"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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28 de set de 2016

NOVOS REQUISITOS DE SEGURANÇA PARA GRANDES EVENTOS


NOTÍCIAS 

Os principais desafios em eventos internacionais devem ser enfrentados com o apoio da tecnologia para identificar suspeitos de forma preventiva, evitar incidentes e punir infratores. Nas próximas semanas, a segurança está em jogo no Brasil. É consenso entre os especialistas de segurança que, junto à capacitação humana, é igualmente importante o bom uso de novas tecnologias para garantir a segurança das milhares de pessoas que acompanharão o maior evento esportivo do mundo.

A experiência com o uso de sistemas de videomonitoramento avançado em outros grandes eventos internacionais mostra que é fundamental trabalhar com inteligência na prevenção de atos que apresentem risco à segurança dos demais e, em caso de algum incidente, possibilitar uma resposta imediata e a identificação dos suspeitos.

Essa capacidade de identificar suspeitos, evitar incidentes e punir infratores depende cada vez mais da captura de dados úteis de forma contínua e do cruzamento dessas informações em tempo real com bases de dados compartilhadas entre cidades, estados e países. São mudanças que acabaram por imprimir um novo modelo de gestão de segurança em grandes eventos. Hoje, as principais necessidades de vigilância para os estádios e as instalações para eventos incluem:

• A identificação antecipada de incidentes reais ou potenciais, uma melhor consciência da situação e respostas coordenadas;

• O acesso a gravações de alta qualidade, que podem ser usadas como provas nas investigações;

• A interpretação eficiente de todos os dados recebidos pelo centro de operações;

• Operações contínuas sob quaisquer circunstâncias.

Nesse caminho, é impossível pensar a segurança de estádios e outros eventos de grande porte sem o apoio de câmeras de videomonitoramento modernas e equipadas com tecnologias de analíticos de vídeo, análise forense e imagens de qualidade em qualquer situação adversa.

Para estádios e instalações para eventos, o aproveitamento de imagem é fundamental. Isso significa garantir que as câmeras de rede sejam adequadas à finalidade para a qual o sistema foi projetado, com foco nos recursos de imagem que abordam necessidades específicas, fornecendo vídeos que possam ser aproveitados, independentemente das condições da cena de vigilância ou do momento em que essas imagens sejam solicitadas:

Antes – Ajudam a identificar e deter os desordeiros antes que eles entrem na arena e alertam os funcionários e a polícia sobre pessoas com comportamento suspeito, acesso não-autorizado a áreas restritas ou objetos abandonados.

Durante – Fornecem uma visão geral em qualidade 4K de toda a instalação do evento, combinada com a capacidade de ampliar e examinar os mínimos detalhes em uma cena.  Analíticos de vídeo, como o reconhecimento facial, ajudam a encontrar suspeitos em tempo real e adotar ações antes de que qualquer crime seja cometido.

Depois – A análise pós-evento, com sua capacidade de buscar automaticamente fatos específicos em meio a um amplo conjunto de dados, está orientada à investigação forense. O processamento de vídeo se faz nos arquivos e pode alcançar resultados por meio de critérios ou atributos de pesquisa predefinidos. Graças ao seu complexo sistema de algoritmos e sua capacidade de estabelecer parâmetros predefinidos, como a detecção de movimento, o reconhecimento facial ou o cruzamento de limites, entre outros, esta tecnologia facilita a complexa tarefa de identificar e rastrear pessoas, objetos e movimentos. Mas talvez o mais importante seja a capacidade de extrair, processar e sintetizar toda a informação relevante que possa ser a chave da análise de um incidente e sua solução.

Com os recursos tecnológicos adequados, é possível garantir uma qualidade excepcional para ajudar a desmontar planos em ação, identificar os envolvidos de forma preventiva e apoiar investigações após um incidente. Especialmente em grandes eventos, a principal arma da sociedade contra o crime é a inteligência de suas forças policiais.
Matéria: Alessandra Faria é diretora da Axis Communications

Fonte de pesquisa:http://revistasecurity.com.br/blog/artigo-novos-requisitos-de-seguranca-para-grandes-eventos/

MOTOROLA LANÇA PROGRAMA DE AUXÍLIO À SEGURANÇA PÚBLICA

MONITORAMENTO 

O centro de comando permitirá que as equipes em campo tenham informações precisas nas mãos

Tecnologia usa dispositivos 4G para monitorar cidades

Recentemente, a Motorola fez uma série de demonstrações sobre as capacidades da LTE (sigla em inglês para Long Term Evolution, padrão para redes móveis de comunicação). Essa tecnologia pode ser usada com versatilidade para ajudar a segurança pública: permite a transmissão de dados somados às comunicações por voz da rede de rádio tradicional.
A partir da colaboração multimídia, vídeos em tempo real, mapas, imagens, reconhecimento facial e grupos de atendimento — além da interação entre sistemas móveis e fixos —, agentes de seguraça podem até mesmo prever crimes e incidentes. Vale lembrar que o Brasil está na vanguarda da tecnologia, com sistemas testados pelo Exército Brasileiro.

