"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

27 de nov de 2016

GANHAMOS SEM ANISTIA PARA OS CRIMES DA LAVA JATO. TEMER DIZ: "OUVI A VOZ DAS RUAS"


NOTÍCIAS 
Publicado em 27 de nov de 2016
Presidente garantiu que anistia ao caixa 2 não passará! O anúncio foi feito ao lado dos presidentes da Câmara e Senado. ENTENDA TUDO PESSOAL! Compartilhe sem parar.

A vitória é nossa, queria acabar com a Lava Jato que inclui o nome de muitos envolvidos do governo, deputados, senadores e ex presidentes, ganhamos e não vamos nos cansar de exigir nossos direitos, o próximo passo e concurso público para STJ, não haverá mais indicação para esta instituição será igual o juiz Sergio Moro através de concurso público e não indicação do presidente, aguarde a lutar será grande.

13 de nov de 2016

A HISTÓRIA DA SEGURANÇA PRIVADA - VIGILANTE QAP


SEGURANÇA PRIVADA 

A questão segurança como defesa, sensação de está seguro, protegido contra os riscos é tão antiga quanto à existência do homem.

Com a evolução do mundo, os riscos foram aumentando e já no século XVI, na Inglaterra, surgiram os primeiros ``vigilantes´´.Eram pessoas escolhidas por serem hábeis na luta e no uso da espada, remunerados por senhores feudais, com os recursos dos impostos cobrados aos cidadãos, vale lembrar que já no antigo velho oeste americano já existia pessoas que escoltava as caravanas americanas o qual poderíamos classificar como seguranças privada.

Em 1820 nos Estados Unidos, Allan Pinkerton organizou um grupo de homens para dar proteção ao então presidente Abrahan Lincoln desse modo foi criada a primeira empresa de segurança privada do mundo.
Apenas no século XIX, em 1852, que devido às deficiências naturais do poder público, os americanos Henry Wells e William Fargo criaram oficialmente a primeira empresa de segurança privada do mundo.A WELLFARGO. Que existe até hoje.
Pouco tempo depois surgiram as empresas PINKERTON´S E a conhecida entre nós BRINKS.

No Brasil, as empresas surgiram nos anos 60, em pleno período da ditadura militar, organizaram-se e foram institucionalizadas guardas armadas de instituições financeiras, como resposta aos assaltos a bancos praticados por grupos políticos de esquerda para financiar as suas ações.

E devido ao aumento de assaltos a instituições financieiras, com o objetivo de proteger patrimônios, pessoas e realizar transporte de valores iniciou-se o serviço de segurança privada do Brasil.

Desde então, surgiram os trabalhadores em segurança privada, sob várias denominações, como vigias, guardiões,rondantes, fiscais de pátio, fiscais de piso e similares, que atuam em estabelecimentos industriais, comerciais ou residências.

Esses indivíduos eram contratados por empresas de segurança gerenciadas por coronéis aposentados, que impõe aos vigias uma disciplina militar e por isso que você não pode usar barba hoje, é se ferrou .

Neste momento, anos 70,estes trabalhadores são vistos e se vêem como um grupo para-militar, idéia reforçada pelo decreto Lei nº 1034 que determinava que os elementos de segurança dos estabelecimentos de crédito,quando em serviço ,terão prerrogativas policiais.

Não sendo permitido a eles valerem-se dos direitos conquistados por outros trabalhadores, entre os quais o da organização sindical: sem o diteiro à organização e luta por melhores salários e condições de trabalho.
Nesta época, os trabalhadores do ramo de segurança se auto dividiam em dois grupos: o denominado de ``A´´, os vigilantes propriamente ditos, que atuavam nos bancos e transporte de valores usavam uniformes marrons, realizavam curso e portavam armas de fogo.

E o grupo ``B´´ atuava maciçamente nas indústrias, não realizava curso de formação para vigilantes, usava uniforme cinza e não portava armas e eram denominados vigias.
A categoria conhecida genericamente de ``vigilante´´, só ganhou qualificação profissional a partir de junho de 1983, quando a segurança privada foi regulamentada através da Lei 7.102.Assim auxiliadas,as empresa prestadoras de serviços de segurança puderam padronizar as normas de constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de segurança privada o qual eram cursados e fiscalizado pelos órgãos de segurança estaduais à Polícia Civil.

