"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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10 de jun. de 2016

10 DICAS DE SEGURANÇA PARA VIGILANTES

                                                       

                                                       SEGURANÇA PRIVADA 

No contexto da segurança privada, a matéria-prima que move a empresa é o vigilante. Sem este profissional, a empresa não existe ou, se ele atuar com deficiência, o prejuízo não será apenas para si, mas também para a empresa ao qual atua. Pensando no dia-a-dia deste profissional, elaboramos algumas dicas que servem apenas para lembrá-lo, pois se trata de algo primário. Antes de citá-las, destacamos alguns aspectos importantes:
O fator principal na função de um vigilante é a atenção, por isso algumas regras são importantes para evitar surpresas desagradáveis. Regras que podem salvar sua vida, do colega de trabalho, bem como salvaguardar melhor o patrimônio.

a) As pessoas desatentas são vulneráveis, de modo que podem se tornar presas fáceis. O criminoso dispõe de pouco tempo para fazer a abordagem.
b)  O fator principal na função de um vigilante é a atenção, por isso algumas regras são importantes para evitar surpresas desagradáveis. Regras que podem salvar sua vida, do colega de trabalho, bem como salvaguardar melhor o patrimônio.

 DICAS DE SEGURANÇA PARA VIGILANTES

1. Evitar distrações – Nunca ler revista ou similar quando estiver no posto de serviço. O simples ato da leitura tira toda a atenção que deverá está voltada para a salvaguarda do posto. Isso vale para objetos sonoros. Lembre-se: uma simples distração poderá custar sua vida.

2. Arma no coldre – O vigilante em serviço, quando trabalhar armado, deverá portar a arma no coldre. Nunca deixar a arma fora do corpo, isso atrasará uma possível ação defensiva ou preventiva.

Aquelas regrinhas aprendidas no curso de formação não devem ser esquecidas.

3. Procedimentos de sua empresa – Cumprir rigorosamente as normas e procedimentos de sua empresa. Elas foram criadas para mitigar os perigos e seus fatores de risco. Deve ser encarada como um aliado recurso de segurança.

4. Armamento – Cuidado da hora da passagem e recebimento do armamento.  Aquelas regrinhas aprendidas no curso de formação não devem ser esquecidas. Armamento aberto e sem munições (munições em uma mão e armamento na outra).

5. Passagem de Serviço – A passagem de serviço deve ser feita em local seguro, fora do trânsito de pessoas (um caixa de areia específica para a passagem de armamento é algo necessário).

6. Evitar aglomerações – Cada vigilante deverá permanecer em seu posto e evitar aglomerações, tanto de pessoas comuns como vigilantes do mesmo grupo. Quando os vigilantes estão bem distribuídos, o poder de visão da área ou patrimônio será maior, proporcionando uma melhor salvaguarda do patrimônio.

7. Postura adequada. Vigilantes bem fardados e com boa postura, transmite uma impressão de que são preparados e que são organizados. Dessa forma, haverá uma sensação de segurança e transmite o chamado efeito dissuasivo, desestimulando a ação de criminosos.

8. Evitar falar muito. Seja reservado. Assuntos inerentes à sua empresa ou da unidade onde atua, sobretudo, os relacionados aos procedimentos e estratégias de segurança, não devem ser comentados com terceiros para não chegar aos ouvidos dos criminosos. A rotina de segurança é algo sigilosa.

Todo segurança deverá trabalhar o hábito de criar estratégias, fazendo, se necessário – mentalmente – simulado de como reagir em situações adversas.

9. Estratégia. Como regra geral, um bom estrategista tem grandes vantagens para resolver problemas, para vencer obstáculos, para derrotar inimigos, para cuidar melhor da sua segurança e de outrem, etc. Todo segurança deverá trabalhar o hábito de criar estratégias, fazendo, se necessário – mentalmente – simulado de como reagir em situações adversas.

10. Ser desconfiado. Sempre que possível, observar pessoas com atitudes suspeitas. Evitar ficar próximo de suspeitos. Colocar – se sempre em posição de defesa.

Vigilante lembra segurança. Segurança deve refletir confiança, tanto do ponto de vista do cliente, como das pessoas que, de certo modo, convivem com este profissional. Logo, sua postura, seus conhecimentos técnicos, bem como sua condição física, são importantes para proporcionar a sensação de segurança.

Por: Adenilson C. Guedes
Fonte: http://www.de-seguranca.com.br/10-dicas-de-seguranca-para-vigilantes/

Publicado: 25/12/2014

ANÁLISE DE RISCO - MÉTODO HAZOP UMA FERRAMENTA INDISPENSÁVEL

                                                        

                                                       SEGURANÇA PRIVADA 

Método HAZOPO termo HazOp origina-se do inglês “Hazard and Operability Study”. Também conhecido como “Estudo de Perigos e Operabilidade”, o HazOp é uma técnica projetada para identificar perigos que possam gerar acidentes nas diferentes áreas da instalação, além de perdas na produção em razão de descontinuidade operacional…

Esta Análise Preliminar de Riscos (APR), denominada de HAZOP, baseia-se na técnica definida e usada pelos militares nos programas de segurança de seus sistemas. Muitas empresas químicas possuem um método semelhante implantado, talvez com nome diferente.

