"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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18 de set. de 2015

O QUE É ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO?


 DIREITO E JUSTIÇA  


É uma forma de violência no trabalho que consiste na exposição prolongada e repetitiva dos trabalhadores a situações vexatórias, constrangedoras e humilhantes, praticadas por uma ou mais pessoas. Ocorre por meio de comportamentos com o objetivo de humilhar, ofender, ridicularizar, inferiorizar, culpabilizar, amedrontar, punir ou desestabilizar emocionalmente os trabalhadores, colocando em risco a sua saúde física e psicológica, além de afetar o seu desempenho e o próprio ambiente de trabalho.
O assédio pode assumir tanto a forma de ações diretas (acusações, insultos, gritos, humilhações públicas) quanto indiretas (propagação de boatos, isolamento, recusa na comunicação, fofocas e exclusão social). Porém, para que sejam caracterizadas como assédio, essas ações devem ser um processo frequente e prolongado.
Alguns dos objetivos do assédio:
Desestabilizar emocional e profissionalmente o indivíduo;
Pressioná-lo a pedir demissão;
Provocar sua remoção para outro local de trabalho;
Fazer com que se sujeite passivamente a determinadas condições de humilhação e constrangimento, a más condições de trabalho etc.
As práticas de assédio moral podem se dar tanto do chefe para seu(s) subordinado(s) (assédio descendente), como do(s) subordinado(s) para seu(s) superior(es) (assédio ascendente), entre os colegas de trabalho, ou podem ser mistas, isto é, entre superiores, colegas e/ou subordinados.
As ações decorrem das relações interpessoais e/ou do assédio organizacional (quando a própria organização incentiva e/ou tolera as ocorrências).
O assédio nem sempre é intencional. Às vezes, as práticas ocorrem sem que os agressores saibam que o abuso de poder frequente e repetitivo é uma forma de violência psicológica. Porém, isso não retira a gravidade do assédio moral e dos danos causados às pessoas, que devem procurar ajuda para cessar o problema.
Considerações sobre a vítima
As vítimas de assédio moral não são necessariamente pessoas frágeis ou que apresentam qualquer transtorno. Muitas vezes elas têm características percebidas pelo agressor como ameaçadoras ao seu poder. Por exemplo, podem ser pessoas que reagem ao autoritarismo do agressor ou que se recusam a submeter-se a ele. Além desses casos, as vítimas são frequentemente identificadas em grupos que já sofrem discriminação social, tais como mulheres, homossexuais, pessoas com deficiências, idosos, minorias étnicas, entre outros.
Existe diferença entre assédio moral interpessoal e assédio moral organizacional?
Sim. No assédio moral interpessoal, a finalidade está em prejudicar ou eliminar o trabalhador na relação com o(s) outro(s), enquanto no assédio moral organizacional o propósito é atingir o trabalhador por meio de estratégias organizacionais de constrangimento com o objetivo de melhorar a produtividade e reforçar o controle.
Em alguns casos, o assédio moral organizacional ocorre com o objetivo de forçar o trabalhador indesejável a pedir demissão, o que evita custos à organização (como não pagar multas rescisórias). Esse tipo de assédio se dá por meio de práticas abusivas, tais como cobranças exageradas e persistentes ou o estabelecimento de metas abusivas e crescentes por parte de gestores ou representantes da organização, com o intuito de alcançar objetivos organizacionais, por exemplo.


Fonte de pesquisa: http://www.assediomoral.ufsc.br/?page_id=416

PF – POLÍCIA FEDERAL APRESENTA PROJETO DE SEGURANÇA PRIVADA EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA FEDERAL DE DEPUTADOS


NOTÍCIAS 


O coordenador-geral da Comissão de Assuntos para Segurança Privada (CCASP) da Polícia Federal, delegado Adelar Anderle, foi ouvido nesta quarta-feira, dia 20, durante audiência pública da comissão especial de segurança privada da Câmara Federal, presidida pelo deputado Filipe Pereira (PSC-RJ). Adelar apresentou a versão final do projeto de estatuto da segurança privada, que ainda será enviado ao ministro da Justiça, Tarso Genro.