A informação estará sempre disponível na mão do agente em campo e na tela do centro de comando graças ao dispositivo LEX L10. Ele agrega aplicativos como o WAVE™ Work Group Communications, plataforma que expande a comunicação Push-To-Talk (PTT), entre distintos grupos de atendimento que utilizam aparelhos como rádios, celulares ou computadores.

Por meio de vários aplicativos e integrações, o LEX L10 se torna os olhos e ouvidos do Centro de Comando e Controle, permitindo que equipes em campo tenham informações, mapas e dados gerais em suas mãos. Por exemplo: por meio do LEX. o policial pode realizar o reconhecimento facial de um suspeito, viabilizado por uma base de dados de registros de organizações de segurança internacionais, enviar vídeos em tempo real, criar e participar de grupos de comunicação para operações táticas, receber informações de inteligência como mapas, entre outras opções. O sistema pode ainda ser expandido com novos aplicativos, dependendo da necessidade e trabalha sob um ambiente seguro e criptografado.

Por trás de todo o equipamento em campo, está o poderoso software CommandCentral, da Motorola Solutions. Ele integra funções de análise de big data, provendo reposta em tempo real e informação detalhada para uma gestão da segurança mais eficaz. Por meio da coleta de dados de múltiplas fontes como rádios, vídeos, fotos, sensores, consoles de despacho e outros dispositivos, o CommandCentral pode analisar situações de risco para se antecipar a elas ou minimizar seu impacto. Comportamento de criminosos, previsão do tempo, umidade do ar, velocidade do vento, chuvas e outros dados podem ser consolidados e processados para tomar ações de auxílio em caso de desastres iminentes.


Fonte de pesquisa: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/motorola-lanca-programa-de-auxilio-a-seguranca-publica-26092016?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224847&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

SEGURANÇA CRESCE COMO PRIORIDADE PARA INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA NOS AEROPORTOS DO MUNDO




INFORMAÇÃO 

Os aeroportos estão colocando como grande prioridade o investimento em TI para segurança dos passageiros e do aeroporto, com 50% de classificação como alta prioridade, acima dos 37% no ano passado. De acordo com a pesquisa Airport IT Trends Survey 2016, o extenso estudo anual das tendências de TI dentro da indústria aeroportuária mundial co-patrocinado pela SITA e pelo Conselho Internacional de Aeroportos (Airports Council International, ACI), em associação com a Airline Business.
Para muitos aeroportos, o foco de investimento se deslocou para a segurança, na sequência das tensões regionais elevadas, algumas das quais visam diretamente o voo. Enquanto o investimento em tecnologia de processamento de passageiros ainda é a prioridade número um para os aeroportos, que caiu de 73% em 2015 para 59% este ano, a segurança aumenta em prioridade.

A pesquisa mostra que o autosserviço e o ceular dominam a paisagem do aeroporto. Este ano, pela primeira vez, a pesquisa da SITA indica que a maioria dos aeroportos em todo o mundo fornecem autoatendimento no check-in para passageiros e malas. Olhando para o futuro do autoatendimento, vai continuar a dominar com dois terços dos aeroportos planejando grandes investimentos em TI nesta área. A influência crescente do celular também é evidente, com quase todos os aeroportos em todo o mundo (90%) criando um grande programa ou um projeto relacionado aos serviços móveis e 74% experimentando ou pilotando tecnologia baseada em localização do contexto nos próximos cinco anos.

Matthys Serfontein, vice-presidente de Soluções de Aeroportos da SITA, diz: "As tendências da tecnologia nos aeroportos refletem o mundo em mudança. Os investimentos para apoiar passageiros e segurança do aeroporto estão em alta, enquanto as crescentes exigências do viajante conectado para self-service e serviços móveis também estão sendo atendidas.

Este ano, vamos ver uma mudança em que os aeroportos também estão olhando para a tecnologia para gerar receita não aeronáutica. Em 2019, 84% esperam ganhar dinheiro, permitindo a aquisição de serviços aeroportuários através do seu aplicativo móvel. E há também uma tendência clara de prestação de serviços públicos híbridos de wi-fi, que combinam a conveniência de limitar acesso wi-fi com ofertas comerciais. Ao longo dos próximos três anos, a proporção de aeroportos planejando oferecer acesso irrestrito wi-fi vai cair de 74% para 54%. Esta mudança é impulsionada principalmente pelos aeroportos na América do Norte e no Oriente Médio ".
Uso do quiosques de serviços para gerar receita, além do check-in e coleta de bagagem, também aparecerá nos aeroportos do mundo. Hoje, um número muito pequeno de aeroportos tem quiosques que possibilitam ao passageiro fazer download de conteúdo digital, como os últimos filmes, antes de embarcar no voo, mas em 2019, 30% planejam fazer. Nesse mesmo momento, 42% também esperam ter quiosques que permitem transações de vendas.