1) Metodologia HAZOP

Esta análise evidenciou-se altamente eficiente em relação ao custo, na fase de desenvolvimento de todos os sistemas militares perigosos, inclusive as plantas de processo. É também possível usar a análise em questão para anteceder outros métodos mais detalhados de identificação de riscos a serem utilizados em outras oportunidades no decorrer da vida útil da planta.

“A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir”

A APR é própria para ser empregada na fase inicial de concepção e desenvolvimento das plantas de processo, na determinação dos riscos que possam existir. Ela não exclui a necessidade de outros tipos de avaliações de riscos. Ao contrário, é uma precursora de outras análises. As principais vantagens da APR são: identificação com antecedência e conscientização dos perigos em potencial por parte da equipe de projeto e identificação e/ou desenvolvimento de diretrizes e critérios para a equipe de desenvolvimento do processo seguir. Assim, à medida que o projeto se desenvolve, os perigos principais podem ser eliminados, minimizados ou controlados logo de início.

A APR é realizada mediante a listagem dos perigos associados aos elementos do sistema, como definido no estágio de concepção ou do começo do projeto. Os elementos da planta, que podem ser definidos neste estágio, compreendem:

Matérias primas, produtos intermediários e finais e sua reatividade;
Equipamentos de processo;
Interface entre componentes;
Ambiente operacional;
Operações (teste, manutenção, procedimentos de emergência, etc.);
Instalações;

Equipamentos de segurança.

À medida que cada perigo é identificado, as causas em potencial, os efeitos e a gravidade dos acidentes, bem como as possíveis medidas corretivas e/ou preventivas, são também descritas. E para que o trabalho seja completo, é preciso aproveitar a experiência anterior, proveniente do maior número possível de fontes diferentes. Estas fontes compreendem estudos de riscos de instalações semelhantes, experiência operacional em processos similares e listagem de riscos.

2) Tipos de Riscos e os seus Aspectos Gerais

De acordo com qualquer metodologia empregada devemos ter em mente que os riscos são divididos de forma ampla e geral em duas classes bem simples:

a) Riscos Endógenos:

Riscos que são provenientes da parte interna da empresa/organização, e podem causar grande impacto financeiro quando não devidamente identificado e posteriormente tratado com a medida preventiva ou corretiva mais adequada para a situação ali encontrada.
“Um bom profissional não pode esquecer que os riscos migram de setor para outro, e pode nascer uma nova categoria de risco a qualquer momento, por isso o analista de riscos empresariais e corporativos deve ser sagaz, observador, curioso e principalmente um coletor de informações concretas que possam compor de forma robusta a sua analise de risco”

b) Riscos Exógenos

Riscos que oriundos da parte interna da organização ou empresa, e comumente estão associados aos mais diversos fatores, que vão da fragilidade e nível de corrupitividade da polícia local até a mudança da legislação que trata e regula a atividade fim da sua empresa/organização.

3) Classificação dos Riscos

Riscos Humanos

Quando existe a participação do ser humano atuando de forma direta ou indireta no processo produtivo, existe a possibilidade de ocorrer falhas voluntárias (corrupção, desvio de atenção entre, descaminho ou contrabando, entre outras que podem ser citadas).
“O que conhecemos como falha humana, nada mais é que: negligência, imprudência ou mesmo imperícia daquela pessoa envolvida direta ou indiretamente em qualquer fase do projeto ou do processo de produção, seja de produtos ou de bens e serviços terceirizados”

O que conhecemos como falha humana, nada mais é que: negligência, imprudência ou mesmo imperícia daquela pessoa envolvida direta ou indiretamente em qualquer fase do projeto ou do processo de produção, seja de produtos ou de bens e serviços terceirizados. Pois o ser humano é elo fraco da corrente. E para que estes fatores sejam constantemente corrigidos, o gestor, técnico de segurança do trabalho, supervisor, inspetor, gerente ou mesmo o diretor deve acionar os mais variados mecanismos de controle para tentar evitar que esta falha latente se manifeste.

Riscos Técnicos e/ou Tecnológicos

São os riscos que estão associados à tecnologia que atualmente esta tomando um espaço mais que significativo nas residências e empresas, pois atualmente ninguém vive sem os acessórios tecnológicos. Todo Software tem uma porta de entrada que é vulnerável, e pode ser o ponto de chave para uma entrada não autorizada do seu sistema de informática, por isso os profissionais da área de TI (tecnologia da Informação) devem ficar atentos para esta parte. Mesmo na área de TI tem que realizar a APR e mostrar para a alta gestão, para que receba o devido apoio e atenção no seu cotidiano. A compra de uma tecnologia implica em gastos diretos e indiretos, pois além de comprar, têm que realizar o (s) treinamento (s) para o correto emprego da mesma dentro da sua organização, e nunca se deve centralizar todas as compras em único fornecedor, pois a empresa pode acabar ficando refém da situação.
Uma Política de Segurança da Informação (PSI) define quem pode acessar todas as informações e quem não pode. O uso de pendrive neste tipo de ambiente não é recomendado para os ambientes que tem uma grande quantidade de informações confidenciais, e o uso de gás limpo (FM 200) ou extintores de CO² é recomendado para debelar focos de incêndio.