Além de vários deputados, a audiência foi acompanhada pelo secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr, pelo presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV), José Boaventura dos Santos, e cerca de 100 dirigentes de sindicatos e federações de vigilantes de todos os estados do País.

Integração

Segundo o delegado, o projeto "busca trazer a segurança privada para junto da segurança pública". Ele disse que "estamos numa fase de reconhecimento da segurança privada, mas é preciso fazer a integração".

Hoje existem 3,1 mil empresas de vigilância, 33,6 mil agências bancárias, 5,9 mil carros-fortes e cerca de 1,7 milhão de vigilantes cadastrados. Destes trabalhadores, 38% são empregados pelo setor público, informou o coordenador-geral da CCASP.

Adelar criticou o "bico" dos policiais. "Os PMs são mortos mais em folga que em serviço", comparou, dizendo que "68% das mortes ocorrem quando os policiais estão fazendo bico". Ele também atacou a informalidade, defendendo um cadastro nacional da segurança privada. Para ele, "a clandestinidade é um princípio da máfia".

Polícia privada

A versão final do projeto enfatiza, segundo o delegado, que "a segurança privada é complementar à segurança pública". Ele explicou que "a idéia é incorporar o vigilante à condição de polícia privada".

Porta de segurança

O texto apresentado voltou a incluir equipamentos mínimos de segurança nos estabelecimentos bancários, que tinham sumido na versão anterior, levando a Contraf-CUT e o Coletivo Nacional de Segurança Bancária a se reunir com Tarso em dezembro do ano passado. A porta de segurança, com detector de metais, está novamente prevista, exceto a sua localização.

Os bancários defendem que esse equipamento fique em todos os acessos destinados ao público, inclusive o espaço de autoatendimento, onde ocorrem 30% das transações e hojhe está desprotegido na maioria das unidades.

Malotes inteligentes

O delegado propõe mudanças no transporte de valores. "Em determinadas regiões, como nas grandes cidades, podemos usar hoje novas tecnologias, como os malotes inteligentes", defendeu. "Essa forma prevê a utilização de veículos com sistema de blindagem, com dois vigilantes, e um equipamento para manchar o dinheiro com a mesma tinta usada na sua fabricação em caso de assalto", explicou.

Adelar frisou que esse tipo de transporte já é usado na França, onde também foram instalados vidros blindados nos caixas das agências. "Em 2007 houve 30 assaltos a bancos naquele país", destacou.

Questionamentos

O relator da comissão especial, deputado Professor Sétimo (PMDB-MA), salientou a importância da segurança privada e defendeu ouvir o secretário nacional de segurança pública, do Ministério da Justiça, e representantes dos trabalhadores e das empresas, visando aprofundar o debate na sociedade.

"Há avanços significativos no texto apresentado", avaliou o deputado Eduardo Valverde (PT-RO). Ele perguntou o delegado sobre "a capacidade do projeto de gerar postos de trabalho". Adelar respondeu que essa mudança não deverá reduzir empregos e sim abrir vagas, na medida que todo e qualquer transporte de valores seria realizado dessa forma.

O deputado William Woo (PSDB-SP) reclamou das penas de reclusão para policiais que fazem "bico". Também criticou as exigências para a abertura de uma empresa de vigilância (mínimo de 50 empregados) e propôs a inclusão da segurança eletrônica no projeto. Adelar defendeu as exigências. "Não se pode largar o transporte e a guarda de numerário nas mãos de picaretas", declarou.

Alma limpa

Para o delegado, o projeto é "uma proposta que procurou compor os interesses divergentes entre as diversas categorias e setores do mercado e que possa ser absorvida pelo controle estatal, principalmente pela capacidade de controle e fiscalização da PF". Ele disse que certamente não vai agradar a todos. "Sei que nem todos os anseios de cada categoria foram atendidos, mas, de alma limpa, procuramos buscar o equilíbrio", concluiu Adelar.

Novas audiências públicas

Após a audiência pública, foram aprovados vários requerimentos. Valverde propôs ouvir diversas entidades sindicais e representativas, como a Contraf-CUT e a CNTV. O presidente da comissão ficou de realizar os agendamentos nos próximas dias.