A pesquisa da SITA tem um olhar a mais na transformação digital do aeroporto para explorar áreas como wearables, biometria, robótica e serviços sensíveis ao contexto e como aeroportos pretendem usar estas tecnologias inovadoras ao longo dos próximos cinco a dez anos. À luz do aumento do foco na segurança, não é surpreendente que seja alto o interesse em tecnologia biométrica, que suporta o processamento rápido e seguro de passageiros. Mais de um terço dos aeroportos vai investir em projetos de token biométricos de viagens individuais, nos próximos cinco anos, saltando para a maioria (52%) dentro de uma década.

Estes resultados são da 13a Annual SITA Airport IT Trends e refletem os pontos de vista mais de 225 aeroportos, que, juntos, gerenciam 36% do tráfego global ou 2,3 bilhões de passageiros. Este ano, 50% dos entrevistados estavam em aeroportos presentes na lista de TOP 100 em termos de receita.
Mais detalhes sobre a pesquisa estão disponíveis aqui e todas as sondagens da indústria realizadas pela SITA podem ser acessadas no www.sita.aero/resources/type/surveys-reports

Sobre a SITA

A SITA é uma provedora de comunicação e soluções de TI que transformam as viagens aéreas por meio da tecnologia para as companhias aéreas, aeroportos e aviões. O portfólio da empresa abrange desde comunicações globais, serviços de infraestrutura para eAircraft, gestão de passageiros, bagagem, self-service, aeroporto e soluções de gestão de fronteiras. Formada por mais de 400 membros da indústria de transporte aéreo, a SITA tem uma compreensão única das suas necessidades e coloca uma forte ênfase na inovação tecnológica.

Quase todas as companhias aéreas e aeroportos em todo o mundo fazem negócios com a SITA e suas soluções de gerenciamento de fronteira são usadas por mais de 30 governos. Com presença em mais de 1.000 aeroportos em todo o mundo e uma equipe de 2000 pessoas, a SITA oferece um serviço inigualável para mais de 2.800 clientes em mais de 200 países.

Em 2015, a SITA teve receita consolidada de US $ 1,7 bilhão. As subsidiárias da SITA e joint ventures incluem SITAONAIR, CHAMP Cargosystems e Aviareto.
Para mais informações, vá para www.sita.aero

Fonte de pesquisa: http://www.segs.com.br/veiculos/34857-seguranca-cresce-como-prioridade-para-investimentos-em-tecnologia-nos-aeroportos-do-mundo.html?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224840&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

CIDADE DE PORTO ALEGRE APROVA PROJETO QUE PREVÊ VIGILANTE 24 HORAS POR DIA NAS AGÊNCIAS BANCÁRIAS

NOTÍCIAS 
Vigilantes deverão permanecer no interior das agências bancárias durante jornada de trabalho

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou por unanimidade o projeto de lei que obriga as instituições bancárias públicas ou privadas e as cooperativas de crédito localizadas na cidade a contratar vigilância armada para atuar 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados.

Conforme o autor do projeto, o vereador Engenheiro Comassetto (PT), a norma prevê que os vigilantes deverão permanecer no interior das agências em local em que possam se proteger durante a jornada de trabalho e dispor de botão de pânico e terminal telefônico, para acionar rapidamente a polícia, e de dispositivo que acione sirene de alto volume no lado externo do estabelecimento, para chamar a atenção de transeuntes e afastar delinquentes de forma preventiva a cada acionamento.

Pela proposta de Comassetto, as agências deverão ter escudo de proteção ou cabine para guardas ou vigilantes e câmeras de circuito interno para gravação de imagens em todos os acessos destinados ao público, em suas entradas e saídas e lugares estratégicos, nos quais se possa ver o seu funcionamento e a movimentação de pessoas em seu interior. Na parte externa frontal dos estabelecimentos deverá haver, no mínimo, duas câmeras para gravação de imagens.

Conforme o vereador, a ideia é tentar inibir os assaltos no período noturno. “Os roubos a caixas eletrônicos vêm substituindo os assaltos a bancos, o que ocorre na maioria das vezes à noite, quando não há efetivo. Portanto, faz-se necessário este projeto como forma de prevenção”, explicou.



Fonte de pesquisa:http://revistasecurity.com.br/blog/porto-alegre-aprova-projeto-que-preve-vigilante-24-horas-por-dia-nas-agencias-bancarias/?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=139224845&utm_campaign=Newsletter_-_6&utm_term=__.qbv.nm.lsl.w.ytd.g.qvx.gbl12bs.v.x.yw5i.yh.j.hdn.v2cj.v.gd

22 de set de 2016

VEM AÍ O DESARMAMENTO DAS EMPRESAS DE SEGURANÇA E NÓS AVISAMOS !