Riscos Incontroláveis

Neste caso em especial, não se pode citar todos os riscos incontroláveis mais serão citados os mais comuns, pois estes tipos de riscos variam de região para região, e de país para país. Em alguns pontos da infra-instrutora local devem ser observados para a correta elaboração de uma APR abrangente e que venha a identificar todos os riscos potenciais que podem paralisar e/ou afetar, ou, mesmo destruir a empresa.

Enchentes e/ou Inundações: verificar se o terreno da empresa está localizado abaixo do nível da rua. Neste caso deve-se adotar mais de uma medida corretiva para sanar o problema, em casos que implicam certa urgência. O gestor deve planejar no seu orçamento a comprar bombas sapo para sucção da água que pode adentra nas dependências da empresa, aliado a criação de barreiras de contenção para reduzir o fluxo de água, bem como a compra de veículos apropriados para o deslocamento dos funcionários. Entre outras medidas (limpeza de bueiros e canais de trafego das águas pluviais) que os colegas engenheiros conhecem com mais propriedade que a minha pessoa.

Queda e/ou Suspensão do Fornecimento da Energia Elétrica: é outro ponto chave em qualquer empresa (hospitais, empresas de produção em série e frigoríficos entre outras) podem ser prejudicados caso a chuva forte seja o causador potencial da suspensão deste serviço prioritário, é mais um item que deve ser analisado seriamente pelo gestor responsável. A compra de gerador portátil ou não pode ser a solução para não ficar a mercê deste tipo de situação que esta ficando mais corriqueira no dia a dia das empresas e do povo em geral. A compra de vários No-Breaks potentes pode ser de grande valia também.

Queda de Raios: todos os equipamentos, máquinas, e instalações prediais devem ser protegidos contra descargas atmosféricas, e para isso, o aterramento de todo o suporte eletroeletrônico é indispensável para minimizar este tipo de problema. Um Engenheiro Elétrico elaborando um projeto deve resolver ou amenizar o problema. A queda de raios também pode causar incêndios nas instalações elétricas do prédio.

Riscos Mercadológicos

Mudanças bruscas na legislação também podem afetar significativamente a rotina de empresa, pois, causam transtornos operacionais e contratuais para os clientes, fornecedores de insumos e prestadores de serviços. Entre estes riscos podemos citar o aumento de determinada taxa cobrada pelo governo (ICMS, COFINS entre outras). Outro fator que pesa e onera as atividades comerciais de uma empresa que trabalha com a cotação do dólar, que é flutua, e de uma hora para outra pode encarecer a importação ou exportação de determinado produto.

A posição e as exigências do cliente final de um determinado produto ou serviço prestado pode sofrer abalos sérios se esta relação não for devidamente dosada, essa mensuração deve ser feita de maneira sistemática. Através de pesquisas mercadológicas objetivas e direcionadas a uma determinada parte da população, vão indicar quais rumos devem ser tomados para assegurar a sobrevivência ou a repaginação de um determinado produto que esta sendo ameaçado pelo concorrente direto. Um bom departamento jurídico e comercial com profissionais atentos para o surgimento do menor sinal de perigo é o ideal para que a direção da empresa possa se manter atualizado com o que esta acontecendo no mundo dos negócios.

4) Tipo de Metodologia a ser empregada para Análise de Riscos

Quando se planeja, deve-se visualizar que pode haver erros que podem travar o andamento do projeto, ou mesmo do processo de controle que pretende instalar. Por isso em alguns aspectos do planejamento alguns custos devem ser levantados, mesmo na hora de proceder a uma analise de risco. Por isso a técnica PDCA é um dos métodos mais conhecidos para a elaboração mais precisa e que pode corrigir algumas falhas que são normais, mais merecem a correção imediata do problema encontrado, conforme modelo abaixo.

5) Níveis que podem ser aplicados à Análise Preliminar de Riscos

A APR deve ser adotada por todos os níveis de uma empresa, ou a empresa tem no seu quadro funcional um especialista que possa realizar este analise de forma clara e objetiva, de forma geral ou compartimentada (por setor). É desta maneira que todos os níveis da empresa visualizam os riscos potenciais de danos nocivos, e de maneira rápida podem implementar as medidas necessárias para impedir, dissuadir ou mesmo minimizar as consequências dos riscos na sua origem.

Nível Estratégico

Este planejamento geralmente é precedido de uma APR, pois envolve a alta cúpula da administração da empresa, envolve altas somas de dinheiro, prospecção de novos clientes e fatias de mercados, é um planejamento para ser desenvolvido cumprido a longo prazo. No Planejamento Anual da Empresa (PEA) as metas e o cronograma são definidos com a finalidade de envolver e preparar a empresa para um ciclo de crescimento contínuo.

Nível Tático

Nesta esfera de uma empresa geralmente os gerentes planejam as ações a serem aplicadas de forma setorial, envolvendo um grupo menor, onde as implementações têm um efeito mais rápido e o retorno dessas ações também é mais rápido ainda. Por isso, a habilidade gerencial para sanar problemas ou riscos que ainda não foram identificados é fundamental para o sucesso efetivo do planejamento. Os problemas de ordem comportamental tipo: crises de comando, relacionamento interpessoal e instabilidade emocional podem e devem ser previsto na APR. Além dos outros riscos que são mais fáceis de ser identificados ao longo da analise. Por isso é importante à habilidade de Gerenciar Crises por parte do gestor da área acometida.