"Garantimos a participação dos bancários e dos vigilantes neste importante debate, onde poderemos apresentar as nossas propostas para trazer mais segurança para os trabalhadores e a sociedade", comentou Ademir.

Fonte de pesquisa:

http://www.fetecsp.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=43417

14 de set. de 2015

COMO FAZER UM CURRÍCULO DE VIGILANTE


SEGURANÇA PRIVADA 
Durante um bom tempo o nosso parceiro do blog e profissional de segurança Sr Edirlan Chatuba trabalhou como  Supervisor e uma das suas funções na Gestão de pessoas era o recrutamento e seleção de Vigilantes para trabalhar na sua Equipe, aproveitando essa experiência, ele irá apontar nesse vídeo as informações mais relevantes, o que a empresa mais observa e o que não pode faltar no seu curriculo, boa sorte e vale apena conferir a dica de um profissional de segurança privada, obrigado Edirlan pelas dica.

VIGILANTE ENTRA NA ROTINA DO DIA A DIA E PERDE A ARMA

VÍDEO DE AÇÃO 
Vídeo mostra vigilante no famoso dia a dia chamado de rotina e sem perceber perde a arma, assista o vídeo e veja que somos vulneráveis a ação dos bandidos.

FEIRA NO RIO EXIBE NOVIDADES NO SETOR DE SEGURANÇA PRIVADA


NOTÍCIAS 

O Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova, Centro do Rio, recebe entre quarta-feira (5) e sexta (7) a RIOSEC, a Feira Nacional de Segurança Privada e Eletrônica.

O evento mostrará ao público especializado e em geral as principais novidades no mercado de centrais de monitoramento, circuitos fechados, cofres, inteligência industrial e sistemas de identificação, citando apenas algumas das necessidades atendidas pelo setor.

De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado de sistemas de segurança cresceu 10% em 2013, movimentando um montante de R$ 4,6 bilhões.

Denise Nuly, presidente do Sindicato de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Rio de Janeiro (Siese-RJ), afirma que a expansão deste segmento se deve ao fato de as pessoas desejarem se sentir mais seguras, independente das políticas de segurança pública:

“Mesmo com todas as ações do governo, como as UPPs, as pessoas querem monitorar os seus negócios e bens cada vez mais.”

Além disso, a presidente do Siese-RJ destaca a importância que o setor conquistou no Rio de Janeiro.

“Uma feira voltada para este segmento é oportuna porque há uma parcela significativa de empresas e profissionais deste setor”

Opções para todos os bolsos - Sobre o custo para se sentir seguro, a presidente do Siese-RJ informa que, apesar de parecer um luxo apenas para os mais ricos, o segmento oferece possibilidades para todos os bolsos:

“O custo é proporcional a quantidade de tecnologia empregada. Há equipamentos para todos os orçamentos. Tudo depende do projeto e do objetivo.”

Serviço:
Evento: RIOSEC – Feira Nacional de Segurança Privada e Eletrônica
Data: 5 a 7 de novembro, das 14h às 20h.
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Av. Paulo de Frontin, 1 (acesso principal pela Rua Beatriz Larragoiti Lucas) - Cidade Nova - Centro - Rio de Janeiro - RJ
Entrada gratuita

Fonte: G1/Rio

PL 4238 RELATOR RETIRA DE PARECER PISO SALARIAL PARA VIGILANTES


NOTÍCIAS 

Relator retira de parecer piso salarial para vigilantes

O parecer será votado na comissão especial que analisa a matéria na próxima semana. Segundo o relator, um acordo com a liderança do governo garantiu que não haverá obstrução

Gilmar Felix / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Wellington Roberto (PR-PB)
O relator, deputado Wellington Roberto, disse que está aberto ao diálogo com o governo
O deputado Wellington Roberto (PR-PB) apresentou nesta quarta-feira (9) substitutivo a 122 propostas que tramitam na Câmara sobre segurança privada. O texto estabelece o “Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras”. Wellington Roberto propôs que o piso salarial dos vigilantes seja fixado por negociação coletiva. Segundo ele, as disparidades regionais do País impedem que seja fixado um salário nacional em lei.

