"NÓS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA, NÃO QUEREMOS SER QUALIFICADOS E SIM OS MELHORES"

SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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15 de dez. de 2009

QAP GUERREIRO - VEJA COMO OS CRIMINOSOS ESTÃO AGINDO ?

Para que vocês profissionais da segurança tenha conhecimento dos acontecimentos que afetam e ocorre no nossa área, recebi um e-mail da empresa Kommandos – Cursos de Treinamento Táticos de Segurança que separou algumas notícias de delitos que aconteceram no mês novembro em todo Brasil o qual resolvi compartilhar com todos os guerreiros da segurança privada. Observe os tipos de crimes, os locais escolhidos e o modus operandis destes marginais, é como se diz "não devemos cair na rotina", devemos estar sempre em QAP total guerreiro porque a qualquer momento pode ocorrer um QRU, tenha uma boa leitura e fique em QAP e até o próximo QTC.TKS Ladrões levam R$ 1,6 milhão do Banco do Brasil em São Paulo Ladrões roubaram anteontem R$ 1,6 milhão da agência do Banco do Brasil na Rua Candaraí, na Casa Verde, zona norte de São Paulo. O dinheiro estava em um setor usado como tesouraria pelo banco para abastecer caixas eletrônicos. Para executar o roubo, os criminosos seqüestraram um gerente do banco quando ele ia para casa. Eram 19 horas. Os bandidos obrigaram o gerente a telefonar para o banco e dizer que ia voltar à agência acompanhado de agentes da Polícia Federal. Dois dos assaltantes vestiam terno e gravata e acompanharam o gerente. Os criminosos renderam ainda dez funcionários dentro da agência, entre eles quatro seguranças. Os criminosos apanharam o dinheiro e fugiram. O caso foi registrado no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (DEIC), que ouviu ontem as testemunhas e vítimas do crime. Por enquanto, a polícia não tem informações sobre a identidade dos criminosos, que usavam pelo menos uma submetralhadora.A mesma agência já havia sido alvo de ladrões em 10 de agosto. Para invadi-la, os bandidos roubaram placas de trânsito, um caminhão e uma retro escavadeira em uma empresa em Parada de Taipas, na zona norte. O bando queria usar o trator para derrubar as paredes da tesouraria as placas serviriam para bloquear o trânsito. O plano deu errado porque a retro escavadeira capotou. Empresa do Distrito Industrial é assaltada em Joinville Uma empresa do Distrito Industrial de Joinville foi assaltada na noite de terça-feira. Segundo informações da Polícia Militar, o vigilante da empresa foi rendido por dois homens armados de revólver e pistola. Os assaltantes o amarraram e o deixaram em um galpão. A PM informou que a dupla teve acesso ao caixa eletrônico de um banco que fica no interior da empresa. Eles arrombaram o caixa com um maçarico. A quantia levada não foi informada. O vigilante conseguiu se soltar por volta das 22h e chamou a Polícia Militar. Do vigilante foi levado um revólver calibre 38, um colete, um rádio de comunicação e um celular. Delegada investiga roubo na Uesc em Ilhéus - Bahia A titular da Delegacia de Repressão a Furto e Roubo de Ilhéus, Andréia Oliveira, vai tentar identificar, pelas imagens do circuito interno, o bando que tentou levar os caixas eletrônicos instalados na Universidade Estadual de Santa Cruz. A gravação já foi solicitada à reitoria da Uesc. Na madrugada de domingo, por volta das 3 horas, 10 homens tentou roubar os caixas eletrônicos dos bancos Real, Bradesco e do Brasil. Os bandidos rederam um segurança que estava na guarita e foram até a torre administrativa. Mas os seguranças da universidade perceberam a movimentação estranha e iniciaram uma ação para evitar o roubo dos caixas. Os bandidos acabaram fugindo sem levar nada. Além de analisar as imagens, a delegada Andréia Oliveira começa a ouvir os seguranças da Uesc nesta quarta-feira. Para a delegada, a maneira de agir foi semelhante à dos bandidos que arrombaram o caixa eletrônico do Banco do Brasil na sede regional da Ceplac em julho. A quadrilha também era formada por 10 homens, que levaram R$ 100 mil. Grupo furta caixa eletrônico em três minutos no Sul de Minas Um grupo de seis homens precisou de apenas três minutos para furtar um caixa eletrônico de uma agência bancária do Banco do Brasil na madrugada desta quarta-feira (4) na cidade de Caldas, no Sul de Minas.De acordo com informações da Polícia Civil, toda a ação foi filmada pelo circuito interno do banco. "Eles estacionaram um Doblô e entraram no banco às 2h37. Em três minutos, arrancaram o caixa e conseguiram fugir. Todos aparentavam muita tranqüilidade", descreveu o delegado Ademir Luiz Corrêa. Ao ouvir o barulho do alarme, vizinhos acionaram a polícia, que pediu reforço de viaturas da cidade vizinha. Por causa disso, militares só chegaram ao local quase vinte minutos depois do furto. Nas imagens, de acordo com o delegado, os seis homens aparecem com os rostos cobertos. "Foi possível ver apenas a parte do rosto de um dos homens", informou o delegado. O Banco do Brasil não informou o valor levado. Todos os suspeitos continuam foragidos. Bandidos tentam assaltar carro forte no médio-norte de Mato Grosso
Um carro forte de transporte de valores foi alvo de uma tentativa de assalto nesta terça-feira na BR-163, entre as cidades de Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. Segundo informações vindas do médio-norte do Estado, cerca de três caminhonetes cercaram o veículo que conseguiu retornar a cidade de Nova Mutum. Durante a tentativa de assalto, houve troca de tiros. Ainda não se tem informações de feridos nesta tentativa de assalto. A polícia de toda a região está mobilizada na tentativa de capturar os bandidos. A polícia afirma que eles se esconderam em uma região de mata fechada. Até o momento, já foi confirmada a prisão de duas pessoas. Segurança evita assalto ao dominar homem armado na UFRGS em Canoas Um segurança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) evitou um assalto na manhã desta segunda-feira, quando dois homens chegaram de motocicleta à Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação. Um dos tripulantes desceu na frente da portaria e entrou armado na instituição. Ele foi dominado pelo segurança, que reagiu e agarrou a mão em que estava a arma. Dois tiros foram disparados no teto e na parede. Depois de ter o assalto frustrado, o homem conseguiu se desvencilhar do segurança e fugir com o motociclista. Os dois suspeitos não foram localizados nas buscas feitas pela Brigada Militar. Quadrilha leva carro-forte em Caxias do Sul Motorista feito refém pelos assaltantes foi abandonado e passa bem Com uniformes similares aos dos vigilantes da Brinks, três homens armados roubaram um blindado da empresa que recolhia dinheiro de um banco na Universidade de Caxias do Sul (UCS). O assalto aconteceu no final da tarde de ontem. O motorista do veículo foi levado pelo trio até a localidade de Travessão Diamantino da 8ª Légua, em uma propriedade rural abandonada no interior de Caxias. Lá, no mínimo três criminosos aguardavam a chegada do carro-forte. Eles estavam com equipamentos de detonação, utilizados para explodir o cofre do blindado. Pelo menos 14 malotes contendo dinheiro foram roubados pelo grupo. Um malote queimou parcialmente e foi deixado para trás. O motorista não ficou ferido. O carro-forte foi invadido pelos bandidos por volta das 17h30min. Três vigilantes deixaram o blindado para recolher dinheiro em um dos postos bancários do campus da UCS. Poucos segundos depois, três homens vestindo roupas semelhantes às usadas por empregados da Brinks se aproximaram do carro-forte. O motorista alegou para policiais ter trancado a porta, porém, disse que os homens tinham uma chave. O vigilante foi rendido, encapuzado e deitado no chão do veículo.Os bandidos passaram com o carro da Brinks pelo bairro Cruzeiro e pelo loteamento De Zorzi, sempre escoltados por dois veículos, que seriam um Vectra e uma caminhonete. Seguiram por estradas de chão batido até chegar a uma propriedade rural no Travessão Diamantino, perto da localidade de Santo Homobom. No sítio, pelo menos outros três assaltantes esperavam pelo restante do bando que trazia o carro-forte.Um agricultor viu o blindado entrando no sítio e um carro, que ele não conseguiu identificar, parado com o porta-malas aberto. O motorista foi levado para uma casa abandonada na propriedade. Utilizando explosivos, a quadrilha arrebentou o cofre do veículo. Dos 15 malotes que estavam depositados no compartimento, apenas um não foi levado pelo bando. Partes de cédulas queimadas ficaram espalhadas pelo chão. Em seguida à explosão, os ladrões carregaram os malotes e fugiram com rumo desconhecido. Para a polícia, a quadrilha pode ter se refugiado em alguma outra propriedade rural da região.Estradas vicinais e a Rota do Sol estavam sendo monitoradas pela Brigada Militar à noite, mas nenhum suspeito havia sido detido até o fechamento desta edição. Ladrões invadem Semed e roubam caixa eletrônico em Maceió Mais uma vez os bandidos que atuam em Alagoas dão mais uma demonstração de ousadia e destemor. Ontem à noite (10), por volta das 20h30, três assaltantes invadiram a Secretaria de Educação, no Centro de Maceió, e roubaram o caixa eletrônico do Banco do Brasil. De acordo com o registro no Centro de Operações da Defesa Social (CIODS), os ladrões (dois homens e uma mulher) anunciaram o assalto e amarraram dois vigilantes e dois motoristas com fita adesiva. Com um maçarico eles conseguiram abrir o caixa para pegar o dinheiro. Eles ainda deixaram R$ 90 no caixa. O valor roubado não foi divulgado. Os três fugiram em um Gol, de cor prata. Uma guarnição da Radiopatrulha esteve no local. Os policiais civis da Operação Asfixia fizeram buscas, mas até o momento ninguém foi preso. As vítimas foram conduzidas à Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC), onde foram ouvidas Banco é arrombado em Jaraguá do Sul Na madrugada desta quarta-feira a agência do Banco do Brasil, no bairro Barra do Rio Cerro, em Jaraguá do Sul, foi arrombada. Os suspeitos levaram dinheiro do caixa eletrônico. A Polícia Militar acredita que os assaltantes usaram uma barra de ferro para abrir a porta. O gerente do banco não foi localizado pela reportagem, nem pela Polícia. Ainda não se tem informações do valor que foi levado Método utilizado em assalto a carro-forte foi usado na rodoviária de Caxias. O disfarce utilizado por pelo menos três homens que roubaram o carro-forte da empresa Brinks na terça-feira em Caxias do Sul foi usado em outro assalto na cidade. No dia 13 de outubro deste ano 2009, dois homens assaltaram a Estação Rodoviária de Caxias do Sul também utilizando as roupas. Nos dois casos, os assaltantes vestiam uniformes similares aos dos vigilantes da empresa. No caso da rodoviária, os ladrões chegaram às 11h50min e se identificaram no guichê de informações como funcionários da empresa. Eles avisaram que tinham ido buscar o dinheiro da estação. Uma supervisora acompanhou os homens ao escritório, onde anunciaram o assalto. Eles fugiram com um malote. No roubo ao carro-forte, o motorista do blindado, feito refém, afirmou só ter notado que os três homens não eram seus colegas quando os ladrões já estavam muito próximos do veículo. O trio então rendeu o vigilante, o encapuzou e o deixou deitado no chão do veículo. Depois de liberarem o motorista na localidade de Travessão Diamantino da 8ª Légua e explodirem o cofre, os bandidos fugiram com 14 malotes. Pelo menos outros seis homens deram cobertura à ação. Agentes do Departamento Estadual de Investigações estiveram em Caxias na terça-feira para começar a investigar o bando, conforme o delegado regional Paulo Roberto Rosa da Silva. Feirantes relatam momentos de pânico em assalto em Cuiabá Trabalhadores que estavam na feira do Verdão ontem de madrugada viveram momentos de pânico, ao ser rendido por integrantes de um bando especializado em assalto a caixas-eletrônicos. Eles foram rendidos na medida em que chegavam e, obrigados a se deitar no chão e entregar pertences. Conforme o relato de testemunhas, os bandidos renderam inicialmente os dois vigias - o que fica próximo do caixa-eletrônico e outro, na entrada. Em seguida, foram até onde estavam os feirantes, principalmente nos açougues, cujo expediente começa durante a madrugada. “Eles nos renderam, obrigaram a gente a deitar no chão. E queriam maçarico. Explicamos que não usamos esse tipo de equipamento. A todo o momento ameaçavam atirar na gente. Foi um sufoco. Pensamos que os ladrões iriam atirar”, relatou uma das vítimas que ainda estava traumatizada com o assalto. Com os trabalhadores rendidos, os bandidos arrombaram a porta de vidro de entrada do local do caixa-eletrônico. Tiveram tempo de cortar os fundos do caixa e ainda fazer um corte na frente. “Retiraram todas as gavetas com as cédulas, levaram todo o dinheiro”, explicou um policial. O caixa-eletrônico estaria com cerca de R$ 100 mil em cédulas de diversos valores. Ele foi inaugurado no último fim de semana e começou a funcionar na última segunda-feira, atendendo principalmente feirantes e comerciantes que passam pelo local. (AR) Deputados lamentam morte de PC e vigilante em Alagoas Tristeza e palavras de apoio às famílias do policial civil Anderson de Lima Silva e do vigilante Alessandro Pereira da Silva, 32 anos – baleados e mortos na tentativa de assalto à Caixa Econômica Federal na manhã de hoje – marcaram a sessão plenária da tarde desta quinta-feira, 11, na Assembléia Legislativa de Alagoas (ALE). Mais uma vez a questão da violência no Estado é discutida na Casa Tavares Bastos. Fazendo uso da tribuna, o deputado Jeferson Moraes (DEM) lamentou o fato. "Em nome de todos os deputados quero apresentar solidariedade as famílias do policial Anderson e do segurança da Caixa", manifestou. “Violência em Alagoas tornou-se uma discussão de rotina nesta Casa. Começamos a perceber que a coisa esta avançando de tal forma”, completou o parlamentar, acrescentando como é grande a ousadia dos bandidos que agiram em plena luz do dia, numa das principais