SEGURANÇA PRIVADA 

Por Bene Barbosa

Hoje, durante o jornal Bom Dia, Brasil, que sempre se posicionou institucionalmente em favor do desarmamento, uma reportagem sobre a origem das armas dos criminosos, acusando, mais uma vez, a venda legal de armas como responsável pelo armamento da criminalidade. Até aqui nada de novo no front ideológico de Chico Pinheiro. Tal acusação, mentirosa e infundada, foi alvo em todo o capítulo IV do nosso livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento e pode ser resumido em: “Tem horas em que o cidadão é chamado sutilmente de idiota pelo governo e pela mídia, e tem horas em que o xingamento é bem mais explícito. Esta mentira é um caso desse último tipo, pois as evidências são tão flagrantemente contrárias, que alguém que ouse falar uma besteira dessas só o pode fazer se for mau caráter e ao mesmo tempo considerar seu interlocutor um completo imbecil.”

A novidade, que nem novidade é, como vocês verão mais à frente, está na acusação de que grande parte das armas nas mãos dos criminosos vêm das empresas de segurança privada e que a arma eleita pelos criminosos ainda é o vetusto revolver calibre .38SPL... Pois, pois... Comecemos pela última afirmação. Fico imaginando um criminoso se dirigindo a um vendedor de armas no mercado negro para comprar uma arma e então segue-se o diálogo:

- Ai, parça, que ferros você tem ai, mano?

- Tenho muita coisa boa! Tudo de primeira! Fuzil AK-47, AR-15 igual dos gringos, pistola 9mm israelense, fuzil de precisão suíço e algumas granadas do exército boliviano. O que vai?

- Mano, não tem um revólver cl 38 nacional? Não vou querer nada, fica na paz.

Só sendo sarcástico para aguentar essa turma mesmo.

Voltemos às empresas de segurança. Lá pelos ido de 2000 procurei um amigo diretor de uma grande empresa de segurança privada aqui de São Paulo para falar sobre o Estatuto do Desarmamento que começava a ser desenhado. Falei por quase uma hora sobre os malefícios da legislação em projeto e como resposta tive: “Bene, concordo plenamente com você, mas tenho que olhar o lado comercial da coisa e, aqui entre nós, cada dono de padaria que não puder ter um revolver na gaveta vai ter que optar por contratar segurança privada”.

Saí de lá arrasado, mas não sem antes citar ao ex-amigo um ditado muito comum nos Estados Unidos: “Quem ataca uma arma, ataca todas as armas”. O tempo passou e descobri que muitos outros, quase todos empresários deste ramo, pensavam assim. Ao ponto de termos em 2013 um vídeo (https://youtu.be/0bEfkrxHyKk) feito pela ONG Sou da Paz com o uso do estande, de armas, munições e vigilantes do Grupo Protege!



O objetivo de desarmar as empresas de segurança não é teoria da conspiração. É política de governo! Duvida? Então vejamos o Programa Nacional de Direitos Humanos, diretriz 13:
“Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização da investigação de atos criminosos

I - Ampliação do controle de armas de fogo em circulação no país
A - Realizar ações permanentes de estímulo ao desarmamento da população.
B - Propor reforma da legislação para AMPLIAR RESTRIÇÕES e os requisitos para aquisição de armas de fogo por particulares e EMPRESAS DE SEGURANÇA PRIVADA (grifo meu).

Bom, é isso! Pau que bate em Chico, bate em Francisco e ao que parece esse pessoal não vai sossegar enquanto não garantir que apenas os criminosos tenham armas no Brasil. Dá vontade de dizer bem feito? Dá! Não o farei por dois motivos: primeiramente por saber que quem vai pagar o pato é o vigilante e; minha capacidade de entendimento do problema de forma ampla e global vai muito dos que acham que estão livres da sanha desarmamentista.



Fonte: http://www.cadaminuto.com.br/noticia/292848/2016/09/21/vem-ai-o-desarmamento-das-empresas-de-seguranca-e-nos-avisamos

VIGILANTES PODERÃO SER PROIBIDOS DE PORTAR ARMA DE FOGO


SEGURANÇA PRIVADA 

Para Solange, vigilante de banco não precisa de arma.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7314/10, da deputada Solange Amaral (DEM-RJ), que proíbe vigilantes de portas arma de fogo, exceto quando estiver trabalhando em transporte de valores. Segundo a proposta, será permitido ao vigilante, quando em serviço, utilizar somente cassetetes de borracha ou de madeira.

O texto estabelece que, durante o transporte de valores, os vigilantes poderão portar revólver calibre 32 ou 38 ou espingarda de calibres 12, 16 ou 20, de fabricação nacional.
A proposta altera a Lei 7.102/83, que estabelece normas paras as empresas de vigilância e de transporte de valores. A legislação atual permite ao vigilante portar armas de fogo em serviço, desde que a arma seja da empresa para a qual trabalha. Esta precisa ter autorização de funcionamento emitida pela Polícia Federal.