Nível Operacional

Setor e/ou área operacional, onde tudo de ruim acontece, ou é  que supomos em nossas mentes. Mais é no chão de fabrica (Fayol) que encontramos soluções simples para os grandes problemas.
No setor operacional a dinâmica dos processos é rápida demais, e merece uma APR mais apurada e metódica, pois os erros são identificados de imediato, e se não forem corrigidos de imediato, as operações, produtos e serviços podem sofrer grandes danos.
Os riscos nesta fase são mais latente(s), visível (is) e também mais letal (is) do nunca. Neste o trabalhador está diretamente exposto ao risco da sua atividade laboral. Neste caso a troca de informações para a elaboração de uma APR é fundamental, e o supervisor de área, o trabalhador da função deve ser ouvido, pois o mesmo está lidando cotidianamente com o risco. Exemplos típicos: vigilantes, agentes de conservação e limpeza, porteiros, detonadores de explosivos, eletricitários, entre outros.

6) Tipos de Medidas e serem adotadas

Preventivas
As medidas preventivas são aplicadas antes que o risco se identificado na APR se materialize no ambiente interno da empresa, antecede o problema, mais não impede que as consequências do risco se alastrem. Os danos são apenas minimizados. Exemplos de Medidas Preventivas: Dialogo Diário de Segurança, Equipamento de Proteção Individual, Normas e Procedimentos Operacionais, Política de Segurança Institucional entre outras denominações.

Corretivas

São as medidas adotadas pós-evento danoso, e podem ser de caráter punitivo ou restritivo, tanto empregados e empresa podem ser penalizados pelos órgãos fiscalizadores. Exemplo: Investigação de acidente.

7) Planilha para Análise de Riscos HAZOP

Segue abaixo um modelo para efetuação da APR HAZOP, que pode ser empregada em qualquer área, por ser simples e ajustável as mais variadas situações do nosso cotidiano nas empresas que atuam em vários ramos de atividade econômica (CNAE).

8) Considerações Finais

Um bom profissional não pode esquecer que os riscos migram de setor para outro, e pode nascer uma nova categoria de risco a qualquer momento, por isso o analista de riscos empresariais e corporativos deve ser sagaz, observador, curioso e principalmente um coletor de informações concretas que possam compor de forma robusta a sua analise de risco.

Embasar com fotos e outras provas disponíveis naquele momento, a técnica apurada deve e pode ser o foco de uma boa defesa de tese, principalmente quando se tenta convencer alguém que algo esta errado, e se nada for feito, algo potencialmente danoso à vida e a saúde do trabalhador pode acontecer de fato.
Sem falar nos danos ao patrimônio e ao meio ambiente onde a empresa esta inserida. Neste caso para que no ato apuratório de falhas (sindicância) as omissões diretas e indiretas serão evidenciadas, e com toda certeza alguém será diretamente responsabilizado pelo fato consumado que tirou a vida de alguém ou lesionou de forma permanente aquela trabalhador.

É para isso que serve a Análise Preliminar de Riscos, para respaldar a empresa, o profissional e o trabalhador. Quem não cumprir com a sua parte sofrerá as consequências de forma amarga.

Para os ilustres autores como Antônio Celso Brasiliano, que nos mostra que matematicamente o “Risco não pode ser eliminado”, e sim, gerenciado ou mitigado.
Seja na área da Segurança Patrimonial Corporativa, Segurança Contra Incêndio, Segurança das Informações, Segurança do Trabalho, Administração, Medicina, entre outras áreas do conhecimento. O conhecimento é a fonte para a mudança e quebras de antigos e novos paradigmas que ainda persistem permanecer devido ao pensamento de alguns gestores praticantes da metodologia: deixa estar, deixa ficar (La Safer). O nosso tempo exige mudanças comportamentais para que tenhamos êxito em nossas missões e possamos colocar a cabeça no travesseiro e com justiça desfrutar “o sono dos justos” e as benesses do fruto de um trabalho bem realizado.

André  Luiz Padilha Ferreira, Gestor de Segurança Privada / MBA Recursos Humanos. Blog: 
http://anpadilhaferreira.blogspot.com. 
Contato: 
anpadilha.ferreira@gmail.com/Padilha.ferreira@yahoo.com.br. Tel. (91) 9214-2223.

Fonte:
http://www.de-seguranca.com.br/analise-de-risco-metodo-hazop-uma-ferramenta-indispensavel/

Publicado: 25/05/2014

CAME DO BRAIL APRESENTE NOVIDADES TECNOLÓGICAS NA EXPOSEC 2016

                                             

                                               SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL 

Empresa traz para Feira porta que economiza energia, catraca para pessoas com mobilidade reduzida e pilar automático que barra dois caminhões a 80 km/h

A CAME do Brasil apresenta todo o seu portfólio de produtos focados em controle de acesso com forte apelo de design na Feira Internacional de Segurança Exposec, em São Paulo/SP. Destaques são a porta automática brushless, a catraca Wing e o pilar automático Urbaco. “Para nós, o mais importante é apresentar as novidades ao mercado, ao mesmo tempo em que nos aproximamos dos clientes e usuários finais promovendo a CAME da melhor forma”, comenta o diretor da multinacional Marco Antônio Barbosa.