ruas do Centro da capital alagoana, a Rua João Pessoa. Tecendo elogios ao policial baleado na ação dos criminosos, Moraes afirmou que Anderson morreu protegendo a sociedade. “Ele é dos principais e mais preparados policiais do Tigre. Um homem de honra, como poucos. Não tinha imagem suja, nem nenhuma passagem pela Polícia", ressaltou. Anderson de Lima Silva foi morto enquanto tentava sacar dinheiro em um caixa eletrônico da agência, e ao avistar a ação dos bandidos, o policial tentou 'pedir ajuda' ao suposto companheiro de farda, mas para infelicidade dele, o policial fardado era um dos integrantes da quadrilha disfarçado. O deputado Sexta-feira (PSDB) fez uso da palavra e citou o Projeto de Lei aprovado pela Casa que controla a venda de fardamento da polícia. ”Hoje os bandidos foram beneficiados por estarem vestidos com o fardamento da Polícia”, finalizou. O projeto disciplina a venda de fardamento da PM. Já aprovado e sancionado no Diário Oficial do Estado (DOE), o texto do projeto determina que “só poderão comprar fardas da PM de Alagoas ou da PC/AL, àqueles que apresentarem ao vendedor uma autorização da Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS), assinada pelo titular da pasta”. Assaltantes fazem reféns em escritório em Cuiabá Usando camisetas da Sanecap os assaltantes se passaram por funcionários da empresa para entrar no escritório, onde fizeram cinco reféns Após 20 minutos de negociações, o assaltante Jonathan Gonçalves Pires, de 29 anos, se entregou à Polícia. Ele fez cinco pessoas reféns após invadir um escritório de contabilidade, na Rua Comandante Costa, no centro da Capital. Com ele, policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, apreenderam um revólver com cinco munições. O assalto ocorreu, por volta das 8h30min. Jonathan agiu em companhia de um adolescente de 16 anos, preso minutos antes. Segundo o delegado Marcos Veloso, titular da GOE, uma das vítimas acionou a Polícia e um carro da Gerência que estava nas proximidades passou no local do assalto com a sirene ligada. Em seguida, o adolescente saiu e foi preso. Nisso, Jonathan voltou e fez os cinco funcionários reféns. Os policiais pediram reforços e o prédio foi cercado por policiais militares e civis. O helicóptero da PM se deslocou para a região na tentativa de localizar mais assaltantes. O piloto circulou por vários quarteirões auxiliando dezenas de policiais que, por terra, vasculhavam os terrenos baldios próximos do escritório de contabilidade. Populares se aglomeravam e acabaram dificultando o trabalho dos policiais. No momento das negociações, havia a suspeita de que tinha mais assaltantes na casa fazendo os funcionários reféns. Durante o tempo todo, Jonathan colocou a arma na cabeça de uma das vítimas e ameaçou atirar. “Fizemos buscas nas proximidades, mas eram somente dois (assaltantes) mesmo. Não havia mais participantes”, explicou o delegado. Policiais fizeram uma varredura na casa e apreenderam duas camisetas da Sanecap, usadas pelos bandidos para entrar no escritório. Os policiais descobriram também que o adolescente estava com duas calças sendo uma clara por baixo. “Com certeza, depois do assalto, iria trocar de calça, de camisa. Ao sair na rua, não seria reconhecido de forma alguma”, observou. Os dois assaltantes foram levados, de imediato, para a Delegacia do Complexo do Verdão e Jonathan acabou autuado por roubo mediante seqüestro. Para o garoto, o delegado plantonista Enio Lacerda preencheu um termo de ato infracional (equivalente ao flagrante). Os dois estavam sem identificação e o garoto foi logo informando que ainda é adolescente. Explicou que nasceu em 1993, tendo 16 anos completos. Jonathan, por sua vez, possui antecedente. Responde a dois inquéritos por roubo. Quadrilha que atuava no Paraná, Minas Gerais e São Paulo A Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos (DERF) desvendou a autoria do roubo ocorrido em uma joalheria localizada no Shopping Campo Grande, na Capital, na noite de 7 de maio de 2009. Os assaltantes estavam de “cara limpa” e um deles, trajando terno, passou-se por comprador enquanto o comparsa entrou na loja e ambos renderam todos os funcionários, mediante ameaça por arma de fogo. Eles tomaram inúmeras peças de jóias, colocaram-nas em um saco e saíram da loja, indo em direção à Rua Paulo Machado, onde havia um veículo GM Kadet aguardando-os. O veículo, utilizado para fuga, foi abandonado nas proximidades do shopping. RUBENS COUTINHO DE LEMOS (32 anos) e VILSON DE BONI (34 anos), vulgo “Pit”, foram identificados pelos policiais da DERF. A dupla faz parte de uma quadrilha especializada em roubos de jóias, responsável por diversos crimes realizados nos estados do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo. Há registros de roubos perpetrados pela quadrilha em Curitiba (PR), São José dos Pinhais (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC) e em Ribeirão Preto (SP). O Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), do estado do Paraná, em conjunto com Ministério Público de Santa Catarina e do Paraná, prenderam cinco integrantes da quadrilha no dia 1º de julho de 2009, na casa de Vilson de Boni, em Curitiba, onde havia um fuzil AK 47, uma submetralhadora, pistolas, granadas, cartuchos, coletes balísticos, radiocomunicadores, bala clavas e três veículos. No mesmo dia, em Belo Horizonte, três membros do bando foram presos quando se organizavam para nova empreitada, roubo que ocorreria no BH Shopping. Dentre os presos estavam Rubens Coutinho de Lemos e Vilson de Boni. Eles foram reconhecidos por algumas vítimas, por meio de fotografias, e prova objetiva incontestável que atribui a autoria do crime à dupla. Segundo as autoridades do Paraná, os prejuízos gerados com os roubos pela quadrilha naquele estado foram mais de um R$ 1,5 milhão. Em Santa Catarina, o prejuízo seria em torno de R$ 2 milhões. Rubens e Vilson estão no presídio de Contagem, no estado de Minas Gerais. A DERF trabalha ainda na identificação dos demais envolvidos no roubo praticado no Shopping Campo Grande. Quadrilha invade Hospital Psiquiátrico Clemente Ferreira em busca de caixa eletrônico Um grupo fortemente armado invadiu o Hospital Psiquiátrico Clemente Ferreira, por volta das 3h desta quarta-feira. Os quatro bandidos encapuzados e armados com metralhadoras cortaram o alambrado e entraram na parte externa do hospital, onde renderam a vigilância e os porteiros. Após cortarem a linha telefônica, eles agrediram um dos vigias com coronhadas e socos, e o obrigaram a indicar a localização do caixa eletrônico. Quando o grupo tentou abrir o caixa utilizando um maçarico, a fumaça e o cheiro causaram tumulto entre os pacientes, que começaram a gritar. Os invasores ainda tentaram entrar nas dependências do hospital e fugiram levando uma perua Kombi da Secretaria da Saúde. Um dos auxiliares de enfermagem também foi agredido pelos assaltantes. “Antes de irem embora, eles disseram aos guardas que vão voltar", conta Sílvia Helena Tejo Marculino, diretora do hospital. Segundo o delegado da DIG, Dr. Welinton Martinês Hernandes, a segurança será reforçada pela Polícia Militar, por conta da ameaça de retorno dos bandidos. "Fizemos um levantamento e constatamos que além da Kombi, eles também levaram alguns documentos pessoais dos funcionários. Nós estamos em busca da quadrilha e reforçaremos o patrulhamento no local", afirma. Em 40 dias, pelo menos nove ataques a carros-fortes foram registrados - Reportagem do programa Fantástico - Rede Globo Nos últimos 40 dias, pelo menos nove ataques a carros-fortes foram registrados em todo o Brasil. Nesta sexta-feira (20), bandidos agiram em Recife (PE). Em vários estados, o clima é de apreensão. Segundo o delegado Juliano Ferreira, os criminosos que investem contra carro-forte são membros de quadrilhas “bem organizadas”. “Quem se aventura em uma ação a carro-forte são realmente criminosos conhecidos, notórios e integrantes de quadrilha muito bem organizada”, avalia Ferreira. O ex-vigilante de carro-forte Jurandir José Francisco explica que as investidas dos bandidos costumam ser violentas. "Eles já vêm fechando e atirando, você não tem como reagir", conta. Para mostrar o que acontece dentro de um carro-forte e a reação dos vigilantes diante do perigo, o 'Fantástico' acompanhou a entrega de um malote em Campo Grande, contendo cheques e documentos valiosos. A equipe de reportagem teve que assinar um termo de responsabilidade e usar colete a prova de balas. Logo na saída para a entrega dos cheques a preocupação extrema com a segurança era evidente. Outro carro-forte fez a escolta durante o trajeto. Em uma tela, no interior do veículo, é possível ver quando algum carro se aproxima. Conforto não é prioridade. Não tem nem como ficar em pé. É bem apertado e muito quente, mesmo com ar-condicionado. Em cada veículo, vão quatro seguranças armados com revólveres e espingardas. A sensação de andar em um carro-forte é de que assaltantes podem atacar a qualquer momento. Os seguranças ficam extremamente concentrados, em busca de qualquer movimentação estranha. No sinal vermelho, alerta máximo. "Prestamos atenção para ver se tem moto, algum carro suspeito. Por menor que seja o valor, o transporte é tenso", diz um vigilante. Treinamento Segundo as empresas de transporte de valores, 24 mil vigilantes trabalham em carros blindados por todo o Brasil. O treinamento é rigoroso. Em um centro de formação, em São Paulo, são 210 horas de aula, das quais 50 são voltadas exclusivamente para o trabalho em carro-forte. "O momento mais tenso no transporte de valores é o embarque e desembarque, porque eles ficam vulneráveis fora do carro", explica o coordenador do curso, Fernando Silva de Souza. No momento de desembarque, dois vigilantes descem primeiro. Depois que os seguranças dão uma olhada do lado de fora e aparentemente não há nenhum problema, o malote é liberado. O cofre fica atrás. Um vigilante digita a senha e, em seguida, o malote sai. Por rádio, os vigilantes conversam o tempo todo. A entrega é concluída. "É adrenalina total, porque você não sabe o que vai encontrar lá. Por mais que procuremos visualizar, não sabemos", diz uma vigilante. Dados das secretarias estaduais de Segurança revelam que, neste ano, aconteceram pelo menos 35 ataques a carros-fortes no Brasil. "O que mais nos preocupa é o armamento utilizado, que atravessa o carro-forte como se fosse papel", diz o delegado Juliano Ferreira. Para saber como é construído um carro-forte, o Fantástico visitou uma fábrica em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, onde são produzidos 140 veículos por ano. O dono, Gelson Luiz Amalcaburio, explica que qualquer parte pode ser blindada, com chapas de aço e materiais especiais. "Há opções como blindagem do motor e dos pneus", diz. Mesmo que os assaltantes tenham acesso à parte traseira do carro-forte, eles precisam ainda da senha para abrir o cofre. E, dentro do cofre, existe mais um sistema de segurança bem reforçado. Só assim é possível ter acesso aos malotes. O Exército determina que os carros-fortes tenham, no máximo, o chamado nível três de blindagem – o suficiente para resistir à maioria das armas usadas pelos bandidos, mas não todas. Ataques Dois vigilantes estavam em um carro-forte atacado no começo do mês em Araras, São Paulo. "Foi planejado, já sabiam de tudo, até a nossa ficha", conta um deles. Era fim de tarde. Um carro levava quase R$ 7 milhões e outro fazia a escolta. Segundo os vigilantes, uma caminhonete cercou o veículo que transportava o dinheiro e um bandido atirou com uma metralhadora. As balas perfuraram facilmente a blindagem. O armamento, de uso restrito das Forças Armadas, mede quase 1,5 metros e derruba até helicóptero. "O tiro acertou no motor. Se não abríssemos a porta, o carro-forte podia explodir com a gente dentro", conta o vigilante que estava no carro. A escolta também foi metralhada e bateu em uma carreta. Os vigilantes contam que os bandidos estavam encapuzados, com coletes à prova de balas e atiravam pra todo lado. "O armamento deles era só de fuzil e metralhadora. 50. Não havia nenhuma outra arma menor", diz o vigilante. "Deram tiros nos pneus na carreta que estava do nosso lado, para não sair", conta. Os assaltantes faziam uma contagem regressiva do crime. "Eles não conversavam, só mandavam agilizar: Diziam que tinham 20 minutos", o lembra. A quadrilha ainda bloqueou a estrada com um ônibus e usou explosivos para arrombar o cofre. "Deu para ver que o que estava com a.50 na mão era o chefe. Ele falou que poderia vir quem fosse que eles iam cortar no meio e derrubar", conta o vigilante. Depois que os bandidos fugiram com o dinheiro, uma descoberta trágica: um tiro, provavelmente da metralhadora. 50, matou o empresário Ivo Zanatto, de 59 anos, que passava de carro por ali. "Essa arma teve que sair ilegalmente de um país e entrar ilegalmente no Brasil. Com certeza, isso causa indignação", diz o filho do empresário, Omar Ajame. O coronel do Exército César Augusto Moura, subchefe do Comando Militar do Leste, compara a munição Da.50 com a de um fuzil. "Não tem nenhum meio de transporte – terrestre ou aéreo – que não seja parado por ela se não tiver uma blindagem especial", diz Moura. Segundo o consultor em segurança Haroldo Abussafi Figueiró, é preciso combater a entrada desse tipo de arma no país, investir na qualificação dos vigilantes e ter um bom planejamento no transporte do dinheiro. "As empresas têm que se precaver, não devem ter a mesma rota todos dos dias e ter o máximo de sigilo possível na operação", afirma. A preocupação agora dos vigilantes é com o pagamento do 13º salário e as festas de fim de ano. Com mais dinheiro em circulação, há o temor de novos ataques. "A gente espera que a polícia prenda esses bandidos e que as autoridades tomem medidas para evitar crimes desse tipo", diz o filho do empresário morto por um tiro de metralhadora.
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Fonte: FENAVIST
Matéria publicada: segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

