em plásticos).
2. Água oxigenada : para retirar manchas de sangue. Use a de 20 volumes e para uma parte de água oxigenada, coloque nove partes de água para aplicar na mancha antes de lavá-la.
3. Álcool : para retirar manchas de tinta de caneta esferográfica e de grama.
4. Bórax : para retirar manchas ácidas de vinho, frutas e café.
5. Leite : para retirar manchas de vinho tinto de tecidos. Coloque a peça manchada em uma vasilha com leite. Ferva a peça no leite e deixe de molho até a mancha sumir.
6. Magnésia : para retirar manchas de gordura em tecidos de seda. Esfregue magnésia e exponha ao calor do fogo (cuidado para não queimar o tecido).
7. Talco : para retirar manchas provocadas por gordura. Deixe o talco por 12 horas sobre a mancha depois escove. Na maioria dos casos a mancha sai. Se isto não ocorrer, coloque mais talco, um mata-borrão e passe o ferro, bem em cima do mata-borrão. Se você não tiver talco, espalhe sal fino.
8. Vaselina : para retirar manchas de batom. Passe um pouco de vaselina sobre a mancha e depois lave com água morna e sabão. Se não estiver em uma área lavável: passe um pouco de vaselina e limpe delicadamente com um algodão embebido em tetracloreto de carbono.
9. Vinagre branco : para remover manchas de suor e manchas causadas por xixi de animais de estimação, além de ajudar a combater os fortes odores. Para retirar as marcas de transpiração deixe a roupa de molho em água morna com vinagre branco.
Atenção
1. Antes de tentar remover a mancha, faça um teste em uma área pouco visível para ver como o tecido reagirá: se ele não manchará, desbotará, etc.
2. Não deixe de remover completamente o produto de limpeza.
3. A rapidez é fundamental para o sucesso na retirada das manchas.

Alimentos com corantes x Pasta de dente:
Os alimentos que levam na sua composição corantes artificiais deixam manchas difíceis de sair. Para que isso não aconteça, passe um pouco de pasta de dentes sobre a mancha. Quando ela estiver completamente seca, enxágüe com água fria.

Batom x Álcool:
Para remover manchas de batom dos guardanapos, é só esfregar um pouco de álcool de farmácia sobre o tecido.

Batom ou Tinta x Laquê para cabelos:
Para remover manchas de batom ou tinta, de suas roupas, aplique um pouco de laquê para cabelos no tecido, antes de lavar.

Café x Água quente:
Quando derramar café, estenda a parte atingida sobre uma tigela e despeje água fervente até a sujeira desaparecer.

Cal x Vinagre ou Limão:
Para retirar manchas de cal de roupas brancas, basta lavar com água e sabão. Em tecidos de cor, aplique um pouco de vinagre ou suco de limão e lave com bastante água.

Caneta x Laquê:
Para tirar manchas de canetas esferográficas, passe bastante laquê em cima da mancha, deixe secar bem e lave com água e sabão neutro.

Caneta x Leite Azedo:
Manchas causadas como caneta esferográfica podem ser retiradas esfregando a área afetada com leite azedo, ou com uma mistura de leite e vinagre.

Chocolate x Glicerina:
Manchas de chocolate nos tecidos de lã desaparecem esfregadas com algodão embebido em glicerina. Com um outro algodão umedecido em água morna, retira-se a glicerina.

Ferro de passar x Água fria:
Para remover manchas amareladas deixadas pelo ferro, mergulhe a roupa imediatamente em água fria e deixe de molho durante 24 horas.

Ferro de passar x Água Oxigenada:
Para remover manchas amareladas deixadas pelo ferro de passar roupa, basta passar água oxigenada sobre a parte afetada e em seguida lave apenas com água.

Ferrugem x Leite Azedo:
Se alguma roupa branca ficar manchada por ferrugem, esfregue no local um pouco de leite azedo.

Ferrugem x Limão e Bicarbonato:
Se você achar dificuldades em tirar manchas de ferrugem dos tecidos, passe uma mistura de limão e bicarbonato.

Ferrugem x Limão com Sal:
Manchas de ferrugem em tecidos saem , se você embeber o tecido com suco de limão, cobrir com uma camada de sal e deixar ao sol por uns 20 minutos. Repita a operação se a mancha não sair totalmente.

Gordura x Papel e Ferro de passar:
Se algum tecido ficou manchado de gordura, coloque um papel impermeável embaixo da mancha e depois passe por cima o ferro bem quente. O papel absorverá a gordura, fazendo a mancha sumir.

Gordura x Éter ou Benzina:
O melhor método para tirar mancha de gordura de um tecido de seda é usar éter ou benzina. Assim, evita-se que a mancha se alastre.

Iodo x Álcool ou Leite:
Para manchas de iodo, aplique álcool ou passe um pano embebido em leite. Em seguida lave com água fria e sabão.

Mancha x Água fria:
Quando um liquido cai em sua roupa, não use água morna para retirá-lo, pois isto firma a mancha, enquanto a água fria geralmente a retira.

Mancha x limão:
As manchas de roupas desaparecem, se você deixar de molho durante toda a noite, em água misturada com o suco de três ou quatro limões.

Mofo x Limão e Sal:
Para mofo, coloque a roupa ao sol e escove bem. Se não sair, prepare uma pasta com suco de limão e sal e leve ao sol. Lave depois com água e sabão e somente use essa pasta se o tecido for de cor firme.