A porta automática brushless traz para o mercado um motor que trabalha sem a parte de redução, propiciando mais de 50% de economia de energia, o que aumenta em 5 vezes sua vida útil. Já as catracas Wing 40 apresentam uma solução desenvolvida especialmente para pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física.

Outro produto diferenciado é o Urbaco. O pilar automático é usado para controle de acesso em ruas e também funciona para impedir assaltos onde existe o arrombamento de portas e portões causado por carros. Este sistema é muito usado na prevenção de ataques terroristas fora do Brasil. Em um teste realizado o Urbaco barrou dois caminhões de oito toneladas a 80 quilômetros por hora.

Veja o teste no link:
https://www.youtube.com/watch?v=QaQH88ZIyy4&list=PLdBNiyZx11u5Oj_7s5mgjh3paoUXDLdBN

O estande da CAME conta com 100 metros quadrados do São Paulo Expo – Exhibition & Convention Center, na capital paulista. Os visitantes podem conferir a linha completa de controle de acesso à disposição do mercado nacional, como cancelas, portas automáticas, automatizadores, reservadores de vaga, pilares retráteis e catracas, entre outros. Em sua 19ª edição, a Exposec é a principal vitrine de tecnologias para o setor de segurança na América Latina. O evento é organizado pela Cipa Fiera Milano, em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese).


Sobre a CAME

Presente no Brasil desde 2010, com sede em Indaiatuba/SP, a CAME Group é uma empresa de origem italiana com mais de 40 anos no mercado e líder mundial em produtos para automação de acesso, com certificações ISO 9001 e ISO 14001. Hoje a CAME está presente com filiais em 17 países e mais de 350 distribuidores exclusivos no mundo todo. O Grupo CAME é uma holding que controla três empresas produtivas – CAME Cancelli Automatici, BPT Sistemas de automação residencial e industrial, e Urbaco – e uma empresa de assistência aos clientes – a CAME Service Itália. A empresa dedica-se à excelência na oferta de equipamentos e assistência técnica de alta qualidade, inovação e performance no segmento de controle de acesso e automação predial. A empresa desenvolve projetos customizados para clientes de diferentes segmentos de mercado, com foco na melhor solução em controle de acesso e automação predial. No seu portfólio de produtos, a CAME oferece o que há de mais moderno e robusto em cancelas, portas e pilares automáticos, correntes e automatizadores pivotantes ou deslizantes, entre outros. Veja mais em: www.came-brasil.com

Fonte: http://www.de-seguranca.com.br/came-do-brasil-apresenta-novidades-tecnologicas-na-exposec-2016/


Publicado: 18/05/2016

A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL COMO PROTEÇÃO OU ATAQUE


                                                 SEGURANÇA ELETRÔNICA 

O conceito de transformação digital vem se tornando mais fácil de entender à medida em que a discussão sobre este tema envolve mais e mais as diferentes esferas de negócio.

Um dos consensos que se formam é de que este tipo de transformação não se explica pela simples intensificação da automação de tarefas, tal como ocorre na computação tradicional.
A verdadeira transformação acontece quando um ou vários aspectos essenciais do negócio são efetivamente afetados pela tecnologia digital.

Um exemplo claro do fenômeno foi o surgimento dos modelos de computação em nuvem, cujas consequências se desdobram em diversas novas formas de organização do ciclo de geração de valor para as áreas de software, hardware e de aplicações.

A rápida evolução das novas formas de entrega e de conexão de ferramentas e serviços empregadas pela indústria de TI (tais como SaaS, PaaS, BYOD etc) nos permite avaliar o quão velozes vão se tornando as ondas de transformaçã. Principalmente nesses últimos cinco anos, quando o aprofundamento da mobilidade e da virtualização passou a ser a tônica dominante.

Outro consenso que se forma é o de entender o avanço da transformação digital, ao mesmo tempo, como causa e consequência dos movimentos de disrupção que se mostram cada vez mais vigorosos em todas as áreas de negócio.

A disrupção, não custa lembrar, é uma nova classe de ameaça àquelas corporações “incumbentes”, cuja liderança está muitas vezes consolidada ao longo de muitas décadas, bem como a setores industriais inteiros, calcados na tradição. É o que aconteceu, há algum tempo, com o outrora vigoroso segmento de listas telefônicas e catálogos impressos de produtos dos quais hoje ninguém mais se lembra.

Uma característica recente da disrupção é que esta nova ameaça não parte de um concorrente conhecido ou presumível, com porte, experiência e estrutura. Ela surge no horizonte na forma de iniciativas novas, tocadas por empreendedores entrantes, muitas vezes, até então, estranhos àquele segmento de negócio.

Quando associada a um processo de inovação avassaladora, a disrupção produz exemplos como o da Airbnb, da Uber ou da Netflix, que chegam, de uma hora para outra, rompendo paradigmas altamente consolidados e desfigurando completamente a visão que se tinha até então de certo segmento da indústria.