14 de dez. de 2009

COMO É FEITO A BLINDAGEM DE CARROS

BLINDAGEM DE CARROS Muitas vezes, ao reparar em um carro na rua, geralmente caros e de grande porte, não imaginamos que estamos frente a um habitáculo de extrema segurança. Com a recessão vivida pelo país, a violência nas ruas dos grandes centros urbanos vem aumentando e, com isso, a procura por proteção. O mercado de blindagem de autos não está restrito a altos executivos. Cada vez mais pais de família e autônomos, que podem arcar com as despesas de uma blindagem, procuram esse serviço. O QUE É BLINDAGEM? Trata-se de um processo, onde um carro de passeio normal recebe reforços em sua lataria, vidros e pneus, para aumentar sua segurança. A blindagem tem níveis diferentes (3, 4 ou 5), que proporcionam menor ou maior segurança (nível 5) . Os níveis de segurança têm capacidade para segurar desde disparos de armas de mão (níveis mais baixos) até disparos de fuzis AR-15 e FAL (níveis mais altos). COMO É FEITA A BLINDAGEM? Para blindar um carro é necessário que todo seu forro interno seja desmontado. Após a desmontagem do forro, o carro recebe uma espessa camada de polímero (material de extrema resistência e que pode resistir a disparos de diversos tipos), que fica localizada entre o forro interno do carro e sua lataria. Os vidros originais são retirados e trocados por um conjunto intercalado de lâminas de vidro e policarbonato (material transparente de extrema resistência). A espessura do vidro é proporcional ao nível de blindagem e varia de 1,7 cm a 4,2 cm. Os pneus também sofrem um reforço. Entre a roda e os pneus é instalado um anel de plástico reforçado, para evitar um esvaziamento dos mesmos, caso recebam algum disparo. Já existem também pneus blindados, produzidos com material específico, descartando a necessidade do anel de reforço. OpcionaisAs blindagens mais sofisticadas oferecem aos clientes uma série de opcionais, que podem ser de grande importância em situações de emergência. Um rádio comunicador, sintonizado em canais específicos, é de fundamental importância para a localização de pessoas em situação de emergência. Travas de segurança, que são colocadas por dentro das portas, evitam qualquer tipo de arrombamento, mesmo com ferramentas como o pé-de-cabra. Extintores de incêndio automáticos, que são instalados no lado de fora do veículo, atribuem maior segurança no caso de princípios de incêndio. CUIDADOS ESPECIAIS Os vidros são as partes mais sensíveis de um automóvel blindado. O lado interno dos vidros recebem uma proteção que impede que ele se estilhace e conseqüentemente atinja os ocupantes do veículo. Na maioria das vezes o material é o policarbonato que é extremamente sensível a produtos químicos. Assim a limpeza deve ser feita apenas com pano úmido e limpo, para que a sujeira não deixe riscos no material. O acionamento dos vidros devem ser feito com as portas do veículo fechadas, carro parado e motor ligado e não devem ficar abertas por muito tempo para não desalinheram. Fonte:http://www.comprecar.com.br/blindagem-de-carros

BLINDAGEM DE VEÍCULOS ESTÁ EM CRESCIMENTO NO BRASIL

A Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) levantou que em 2005 a segurança privada na capital do país movimentou R$ 777 milhões. A tendência é de aumento tanto no DF quanto no Brasil, mas nenhum representante de sindicato local arrisca uma estimativa atualizada porque a violência urbana cresce em todas as regiões administrativas — em 2004, grupo de estudos de violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) calculou o custo da violência no Brasil em cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, R$ 92,2 bilhões. O último balanço da criminalidade divulgado pela Secretaria de Segurança Pública mostra a vulnerabilidade do patrimônio público e privado no DF. As delegacias de polícia registraram 50.856 crimes (88% do total) relacionados a roubo ou furto em ônibus do sistema de transporte, lojas, residências e veículos. Dos 22 crimes listados pelo órgão, 19 tiveram aumento nos primeiros seis meses de 2009 em comparação com o mesmo período do ano passado. Desses, 16 são contra o patrimônio. A ascensão do roubo a coletivos surpreendeu: pulou de 377 para 685 casos. A quantidade de assaltos a veículos também chamou a atenção no primeiro semestre. A média mensal subiu de 144 casos em 2008 para 236 neste ano. A insegurança fez com que muitos brasilienses procurassem alternativas para se sentirem mais protegidos dentro do próprio carro. Uma delas é a blindagem. Em Brasília, há uma loja especializada — outras mandam os veículos para São Paulo ou Rio de Janeiro. A Safety Car está no mercado há sete anos. E registra crescimento de cerca de 30% nos pedidos desde 2004. Houve 22 em 2008. Neste ano, até agora, já são 28. Diária a R$ 1,8 mil Segundo o proprietário da empresa, Amilzio Júnior, empresários locais são os clientes mais comuns. Pagam até R$ 39 mil para ter o carro, a maioria Corolla, revestido com materiais capazes de resistir a tiros de revólveres, pistolas e fuzis (leia arte). O alto custo do serviço o obrigou a lançar recentemente a opção de um revestimento mais simples. “Fazemos agora o do tipo 1, com material mais leve e resistente a calibres também mais leves. Sai por R$ 15 mil e fica mais acessível”, disse. Júnior também aluga veículos blindados. Artistas, políticos e empresários pagam de R$ 600 a R$ 1,8 mil a diária.
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Fonte: Correio Braziliense
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167 ARMAS SÃO ROUBADAS DE EMPRESA DE SEGURANÇA