O parecer será votado na comissão especial que analisa a matéria na próxima quarta (16). Segundo Wellington Roberto, um acordo com a liderança do governo garantiu que não haverá obstrução.

“Ficou bem claro por parte do governo a intenção de apresentar algumas sugestões, por meio do Ministério da Justiça. Então, o que este relator vai poder acatar e discutir são sugestões que não prejudiquem a elaboração do relatório. Então, dessa forma, estamos abertos ao diálogo para que o governo possa apresentar suas propostas”, disse o relator.

A deputada Érica Kokay (PT-DF) destacou que a proposta resolve problemas históricos do País. “Ainda que não contemple o piso, que é o objeto maior desta discussão, nós encaramos como um avanço”, disse.

Texto de equilíbrio
O relator Wellington Roberto afirmou que seu texto busca uma solução que equilibre as reivindicações dos vigilantes e a dos empregadores. A proposta é dividida em onze capítulos que tratam da segurança privada; dos prestadores de serviço; dos profissionais e sua formação; da segurança privada em instituições financeiras; das penalidades administrativas; dos crimes e das taxas do setor.

O texto cria o Conselho Nacional de Segurança Privada, vinculado ao Ministério da Justiça, composto por membros do governo, da classe empresarial, dos trabalhadores e da sociedade civil, para assessorar o ministro da Justiça em assuntos de segurança privada e a elaborar políticas para o setor. Pela proposta, a Polícia Federal será responsável por aplicar penalidades administrativas por infrações à nova lei.

Tramitação
O projeto que regulamenta a segurança privada no País tramita em regime de prioridade. Se aprovado na comissão especial, segue para análise do plenário.


Fonte: http://www.vigilantescuritiba.org.br/pl-4238-relator-retira-de-parecer-piso-salarial-para-vigilantes/

PRIMEIRO EMPREGO DE VIGILANTE


VÍDEO DE MOTIVAÇÃO
Neste vídeo veremos o gestor em segurança privada e profissional de segurança privada Sr. Chatuba orientando os novos profissionais no seu primeiro emprego de vigilante, lembre-se sempre de ser primeiro um profissional de segurança e não apenas um vigilante, vigilante é profissão, profissional de segurança é diferente, exerce a função de vigilante, porém cumpre com suas obrigações pessoais e de contrato, esta é a diferença de um vigilante e de um profissional de segurança privada. 

VIGILANTE PODE USAR ALGEMAS

VÍDEO DE SEGURANÇA  

Vigilante pode usar algema? Nesta vídeo você profissional de segurança privada verá o nosso amigo gestor em segurança privada  e profissional de segurança privada Sr Chatuba esclarecer esta pergunta que talvez seja de muitos profissionais se podem ou não usar algemas.

19 de jul. de 2015

MP 680 FLEXIVILIZA JORNADA DE TRABALHO E SALÁRIOS



NOTÍCIAS 

A MP 680/15 tem gerado dúvidas aos vigilantes, por isso o Sindvigilantes vem esclarecer o que ela significa para o trabalhador.

A presidente Dilma editou a MP 680/15, criando o PPE – Programa de Proteção ao Emprego, que permite a flexibilização da jornada e dos salários em até 30%. Poderão aderir ao programa empresas que se encontrarem em situação de dificuldade econômico-financeira comprovada. A adesão terá duração de, no máximo, 12 meses e poderá ser feita até 31/12/15.

Por exemplo, uma empresa de vigilância patrimonial, o vigilante passaria a receber da seguinte forma:

Piso R$ 1400,00, – 30% (redução de jornada) = R$ 980,00 (valor proporcional) e o governo através do Fundo de Amparo ao trabalhador pagaria + R$ 210,00 e o vigilante passaria a receber o valor bruto de R$ 1190,00, para uma jornada de trabalho reduzida em 30% (esse valor sem contabilizar o adicional de periculosidade).

Para que isso se torne possível os sindicatos serão obrigados a fazer assembleias, onde os trabalhadores irão decidir se optam pela redução da jornada ou pela demissão.