Assim, é preciso que as empresas tradicionais encarem a transformação digital a partir de uma dimensão dupla. De um lado, é preciso que elas acompanhem os anseios de um tipo de consumidor cada vez mais impaciente, mais conectado, mais infiel e mais ávidos pela constante atualização de suas experiências no mundo digital.

Elas precisam se posicionar um passo à frente da concorrência para obter e manter a adesão e o engajamento do consumidor e não apenas a sua atenção passiva e persistente, como acontecia até recentemente.

De outro lado, as grandes empresas incumbentes precisam se proteger contra as novas invasões bárbaras, representadas por startups altamente calcadas na estrutura digital e dispostas e desafiar de maneira ousada e irreverente os conceitos de produção, relacionamento, logística, formação de preço e geração de valor nos mais diferentes setores.

Esses novos aventureiros podem contar com o acesso abundante e barato a alta tecnologia e de design, interconexão e processamento. Algo que há pouco tempo estava restrito àquelas companhias de lastro financeiro mais robusto.

Tendo muito pouco a perder, e precisando de pouco para se por em guerra, as startups inovadoras têm muito a ganhar e dispõem de grande flexibilidade para a tentativa e erro ao criar novos modelos de negócios a fim de desafiar os gigantes.

A indústria, de modo geral, já percebeu esta conjuntura; e a Transformação Digital dos Negócios está definitivamente na agenda da estratégia empresarial, embora sua adoção pelas companhias ainda encontre as velhas barreiras da cultura e de certa visão conservadora da TI.

Uma destas barreiras é, sem dúvida, a permanente necessidade de contenção de custos e o foco na manutenção dos dia a dia dos negócios. Algo que obriga o CIO e suas equipes a gastar quase 100% dos recursos em gestão da infraestrutura e dos processos já instaurados, pouco sobrando de fôlego para se pensar – e agir – no avanço da digitalização um passo à frente da demanda.

Ou seja, em grande parte dos casos, o avanço ainda acontece de forma reativa aos novos contextos dinâmicos do ambiente de negócio. Mas numa visão de conjunto podemos dizer que, pelo menos, em muitas áreas, estas mudanças vêm ocorrendo e são mudanças abrangentes e não simples automação de processos isolados.

Em meados de 2015, um levantamento realizado pelo Global Center for Digital Business Transformation (DBT Center), constatou que, em setores como hotelaria, mídia e varejo 50% das empresas já veem como alto o risco de serem fortemente abaladas por processos mais ou menos disruptivos nos próximos cinco anos.

Em tais nichos, as mais proativas já se mexem para resistir (ou para aproveitar) a onda de transformações dos negócios, como e o caso das redes de varejo que passaram a assumir uma face virtual extremamente sintonizada com a sua face física.

É um jeito que estas redes encontram hoje de equacionar um novo tipo de comportamento do consumidor conectado que os marqueteiros do varejo batizaram de “showrooning”.
Ao invés de ir á loja física adquirir seu produto, como vinha fazendo há séculos, o comprador (sempre munido de smartphone) passou a visitar a loja física unicamente para conhecer o produto de perto, e depois realizar a compra on-line, a partir de comparadores de preço.

Para se salvar dessa armadilha, os especialistas em varejo precisaram se reunir aos especialistas em TI para descobrir formas de fazer com que o cliente da loja física pudesse ser “fisgado” pela loja virtual da mesma rede (e vice-versa), de modo que a experiência de visita ao PoS passassem a ser uma continuidade quase natural da navegação no site e vice-versa.

Foi assim que surgiu a nova tendência de varejo “omni-channel”, conforme descreveu o IDC Retail Insights.

Seja para reagir ou para ameaçar, o uso correto da TI é essencial para que as empresas construam sistemas de “hyperwareness”, capazes de sintonizá-las com as flutuações das propensões da multidão (ou as movimentações da concorrência e do contexto de negócios). Ao mesmo temo em que as permitam a conhecer intimamente o consumidor individual para oferecer a ele uma experiência realmente atraente.

Abre-se assim uma oportunidade nova para aquele profissional de TI que estiver apto ao diálogo com os demais gestores do negócio, no sentido que ele aja como um incentivador da Transformação Digital dos Negócios.

Uma grande vantagem a seu favor é que todas estas formas de “awareness” (baseadas em analytics e em sensores multicanais) introduzem na companhia uma massa de informações mensuráveis sobre a performance do negócio como um todo e sobre cada uma das táticas de negócio empregadas.

Ao lado disto, o homem de TI conta hoje com facilidades adicionais de ferramentas para o desenvolvimento ágil que contemplam a nova face bimodal da TI (garantindo um equilíbrio interessante entre vertentes disruptivas e as exigências de compliance).
Em síntese, o que podemos constatar é que a indústria global de TI vai fornecendo os instrumentos que já estão propiciando processos contínuos e seguros de transformação digital de negócios.