Foram furtados nesta segunda-feira 163 revólveres calibre 38 e quatro espingardas do mesmo calibre, de uma empresa de vigilância desativada que funcionava na Rua Marquês de Caxias, 396, no Centro - Rio de Janeiro - Brasil. De acordo com a gerente administrativa da Vison Vigilância Ltda, Denise Felício, um funcionário que chegou pela manhã percebeu que haviam arrombado a porta lateral e uma porta no interior do prédio, até que conseguiram invadir a sala-cofre de onde tiraram o armamento. O imóvel estava todo revirado, mas nada foi roubado além das armas e da munição.O advogado da empresa, Alexandre Collares, disse que hoje será feito o aditamento para confirmar o número exato das armas furtadas.A gerente administrativa contou que a empresa a Vison Vigilância Ltda está desativada há um ano e aguardava a publicação no Diário Oficial do encerramento das atividades, procedimento que culminaria com a conferência da Polícia Federal até à entrega das armas. Segundo ela, como o processo estava sendo demorado, as armas seriam entregues aos poucos, a partir de ontem, com base na Lei do Desarmamento. “Precisávamos desativar e entregar o prédio”. Ela contou que as câmeras e os telefones já estavam desativados, mas o prédio era guardado por um vigilante, em escala de 24 horas. A Vison Vigilância atuava na segurança de condomínios e supermercados.A ocorrência foi registrada na 76ª DP (Centro) que vai investigar o furto. A polícia já pediu a relação do armamento, o nome dos funcionários que trabalharam na empresa e dos que estavam de serviço no dia que ocorreu o furto. Além disto foi feita perícia do Instituto Félix Pacheco (IFP) para o recolhimento de impressões digitais.
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Fonte: A Tribuna - RJ - matéria: 09/12/2009
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13 de dez. de 2009

POLÍCIA PRENDE HOMEM QUE PODE TER ASSALTADO CARROS - FORTES

A Polícia Civil do estado de Goiânia - Brasil prendeu Márcio Carmo Pimentel, 27 anos, um dos maiores assaltantes de bancos do País e que seria o mentor do roubo de 6 milhões da empresa Prosegur, em Araras, no mês passado, e que deixou um morto. Pimentel também teria participado do roubo em Amparo, quando um carro-forte da mesma empresa foi roubado na Rodovia SP-95 na entrada da Rodovia que liga Amparo-Pedreira, próximo ao trevo para Santo Antonio de Posse. No roubo em Amparo, foi roubado R$ l.6 milhão e usada também uma metralhadora ponto 50. Pimentel foi preso graças à apuração da Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (DEIC). Os policiais civis subordinados ao delegado titular Ruy Ferraz Fontes identificaram, localizaram e monitoraram o assaltante, e a equipe paulista acabou descobrindo que o criminoso estava em Goiânia e avisou a polícia daquele estado, que prendeu o suspeito num orelhão. A prisão ocorreu no último dia 26 e, agora, o suspeito está sendo interrogado sobre seus crimes. Pimentel é acusado de haver assaltado cerca de 12 bancos do país e tem cinco mandados de prisão dos estados de Goiás, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso. Além dele, a equipe Ferraz Fontes identificou outros integrantes do bando conhecido como “Bando da Metralhadora Rambo”, já que usam metralhadora ponto 50. Pimentel, também conhecido como “Ian” ou “Branco”, é de Ipatinga (MG) e cerca de 32 pessoas integrantes de seu bando já estão presas em cidades de Minas Gerais. A Polícia Civil de São Paulo teceu elogios à atuação da Polícia Civil de Goiânia.
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Fonte: A Tribuna - SP matéria: 07/12/2009
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PF - FECHA 50 EMPRESAS DE SEGURANÇA CLANDESTINAS NO RS.

No Brasil cinquenta empresas de vigilância foram autuadas durante a semana como clandestinas e tiveram o auto de encerramento de atividades lavrado pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Varredura, deflagrada no estado do Rio Grande do Sul. A ação foi realizada com base em investigações e denúncias e contou com a participação de cem agentes federais, abrangendo a região da Superintendência e das 13 delegacias do interior gaúcho.Em quatro dias, foram vistoriadas 35 agências bancárias, 70 empresas de vigilância - sendo que 50 foram autuadas como clandestinas e tiveram o auto de encerramento de atividades lavrado - e 30 casas noturnas.As empresas autuadas tem dez dias para recorrer. No Estado, existem 35 mil vigilantes atuando na função, 117 companhias de segurança privada e dez escolas de formação de vigilantes, informou a PF - Polícia Federal .
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Fonte: Estadão matéria:10/12/2009
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12 de dez. de 2009

SENADORES ATRASAM CONCESSÃO DE ADICIONAL PARA OS VIGILANTES

Dez senadores podem ser suficientes para derrubar ou, no mínimo adiar por muito tempo o sonho de um milhão e trezentos mil vigilantes em todo o país. Quando o prazo para a apresentação de recursos ao relatório já votado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado já se esgotava, o grupo de parlamentares apresentou um recurso pedindo para que a proposta, que incluiria os vigilantes brasileiros na lista das profissões sujeitas à risco de vida e, portanto, ao pagamento do adicional de 30% fosse apreciado pelo plenário da Casa.De acordo com o Regimento Interno do Senado, se o recurso não fosse apresentado até esta sexta-feira, o projeto iria diretamente para o Palácio do Planalto. Com a ação, os senadores impediram que o projeto fosse à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agora, caberá ao plenário do Senado debater e votar a matéria, o que não tem prazo para acontecer.O diretor da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), Chico Vigilante, disse que conversou com um dos senadores que assinaram o recurso. “Ele admitiu que houve pressão das Confederações Empresariais”, disse.A CNTV lembra aos companheiros que a pressão da categoria pode fazer com que os “inimigos” dos vigilantes recuem e retirem suas assinaturas do requerimento, impedindo assim que o projeto seja esquecido nas gavetas do Senado.A categoria estará mobilizada durante todo o final de semana e disposta a não desistir de um direito que, acredita, é “líquido e certo”. Aos guerreiros peço que MARQUEM bem o nome desses parlamentares que provavelmente devem ter empresas de segurança e com certerza devem ser contra a nossa categoria, melhor ainda acesse o site http://www.senado.gov.br/ procure um desses abaixo e deixe o seu recado de indignação no próprio e-mail desse parlamentar, você que mora num desses estados que tem um desses senadores abaixo NÃO esqueça desse parlamentar na próxima eleição para você dar o troco. Eu ASP Paulo Mello particularmente já deixei meu e-mail de crítica para esses parlamentares o qual deixo abaixo a cópia deste, faça você também sua parte pois temos que nos imobilizar para buscar e adquirir o nosso direito, os sindicatos regionais estão fazendo a sua parte mais precisa de nosso apoio e luta é como se diz um ditado popular" uma andorinha só não faz verão", e você profissional da segurança sabe que apoio é fundamental, faça sua parte os e-mails dos senadores estão abaixo relacionado, vamos entrar nessa guerra para ganhar, pense nisso . Para incentivar você combatente e o lema é: AVANTE GUERREIRO e o grito de guerra é : SEGURANÇA PRIVADA, BRASIL ! Participe das enquetes do blog, de sua opinião abaixo sobre esta matéria sua opinião é muito importante. Confira abaixo os nomes dos senadores que assinaram o recurso: - Adelmir Santana (DEM-DF) adelmir.santana@senador.gov.br - Romero Jucá (PMDB-RR) romero.juca@senador.gov.br -Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) antval@senador.gov.br -Renan Calheiros (PMDB-AL) renan.calheiros@senador.gov.br -Romeu Tuma (PTB-SP) romeu.tuma@senador.gov.br -Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) mozarildo@senador.gov.br -Rosalba Ciarlini (DEM-RN) rosalba.ciarlini@senador.gov.br - Marconi Perillo (PSDB-GO) marconi.perillo@senador.gov.br - José Agripino (DEM-RN) jose.agripino@senador.gov.br -Marco Maciel (DEM-PE) marco.maciel@senador.gov.br Fonte: Acessoria de imprensa da CNTV notícia de 07/12/2009. Matéria publicada no: segurancaprivadadobrasil.blogspot.com Redigido e comentários: ASP PAULO MELLO DEIXO AQUI A CÓPIA DO MEU E-MAIL ENVIADO A CADA UM DESSES SENADORES ACIMA CITADO QUE VOTARAM CONTRA O NOSSO ADICIONAL DE 30%. Estou lhe escrevendo, pois sou um profissional da área de segurança privada há 15 anos exercendo atualmente e legalmente a função de Agente de Segurança Pessoal e esperando que este 30% de adicional de periculosidade seja aprovado como forma de reconhecimento pelo nosso serviço de risco, mas tive acesso às informações dos sindicatos regionais da categoria e publicações e constatei que a Vossa Senhoria é contra este adicional de periculosidade se a Vossa Senhoria não tem conhecimento nós profissionais da segurança colocamos a nossa vida em risco todos os dias para dar proteção ao patrimônio e pessoas, como tenho um Blog voltado especificamente para os profissionais da Segurança Privada do Brasil eu estou divulgando com grande fervor seu nome e empenho CONTRA este adicional de periculosidade de 30% a todos os profissionais da segurança do seu estado e do Brasil, para que possa lembrar-se de Vossa Senhoria na próxima eleição, peço a Deus que a Vossa Senhoria nunca precise do serviço de um profissional da segurança para lhe dar proteção, pois na hora que um profissional desta área ver que tem representante e um parlamentar do seu estado no senado federal que vota contra este adicional acredito que esse profissional vai pensar duas vezes a mais para poder dar proteção e integridade física à sua pessoa e patrimônio, acho que o profissional de segurança privada deve pensar bem a respeito de sua decisão e trabalho, “pois se uma pessoa que não da o devido valor a quem presta um serviço de segurança que tipo de segurança e valor deve ter”, acredito que nenhum, deixo aqui só pro seu conhecimento que efetivo hoje da segurança privada no Brasil é maior que todo o efetivo das forças armadas e órgãos de segurança pública do Brasil juntos, acredito que cada profissional do seu estado junto com seus familiares e parentes próximos unidos, conseguiremos tirar a sua reeleição, mas fique tranqüilo que eu irei fazer o possível para divulgar o seu trabalho CONTRA este adicional de 30% para todos os profissionais da segurança que lutam por melhores condições de trabalho, dignidade e salário e possam nesta próxima eleição de 2010 lembrarmos e dar troco a Vossa Senhoria, com muito orgulho. Obrigado pela sua atenção, e até outubro de 2010 o qual não esqueceremos de Vossa Senhoria nas urnas. Este é nosso Lema para todo o profissional de segurança privada de cada estado: “REELEIÇÃO, A DECISÃO ESTÁ NA NOSSA MÃO”