No momento o Sindvigilantes entende que essa MP é inaplicável às empresas de vigilância, por se tratar de prestadoras de serviço, com jornada de trabalho definidas em contratos. O programa especifica: “As empresas que aderirem ao programa, não poderão nem demitir, nem contratar no período de participação”, no caso da vigilância patrimonial, as empresas teriam que contratar para suprir os 30% da redução de carga horária, o que nos leva a acreditar que não se enquadrariam nessa medida.

As empresas que se enquadrarem no PPE não poderão dispensar de forma arbitrária ou sem justa causa os empregados que tiveram a jornada de trabalho reduzida temporariamente enquanto vigorar a adesão e, após o fim do programa, o trabalhador ainda terá estabilidade no emprego por um prazo equivalente a um terço do período de adesão. Por isso, se o programa durar 12 meses, o trabalhador terá seu emprego garantido por 16 meses.

Ressalta-se que a medida ainda tem 15 dias para ser regulamentada, no intuito de definir quais são os setores que poderão aderir e determinar as formas de comprovação da “dificuldade econômico-financeira”, dentre outras regras necessárias.
Desta forma o Sindivigilantes vem tranquilizar os trabalhadores e nós colocar a disposição para quaisquer dúvidas.


VIGILANTE DISTRAÍDO PERDE A ARMA E BANDIDOS ASSALTAM AGÊNCIA DE CORREIOS


VÍDEO DE SEGURANÇA 

Assalto aos correios da cidade de Juares Tavora-PB
Vigilante desatento com fone branco no ouvido e lendo algo no meio dos clientes, um belo exemplo de como não se comportar em seu posto de serviço, a bandidagem agradece, mais uma arma para usar contra nos.

O Vigilante estava totalmente desatento, após ser rendido os ladrões devolveram a arma para ele sem munição para não chamar a atenção.

Site oficial: www.vigilanteqap.com.br

12 de jul. de 2015

ALARMES MONITORADOS: O QUE SÃO E COMO FUNCIONAM?



SEGURANÇA ELETRÔNICA 

1. Introdução sistema de alarme     
        
São compostos por um conjunto de equipamentos eletrônicos que controlam movimentações em horários não permitidos ou emitem sinais de emergência silenciosos com o objetivo de avisar uma atitude e/ou ação suspeita.

Alarmes são sistemas de detecção que têm como objetivo inibir e prevenir a entrada de pessoal não autorizado em uma determinada área. É importante salientar que o sistema de alarme não forma barreiras, apenas indica uma situação adversa sendo de suma importância à cumplicidade do usuário para seu perfeito funcionamento.

2. Componentes do sistema de alarme monitorado

Seu sistema de alarme é composto pelos seguintes equipamentos, dependendo de sua necessidade:

2.1 - Painel de Alarme

Visto como o cérebro de seu sistema de alarme. Controla, envia e recebe sinais dos sensores espalhados no imóvel. O painel de alarme é dividido por “zonas” ou “setores” que identificam com precisão o ambiente violado. E por ser micro-processado é totalmente programável, como opção por zonas 24 horas e modificação da temporização de entrada e saída. Gerenciado por um teclado, permite inclusão de operações como arme, desarme e verificação de status.

2.2 – Bateria

Permite o funcionamento de seu sistema caso ocorra uma falta de energia. Essa bateria é constantemente monitorada pelo painel de alarme que avisa caso sua carga esteja baixa necessitando assim sua troca.

2.3 – Sirene

Na detecção de um evento, a sirene emite um sinal sonoro de 120db, com o intuito de inibir uma possível invasão, existe hoje no mercado sirenes que disparam por um período curto até que o sensor detecte outro movimento para disparo, este método tem como finalidade não perturbar a vizinhança, havendo movimento de pessoas após o primeiro disparo a sirene irá somente acionar novamente  se houver presença de pessoa no local.