Fonte: http://www.de-seguranca.com.br/a-transformacao-digital-como-protecao-ou-ataque/
Publicado em : 30/05/2016

COMPRA DE PRODUTOS - APRESENTAÇÃO DE DISTINTIVO DE SEGURANÇA PERSONALIZADO COM COLAR

                                                             SEGURANÇA PRIVADA 

Agora todos nós profissionais de segurança privada temos um site para comprar nossos acessórios de segurança com qualidade e segurança na entrega, você podera fazer uma visita no site da loja Vigilante QAP e adquirir produtos de qualidade quando for comprar mencione no e-mail que vc viu no blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL e acompanhe de perto o site do Vigilante QAP, mais uma parceria de sucesso que cresce a cada dia o empenho de nós profissionais de segurança privada.

Descrição do produto

Distintivo modelo SU – 37 confeccionado em couro legítimo (soleta), medindo 72mm x 100m “Oval”. Contendo presilha para cinto, gancho e corrente para pescoço. Contendo 1 Brasão da República Federativa do Brasil Estampado, Esmaltado e Banhado com flash de ouro. Gravação de dizeres personalizados em Hot – Stamp com película de ouro.
Se preferir podemos colocar Vigilante, só comunicar por email edirlansilva@gmail.com

Loja Vigilante QAP
http://vigilanteqap.com.br/loja

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Site oficial: www.vigilanteqap.com.br

9 de jun. de 2016

GESTÃO DE RISCOS E DIRETRIZES

                                                                    TREINAMENTO 

Realizar a gestão de riscos é uma atividade altamente complexa. A necessidade de conhecimentos multi e interdisciplinares condiz com uma gestão altamente eficaz.
O curso de gestão de riscos do IBRAGESP proporciona todos os conhecimentos necessários para o desenvolvimento das atividades com qualidade e excelência, pautando-se para tal, na ISO31000 e nos métodos qualitativos e quantitativos existentes.
Se você se interessar em fazer um curso na IBRAGESP mencione que você viu no blog SEGURANÇA PRIVADA DO BRASIL, mais uma parceria que cresce com o investimento dos profissionais de segurança privada do Brasil.

Publicado em 9 de jun de 2016
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Visão
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Valores
Respeito aos preceitos éticos e morais estabelecidos pela sociedade, à diversidade e ao meio ambiente. Convicção no papel transformador da gentileza, da flexibilidade e da educação.

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Fonte: http://www.ibragesp.com.br/2016/index.php

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Supervisor Operacional - curso de capacitação profissional

5 de jun. de 2016

PROSEGUR INVESTE NO SEGMENTO DE CARGAS ESPECIAIS E APRESENTA NOVIDADE EM FEIRA DE SEGURANÇA


SEGURANÇA PRIVADA 

O destaque é o caminhão plataforma, onde os clientes da companhia podem carregar o seu próprio contêiner
A Prosegur, empresa líder de segurança privada no Brasil e única do setor presente em todo território nacional, vem apostando no segmento de transporte de cargas especiais com alto valor agregado nos últimos anos. Em continuidade à parceria com a Scania, iniciada em 2015, a companhia leva uma novidade para este segmento na Intermodal Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior, que aconteceu entre os dias  5 a 7 de abril 2016, em São Paulo, no Expo Transamérica.
Trata-se de um caminhão plataforma, uma novidade no segmento de cargas especiais que a empresa lança na feira. O caminhão é composto por uma cabine e uma plataforma, onde o próprio cliente coloca o seu contêiner. A Prosegur fica responsável pelo transporte com o diferencial de contar com toda tecnologia embarcada para este serviço, além de reunir todos os fornecedores necessários para esse tipo de transporte em uma única empresa, reduzindo custos. “Esse é mais um diferencial que a Prosegur passa a oferecer para seus clientes dentro do segmento de cargas especiais”, afirma Alessandro Abrahão, diretor-geral de Logística de Valores da Prosegur.
A área específica para o transporte de cargas especiais da Prosegur foi criada após a publicação da portaria 781/2010, que regulamenta esse tipo de transporte pelas empresas de segurança. O serviço passou a ser oferecido em 2011, quando a companhia montou uma solução reunindo todas as fases da operação de transporte de cargas especiais em um único fornecedor, incluindo os serviços de transporte, seguro, gestão de risco, rastreamento, monitoramento e intervenção remota. Anteriormente esses serviços, incluindo a escolta – que nesta opção é dispensável – eram contratados separadamente, o que levava mais tempo e mais riscos, considerando a variedade de interlocutores na operação. A utilização dos mesmos padrões de uma operação do transporte de valores nesta solução oferece mais segurança e agilidade ao cliente que contratar o serviço. Dentro de um procedimento padrão, uma empresa de eletroeletrônicos, por exemplo, precisaria contratar várias companhias terceirizadas para cada uma destas fases da operação.