No dia 1º de março de 1989, com sede em Brasília, foi fundada a Federação Nacional das Empresa de Segurança e Transporte de Valores-FENAVIST, com a função de estudar, defender e coordenar os interesses das categorias representadas pelos sindicatos das empresas de Segurança, Transporte de Valores e Curso de Formação de Vigilantes.
Os serviços de Segurança Privada só podem ser executados por empresas de segurança registradas no Ministério da Justiça e através da Polícia Federal que à partir de 1989 passou a fiscalizar as empresas e academias de formação, que receberam o certificado de segurança e autorização para funcionamento.

Hoje um levantamento feito pelo jornal G1 aponta que em todo o país: já são 989 mil vigilantes, quase cinco vezes o contingente do Exército brasileiro.



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SERVIÇO POLICIAL DIÁRIO E USO DE ARMAS NÃO LETAIS


SEGURANÇA PÚBLICA 

Abordagem

É o ato pelo qual o policial militar se aproxima e interpela qualquer pessoa, a pé ou em veículo, a fim de identificála e/ou proceder à busca, de cujo ato poderá ou não resultar outras ações decorrentes, como orientação, advertência, a prisão, a notificação por infração de trânsito, apreensão de coisas ou outras que a situação determine.

A abordagem ocorrerá, preferencialmente, em casos que o policial suspeite fundamentadamente da pessoa e dela só decorrerá busca pessoal se, na abordagem, forem verificadas razões para tal.

Suspeito fundado

• É a pessoa que reúne determinadas características ou é encontrada em situação ou em conduta ou com objetos que induzam o agente policial a visualizála como sendo, potencial ou efetivamente, autor de delito, proporcionando uma coincidência de semelhanças ou uma relação de quasecerteza entre a pessoa abordada e o presumindo ou certo infrator penal.

Suspeito Intuído

É aquela pessoa que, em razão dascircunstâncias de conduta, tempo e/ou lugar desperta no policial uma presunção de ameaça à tranqüilidade pública, embora tal desconfiança não possua relação direta com determinado delito.

Identificação

Compreende os procedimentos necessários para obter uma descrição conclusiva do abordado, através de uma coleta de dados rápida, a qual é efetuada junto a um sistema de informações, testemunhas, vítima ou pessoa abordada, compreendendo os seguintes dadosaspectos físicos gerais; aspectos físicos específicos; caracteres distintivos
(vestuário, adornos, adereços, pastas, sotaques, gírias, alcunhas, etc) e dados de qualificação (nome, idade, identidade civil, identidade profissional, filiação, endereço residencial, endereço profissional, profissão, subemprego, grau de instrução, data de nascimento, nacionalidade, naturalidade, etc).

Busca

É a diligência destinada a encontrar pessoa ou coisa a que se procura. Pode ocorrer a qualquer momento, desde que a circunstâncias autorizem o policial a realizar tal procedimento.

Orientação

É o ato de transmitir instruções procedimentais em relação a determinada
situação, com o intuito de fazer com que determinada pessoa tenha condições de portarse adequadamente em ocasiões futuras.

Advertência

Consiste no ato de censurar pessoa encontrada em conduta inconveniente, buscando a mudança de atitude, a fim de evitar o afloramento de infração.

Constitui conduta inconveniente aquele comportamento que ainda não se configura como infração penal.

Condução Coercitiva

Consiste no ato de encaminhar, com base no Poder de Polícia, pessoa envolvida em ocorrência policial ao órgão competente, para as devidas providências.

Criminoso

É aquela pessoa que tenha ocasionalmente cometido infração penal, sem revelar reiteração de comportamento delitivo.

Delinqüente

É aquela pessoa que reiteradamente comete infrações penais, revelando contumácia ou reiteração de comportamento delitivo

Poder de Polícia atributos são a discricionariedade, a coercibilidade e a auto executoriedade.

Nesta atuação policial devem estar presentes os requisitos necessários existência do ato administrativo:
competência: conferida pela Constituição Federal para o exercício da Polícia Ostensiva e para a Preservação da ordem Pública;
Finalidade: o bem estar da coletividade;
Forma: atuação ostensiva e, portanto, preventiva;
Motivo: caracterizado como a situação de fato aparentemente anormal ou o dever legal de agir preventivamente e no caso de veículo, por ser o procedimento precípuo para o exercício da sua função ; e
Objeto: comprovação da situação jurídica de uma pessoa.