De acordo com a autora, a necessidade de proteção dos cidadãos não pode servir de justificativa para o armamento de algumas categorias sem o devido controle da sociedade. Para ela, vigilantes que desempenham suas funções no interior de agências bancárias não têm necessidade de portar arma. Hoje, a empresa que utilizar vigilante desarmado em instituição financeira está sujeita a multa.

"O vigilante que está na recepção de um estabelecimento comercial, no trato direto com um grande fluxo de cidadãos, de forma a lhes oferecer segurança, não pode funcionar como o estopim deflagrador de violências e barbáries", argumenta a deputada.

Tramitação

O PL 7314/10 está apensado ao PL 4436/08, do Senado, que assegura adicional de periculosidade de 30% sobre o salário de vigilantes que fazem serviço de segurança particular. A matéria será analisada por comissão especialComissão temporária criada para examinar e dar parecer sobre projetos que envolvam matéria de competência de mais de três comissões de mérito. Em vez de tramitar pelas comissões temáticas, o projeto é analisado apenas pela comissão especial. Se aprovado nessa comissão, segue para o Senado, para o Plenário ou para sanção presidencial, dependendo da tramitação do projeto., antes de seguir para o Plenário.

Reportagem - Marúcia Lima
Edição - Lara Haje

Fonte de pesquisa: 
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/150823-VIGILANTES-PODERAO-SER-PROIBIDOS-DE-PORTAR-ARMA-DE-FOGO.html

9 de ago de 2016

CRIMINALIDADE ASSOLA O RIO NO INÍCIO DA OLIMPÍADA, APESAR DA FORÇA DE SEGURANÇA DE 85 MIL


                                                                        NOTÍCIAS 

Homens das Forças Armadas reforçam a segurança na estátua do Cristo Redentor, um dos pontos turísticos mais visitados do Rio

Se combater batedores de carteira fosse um esporte olímpico, as autoridades brasileiras seriam candidatas à medalha.

Diante da alta da criminalidade de rua, o governo estadual está empregando no Rio uma força policial de 85 mil, entre os quais 23 mil soldados que montam guarda nos cruzamentos movimentados ou percorrem as ruas em jipes militares, com suas armas apontadas ameaçadoramente para a calçada.

Em uma das demonstrações mais intrigantes, um navio da Marinha brasileira está patrulhando ao longo da famosa praia de Ipanema da cidade.

Mesmo assim, a demonstração esmagadora de força não conseguiu reprimir o crime. O chefe de segurança da cerimônia de abertura foi assaltado com uma faca na noite de sexta-feira, enquanto saía do Maracanã; uma bala perdida atingiu a sala de imprensa do Centro de Hipismo no sábado, por pouco não acertando um dirigente esportivo da Nova Zelândia; e na noite de sábado, o ministro da Educação de Portugal foi assaltado enquanto caminhava na direção da Lagoa, local da realização das provas de remo.

Nos preparativos para a Olimpíada, as autoridades brasileiras se viram diante de uma série de problemas que assustaram alguns visitantes estrangeiros, como o medo da epidemia da zika, a ameaça de ataques terroristas e reportagens pouco lisonjeiras que destacavam as águas poluídas da cidade.

Mas é o recente aumento da criminalidade de rua que tem mais enervado as autoridades municipais e os moradores, que temem que seu aumento embaraçoso possa arranhar o orgulho e euforia que tomaram conta desde o início dos Jogos na noite de sexta-feira.

Apesar dos mais recentes incidentes, incluindo um alarme falso de bomba no sábado, perto da linha de chegada de uma prova de ciclismo masculina, a maioria dos visitantes e moradores diz se sentir segura.

"Este deve ser o lugar mais seguro do Brasil no momento", disse Isabela Carvalho, uma vendedora de sorvete de 46 anos, enquanto policiais militares aceleravam suas motos, com sirenes ligadas.

Mas a demonstração de força também provocou críticas de ativistas de direitos humanos, que temem que o policiamento excessivamente agressivo possa levar a abusos, especialmente nas favelas.

Na semana passada, uma operação conjunta da polícia e das forças armadas em uma dessas comunidades, o Complexo do Alemão, terminou com duas pessoas mortas.

Mesmo assim, muitos cariocas estão mais preocupados com a criminalidade de rua comum, que as autoridades brasileiras prometeram tratar em sua campanha bem-sucedida em 2009 para sediar os Jogos.

Ocorreram perto de 11 mil roubos de rua em junho, um aumento de 81% em comparação ao mesmo mês no ano passado. Além disso, dizem os especialistas, há o fato de muitos crimes não serem registrados pelas vítimas, que presumem que a polícia fará pouco esforço para solucioná-los.

Problemas orçamentários também atrapalharam as autoridades enquanto tentavam combater a violência entre os narcotraficantes e a polícia, que aterroriza muitos dos moradores mais pobres da cidade.

"A tensão é palpável", disse Meg Healy, uma americana de 24 anos que vive no Rio, antes do início dos Jogos.