2.4 – Sensores

São os dispositivos que identificam alguma movimentação. Existe no mercado diversos tipos de sensores dependendo da sua necessidade. Devem ser necessariamente supervisionados por você cliente, avisando a central caso alguma manutenção seja necessária, como queda do equipamento ou alteração do ambiente em que ele se encontra. Sem o perfeito funcionamento dos mesmos não é possível a identificação de movimentações, podendo até ser um transtorno para o sistema com disparos em falso. Procure sempre, indispensavelmente, manter o ambiente monitorado isolado de correntes de ar, que é o maior problema em acionamentos equivocados.

2.5 - Botão de Pânico

Equipamento que quando acionado avisa a central de monitoramento sobre alguma emergência. Caso possua este dispositivo teste-o constantemente e lembre-se que após acionado, providencias serão tomadas, portanto fique atento ao toque do telefone, geralmente fica a dica de antes de testar avisar a empresa que se trata de um teste.

3. Monitoramento Eletrônico

Consiste na recepção e análise dos sinais enviados pelos equipamentos instalados no local monitorado. Este envio pode ser de duas formas:

a) Linha Telefônica;
b) GPRS (Transmissão sem fio).

Em ambos os casos dependemos de serviços prestados por empresas de telefonia, sobre os quais não temos controle. Caso você tenha optado pela transmissão por linha telefônica lembre-se que ela é o único meio de transmissão entre seu alarme e a central de monitoramento, estando sujeito ao não recebimento do evento caso este meio seja sabotado ou tenha algum problema técnico. Já com a transmissão via GPRS utilizamos a rede GSM de celular para transmissão dos eventos, ficando a linha telefônica com status de backup.

4. Disparos Falsos

Ao acionar seu sistema de alarme verifique se todas as portas e janelas estão devidamente fechadas, os maiores índices de alarmes falsos são causados por correntes de ar muito bruscas ou pequenos animais que entram no imóvel.

Veja o texto retirado do site da ABESE (Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança):

“O maior problema no monitoramento de alarmes, tanto comercial como residencial, consiste no que chamamos de alarmes falsos”. O conceito de alarme monitorado é simples: o equipamento instalado no local, quando detecta algum problema através de seus sensores, emite um sinal que é enviado para uma central de monitoramento 24 horas, que, dependendo do caso, aciona as pessoas responsáveis ou os órgãos competentes para a tomada de ações e a consequente solução do problema. O alarme falso surge justamente quando o painel de controle detecta indevidamente um sinal, enviando-o para a central de monitoramento, que irá acionar as pessoas responsáveis, como também a polícia, que deslocará para o local uma viatura. Neste caso, ocorrerá o uso indevido de um órgão público, que poderia estar atendendo a uma ocorrência de real emergência no mesmo momento. Sendo assim, o alarme falso gera um despacho policial falso, ou seja, uma notificação de crime as autoridades sem a evidência de um acontecimento criminoso.

O sinal falso do alarme acontece basicamente por três fatores: problema no equipamento, incluindo má qualidade do equipamento e da instalação; condições climáticas e por manuseio indevido do usuário (inexperiência ou erro). Dos alarmes falsos, 95% são causados pelos próprios clientes. Os alarmes falsos têm como maior consequência à falta de credibilidade do sistema eletrônico de segurança, ameaçando a imagem do setor e das empresas que prestam os serviços na área, pois tanto os novos possíveis usuários, como as autoridades competentes terão a errônea ideia de que o sistema não funciona. Os sistemas eletrônicos de segurança têm função preventiva e são instalados para evitar ou acompanhar, quando monitorados, roubos, vandalismo, assaltos, fogo, emergência médica, linha de montagem e níveis tóxicos ou de temperatura, entre outros.

Dados fornecidos pelas centrais de monitoramento mostram a eficiência do sistema: a cada 100 tentativas de furtos em estabelecimentos com alarmes, 94% fracassam; o número de estabelecimentos roubados sem alarmes é três vezes maior e a quantidade de bens roubados em estabelecimentos sem alarmes é 10 vezes maior que os que possuem alarme.”

5. Serviços

Geralmente as empresas de alarmes e monitoramento oferece uma variedade de serviços de segurança além do monitoramento o qual fica disponível aos seus clientes através de folders ou site.