• Caracterização da conduta suspeita se dá:
• Pelos critérios de análise de :
Circunstância de Conduta ou Modo
Circunstância de Tempo
Circunstância de Lugar
• Princípios da abordagem Policial:
• Legalidade
• Planejamento prévio
• Segurança
• Surpresa
• Rapidez
• Ação vigorosa
• Unidade de Comando
• Fases da abordagem Policial
• Planejamento Tático Mental
• Plano de Ação

Procedimento de abordagem (comunicação a sala de operações, tomada de posições, anunciação, busca, identificação, decisão decorrente da abordagem, uso de algemas se for o caso e encerramento)

Busca:

A busca pode ser pessoal, veicular ou domiciliar, classificandose em:
• (a) Busca Ligeira;
• (b) Busca Minuciosa;
• (c) Busca em Delinqüente

A busca em mulheres deverá ser realizada sempre por policial feminina, sendo que, nos casos em que não houver disponibilidade de tal profissional e o aguardo da presença dela implicar em atraso das diligências, os Policiais Militares masculinos deverão apenas realizar a revista em bolsas, agasalhos ou outras peças onde possam estar escondidas armas ou objetos ou produtos de crimes, lavrandose, de tudo, o devido termo pelo responsável, bem como arrolandose testemunhas.

Do uso de algemas:

uso da algema admissível nas seguinte situações:
• No caso de resistência a ordem legal
• No caso de fundado receio de fuga
• No caso de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros.

Espingarda Cal 12 anti distúrbio e suas munições

As Espingardas Calibre 12 utilizadas para atividades de controle de distúrbios civis, reintegração de posse, policiamento em estádios de futebol e manifestações públicas de caráter geral, utilizarão a cor laranja para identificação por parte do Policial Militar na operação;

Anti distúrbio e suas munições
A Espingarda Cal 12 antidistúrbio, utilizada como arma de fogo menos letal, deverá possuir a cor laranja na coronha e na telha, sendo que na coronha levará a inscrição “menos letal” em letras na cor preta.

Identificação dos cartuchos:

Os cartuchos calibre 12 carregados com projéteis menos letais, em uso na Corporação, fabricados pela empresa CBC, possuem as mesmas bases de latão e gravações no culote que os convencionais carregados com chumbo, porém, apresentam o corpo plástico transparente e incolor, permitindo observar a sua carga com projéteis de plástico ou de borracha, possuindo também a inscrição lateral "CBC Anti Motim". Atualmente são de três tipos, com as seguintes características

Com gravação lateral "CBC Anti Motim": É um cartucho com carga de múltiplos projéteis plásticos (tipo lentilha) transparentes e incolores (aproximadamente quatro centenas), cujo fechamento é feito pela orla superior do estojo de plástico (tipo estrela); (min 5 m – máx 10 m)

Com gravação lateral "CBC Anti Motim MD": É um cartucho com carga de vinte bagos de borracha de cor preta, cada um com 8 mm de diâmetro, cujo fechamento é feito com um disco de papelão na cor laranja, que é seguro pela orla superior do estojo de plástico; (min10 m – máx 20 m)

Com gravação lateral "CBC Anti Motim LD": É um cartucho com carga de três bagos de borracha de cor preta, cada um com 18 mm de diâmetro, cujo fechamento é o primeiro bago de borracha, que é seguro pela orla superior do estojo de plástico. (min 20 m –máx 50 m)

Os cartuchos calibre 12 carregados com projéteis menos letais, em uso na Corporação, fabricados pela empresa CONDOR, possuem as mesmas bases de latão e gravações no culote que os convencionais carregados com chumbo, porém, apresentam o corpo plástico transparente e incolor, permitindo observar a sua carga com projéteis de borracha, possuindo também a inscrição lateral "projétil(is) de borracha". Atualmente são de cinco tipos, com as seguintes características: antidistúrbio e suas munições borracha na cor preta – monoimpact; (min 20m – máx 50 m)
• a) AM 403: contendo apenas um projétil de borracha;
• b) AM 403/A: contendo três projeteis de borracha na cor preta– trimpact; (min 20 m –máx 50 m)
• c) AM 403/C: contendo três projeteis deborracha na cor preta – trimpact; (min 20 m –máx 40 m)
• d) AM 403/M: contendo doze projeteis de borracha na cor preta – multimpact; (min 20m – máx 40 m)
• e) AM 403/P: contendo apenas um projétil de borracha na cor amarela – precision (min 20m – máx 50 m)