Óleo x Limão e Fubá:
Manchas de óleo em tecidos saem completamente, se você esfregar uma mistura pastosa de fubá com suco de limão sobre a área afetada.

Roupa x Sal:
Antes de usar qualquer produto para tirar manchas dos tecidos, passe sobre o local um pouco de sal de cozinha úmido. Isto vai fazer com que a mancha saia com maior facilidade.

Sangue x Água fria:
Se a roupa for manchada com sangue, mergulhe-a mais rápido possível em água fria. Quando a mancha começar a desbotar na água, esfregue-a muito bem com água quente e sabão neutro.

Suor x Sal:
Você elimina manchas de suor de roupas laváveis, deixando-as de molho numa solução forte de água salgada.

Suor x Álcool e Amoníaco:
Você elimina manchas de suor de roupas, esfregando-as com uma solução igual de álcool e amoníaco.

Fonte: http://www.anobaseuniformes.com.br/

UNIFORME QUAL O SEU TAMANHO E INSTRUÇÕES DE LAVAGEM ?

INFORMAÇÃO DE UTILIDADE

Orientações para medidas do vestuário
Todos nós ficamos em dúvida quando temos que escolher o tamanho de uma roupa ou um uniforme. Isso acontece porque muitos lugares utilizam padrões de medidas diferentes, o que acaba complicando nossa vida.
Para auxiliar nessa questão básica e tornar sua compra mais segura e solicitação de uniforme, o blog Segurança Privada do Brasil adotou o sistema de medida padronizado de acordo com as normas estabelecidas pela ABNT.
Mesmo assim, muitas dúvidas podem surgir em relação ao seu tamanho específico, se este for o seu caso, basta seguir as instruções abaixo para saber suas medidas e escolher o uniforme ideal para sua atividade.

Já sabe suas medidas? Então confira aqui os tamanhos de cada uniforme e escolha sua numeração exata.



Instruções de Lavagem

Recomenda-se durante a lavagem, não friccionar fortemente a roupa sobre a pedra do tanque ou com escova, pois essas práticas desgastam a superfície do tecido, afetando, conseqüentemente, a uniformidade das cores.
Não utilizar água sanitária (ou outro produto a base de cloro, ex.: Cândida), pois esta prática, além de enfraquecer o tecido e as linhas de costuras, provoca descoramento do tecido.
Caso a roupa apresentar-se impregnada de sujeira ou manchas de óleo, graxas, sorvete, gordura, etc., é recomendável deixá-la de molho em solução de água e sabão neutro ou produto específico para cores, na sombra e por algumas horas, para permitir que a sujeira desprenda-se normalmente, sem aplicar o friccionamento agressivo.
Em roupas coloridas, não utilizar alvejantes com branco óptico (ex.: Cândida). Usar sabão em pó neutro ou produto específico para cores.
Para secagem da roupa ao sol, recomenda-se que a mesma seja feita pelo lado avesso.
Importante:
O sistema de secagem em Tambor Rotativo (Tumble Dry), utilizado em lavanderias com temperatura até 70°C, eleva o encolhimento dos tecidos de algodão em até 4%.
OBS.: Deve-se evitar secagem com temperaturas acima de 70°C, para não ocasionar encolhimento acima dos 4%.
Modo de Lavar
· Não deixar de molho · Enxaguar sem torcer · Usar sabão neutro
· Não usar secadora · Secar a sombra.
Lavagem a seco
Existem dois tipos de lavagem a seco: aberto e fechado.
No sistema aberto a máquina é semelhante a uma lavadora convencional, possui um cesto, onde as roupas são lavadas, e uma centrífuga acoplada, além de um conjunto para a filtragem do solvente, que é recuperado a cada processo. O solvente mais utilizado é percloroetileno. O poder de limpeza é inferior aos do sistema fechado, mas, atualmente, é muito utilizado devido ao preço mais baixo da máquina. Existem outros solventes, mas eles estão caindo em desuso por apresentarem um alto grau de inflamabilidade: querosene, varsol, fluorcabono, etc.
No sistema fechado a máquina realiza o processo completo de lavagem (lavagem e secagem): o funcionário não tem contato com o solvente. O solvente é destilado garantindo uma limpeza maior em relação à simples filtragem. O produto é o percloroetilento, que não é inflamável, mas é tóxico. Se poder de limpeza é maior porém exige maior cuidado com botões e adereços. Há somente um fornecedor nacional mas diversos representantes de equipamentos estrangeiros.
A limpeza à seco é recomendada para roupas finas como ternos, deda, lã e microfibras. As vantagens são a excepcional remoção de sujeiras gordurosas, a conservação das cores e a maior segurança no que se refere a encolhimentos. Tem a desvantagem de não remover sujidades como suor, manchas de bebidas, que saem com água. Nesse caso, é preciso fazer um pré-lavagem.
O acabamento das peças é feito em bancas de passar industriais, que têm vácuo. São usados ferros de passar elétricos, á vapor e profissionais ou prensas á vapor ( precisam de caldeira, como os secadores). No que se refere ao serviço por peças ou por quilo, as duas formas são utilizadas, inclusive simultaneamente, sendo que as lavadas por peças têm preço superior, pois são tratadas com maior cuidado.

Fonte: http://www.anobaseuniformes.com.br/

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