5.1 - Controle de Abertura e Fechamento (Arme e Desarme)

Este serviço tem como objetivo identificar um esquecimento de arme do sistema ou uma desativação fora do horário habitual. Por exemplo, caso você esqueça-se de ativar seu alarme, entraremos em contato no local para verificar se ainda há alguém, caso realmente não tenha mais ninguém, será solicitado que efetue o arme do sistema. Podemos exemplificar também outra situação, caso você desative fora de um horário predeterminado, entraremos em contato para verificar a divergência de hábito.

5.2 - Checagem de Unidade Volante

Caso seu alarme dispare à empresa contratada por você envia um automóvel com equipe tática  para constatar alguma evidência de anomalias em seu estabelecimento. Este serviço tem função exclusiva de averiguar o local guarnecido e dar o primeiro atendimento ostensivo, caso constaste alguma irregularidade e acionado a polícia para preenchimento do B.O e feito todo tramite operacional de guarda do patrimônio.

5.3 - Monitoramento por GPRS

Este serviço proporciona maior tranqüilidade na recepção do sinal de alarme não dependendo apenas da linha telefônica. Evitando o não recebimento do sinal caso ocorra uma falha em linha ou alguma sabotagem.

5.4 - Manutenção Preventiva/Corretiva

Este serviço proporciona maior segurança ao Cliente, tendo em vista que uma Equipe Técnica efetua manutenções constantes em seu sistema de alarmes, evitando assim uma falha inesperada.

5.5 - Relatório On-Line

Visualize todos os sinais de seu sistema de alarme através da internet no site da empresa contratada. Essas informações geralmente ficam disponíveis para acesso em um período de trinta dias ou solicitando um relatório mensal.


Fonte de pesquisa: http://www.newlineseguranca.com.br/site/noticias/alarmes-monitorados-o-que-sao-e-como-funcionam/

3 de jul. de 2015

TESTES BALÍSTICO CALIBRE.40, CALIBRE 38, CALIBRE 9MM, PODER DE PARADA, PT 100, PT 24/7, PT 24/7/2, TAURUS.

ARMAS E MUNIÇÕES 

O instrutor de tiro Sr Edubrunal responsável pela matéria que iremos ler e que ministra aula de tiro policial com pistolas no calibre 40 S&W, os alunos afirmam que preferem trabalhar com o calibre 9x19mm do que com o calibre .40. Pois ouviram dizer que o .40 não é capaz de transfixar a lataria de um veículo e o calibre 9 mm consegue isso com facilidade. Para essa afirmação eles estão pensando para o calibre .40 a munição da GOLD da CBC (EXPO) e para 9 mm a munição 9 mm Luger (EXPO), pois são as usadas em nossa corporação da policia.
Na realidade a grande maioria deles nunca sequer trabalhou com uma arma calibre 9 m, pois elas são restritas às unidades especializadas ou para os Oficiais da PM, além de ser um calibre de uso restrito das FFAA – Forças Armadas. Essa afirmação é apoiada em uma lenda que corre nas fileiras milicianas que o calibre .40 não é capaz de perfurar a lataria de um veículo.
De plano eu, Edubrunal  refuto essa afirmação enganada dando o meu relato pessoal e profissional, falando sobre as ocorrências policiais onde precisei disparar contra veículos, usando uma pistola IMBEL MD5 ou uma pistola TAURUS 640, ambas no calibre .40 e a lataria do carro foi perfurada, atingindo os ocupantes do carro, ou seja, o objetivo desejado foi conseguido.
Durante uma instrução de rotina aproveitou a turma de Cadetes para mostrar de maneira prática se realmente o calibre .40 S&W é capaz ou não de perfurar a estrutura de um carro. Para isso foram usadas várias armas e calibres diferentes, que serão mostrados um a um, disparos contra a porta de um Honda Civic a 10 metros de distância. Decidimos usar um carro atual, considerando que os veículos antigos possuem a lata mais grossa e também, pois o mais comum é encontrar veículos novos nas ruas.

Os disparos foram feitos pelos próprios alunos.