Devem ser respeitadas as distâncias mínimas e munições de emprego de cada cartucho, pois disparo sem distâncias inferiores às recomendadas
podem ser letais, todavia disparos em distâncias maiores serão inócuos;
• Disparos devem ser efetuados na altura dos joelhos.
• Se o agressor não for dissuadido, sua aproximação o colocará em distâncias nas quais os disparos causarão incapacitação parcial ou morte, por conseqüência de disparos a distâncias inferiores ao recomendado ou à queimaroupa, principalmente com o cartucho "com distâncias máximas de 50 Metros", contidos na tabela acima;
• A munição Cal 12 Anti Motim/Menos Letal deverá ser armazenada e utilizada separadamente da munição com carga de chumbo; o porte e utilização da respectiva arma e munição menos letal, por parte de um policial militar, não o desonera de portar armamento e munições convencionais;

• O policial portador de armamento antidistúrbio deverá ser acompanhado de no mínimo mais um policial militar com armamento convencional, a fim de que não se perca o potencial defensivo em situações que evoluam para um risco maior da perda da vida ou da integridade física;


Este é um cartucho "Anti Motim" para espingarda Gauge 12, da CBC, que era usado contra turbas, manifestantes em situação de cometimento de crime, ou com o ânimo um pouco mais exaltado. Digo era usado pois ele não é fabricado mais. Esse cartucho é cheio de pequenas esferas de plástico e o seu efeito físico é esse que vemos na foto. Mas o efeito psicológico e moral no indivíduo e na turba é muito mais positivo. Ele consegue dissuadir o manifestante em não prosseguir na ação que está cometendo e ainda preserva a sua vida, isto é, é um ótimo equipamento Menos Que Letal!!

30 de out de 2016

VIGILANTES PODEM TER PISO SALARIAL ÚNICO NO PAÍS DE R$3 MIL


SENADO FEDERAL 

O piso salarial nacional dos vigilantes pode passar a ser de R$ 3 mil. Projeto de Lei do Senado (PLS) 230/2016, em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), cria o piso para a categoria e também inclui regras para o reajuste anual desses profissionais.

Apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a proposta define que o salário será reajustado anualmente com base em acordos coletivos ou pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), em caso de omissão por parte dos agentes organizadores dos acordos de trabalho.

De acordo com a Confederação Nacional dos Vigilantes, entidade que reúne cerca de 120 sindicatos e federações da categoria, hoje no Brasil existem aproximadamente 1 milhão de trabalhadores regularizados que atuam na segurança privada.

Na justificativa do projeto, Paim ressaltou que o valor estabelecido atende às necessidades dos trabalhadores e que o risco que um vigilante corre durante o trabalho é o mesmo em qualquer parte do país.

— Não se mostra socialmente justo que um vigilante que trabalha numa instituição bancária no Norte ou Nordeste do país ganhe um salário inferior ao seu igual que trabalha na mesma instituição bancária na região Centro-Sul — explicou.

Na Comissão de Assuntos Sociais, a proposta será votada em decisão terminativa, sem a necessidade de ser analisada posteriormente em Plenário.

Fonte: http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2016/10/10/vigilantes-podem-ter-piso-salarial-unico-de-r-3-mil?utm_medium=share-button&utm_source=whatsapp

Da Redação | 10/10/2016, 18h13 - ATUALIZADO EM 11/10/2016

28 de set de 2016

NOVOS REQUISITOS DE SEGURANÇA PARA GRANDES EVENTOS


NOTÍCIAS 

Os principais desafios em eventos internacionais devem ser enfrentados com o apoio da tecnologia para identificar suspeitos de forma preventiva, evitar incidentes e punir infratores. Nas próximas semanas, a segurança está em jogo no Brasil. É consenso entre os especialistas de segurança que, junto à capacitação humana, é igualmente importante o bom uso de novas tecnologias para garantir a segurança das milhares de pessoas que acompanharão o maior evento esportivo do mundo.

A experiência com o uso de sistemas de videomonitoramento avançado em outros grandes eventos internacionais mostra que é fundamental trabalhar com inteligência na prevenção de atos que apresentem risco à segurança dos demais e, em caso de algum incidente, possibilitar uma resposta imediata e a identificação dos suspeitos.