Cargas Especiais em Números
Desde que o serviço de Cargas Especiais passou a ser oferecido pela Prosegur, houve crescimento de 425% no número de clientes e 866% em faturamento neste setor da empresa. Em pouco mais de cinco anos, a Prosegur já realizou mais de 4.800 operações em todo o país com sinistralidade zero, o que corresponde a R$ 6,2 bilhões em cargas de alto valor transportadas no período.
O bom resultado tem feito com que o segmento ganhe cada vez mais importância para a operação da Prosegur no Brasil. Somente em frota, foram investidos mais de R$ 5 milhões entre 2011 e 2014 e a previsão é que mais R$ 11 milhões sejam direcionados para aquisição de novos veículos até 2017.
Em 2015, a frota foi ampliada em 40%, com a aquisição de oito veículos por meio da parceria com a Scania. A frota passou de 19 para 27 caminhões especialmente dedicados atender este setor. Todos os veículos são blindados e com tecnologia embarcada de segurança avançada com GPS, sistema de vídeo monitoramento, botão de pânico, fechadura randômica, sensores de portas e sirenes. A frota está preparada para transportar desde cargas com alto valor agregado como joias, relógios, papel moeda, barras de ouro até cargas com alto índice ou risco de sinistralidade como eletroeletrônicos, celulares, medicamentos, cigarro, micro processadores, cartões telefônicos, entre outros. “Os eletroeletrônicos representam 80% do transporte das cargas especiais, sendo a região Sudeste, especialmente São Paulo (interior e capital) a que mais contrata este tipo de serviço”, diz Alessandro Abrahão.


Fonte de pesquisa: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,828607,Prosegur_investe_no_segmento_de_cargas_especiais_e_apresenta_novidade_na_Intermodal,828607,4.htm

25 de abr. de 2016

SEGURANÇA PRIVADA NO RIO 2016 PODERÁ USAR PMS E BOMBEIROS DE FOLGA



SEGURANÇA PRIVADA 

A segurança privada na Rio 2016, agora sob responsabilidade estatal, poderá se valer do trabalho de policiais militares e bombeiros do Rio no horário de folga, além de integrantes da Força Nacional de Segurança, que pertencem às PMs de outros estados. A proposta foi discutida na primeira reunião de trabalho do grupo que vai definir o novo modelo de ação, em substituição ao batalhão de 16 mil vigilantes privados que seriam contratados pelo Comitê Rio 2016 para as atividades nas 159 instalações olímpicas, de competição ou não.
O tamanho do contingente que fará a segurança de todo o evento ainda não foi definido. O motivo é justamente o impasse provocado pela nova diretriz de operação dentro das instalações olímpicas. O novo modelo foi acertado entre o Palácio do Planalto, o governo do Rio e a prefeitura no começo do ano, mas surpreendeu os operadores da segurança pública nos três níveis de governo, que deverão definir o tamanho do contingente até o final de abril. O plano de operação da PM do Rio, por exemplo, terá que ser revisado por causa da reviravolta na segurança privada. O estado acumula também a responsabilidade por toda segurança pública, inclusive no período dos Jogos.
Oficialmente, a explicação para o uso das forças públicas no interior das instalações olímpicas é o estouro do orçamento previsto com a vigilância privada, cujas despesas inicialmente calculadas variavam entre R$ 230 e R$ 250 milhões. Para evitar o aporte de recursos da União ao Comitê Rio 2016, o Ministério da Justiça recebeu a missão de coordenar toda a estratégia de segurança, seja pública ou privada, em parceria com estado e prefeitura do Rio. Reservadamente, policiais temem que a mudança atrase a implementação do plano de segurança nos chamados eventos-teste, que iniciam no segundo semestre de 2015.
Além do uso de PMs e bombeiros de folga e de membros da Força Nacional, o plano em debate para Rio 2016 envolve ainda o uso de recrutas do Exército e de guardas municipais dentro das instalações olímpicas. Se o contingente de servidores públicos não suprir a demanda, o Ministério da Justiça não descarta a contratação de empresas privadas. Do total de instalações olímpicas, 97% estão na cidade do Rio.
 Acreditamos que, ao final, teremos um planejamento operacional com o envolvimento de várias agências, cada uma com parte da responsabilidade. Nenhuma possibilidade está descartada - afirmou, após a reunião, o representante da Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos do Ministério da Justiça, Cristiano Barbosa Sampaio.
Para se valer de PMs no horário de folga, o plano de segurança deverá utilizar uma regulamentação já aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio, o Regime Adicional de Serviços (RAS), que permite o uso de servidores em operações privadas de interesse público. Ainda assim, se houver necessidade, uma nova norma legal poderá ser editada pela presidente Dilma Rousseff.
Outra previsão, que já conta com apoio dentro do grupo integrado de segurança para a Rio 2016, é o uso do regulamento de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para que a segurança pública no Parque Olímpico de Deodoro, onde ocorrerão eventos como hipismo e canoagem slalom, seja feita pelo Exército. O parque está em área militar, que ficará sob responsabilidade do movimento olímpico durante a realização do evento.
O sistema público de segurança será posto à prova em dois eventos-teste ainda em 2015, ambos previstos para agosto: Hipismo e Remo. Ao todo, cinco eventos serão usados para testar todo o plano integrado de segurança, sendo que em 22 dos 44 torneios preparatórios para a Rio 2016 poderá ocorrer algum tipo de teste da segurança dos jogos, que envolve o policiamento, a defesa nacional e o serviço de inteligência.
Fonte: http://extra.globo.com

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/seguranca-privada-na-rio-2016-podera-usar-pms-bombeiros-de-folga-15672374.html#ixzz46seeTYsa

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