10 de dez. de 2009

PORTARIA 387/2006 DPF - A UTILIZAÇÃO DE CÃES NA SEGURANÇA PRIVADA

Hoje no mercado de trabalho os profissionais do setor da Segurança Privada do Brasil já contam com um material de apoio muito importante e considerado como uma arma não letal, que é o uso de cães adestrados, mais para que este tipo de serviço seja executado pelas empresas prestadoras de serviço existe algumas procedimentos, vejamos abaixo. Conforme Portaria 387/2006 (Departamento de Policia Federal), portaria essa, que regulamenta e fiscaliza a segurança privada em todo o território nacional; Todo cão de segurança privada, quando caracterizado como tal, deve estar acompanhado por um vigilante habilitado Utilização de cães adestrados Art. 94. As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços, desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. Art. 95. Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: I - ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia; II - ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança, ou de canil de organização militar, de "Kanil Club" ou particular. Parágrafo único. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar. Art. 96. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal. Parágrafo único. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático, em órgão militar ou policial, "Kanil Club" ou empresa de curso de formação, expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. Art. 97. O cão, quando utilizado em serviço, deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso, contendo logotipo e nome da empresa. Art. 98. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro, salvo fora do horário de atendimento ao público.
Segue abaixo uma descrição dos serviços executados por empresas do ramo que colocam a disposição de seus clientes os serviços oferecidos com todas exigências da DPF conforme a portaria 387/2006, entre ela está o canil caraíbas situado na cidade de Goiânia - GO - Brasil.
VANTAGENS AGREGADAS AO USO DE CÃES NA SEGURANÇA PRIVADA OU NÃO: - O cão atua como prevenção, visto que esse atua como Impacto Piscilogico contra criminosos; - A equipe de vigilantes, tem um companheiro alerta constantemente, pois os cães possuem sentidos mais aguçados, facilitando assim a detecção de invasores; - O cão atua como dispositivo de imobilização. É considerado uma ´´Arma Não Letal ´´; - Estimula o trabalho da equipe de segurança, já que os cães possuem predisposição ativa para o trabalho, além da equipe, ficar responsável pela atuação de tal dispositivo; - Não Letalidade; - Redução de Custos; - Vigilante ´´Desarmado´´ (Existe a preocupação de clientes e empresas em contratar/disponibilizar o serviço de vigilância armada, pois aumenta o risco de perigo contra terceiros e ocorre o risco de ´´atrativo´´ para ações criminosas a fim de subtrair tais armas para uso criminoso
CÃES DE PATRULHAMENTO OSTENSIVO:
Indicação: -Empresas de Segurança Privada -Serviço Orgânico de Segurança
Tais cães têm como principal característica o trabalho acompanhado por vigilante habilitado, controle absoluto, conduta segura e adequada com relação a terceiros, total segurança para equipe de segurança/vigilantes. Além de atuar com total eficácia como cão de segurança quando necessário. Durante o patrulhamento/ronda, o vigilante conta com um companheiro alerta e protetor. As ações desse cão são totalmente dirigidas pelo seu condutor/vigilante evitando assim qualquer equivoco. Cães de patrulhamento podem transitar entre pessoas alheias ao sistema de segurança sem qualquer risco, pois são treinados a exaustão para não causar danos não controlados ou não direcionados pelo condutor. Durante a ação, esses cães têm como característica principal a imobilização do suspeito, sem gerar uso excessivo de força. Assim, a empresa tem controle de danos, confiável, evitando assim, prejuízos jurídicos futuros
CÃES DE VIGILÂNCIA DE PERÍMETRO:
Indicação: - Fábricas; - Galpões; - Transportadoras; - Centrais de Distribuição; Esses cães tem, como característica o trabalho desacompanhado e fora do horário de funcionamento do local. O cão tem um treinamento intensificado em deter qualquer intruso sem a necessidade de ordem de um condutor. Esses cães são sumários, ou seja, não existe qualquer tipo de controle no trabalho desses. Somente a equipe do canil tem acesso a esses cães, sem exceção. Além do trabalho de mordida exercido, esses cães têm um trabalho intensificado em recusa de alimentos, pois como esses ficam extremamente vulneráveis, podem sofrer tentativa de envenenamento. Os cães mencionados, não podem trabalhar conduzidos por qualquer pessoa alheia á equipe de segurança treinada.
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ARMAS DE POLICIAIS PODEM ESCLARECER CRIME EM BAR

Nós da área de segurança privada sabemos que policiais não podem fazer bico de segurança, mas como sabemos eles fazem para aumentar o seu orçamento porém sem o devido preparo, pois os mesmos são treinados para trabalhar com segurança pública o que diferencia do serviço da segurança privada, o serviço da segurança é prevenção ,ação sim mas só em último caso, aqui podemos verificar que não haveria necessidade de trabalhar armado num local onde há muitas pessoas o dificultaria uma ação de tiro, mas como os policiais acham que arma é poder e não apenas a presença como forma de executar um bom trabalho operanti de trabalho, veja o porque muitos proprietários de estabelecimentos comerciais contratam esse tipo de serviço , tudo isto ocorre porque na maioria das vezes esses policiais oferecem a sensação de um serviço de segurança a mais aos proprietários dizendo que se houver uma situação de confronto o apoio policial será de imediato, na verdade vendem aos proprietários uma mentira ,pois o serviço de segurança pública é para todos e não para determinados cidadãos exclusivos , é por este motivo que existe o serviço de segurança privada que é fiscalizado pela DPF- Departamento de Polícia Federal com profissionais credenciados e preparados em academias para este tipo de serviço, seja ele patrimonial ou pessoal,como diz um ditado popular "cada macaco no seu galho", devemos aí ver que um pouco desta culpa é desses proprietários que por questão de economia contrata serviços de terceiros o que muita das vezes nem sabe que poderá ocorrer o famoso BO - Boletim de Ocorrência sem dizer que poderá ser multado pela DPF por serviço clandestino de segurança, ficando a multa para o proprietário do estabelecimento ,acompanha a matéria abaixo e veja o que ocorreu num determinado Bar de Curitiba - Paraná - Brasil., por despreparo desses policiais ocorreu a morte de um deles.
A Delegacia de Homicídios solicitou as pistolas dos três policiais militares baleados na madrugada de domingo do dia 02/12/2009 no tiroteio em frente ao Bali Bar, no centro de Curitiba (um deles morreu). As armas serão submetidas a exames de balística, que irão indicar quem atirou em quem. Os indícios são de que os disparos foram efetuados pelos próprios policiais. Na confusão, morreu o soldado Alexandre Magnus Leal da Silva, 29 anos, lotado no 12.º Batalhão, e ficaram feridos Carlos Roberto da Silva, do 20.º BPM, e Ílio Teixeira, do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran). Os três estavam de folga naquela madrugada e provavelmente faziam “bico” de segurança no bar. De acordo com o delegado Hamilton da Paz, da Delegacia de Homicídios, várias testemunhas foram ouvidas. “Contaram que viram dois indivíduos abordarem uma pessoa, que portava um revólver calibre 38. Essa pessoa conseguiu correr, rasgou a camisa de um dos que o abordava, e fugiu. Nesse momento, surgiu outro rapaz, do outro lado da rua, com uma pistola na mão, e iniciou a troca de tiros”, relatou o delegado. Ao final do tiroteio, Alexandre tombou morto em frente ao bar. Carlos levou um tiro na mão e Ílio foi atingido no pé. O delegado Rodrigo Brown, responsável pelo inquérito, solicitou à Polícia Militar as armas dos policiais, porém não obteve resposta. “Precisamos do exame balístico para comparar com os projéteis extraídos do corpo de Alexandre e dos dois feridos para apurar se os tiros foram disparados pelos próprios policiais ou se havia mais alguém armado de pistola no local”, concluiu Hamilton
Fonte: Paraná on-line 01/12/2009
Analisado e redigido por: ASP Paulo Mello

3 de dez. de 2009

SEMINÁRIO DISCUTIRÁ ATUAÇÃO DE MILÍCIAS E SEGURANÇAS PRIVADOS

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias realiza seminário na quarta-feira (12) para discutir a atuação rurais e urbanas e o controle de serviços de segurança privada. O debate foi proposto pelos deputados Pedro Wilson (PT-GO) e Luiz Couto (PT-PB), presidente da comissão. O objetivo é apresentar um síntese de denúncias recebidas pela comissão, reunir subsídios para os debates da 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública, discutir propostas para atualizar a legislação do setor e assegurar mais rigor na fiscalização.Os parlamentares lembram que, desde 2003, as denúncias sobre a atuação de milícias aumentaram. O crescimento desses grupos, segundo eles, foi constatado durante os trabalhos da CPI sobre Grupos de Extermínio no Nordeste, encerrada em 2005. Pedro Wilson e Luiz Couto explicam que, a partir de 2007, a comissão passou a investigar o problema de forma mais sistemática, tendo realizado diligências e audiências públicas."Por trás das milícias, não é difícil distinguir interesses de grupos empenhados no controle de territórios para explorar atividades econômicas ilegais e para desarticular movimentos organizados da sociedade civil que lutam por direitos civis. As milícias têm contribuído para acirrar a violência tanto no campo como nas cidades", avaliam os parlamentares, na justificativa do requerimento para o debate.As milícias, segundo os deputados, têm entre seus integrantes policiais, ex-policiais e outros agentes públicos, que contam com a omissão do poder público para garantir sua impunidade. Os parlamentares lembram que a atuação desses grupos se legitima em um discurso de proteção dos moradores e de instauração da ordem. Segurança privadaNo caso das empresas de segurança privada, os deputados querem discutir normas para esse tipo de serviço, que, muitas vezes, "intimida a população, comete abusos, age como polícia ostensiva e coage especialmente a população mais vulnerável e vitimizada pela exclusão social".Eles lembram que, na área rural, vigilantes contratados são, na sua grande maioria, despreparados e, muitas vezes, excedem as suas atribuições legais, realizando "blitz" em estradas, prendendo "suspeitos", fazendo rondas fora das "propriedades protegidas" e realizando violentos despejos forçados de áreas ocupadas por trabalhadores rurais sem terra, sem qualquer ordem judicial nesse sentido.ConvidadosForam convidados para o evento:- o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri;- a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Gilda Pereira Carvalho; - o diretor da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa;- a coordenadora nacional de Cooperação e Parcerias do Movimento Nacional de Direitos Humanos do Paraná, Rosa de Fátima de Souza Corrêa;- o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Heitor Ferrer; - o psicólogo Rafael Mendonça Dias, pesquisador da ONG Justiça Global;- Marina Santos, representante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); - Luciana Pivato, representante da ONG Terra de Direitos.
Fonte:Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br