O primeiros disparo foi feito com uma PT 100 da TAURUS com a munição .40 Trainer que, segundo o fabricante é uma munição apropriada para treinamentos, pois é carregada com menos pólvora. Porém, se você passá-la pelo cronógrafo a diferença de velocidade entre ela e as outras munições .40 da CBC é muito pequena e você sente o recuo dela muito próximo ao recuo das munições com carga normal.
Durante o teste também ocorreu o mesmo. A munição Trainer se comportou de maneira muito semelhante as outras munições. Faz-se necessário lembrar que essa munição não é feita para o uso operacional das forças policiais, ela é usada apenas apenas para treinamentos.
 Pistola TAURUS PT 100
Perceba que houve a transfixação da porta 
Nesta etapa foi usado uma pistola TAURUS 24/7 G2, de 4 polegadas e ainda a munição Trainer .40. Também aconteceu a perfuração da porta.
Pistola Taurus 24/7G2
Neste processo usou-se uma pistola TAURUS 840, de 4 polegadas e munição Trainer . 40 e a transfixação da porta do carro aconteceu sem maiores problemas.
Pistola PT 840 TAURUS
 E agora usamos uma PT 640 COM 83 MM de cano e munição Trainer .40. Perceba que houve a perfuração da chapa de metal frontal e também da chapa interna.
 PT 540 TAURUS

Nesta parte usamos um revólver TAURUS de 3 polegadas e uma munição recarregada, ogival de chumbo, calibre .38.

Por ser uma munição e chumbo, com a ponta macia, não houve a transfixação da porta, apenas o amassamento.

Projétil deformado após o impacto com a porta. 
Ainda no revólver TAURUS de 3 polegadas, agora usamos uma munição .38 EXPO+P, padrão da Corporação e das empresas de segurança privada, calibre com boa transmissão de energia e considerável poder de incapacitação. Ele facilmente atravessou a lataria do veículo. 

Agora voltamos para a pistola 640, mas vamos usar desta vez munição .40 GOLD CBC. Essa é a munição que gera a insegurança na questão de transfixação de veículos. Os alunos pensam que pelo tamanho do buraco na ponta do projétil, ele não é capaz de atravessar a porta.
PT 640 TAURUS

 Veja que o disparo atravessou a primeira e a segunda chapa de metal da porta. Percebemos que ele perdeu um pouco a trajetória, desviando o projétil para a direita.
O próximo disparo foi realizado com uma PT 100 TAURUS, com munição calibre .40 Copper Bullet CBC. Esta munição é um bloco único de puro cobre com ponta oca (EXPO), e segundo o fabricante, ele pode ser disparado em alvos atrás de vidros e portas de madeira e materiais próximos dessa densidade que a sua trajetória não será desviada. Colocamos também uma garrafa com água atrás da porta do carro para testar se realmente a trajetória se mantém, como o fabricante afirma.
PT 100 TAURUS e munição Copper Bullet 
               Local onde os disparos serão executados.



            Percebemos que as duas chapas da porta foram atravessadas e a garrafa de água foi atingida e bem atingida. O buraco feito pela munição foi grande. Vê-se que a transmissão e energia para o objeto foi considerável.
            O teste apresentado foi feito para responder uma única pergunta, se o calibre .40 S&W é capaz de perfurar a estrutura metálica de um veículo. Vimos que apenas o calibre .38 ogival, ponta de chumbo não conseguir atravessar a porta. Os outros calibres conseguiram transfixar a porta e no caso do Cooper Bullet atingiu inclusive o alvo que estava atrás da porta.
            Temos que destacar que esse teste não é a verdade final no que diz respeito ao poder incapacitante do calibre .40 ou de sua capacidade de transfixar portas de veículo.
Tanto o PODER DE PARADA quanto a capacidade de atravessar objetos são ditos não por quesitos estanques e fechados. Inúmeras variantes devem ser consideradas quanto pensamos nisso. A mensuração desses conceitos não é uma conta exata e perfeita, o resultado de um disparo nunca será igual ao outro, mesmo que sejma feitos no mesmo alvo.

Matéria: Edubrunal publicado em: 28/12/2012




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