Essa capacidade de identificar suspeitos, evitar incidentes e punir infratores depende cada vez mais da captura de dados úteis de forma contínua e do cruzamento dessas informações em tempo real com bases de dados compartilhadas entre cidades, estados e países. São mudanças que acabaram por imprimir um novo modelo de gestão de segurança em grandes eventos. Hoje, as principais necessidades de vigilância para os estádios e as instalações para eventos incluem:

• A identificação antecipada de incidentes reais ou potenciais, uma melhor consciência da situação e respostas coordenadas;

• O acesso a gravações de alta qualidade, que podem ser usadas como provas nas investigações;

• A interpretação eficiente de todos os dados recebidos pelo centro de operações;

• Operações contínuas sob quaisquer circunstâncias.

Nesse caminho, é impossível pensar a segurança de estádios e outros eventos de grande porte sem o apoio de câmeras de videomonitoramento modernas e equipadas com tecnologias de analíticos de vídeo, análise forense e imagens de qualidade em qualquer situação adversa.

Para estádios e instalações para eventos, o aproveitamento de imagem é fundamental. Isso significa garantir que as câmeras de rede sejam adequadas à finalidade para a qual o sistema foi projetado, com foco nos recursos de imagem que abordam necessidades específicas, fornecendo vídeos que possam ser aproveitados, independentemente das condições da cena de vigilância ou do momento em que essas imagens sejam solicitadas:

Antes – Ajudam a identificar e deter os desordeiros antes que eles entrem na arena e alertam os funcionários e a polícia sobre pessoas com comportamento suspeito, acesso não-autorizado a áreas restritas ou objetos abandonados.

Durante – Fornecem uma visão geral em qualidade 4K de toda a instalação do evento, combinada com a capacidade de ampliar e examinar os mínimos detalhes em uma cena.  Analíticos de vídeo, como o reconhecimento facial, ajudam a encontrar suspeitos em tempo real e adotar ações antes de que qualquer crime seja cometido.

Depois – A análise pós-evento, com sua capacidade de buscar automaticamente fatos específicos em meio a um amplo conjunto de dados, está orientada à investigação forense. O processamento de vídeo se faz nos arquivos e pode alcançar resultados por meio de critérios ou atributos de pesquisa predefinidos. Graças ao seu complexo sistema de algoritmos e sua capacidade de estabelecer parâmetros predefinidos, como a detecção de movimento, o reconhecimento facial ou o cruzamento de limites, entre outros, esta tecnologia facilita a complexa tarefa de identificar e rastrear pessoas, objetos e movimentos. Mas talvez o mais importante seja a capacidade de extrair, processar e sintetizar toda a informação relevante que possa ser a chave da análise de um incidente e sua solução.

Com os recursos tecnológicos adequados, é possível garantir uma qualidade excepcional para ajudar a desmontar planos em ação, identificar os envolvidos de forma preventiva e apoiar investigações após um incidente. Especialmente em grandes eventos, a principal arma da sociedade contra o crime é a inteligência de suas forças policiais.
Matéria: Alessandra Faria é diretora da Axis Communications

Fonte de pesquisa:http://revistasecurity.com.br/blog/artigo-novos-requisitos-de-seguranca-para-grandes-eventos/

MOTOROLA LANÇA PROGRAMA DE AUXÍLIO À SEGURANÇA PÚBLICA

MONITORAMENTO 

O centro de comando permitirá que as equipes em campo tenham informações precisas nas mãos

Tecnologia usa dispositivos 4G para monitorar cidades

Recentemente, a Motorola fez uma série de demonstrações sobre as capacidades da LTE (sigla em inglês para Long Term Evolution, padrão para redes móveis de comunicação). Essa tecnologia pode ser usada com versatilidade para ajudar a segurança pública: permite a transmissão de dados somados às comunicações por voz da rede de rádio tradicional.
A partir da colaboração multimídia, vídeos em tempo real, mapas, imagens, reconhecimento facial e grupos de atendimento — além da interação entre sistemas móveis e fixos —, agentes de seguraça podem até mesmo prever crimes e incidentes. Vale lembrar que o Brasil está na vanguarda da tecnologia, com sistemas testados pelo Exército Brasileiro.

A informação estará sempre disponível na mão do agente em campo e na tela do centro de comando graças ao dispositivo LEX L10. Ele agrega aplicativos como o WAVE™ Work Group Communications, plataforma que expande a comunicação Push-To-Talk (PTT), entre distintos grupos de atendimento que utilizam aparelhos como rádios, celulares ou computadores.