COMISSÃO AUTORIZA VIGILANTE A COMPRAR ARMA PARA USO PARTICULAR

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou, no último dia 19, o Projeto de Lei 4340/08, do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que isenta os vigilantes que comprarem arma para uso particular do pagamento da taxa de porte. Atualmente, de acordo com o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), as armas não podem ser compradas pelos vigilantes para esse uso. O estatuto estabelece que as armas utilizadas por esses profissionais são de propriedade, responsabilidade e guarda das empresas onde trabalham.A isenção prevista no projeto vale para os vigilantes das empresas de segurança privada e de transporte de valores que comprovarem que já utilizam arma de fogo em serviço. Capacitação e insegurançaO relator da matéria na comissão, deputado Guilherme Campos (DEM-SP), recomendou a aprovação. Para ele, não faz sentido liberar o porte de arma fora do horário de serviço para os guardas municipais e não permitir que os vigilantes privados fiquem isentos da taxa de porte de arma de fogo de uso particular. "Eles são capacitados para o manuseio das armas, mas voltam para casa desamparados pela legislação em vigor", ressaltou o deputado.O estatuto, em sua redação atual, isenta do pagamento da taxa os integrantes das Forças Armadas, das polícias e dos corpos de bombeiros militares, entre outras categorias. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Participe das enquetes do Blog a sua opinião é muito importante para lutarmos pelo nosso direito de porte pessoal, se acompanharmos o empenho e andamento deste projeto do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS)em matérias anteriores publicadas, já conseguimos um avanço que é poder comprar uma arma isento das taxas, falta agora só o direito de pode portar arma,mas mesmo assim nós profissionais da segurança privada parábenizamos este parlamentar pelo empenho e determinaçao o qual vê o nosso trabalho de periculosidade e luta para podermos adquirir o nosso instrumento depois do trabalho que é a arma, aproveite e deixe seu comentário abaixo sobre está matéria. Fonte: Agência câmara - Câmara dos deputados federais Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856 E-mail:agencia@camara.gov.br

27 de nov. de 2009

PEC REDUZ TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO PARA APOSENTADORIA DE VIGILANTE

Muitos profissionais da área de segurança privada as vezes se pergunta se temos direito a aposentadoria especial ou não, eu ASP Paulo Mello tomei a liberdade e fui pesquisar e veja na verdade o enquadramento na Lei, o que tramita no Senado e o que INSS já autorizou para aposentadoria especial: ENQUADRAMENTO Não será enquadrada como especial (revogação da Lei nº 7.850/89) 5.2 Guarda / Vigia / Vigilante 5.2.1 Pessoas contratadas por empresas especializadas em vigilância ou transporte de valores ou pelo próprio estabelecimento financeiro, habilitada e adequadamente preparada, em curso de vigilante, para impedir ou inibir ação criminosa, que tem por obrigação funcional proteger o patrimônio de terceiros contra roubos, depredações e outros atos de violência, estando devidamente autorizado a portar e utilizar-se de arma de fogo no exercício da atividade de que trata este subitem, ficando, em decorrência, sua integridade física exposta a risco, habitual e permanente. 5.2.2 Para o empregado em empresa prestadora de serviços de vigilância, além das outras informações necessárias à caracterização da atividade, deverá constar no formulário DSS – 8030 os locais/empresas onde o segurado esteve desempenhando a atividade. 5.2.3 A atividade do Guarda/Vigia/Vigilante autônomo não será considerada como especial. 5.2.4 O tempo de atividade do Guarda/Vigia/Vigilante poderá ser enquadrado na condição especial, bem como convertido, desde que implementadas todas as condições exigidas para a concessão de qualquer aposentadoria até 28.04.95. Segundo o parlamentar Diógenes Santos Gilmar Machado diz que o Judiciário já reconheceu as condições especiais da profissão. A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 334/09, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), que reduz em cinco anos o tempo de contribuição ou a idade mínima para o vigilante se aposentar. De acordo com a proposta, a medida valerá para os vigilantes que comprovarem tempo de exercício exclusivo de atividades relativas à segurança pública ou à privada. Assim, caso a proposta seja aprovada, vigilantes poderão se aposentar aos 55 anos de idade ou 30 de contribuição, se homem; e aos 50 anos de idade ou 25 de contribuição, se mulher. Atualmente, a Constituição já prevê essa regra para os professores da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio.
ESTRESSE Gilmar Machado argumenta que os vigilantes estão submetidos a estresse que prejudica sua saúde. "Esses profissionais cumprem escalas de plantões noturnos e de fins de semanas, correndo permanente risco de vida para defender a sociedade", diz Machado.O parlamentar lembra ainda que, até 1995, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reconheceu a atividade de guarda nas condições exigidas para aposentadoria especial, com redução de cinco anos no tempo exigido para aposentadoria."Entretanto, diante da política de ajuste das contas previdenciárias que tem vigorado desde então, a qual analisa apenas a economia das contas previdenciárias, os vigilantes deixaram de ter sua atividade reconhecida como perigosa", destaca.Apesar do novo entendimento do INSS, argumenta Gilmar Machado, o Judiciário reconheceu, em diversos casos, a periculosidade da profissão e concedeu a vigilantes o direito de contar o tempo de sua atividade como especial INSS RECONHECE
O INSS já reconhece a profissão, para efeito de APOSENTADORIA ESPECIAL, como atividade de risco notório. A Previdência conceitua a categoria guarda/vigia/vigilante como " pessoa contratada por empresas especializadas em vigilância ou transportes de valores ou pelo próprio estabelecimento financeiro, habilitada e adequadamente preparada em curso de vigilante para impedir ou inibir ação criminosa, que tem por obrigação funcional proteger o patrimônio de terceiros contra roubos, depredações e outros atos de violência, estando devidamente autorizado a portar e utilizar-se de arma de fogo no exercício da atividade, ficando em decorrência sua integridade física exposta a risco habitual e permanente".
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Fonte: Agência Câmara - Câmera dos deputados federais
Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856
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26 de nov. de 2009

SENADO APROVA PROJETO DE 30% PARA OS VIGILANTES

Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprova projeto que regulamenta adicional A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou ontem, por unanimidade, o projeto de lei 220/2009, que regulamenta o pagamento de adicional de risco de vida para os vigilantes e outras categorias. A proposta, de autoria da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que redefine os critérios para caracterização das atividades ou operações perigosas (de risco), já foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Agora, há um prazo de cinco sessões para que sejam apresentados recursos pedindo a apreciação do projeto no plenário do Senado. Se não houver recursos, o texto será remetido à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de sancionado, o projeto deve ser regulamentado pelo Ministério do Trabalho. O ministro, Carlos Luppi, comprometeu-se, durante a II Marcha dos Vigilantes, em outubro, a normatizar a proposta assim que ela se tornasse lei. “Vocês, de fato, têm direito ao adicional por risco de vida, porque o risco a que a função a que vocês é submetida é real”, declarou o ministro durante encontro com os vigilantes.Para defender o projeto, o senador Paim argumentou que os vigilantes, assim como os funcionários dos Correios, salva-vidas, vigias e seguranças privados“exercem suas atividades sob condições de risco; principalmente os três últimos, por estarem sujeitos a disparos de armas de fogo”. Segundo o senador, “não assegurar o adicional de periculosidade a esses profissionais seria injusto, pois estaríamos tratando diferentemente trabalhadores expostos a riscos acentuados no exercício de suas funções”A autora do projeto, Vanessa Grazziotin, comemorou a aprovação de sua proposta pela CAS: “A aprovação no Senado demonstra que estamos avançando no projeto e, ao mesmo tempo, que se trata de uma proposta justa, pois temos que resgatar os direitos dos vigilantes, expostos constantemente ao perigo”, declarou.O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura, lembrou que a aprovação do projeto é fruto da mobilização da categoria. “Além disso, a contribuição de parlamentares comprometidos com os vigilantes foi fundamental para que chegássemos até essa conquista”, disse, destacando o empenho da deputada Vanessa e do senador Paim.
Participe das enquetes do Blog, de sua opinião sobre a matéria abaixo, sua participação e opinião é muito importante.Fonte: Assessoria de imprensa CNTV matéria:20/11/2009.
Fonte: camara federal
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VIGILANTE É MORTO COM A SUA PRÓPRIA ARMA

NOTÍCIAS
O vigilante da sub-estação da COPEL -Companhia Paranaense de Energia Elétrica no munícipio de Campina Grande do Sul, Everson de Oliveira Santos, 22 anos, foi morto com dois tiros no peito. O crime aconteceu durante a noite de Domingo, mas o corpo só foi encontrado, no início da madrugada de segunda - feira, por um colega de trabalho.
Segundo o cabo Mauro, do 17º Batalhão da Polícia Militar, o rapaz morava e trabalhava há bastante tempo no local.
"Foram ouvidos alguns familiares, mas nenhum deles soube dizer se ele estaca envolvido com algo que pudesse resultar no homícidio."
A perita do Instituto Médico Legal Clarice Kravetz informou que não descarta que o vigilante Everson tenha sido morto com sua própria arma, já que ela foi encontrada ao lado do corpo." A arma estava sem projéteis no tambor", está é a análise da perita.
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Fonte: Jornal Tribuna matéria: 24/11/2009
Matéria publicada: segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

11 de nov. de 2009

COMISSÃO REJEITA VENDA DE GÁS DE PIMENTA PARA CIDADÃOS COMUNS

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou, na quarta-feira (28), a permissão para que o gás pimenta seja vendido para cidadãos comuns. Atualmente, o gás é classificado pelo decreto 3.665/00 como agente de arma química, armamento químico ou munição química, de uso restrito do Exército.A comercialização foi proposta pelo deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) no Projeto de Lei 4585/09. Na opinião do relator, deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ), facilitar a utilização do gás pode trazer riscos à integridade física dos usuários e de terceiros."Corre-se o risco de o cidadão, de posse do gás pimenta, ser compelido a reagir a assaltos, sem treinamento para tanto, o que pode resultar no aumento da violência nestas situações", afirma Edson Ezequiel.Maiores de 18 anosDe acordo com o projeto, embalagens de gás pimenta com menos de 100 mililitros do produto poderão ser adquiridas e portadas por maiores de 18 anos, desde que autorizados pela Secretaria de Segurança Pública local. A permissão deverá ser concedida se comprovada "a efetiva necessidade, a idoneidade, a ocupação lícita e a residência certa do usuário". Estabelecimentos que comercializarem a substância ou similar, segundo o projeto, serão obrigados a comunicar a venda à Secretaria de Segurança Pública e a manter banco de dados com os dados cadastrais dos compradores.TramitaçãoO projeto tem caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania
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Fonte: movimentovivabrasil.com.br
Matéria publicada; segurancaprivadadonrasil.blogspot.com