Policiais fazem segurança durante a passagem da tocha por São João de Meriti

Em junho, Healy, uma planejadora urbana, foi assaltada com uma faca; quatro dias depois, um menino que ela disse que parecia ter menos de 7 anos tentou roubar sua bolsa a poucos passos de seu apartamento.

Outras vítimas recentes de crime incluem Fernando Echavarri, um velejador espanhol medalhista olímpico, e Liesl Tesch, uma velejadora paralímpica australiana, que foi assaltada à mão armada. Poucos dias antes do início dos Jogos, atletas jamaicanos que estavam hospedados perto do aeroporto relataram ter ouvido disparos durante toda a noite.

As autoridades têm buscado tranquilizar os visitantes, apontando que a força de segurança tem um contingente duas vezes maior do que o usado durante a Olimpíada de Londres de 2012. Elas também lembram que o Rio já sediou com sucesso outros grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014.

Os problemas de segurança da cidade foram exacerbados por um severo arrocho orçamentário, que atrapalhou a capacidade do governo de pagar os salários dos policiais. O senso de crise foi ressaltado em junho, quando o governo estadual declarou "calamidade financeira".

Nas últimas semanas, policiais que disseram que seus salários estão atrasados ou foram apenas parcialmente pagos realizaram uma manifestação no aeroporto internacional do Rio, segurando cartazes para os passageiros que chegavam dizendo, "Bem-vindos ao inferno".

Fábio Neira, um comissário da polícia civil, disse que os salários atrasados reduzem o moral. "Isso cria enormes dificuldades financeiras para nós, porque você tem que pagar suas contas, eletricidade e aluguel no começo do mês", ele disse em uma entrevista.

Apesar do governo federal ter fornecido subsequentemente uma ajuda de US$ 850 milhões para as despesas de segurança durante os Jogos, Neira disse que o dinheiro não cobre nem mesmo as horas extras de maio ou junho.

As condições de trabalho, ele acrescentou, continuam péssimas, notando que algumas delegacias não possuem canetas, papel higiênico ou dinheiro para gasolina.

Apesar da imprensa brasileira tender a se concentrar nos assaltos de rua ousados ou na violência que ocorre nos bairros mais ricos da cidade, os especialistas dizem que são os moradores pobres do rio que mais sofrem com o aumento da criminalidade.

A professora Julita Lemgruber, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes, no Rio, disse que o aumento da criminalidade de rua se deve em parte aos esforços fracassados de melhorar a segurança pública nas favelas da cidade.

Em 2008, o Estado do Rio de Janeiro deu início a uma iniciativa ambiciosa, a criação de Unidades de Polícia Pacificadora, que foram responsáveis por combater as gangues do narcotráfico que atuavam com impunidade. O programa, que também empregava policiamento comunitário e obras sociais, é citado nos documentos olímpicos como um fator importante para tratar das antigas preocupações de segurança da cidade.

Atila Roque, o diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil, disse que o programa é repleto de abusos e exacerbou as tensões entre a polícia e os moradores, alguns dos quais pediram pelo fim do esforço.

No ano passado, a polícia foi responsável por 20% dos homicídios na cidade, segundo a Anistia Internacional, que usou dados do Instituto de Segurança Pública estadual. Ocorreram 645 mortes por policiais no ano passado, em comparação a 400 em 2013. O número de pessoas que morreram nas mãos da polícia entre abril e junho deste ano dobrou em relação ao mesmo período no ano passado, segundo dados.

Os mortos eram em sua maioria homens negros jovens.

Uma das comunidades mais duramente atingidas pela violência policial é a Maré, uma vasta favela situada entre o aeroporto internacional do Rio e os bairros de renda mais alta de Ipanema e Copacabana. As autoridades há muito lutam para conter a violência provocada pela guerra entre narcotraficantes e milícias. Nos meses que antecederam a Copa do Mundo, o Exército ocupou a comunidade por um ano.

Eliana Sousa Silva, que foi criada na Maré e é fundadora de um grupo local sem fins lucrativos, disse que as operações policiais se tornaram mais frequentes com a aproximação da Olimpíada. No final do mês passado, os jornalistas que vivem no bairro relataram três dias consecutivos de operações policiais envolvendo troca pesada de tiros.

"A Olimpíada, a Copa do Mundo e outros megaeventos no Rio costumam ser momentos tensos para os moradores da Maré", ela disse, acrescentando que as operações policiais costumam ser executadas com mão pesada. "O governo precisa assegurar que nada aconteça, para mostrar o Rio ao mundo."

Neste ano não foi diferente. Alguns dos soldados enviados à cidade foram posicionados nas entradas das favelas. Outros foram posicionados ao longo das vias que formam os chamados corredores de segurança.

Roque, da Anistia Internacional, disse que se preocupa com os militares atuando com impunidade.