Por meio de vários aplicativos e integrações, o LEX L10 se torna os olhos e ouvidos do Centro de Comando e Controle, permitindo que equipes em campo tenham informações, mapas e dados gerais em suas mãos. Por exemplo: por meio do LEX. o policial pode realizar o reconhecimento facial de um suspeito, viabilizado por uma base de dados de registros de organizações de segurança internacionais, enviar vídeos em tempo real, criar e participar de grupos de comunicação para operações táticas, receber informações de inteligência como mapas, entre outras opções. O sistema pode ainda ser expandido com novos aplicativos, dependendo da necessidade e trabalha sob um ambiente seguro e criptografado.

Por trás de todo o equipamento em campo, está o poderoso software CommandCentral, da Motorola Solutions. Ele integra funções de análise de big data, provendo reposta em tempo real e informação detalhada para uma gestão da segurança mais eficaz. Por meio da coleta de dados de múltiplas fontes como rádios, vídeos, fotos, sensores, consoles de despacho e outros dispositivos, o CommandCentral pode analisar situações de risco para se antecipar a elas ou minimizar seu impacto. Comportamento de criminosos, previsão do tempo, umidade do ar, velocidade do vento, chuvas e outros dados podem ser consolidados e processados para tomar ações de auxílio em caso de desastres iminentes.


Fonte de pesquisa: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/motorola-lanca-programa-de-auxilio-a-seguranca-publica-26092016?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224847&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

SEGURANÇA CRESCE COMO PRIORIDADE PARA INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA NOS AEROPORTOS DO MUNDO




INFORMAÇÃO 

Os aeroportos estão colocando como grande prioridade o investimento em TI para segurança dos passageiros e do aeroporto, com 50% de classificação como alta prioridade, acima dos 37% no ano passado. De acordo com a pesquisa Airport IT Trends Survey 2016, o extenso estudo anual das tendências de TI dentro da indústria aeroportuária mundial co-patrocinado pela SITA e pelo Conselho Internacional de Aeroportos (Airports Council International, ACI), em associação com a Airline Business.
Para muitos aeroportos, o foco de investimento se deslocou para a segurança, na sequência das tensões regionais elevadas, algumas das quais visam diretamente o voo. Enquanto o investimento em tecnologia de processamento de passageiros ainda é a prioridade número um para os aeroportos, que caiu de 73% em 2015 para 59% este ano, a segurança aumenta em prioridade.

A pesquisa mostra que o autosserviço e o ceular dominam a paisagem do aeroporto. Este ano, pela primeira vez, a pesquisa da SITA indica que a maioria dos aeroportos em todo o mundo fornecem autoatendimento no check-in para passageiros e malas. Olhando para o futuro do autoatendimento, vai continuar a dominar com dois terços dos aeroportos planejando grandes investimentos em TI nesta área. A influência crescente do celular também é evidente, com quase todos os aeroportos em todo o mundo (90%) criando um grande programa ou um projeto relacionado aos serviços móveis e 74% experimentando ou pilotando tecnologia baseada em localização do contexto nos próximos cinco anos.

Matthys Serfontein, vice-presidente de Soluções de Aeroportos da SITA, diz: "As tendências da tecnologia nos aeroportos refletem o mundo em mudança. Os investimentos para apoiar passageiros e segurança do aeroporto estão em alta, enquanto as crescentes exigências do viajante conectado para self-service e serviços móveis também estão sendo atendidas.

Este ano, vamos ver uma mudança em que os aeroportos também estão olhando para a tecnologia para gerar receita não aeronáutica. Em 2019, 84% esperam ganhar dinheiro, permitindo a aquisição de serviços aeroportuários através do seu aplicativo móvel. E há também uma tendência clara de prestação de serviços públicos híbridos de wi-fi, que combinam a conveniência de limitar acesso wi-fi com ofertas comerciais. Ao longo dos próximos três anos, a proporção de aeroportos planejando oferecer acesso irrestrito wi-fi vai cair de 74% para 54%. Esta mudança é impulsionada principalmente pelos aeroportos na América do Norte e no Oriente Médio ".
Uso do quiosques de serviços para gerar receita, além do check-in e coleta de bagagem, também aparecerá nos aeroportos do mundo. Hoje, um número muito pequeno de aeroportos tem quiosques que possibilitam ao passageiro fazer download de conteúdo digital, como os últimos filmes, antes de embarcar no voo, mas em 2019, 30% planejam fazer. Nesse mesmo momento, 42% também esperam ter quiosques que permitem transações de vendas.