4 de nov. de 2009

POLICIAL E MILITAR DEVE SER PROIBIDO DE TER ARMA PARTICULAR

NOTÍCIAS
Em entrevista à CBN, Rubens Cesar Fernandes, o paladino do desarmamento e presidente do Viva Rio, defendeu a proibição de armas particulares para policiais. Começando pelo cabalístico número de armas no país: 17 milhões de armas, número que vem sendo apresentado desde 2003 e jamais foi demonstrada a metodologia para se chegar neste mágico número. Mais uma vez o Sr. Fernandes joga nas costas da população a culpa pela criminalidade, afirmando que a arma que está nas mãos dos bandidos é fornecida pelo trabalhador, pelo pai de família... E não para por aí, o mais grave fica por conta em afirmar, sem provar, que 40% das armas de calibre restrito vem das mãos dos atiradores, colecionadores, POLICIAIS e MILITARES, simplesmente por serem contemplados com a possibilidade de comprar tais armas diretamente da indústria. Vai mais longe e prova que ou é mentiroso ou é ignorante, afirmando que é “um absurdo um policial comprar 4, 6 até 8 armas”! Como se isso acontecesse, no Brasil... A compra de armas de calibre restrito por parte de policiais é extremamente rigoroso e controlado podendo o policial adquirir apenas UMA ARMA DE CALIBRE RESTRITO. A solução para esse “absurdo” nas palavras do Sr. Fernandes é simples: “O POLICIAL DEVE SER PROIBIDO DE TER ARMAS PARTICULARES E DE COMPRAR ARMAS DIRETAMENTE DA FÁBRICA”. Não é de hoje que o Movimento Viva Brasil avisa que, como diz o ditado popular, “pau que bate em Chico bate em Francisco”. Como ele mesmo afirmou na entrevista, o cidadão já está praticamente impossibilitado de comprar armas, agora faltam os policiais. Mostrando ainda toda sua má-fé, ao ser perguntado pela repórter sobre o recadastramento de armas, ele simplesmente não respondeu, ou seja, mais uma vez fica claro que para eles é muito melhor que o maior número possível de cidadão seja jogado na ilegalidade após o fim do prazo de recadastramento, que se encerra em dezembro deste ano... A culpa, de acordo com o presidente do Viva Rio é de todo mundo menos do bandido... Bom, mas o que esperar de uma ONG que luta pela liberação das drogas, penas alternativas e é contra a punição de criminosos menores de idade? Cada policial, cada cidadão, cada atirador ou colecionador, além das associações e sindicatos policiais devem cobrar de nossos deputados que o mesmo seja chamado para se explicar e provar que é o policial culpado pelo o que o bandido faz.
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2 de nov. de 2009

UFPR RESPONSÁVEL PELO FURTO DE VEÍCULO

Esta matéria é de 29/04/2004 mas retrata o deficiência de um posto de trabalho onde não se tem um modus operanti de trabalho e que muita das vezes sobra para o cliente o prejuízo, se tivesse uma estátégia melhor de controle de acesso e entrada e saída não ficaria com o dano e faça-se entender que o profissional de segurança está em determinado local para zelar pela instalações físicas do patrimônio e não como cuidador de carro ou manobrista, confira a matéria abaixo publicada onde quase sobra para uma empresa do ramo de segurança privada. A universidade em cujo estacionamento ocorre furto de veículo é responsável pela indenização dos prejuízos decorrentes do evento danoso. O entendimento unânime dos ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu o recurso da Universidade Federal do Paraná contra decisão do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, que confirmou indenização a ser paga pela instituição. O estudante universitário Antônio Carlos Azevedo propôs uma ação de indenização contra a universidade e a empresa Ondrepsb Serviço de Guarda e Vigilância Ltda. por ter tido seu carro furtado no estacionamento da instituição. Segundo o estudante, no dia do furto, ele assistiu à aula até as 20h20, tendo deixado o veículo no estacionamento do Centro Politécnico. "Passado um mês, tanto a universidade quanto a empresa de vigilância foram notificadas para tomar providências no sentido de indenizar o autor quanto aos seus prejuízos. Em resposta, a empresa afirma não ter relação contratual com o autor que possa gerar dever de ressarcimento", afirmou a defesa de Antônio Carlos. A universidade negou vínculo contratual ou extracontratual com o estudante pela disponibilização do estacionamento, além de ressaltar a insuficiência de provas de que o furto tenha ocorrido em suas dependências. "O serviço de cessão de estacionamento é a título gratuito, não sendo, pois, serviço complementar", argumentou a sua defesa. A Ondrepsb também contestou, argumentando que sua obrigação de guarda e vigilância resume-se ao patrimônio e instalações da autarquia. O juízo de primeiro grau julgou extinto o processo, sem julgamento de mérito, quanto à Ondrepsb. Quanto à universidade, deferiu o pedido, condenando-a a indenizar o estudante em R$ 15 mil, valor a ser devidamente corrigido desde a data do evento. Apelação Inconformada, a instituição apelou, mas o TRF indeferiu o recurso considerando que, "ao proporcionar estacionamento aparelhado com vigilantes e cancelas de controle de entrada e saída de veículos, em local aparentemente seguro e dotado de vigilância, a universidade assume, ainda que tacitamente, a obrigação de guarda e vigilância dos veículos a si confiados, independentemente até da gratuidade do serviço oferecido ou do fato de não lhe serem entregues as chaves dos carros". A Universidade Federal recorreu ao STJ sustentando a ausência de relação de causalidade a ensejar a condenação, uma vez que a instituição não tem o dever de guarda dos veículos em seus estacionamentos. O relator do processo, ministro Castro Meira, afirmou que na doutrina o entendimento majoritário preconiza que o Poder Público deve assumir a guarda e responsabilidade do veículo quando esse ingressa em área de estacionamento pertencente a estabelecimento público. "Assim, uma vez que a universidade, em seu campus, coloca à disposição dos seus alunos estacionamento com vigilância, passa a ter sobre eles o dever de guarda dos veículos que utilizam esse serviço, pressupondo a ocorrência dos cuidados necessários em sua execução".
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Fonte: Paraná On-line matéria nov/2008
Redação: O Estado do Paraná

23 de out. de 2009

ADICIONAL DE PERICULOSIDADE DE 30 % PARA OS VIGILANTES

No dia 18/08/2009 - Agenda com o Ministro do Trabalho Carlos Lupi e equipe. Na audiência as lideranças sindicais dos vigilantes, abordaram as diversas demandas do setor, conseguindo com isso chamar a atenção do Ministro para os diversos problemas da Segurança Privada no país. Diante isto, Carlos Lupi, decidiu que é necessária e urgente de se fazer uma “operação pente fino em todas as empresas de segurança e vigilância”. A chefe de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, Sra. Ruth, foi mais além classificando a forma de atuação de algumas empresas em determinados Estados como “verdadeira máfias organizadas”. Foram tratados também temas como intervalo e local apropriado para as refeições, condições insalubres de trabalho e igualdade de salários para os vigilantes. Foi dito pelo Ministro Carlos Lupi, é impossível acabar com a terceirização no Brasil, portanto, torna-se urgente a criação de mecanismos que garantam condições de trabalhos, salários e benefícios iguais para todos os trabalhadores, sejam eles contratados diretamente pela empresa ou terceirizados. O Ministro mencionou ainda, que está sendo preparada um MP que possibilite a retenção dos valores destinados ao pagamente de FGTS, Férias e 13º salário. A Medida Provisória visa garantir o recolhimento destes tributos pelos tomadores de serviço antes do pagamento da fatura, reduzindo com isto o atrativo para os especuladores do setor, a chamada “quebradeira de empresas”, o que foi considerado como um grande avanço pelas lideranças sindicais. No dia 18/08/2009 – Audiência com o Ministro Interino da Justiça Pedro Vieira. Dentre outros temas foram abordadas as alterações feitas pelo Ministério da Justiça na Portaria 387/2006. e suas implicações para os trabalhadores, bem como o apoio do Ministério da Justiça contra qualquer alteração na legislação que com vistas a permitir o uso de novas tecnologias no Transporte de Valores, como o “malote de tinta”, que coloca em risco o emprego de mais de 40 mil vigilantes de transporte de valores. Dia 19/08/2009 – Participação na seção da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa. Na ocasião, o Presidente de Confederação Nacional dos Vigilantes José Boaventura e o Secretário Geral da entidade, João Soares, explanaram sobre as necessidades dos vigilantes, em temas como falta de legislação e conseqüente discriminação para com os trabalhadores terceirizados, fator previdenciário, pregões eletrônicos, adicional de periculosidade de 30% e aposentadoria especial para os vigilantes. Dia 19/08/2009 – Audiência com o Presidente do Senado Federal José Sarney. Nesta audiência, as lideranças sindicais dos vigilantes foram buscar o apoio do Presidente do Senado para a aprovação do projeto do senador Paulo Paim (PT/RS), que institui o pagamento do Adicional de Periculosidade de 30% para os vigilantes. Foi tratado também na ocasião, sobre a precarização do trabalho terceirizado, onde as lideranças sindicais dos vigilantes puderam expor sobre a necessidade urgente de se aprovar leis que regulem a terceirização no Brasil, garantindo igualdade de condições de trabalho, salários e benefícios iguais para todos os trabalhadores, sejam eles contratados diretamente pela empresa ou terceirizadas. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta data, em decisão terminativa, o Projeto de Lei Suplementar 387/08 de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), que trata do pagamento de Adicional de Periculosidade de 30% para várias categorias que não estão incluídas no artigo 193 da CLT, dentre as quais os vigilantes. Uma comitiva formada por lideranças dos vigilantes de diversos estados da federação esteve em Brasília, em uma série de agendas com diversos senadores, angariando votos favoráveis á aprovação do referido Projeto de Lei. Para o presidente João Soares, que é um dos articuladores do movimento pela aprovação do Adicional de Periculosidade, “foi vencida uma batalha na guerra pela aprovação do projeto, mas é necessário que as ações sejam canalizadas agora para a Câmara Federal, onde o projeto será votado pelos deputados federais”. As entidades sindicais saíram de Brasília com a missão de organizar os trabalhadores em suas regiões para a 2º marcha Nacional dos Vigilantes, prevista para os dias 20 e 21 de outubro de 2009 em Brasília, onde milhares de trabalhadores estarão reunidos na capital federal para os atos na Câmara dos Deputados, em defesa da aprovação do Adicional de Periculosidade de 30% para todos os vigilantes do território nacional.
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Fonte: Jornal Malaqueta setembro/2009.