"O que estamos vendo na segurança pública vai contra todo o princípio dos Jogos Olímpicos, o espírito dos Jogos Olímpicos", ele disse. "Violência não deveria fazer parte dos Jogos."

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/08/08/criminalidade-assola-o-rio-no-inicio-da-olimpiada-apesar-da-forca-de-seguranca-de-85-mil.htm

5 de ago de 2016

DICAS DE SEGURANÇA RESIDENCIAL

SEGURANÇA ELETRÔNICA 

- Atualmente os ladrões estão escolhendo casas sem câmeras de vigilância e com reféns (pessoas no local). Isso facilita a abertura de cofres e o roubo de objetos de valor.
- A maioria dos bandidos age em ruas sem monitoramento de imagens e com muitas arvores e pouca luz, pois ajuda na camuflagem.
- É importante que a guarita esteja segura e equipada gravador digital de vídeo (DVR), assim o porteiro não precisa deixar o seu posto, evitando invasões.
- Fique atento! Os bandidos preferem agir de manha e no fim da tarde. Horário em que os moradores estão chegando ou saindo.
- Os bandidos observam a rotina da casa antes de comete o crime. Câmeras de segurança voltadas para rua intimidam os “observadores”.
- Suportes de lixo, caixa de luz ou ar condicionado próximo a muros servem como escada na hora da invasão.
- Muitos ladrões se intimidam com a presenta de câmeras CFTV e alarmes.
- Terrenos baldios próximos a residência podem servir como rota de fuga e para guardar objetos roubas das residências.
- A maioria dos invasores possuem informações privilegiadas da rotina do domicilio, seja por parte de prestadores de serviços ou ex-empregados.
- Instale um ótimo circuito fechado de TV (CFTV)! Ladroes adoram muros altos, pois conseguem entra na casa sem serem visto pelos vigias e pessoas que passam na rua.
- Metade das invasões acontece pelos locais que os moradores descuidam da segurança, como fundos e pavimentos superiores, onde é importante ter câmeras instaladas.


Fonte: cftv.tv.br

FALSO CADEIRANTE ENTRA NO BANCO E RENDE VIGILANTE

                                                            VÍDEO DE SEGURANÇA 

O vigilante permitiu a entrada do cadeirante na agência mas não fez a revista, deu as costas e foi surpreendido por ladrões que assaltaram a agencia.
Neste caso específico o vigilante deveria antes do cadeirante entrar pedir para tirar a coberta de cima de seu colo e na segunda opção desconfiando solicitar que um funcionário do banco vá la no auto atendimento ou de lado externo do banco que atenda o cliente.

DICAS DE EMPREGO DE SEGURANÇA PRIVADA

SEGURANÇA PRIVADA 


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6 de jul de 2016

AS TROPAS DE ELITE MAIS TEMIDAS DO MUNDO


SEGURANÇA PÚBLICA 

Sejam civis, militares ou federais, a missão desses policiais é basicamente a mesma: intervir quando os convencionais não dão conta. É como dizia o pôster do filme “SWAT”: Até a polícia disca 911


1. SWAT (Estados Unidos)
Nome completo: Special Weapons and Tactics (armas e táticas especiais, em inglês)
Criado em: 1967 (Los Angeles)
O que é: unidade especial da polícia de várias cidades norte-americanas. A mais famosa é a da cidade de Los Angeles, na Califórnia
Especialidade: eram os quebra-quebras nos guetos, mas hoje o grupo se preocupa mais com terrorismo e atentados em escolas
Destaque: seus integrantes já receberam centenas de comendas, citações e prêmios por heroísmo na linha de combate
B.O.: os caras são meio folgados. Em 2003, atenderam 255 ocorrências. Ou seja, tiveram 110 dias tranqüilos
Multimídia: além da clássica série de TV setentista, que rendeu um filme em 2003, a SWAT inspirou videogames, reality shows, brinquedos e um quadro clássico no extinto programa "Os Trapalhões", da Globo

2. YAMAN (Israel)
Nome completo: Yehidat Mishtara Meyuhedet (unidade policial especial, em hebraico)
Criado em: 1974
O que é: unidade especial da polícia civil israelense
Especialidade: operações de resgate de reféns e ofensivas antiterror em áreas civis
Destaque: diferentemente da maioria das tropas de elite policiais, eles recrutam seus agentes nas forças armadas
B.O.: mataram muita gente nas ações. Pergunte aos palestinos o que eles acham do grupo
Multimídia: seus soldados popularizaram um tipo de arte marcial chamado Krav Magá