A pesquisa da SITA tem um olhar a mais na transformação digital do aeroporto para explorar áreas como wearables, biometria, robótica e serviços sensíveis ao contexto e como aeroportos pretendem usar estas tecnologias inovadoras ao longo dos próximos cinco a dez anos. À luz do aumento do foco na segurança, não é surpreendente que seja alto o interesse em tecnologia biométrica, que suporta o processamento rápido e seguro de passageiros. Mais de um terço dos aeroportos vai investir em projetos de token biométricos de viagens individuais, nos próximos cinco anos, saltando para a maioria (52%) dentro de uma década.

Estes resultados são da 13a Annual SITA Airport IT Trends e refletem os pontos de vista mais de 225 aeroportos, que, juntos, gerenciam 36% do tráfego global ou 2,3 bilhões de passageiros. Este ano, 50% dos entrevistados estavam em aeroportos presentes na lista de TOP 100 em termos de receita.
Mais detalhes sobre a pesquisa estão disponíveis aqui e todas as sondagens da indústria realizadas pela SITA podem ser acessadas no www.sita.aero/resources/type/surveys-reports

Sobre a SITA

A SITA é uma provedora de comunicação e soluções de TI que transformam as viagens aéreas por meio da tecnologia para as companhias aéreas, aeroportos e aviões. O portfólio da empresa abrange desde comunicações globais, serviços de infraestrutura para eAircraft, gestão de passageiros, bagagem, self-service, aeroporto e soluções de gestão de fronteiras. Formada por mais de 400 membros da indústria de transporte aéreo, a SITA tem uma compreensão única das suas necessidades e coloca uma forte ênfase na inovação tecnológica.

Quase todas as companhias aéreas e aeroportos em todo o mundo fazem negócios com a SITA e suas soluções de gerenciamento de fronteira são usadas por mais de 30 governos. Com presença em mais de 1.000 aeroportos em todo o mundo e uma equipe de 2000 pessoas, a SITA oferece um serviço inigualável para mais de 2.800 clientes em mais de 200 países.

Em 2015, a SITA teve receita consolidada de US $ 1,7 bilhão. As subsidiárias da SITA e joint ventures incluem SITAONAIR, CHAMP Cargosystems e Aviareto.
Para mais informações, vá para www.sita.aero

Fonte de pesquisa: http://www.segs.com.br/veiculos/34857-seguranca-cresce-como-prioridade-para-investimentos-em-tecnologia-nos-aeroportos-do-mundo.html?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224840&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

CIDADE DE PORTO ALEGRE APROVA PROJETO QUE PREVÊ VIGILANTE 24 HORAS POR DIA NAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS

NOTÍCIAS 
Vigilantes deverão permanecer no interior das agências bancárias durante jornada de trabalho

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou por unanimidade o projeto de lei que obriga as instituições bancárias públicas ou privadas e as cooperativas de crédito localizadas na cidade a contratar vigilância armada para atuar 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.

Conforme o autor do projeto, o vereador Engenheiro Comassetto (PT), a norma prevê que os vigilantes deverão permanecer no interior das agências em local em que possam se proteger durante a jornada de trabalho e dispor de botão de pânico e terminal telefônico, para acionar rapidamente a polícia, e de dispositivo que acione sirene de alto volume no lado externo do estabelecimento, para chamar a atenção de transeuntes e afastar delinquentes de forma preventiva a cada acionamento.

Pela proposta de Comassetto, as agências deverão ter escudo de proteção ou cabine para guardas ou vigilantes e câmeras de circuito interno para gravação de imagens em todos os acessos destinados ao público, em suas entradas e saídas e lugares estratégicos, nos quais se possa ver o seu funcionamento e a movimentação de pessoas em seu interior. Na parte externa frontal dos estabelecimentos deverá haver, no mínimo, duas câmeras para gravação de imagens.

Conforme o vereador, a ideia é tentar inibir os assaltos no período noturno. “Os roubos a caixas eletrônicos vêm substituindo os assaltos a bancos, o que ocorre na maioria das vezes à noite, quando não há efetivo. Portanto, faz-se necessário este projeto como forma de prevenção”, explicou.