3. BOPE (Brasil)
Nome completo: Batalhão de Operações Policiais Especiais
Criado em: 1978
O que é: divisão especial da polícia militar do Rio de Janeiro
Especialidade: incursão, patrulha e combate ao crime em favelas, muitas vezes no veículo blindado conhecido como Caveirão - o nome oficial é Pacificador
Destaque: um membro da Guarda Nacional dos EUA fez curso no Bope e disse que "nossas tropas no Iraque deveriam aprender com eles"
B.O.: ONGs atribuem ao Bope um grande número de mortes de civis e abuso dos direitos humanos
Multimídia: o livro "Elite da Tropa", que detalha o dia-a-dia do Bope, virou best-seller e inspirou o filme "Tropa de Elite", maior sucesso das bancas de camelô e do cinema brasileiro em 2007. Além de inspirar vários funks cariocas, seu símbolo (uma caveira com uma faca enfiada e duas pistolas) virou moda


4. OMON (Rússia)
Nome completo: Otryad Militsii Osobogo Naznacheniya (esquadrão policial de objetivos especiais, em russo)
Criado em: 1979
O que é: unidade especial da polícia russa
Especialidade: situações com reféns e protestos de rua
Destaque: é uma das poucas instituições que sobreviveram à queda da antiga União Soviética
B.O.: o lema dos caras é: "Não conhecemos piedade; não peça nenhuma"
Multimídia: vídeos com ações desastrosas do OMON fazem sucesso no YouTube

5. SDU (Hong Kong)
Nome completo: Special Duties Unit (unidade de tarefas especiais)
Criado em: 1974
O que é: unidade de elite da polícia militar de Hong Kong
Especialidade: combate ao tráfico de drogas em operações aquáticas
Destaque: os "tigres voadores" ganham bem. No primeiro ano de serviço, já têm carrão. Quando se aposentam, levam 2 milhões de dólares locais (cerca de R$ 450 mil)
B.O.: "mascarados", não treinam com outras forças de elite chinesas
Multimídia: a SDU aparece em muitos filmes clássicos de kung-fu, e têm papel de destaque na obra do diretor John Woo


6. CO19 (Inglaterra)
Nome completo: Specialist Firearms Command (comando especializado em armas de fogo)
Criado em: 1966
O que é: departamento da polícia de Londres que "protege" a polícia normal - que normalmente não porta armas de fogo
Especialidade: entram nas situações mais complexas
Destaque: estão se reciclando para estarem nos trinques durante a Olimpíada de 2012, em Londres
B.O.: foram oficiais da CO19 que mataram o brasileiro Jean Charles de Menezes no metrô de Londres
Multimídia: geralmente, são retratados de forma positiva na TV

7. GSG9 (Alemanha)
Nome completo: Grenzschutzgruppe 9 (grupo de guardas de fronteira 9)
Criado em: 1973
O que é: batalhão da polícia federal, foi criado após o atentado na Olimpíada de Munique, em 1972
Especialidade: contra-terrorismo. Neste ano desmontaram célula da Al Qaeda com 730 kg de explosivos
Destaque: são bicampeões (2005-2006) do SWAT World Challenge, a olimpíada das tropas
B.O.: criticada internacionalmente por não dividir suas informações sobre atividades terroristas
Multimídia: na Alemanha, há uma série de televisão chamada "GSG 9 - Die Elite Einheit" (adivinhe só: "GSG 9 - A Tropa de Elite")

8. STF (África do Sul)
Nome completo: Special Task Force (força tarefa especial)
Criado em: 1976
O que é: unidade de operações especiais da polícia sul-africana
Especialidade: combate em terrenos hostis
Destaque: a formação é considerada a mais completa do mundo. O treinamento básico dura 26 semanas. O curso avançado, que inclui mergulho, segurança VIP, explosivos e treinamento médico, pode durar até três anos
B.O.: em 2004, STF perdeu metade de seus membros para firmas de segurança no Iraque
Multimídia: o concurso de admissão, aberto para todos, é um dos mais disputados do país

9. SWCU (China)
Nome completo: Snow Wolf Commando Unit (unidade de comando lobo da neve)
Criado em: 2002
O que é: unidade especial da Polícia Armada do Povo, por sua vez um órgão paramilitar
Especialidade: criada para garantir a segurança na Olimpíada de Pequim, no ano que vem
Destaque: os "lobos da neve" estão se equipando com o que há de mais moderno e caro no mundo
B.O.: os agentes têm em média 22 anos, e a inexperiência pesa quando a chapa esquenta
Multimídia: como os caras vêm treinando em sigilo, fotos e informações sobre seu armamento exclusivo bombam na internet

10. GIGN (França)
Nome completo: Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale (grupo de intervenção da polícia nacional)
Criado em: 1973
O que é: tropa de elite da polícia federal francesa
Especialidade: resgate de reféns
Destaque: desde a sua criação, o grupo realizou 1.000 operações, liberou 500 reféns, prendeu mais de 1.000 suspeitos e matou 12 terroristas. Perdeu dois homens e dois cachorros
B.O.: minorias étnicas reclamam das ações do grupo
Multimídia: o GIGN inspirou uma linha de brinquedos na França e é uma das melhores "personagens" no game clássico Counter Strike


Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG79714-7937-196,00-AS+TROPAS+DE+ELITE+MAIS+TEMIDAS+DO+MUNDO.html

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