Fonte de pesquisa:http://revistasecurity.com.br/blog/porto-alegre-aprova-projeto-que-preve-vigilante-24-horas-por-dia-nas-agencias-bancarias/?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224845&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

22 de set de 2016

VEM AÍ O DESARMAMENTO DAS EMPRESAS DE SEGURANÇA E NÓS AVISAMOS !



SEGURANÇA PRIVADA 

Por Bene Barbosa

Hoje, durante o jornal Bom Dia, Brasil, que sempre se posicionou institucionalmente em favor do desarmamento, uma reportagem sobre a origem das armas dos criminosos, acusando, mais uma vez, a venda legal de armas como responsável pelo armamento da criminalidade. Até aqui nada de novo no front ideológico de Chico Pinheiro. Tal acusação, mentirosa e infundada, foi alvo em todo o capítulo IV do nosso livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento e pode ser resumido em: “Tem horas em que o cidadão é chamado sutilmente de idiota pelo governo e pela mídia, e tem horas em que o xingamento é bem mais explícito. Esta mentira é um caso desse último tipo, pois as evidências são tão flagrantemente contrárias, que alguém que ouse falar uma besteira dessas só o pode fazer se for mau caráter e ao mesmo tempo considerar seu interlocutor um completo imbecil.”

A novidade, que nem novidade é, como vocês verão mais à frente, está na acusação de que grande parte das armas nas mãos dos criminosos vêm das empresas de segurança privada e que a arma eleita pelos criminosos ainda é o vetusto revolver calibre .38SPL... Pois, pois... Comecemos pela última afirmação. Fico imaginando um criminoso se dirigindo a um vendedor de armas no mercado negro para comprar uma arma e então segue-se o diálogo:

- Ai, parça, que ferros você tem ai, mano?

- Tenho muita coisa boa! Tudo de primeira! Fuzil AK-47, AR-15 igual dos gringos, pistola 9mm israelense, fuzil de precisão suíço e algumas granadas do exército boliviano. O que vai?

- Mano, não tem um revólver cl 38 nacional? Não vou querer nada, fica na paz.

Só sendo sarcástico para aguentar essa turma mesmo.

Voltemos às empresas de segurança. Lá pelos ido de 2000 procurei um amigo diretor de uma grande empresa de segurança privada aqui de São Paulo para falar sobre o Estatuto do Desarmamento que começava a ser desenhado. Falei por quase uma hora sobre os malefícios da legislação em projeto e como resposta tive: “Bene, concordo plenamente com você, mas tenho que olhar o lado comercial da coisa e, aqui entre nós, cada dono de padaria que não puder ter um revolver na gaveta vai ter que optar por contratar segurança privada”.

Saí de lá arrasado, mas não sem antes citar ao ex-amigo um ditado muito comum nos Estados Unidos: “Quem ataca uma arma, ataca todas as armas”. O tempo passou e descobri que muitos outros, quase todos empresários deste ramo, pensavam assim. Ao ponto de termos em 2013 um vídeo (https://youtu.be/0bEfkrxHyKk) feito pela ONG Sou da Paz com o uso do estande, de armas, munições e vigilantes do Grupo Protege!



O objetivo de desarmar as empresas de segurança não é teoria da conspiração. É política de governo! Duvida? Então vejamos o Programa Nacional de Direitos Humanos, diretriz 13:
“Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização da investigação de atos criminosos

I - Ampliação do controle de armas de fogo em circulação no país
A - Realizar ações permanentes de estímulo ao desarmamento da população.
B - Propor reforma da legislação para AMPLIAR RESTRIÇÕES e os requisitos para aquisição de armas de fogo por particulares e EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA (grifo meu).

Bom, é isso! Pau que bate em Chico, bate em Francisco e ao que parece esse pessoal não vai sossegar enquanto não garantir que apenas os criminosos tenham armas no Brasil. Dá vontade de dizer bem feito? Dá! Não o farei por dois motivos: primeiramente por saber que quem vai pagar o pato é o vigilante e; minha capacidade de entendimento do problema de forma ampla e global vai muito dos que acham que estão livres da sanha desarmamentista.



Fonte: http://www.cadaminuto.com.br/noticia/292848/2016/09/21/vem-ai-o-desarmamento-das-empresas-de-seguranca-e-nos-avisamos

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