13 de out. de 2009

ARMA DE FOGO DESMUNICIADA: PERIGO ABSTRATO OU CONCRETO? A POLÊMICA CONTINUA.

A Min. Ellen Gracie voltou a se manifestar a respeito do polêmico tema que envolve a arma de fogo desmuniciada. É crime ou não é crime? A Primeira Turma do STF (RHC 81.057-SP, rel. Min. Pertence), acertadamente, reconhecera a inexistência de crime, por faltar, na arma desmuniciada, potencialidade ofensiva (para os bens jurídicos protegidos pela lei: incolumidade pública assim como bens jurídicos pessoais: vida, integridade física, patrimônio etc.). A Ministra Ellen Gracie, desde seu voto dado neste RHC, vem se posicionando noutro sentido (crime de perigo abstrato, o bem jurídico é a tranquilidade pública etc.). Vejamos a sua argumentação:"Habeas-corpus impetrado em favor de condenado pela prática do crime previsto no art. 14 da Lei 10.826/03 - Estatuto do Desarmamento -, no qual se pretende a nulidade da sentença condenatória, sob alegação de atipicidade da conduta, em razão de a arma portada estar desmuniciada. A Min. Ellen Gracie, relatora, denegou a ordem por entender que o tipo penal do art. 14 da mencionada lei contempla crime de mera conduta, sendo suficiente a ação de portar ilegalmente a arma de fogo, ainda que desmuniciada. Aduziu que a ofensividade deste artefato não está apenas na sua capacidade de disparar projéteis, mas também, no seu potencial de intimidação. Enfatizou que o crime é de perigo abstrato, não tendo a lei exigido a efetiva exposição de outrem a risco, irrelevante a avaliação subseqüente sobre perigo à coletividade." HC 95073. Rel. Min. Ellen Gracie, 2/6/09.Comentários: a ementa que acaba de ser transcrita é o retrato (acabado) do velho Direito penal, positivista legalista, causalista, subjetivista, antinormativista formal etc. Está na mesma linha de outra recente decisão do STF: HC 96.922-RS, rel. Min. Ricardo Lewandowski, 17/3/2009.Para nossa teoria constitucionalista do delito nada disso se sustenta, na atualidade. O crime é de mera conduta, mas essa classificação (do provecto Direito penal) é puramente naturalista. Depois de Roxin (1970), sobretudo, o Direito penal e, especialmente, a tipicidade, se desenvolve, necessariamente, em dois planos: formal e material. O crime (portar arma de fogo), no plano formal, é de mera conduta. No plano jurídico-material é um crime de perigo (perigo de lesão). Por força do princípio da ofensividade, sem a comprovação efetiva do perigo (concreto) não existe crime.Para a Ministra basta a ação (desvalor da ação) para a configuração do crime, porque tratar-se-ia de perigo abstrato. Com a devida vênia, não existe mais (já não pode existir) crime fundado exclusivamente no desvalor da ação. Todo delito, necessariamente, exige também desvalor do resultado jurídico (que é a lesão ou o perigo de lesão ao bem jurídico protegido). Para a Ministra a ofensividade reside no poder de intimidação da arma. Ocorre que o bem jurídico protegido não é a tranquilidade social (tranqüilidade das pessoas), sim, a incolumidade pública (de forma direta) assim como bens jurídicos pessoais tais como a vida, integridade física etc. (de forma indireta). Claro que a arma de fogo (municiada ou desmuniciada) tem poder de intimidação. Precisamente por isso, quando usada numa subtração, o delito é o de roubo (não o de furto). A arma desmuniciada pode ser instrumento do delito de roubo (não há nenhuma dúvida). Mas a questão, problemática, é outra: e quando a posse da arma é o único fato cometido? Para nós (teoria constitucionalista do delito) só existe crime, nesta situação, se a arma tem capacidade de disparo e disponibilidade de uso (RHC 81.057-SP). Com a devida vênia, a decisão ora comentada é muito preocupante. Espelha um grande retrocesso na jurisprudência do STF (firmada no HC 81.057), que coloca em risco o estatuto das liberdades típicas do Estado de Direito. Segue a linha do perigo abstrato, que ignora o Direito penal da ofensividade assim como a teoria do bem jurídico, a questão da proporcionalidade etc. Filia-se, ademais, à concepção do delito como mera violação - formal - da norma, sem nenhum questionamento sobre o verdadeiro bem jurídico protegido e a ofensa respectiva. Estamos falando de um crime de posse ("posesion"), que significa uma extraordinária antecipação da tutela penal (Vorfeldkriminalisierung). Essa antecipação da proteção penal (que dispensa uma lesão ao bem jurídico) só é legítima (no Estado constitucional e democrático de Direito) quando se constata um perigo concreto para os bens jurídicos protegidos (incolumidade pública ou bens pessoais). No caso da arma de fogo o perigo concreto exige: (a) idoneidade ofensiva da arma e (b) disponibilidade de uso (tal como reconhecido pelo STF, HC 81.057). Arma desmuniciada é arma, mas não é de fogo (porque não conta com possibilidade de disparo) (STF, HC 81.057). Salientou-se (na decisão da Ministra) que a lei (atual art. 14 da Lei 10.829/2006) não faz nenhuma referência à necessidade de se aferir o potencial lesivo da arma. A lei, secamente enfocada, de fato, nada diz. Mas quem faz essa exigência é a Constituição, o princípio da proporcionalidade, a teoria da norma, o princípio da ofensividade etc. Detrás do texto legal está a norma (é proibido portar arma de fogo). Toda norma primária tem dois aspectos: (a) o valorativo e (b) o imperativo. Quem porta ou possui qualquer tipo de arma de fogo viola o aspecto imperativo da norma (que manda exatamente o contrário). Esse é um lado da questão. O outro reside na violação do aspecto valorativo da norma, ou seja, na violação do bem jurídico protegido (que, para nós, indiretamente, são a vida, a integridade física etc.). Arma desmuniciada, quebrada etc. não provoca risco concreto para ninguém. Por isso que não serve para a configuração do delito (isolado, de porte de arma). Na atualidade, houve abandono total da teoria determinista pura em relação à norma. É um retrocesso a sua adoção, com a devida vênia.A decisão, como se vê, incorreu em equívoco manifesto. Palmilhou o caminho do perigo abstrato, aceitou o pacote (o embrulho) do legislador e foi totalmente acrítica. Juiz que assim procede cumpre o papel de correia de transmissão (do jeito que vem, vai). É com preocupação e decepção que vemos uma decisão como a que acaba de ser comentada (sobretudo quando vem da nossa mais alta Corte de Justiça). Quem já votou brilhantemente pela inconstitucionalidade de vários dispositivos do próprio Estatuto do Desarmamento (ADIn 3112), valorizando a cultura das bases democráticas do nosso direito, não pode sofrer recaída tão profunda.
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Fonte: Paraná OnLine 12 / 10/ 2009 matéria: Luiz Flávio Gomes
Luiz Flávio Gomes é doutor em Direito penal pela Universidade Complutense de Madri, mestre em Direito Penal pela USP e diretor-presidente da Rede de Ensino LFG. Foi promotor de Justiça (1980 a 1983), juiz de Direito (1983 a 1998) e advogado (1999 a 2001). www.blogdolfg.com.br

AGENTE PENITENCIÁRIO É EXECUTADO E OUTRO PRESO POR PORTE ILEGAL DE ARMA !

Três agentes penitenciários, que saíam em um carro de uma festa, em Londrina, na madrugada de ontem, foram vítimas de atentado, executado por um rapaz em uma moto. Walter Giovani de Brito, 26 anos, foi ferido com quatro tiros e morreu na hora. Bruno Mazzini da Silva, 26, foi ferido no peito, e Levino Custódio Júnior, 34 não foi atingido.Levino pegou a pistola calibre 40, que levava no porta-luvas, e baleou o motoqueiro Juliano Jadson Lima dos Santos, 21, que mesmo ferido conseguiu fugir, mas foi preso no Hospital Universitário, quando recebia atendimento. O agente Levino foi preso por não possuir porte de arma.ParalisaçãoSegundo o sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná, hoje haverá paralisação nas 23 unidades penitenciárias do Estado, em protesto pela morte de Bruno e também pela prisão de Levino. Para os representantes do sindicato a população precisa saber sobre os riscos que um agente de segurança estão sujeitos diariamente. Uma das reivindicações é que o governo libere o porte de arma para os agentes penitenciários.
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Fonte: Paraná OnLine 13/10/2009 Matéria: Marcos Barros
Imagem: http://www.googleimagens.com/

1 de out. de 2009

DESARMAMENTO NÃO GERA SEGURANÇA

INFORMAÇÃO
É preciso não tolher a ação do Estado no momento em que ela é necessária. Não vai ser com movimento social, com passeata pela paz, que vamos desarmar estas quadrilhas. Este é um aspecto fundamental. É preciso confrontar agora, para que não seja mais difícil fazer isso no futuro. Salvador está na contramão do Brasil em número de homicídios. Em outros lugares, a polícia está tentando liberar áreas dominadas pela criminalidade. E aqui, elas estão sendo conquistadas pelo crime". "No momento, a maior responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública é impedir que sejam criados territórios excludentes da cidadania, dominados pelo tráfico de drogas, como acontece no Rio de Janeiro". Há exato um ano, essas palavras foram proferidas pelo professor e coordenador do Observatório de Segurança Pública da Universidade Salvador (Unifacs). Também depois de um ano, a Bahia acordou sob o ataque do crime organizado que destruiu dezenas de postos de polícia, queimou ônibus e deixou em pânico a querida população baiana. E não é só isso. Durante 2008, a capital baiana amargou um crescimento de nada menos que 31% no número de homicídios e nos últimos anos todo o estado da Bahia triplicou o número de jovens mortos. O governador Jaques Wagner teima em fazer exatamente tudo ao contrário e decidiu criar um Plano de Desarmamento na Bahia, com base em falsos dados apresentados por aqueles que nada fazem contra o crime e querem, mesmo desrespeitando o referendo de 2005, onde por vontade soberana do povo brasileiro foi mantido o direito de possuir uma arma de fogo para sua defesa, desarmar a população honesta. As campanhas de desarmamento anteriores e a aprovação da lei 10.826/03, chamado de Estatuto do Desarmamento, não trouxeram qualquer benefício para o cidadão, bem como não foi responsável por queda nenhuma. Já em 2007, apontávamos a má-fé trazida por aqueles que defendem o desarmamento e denunciávamos o desaparecimento de milhares de homicídios, fato este jamais explicado pelo Ministério da Justiça. Segundo a pesquisa Redução do homicídio no Brasil, divulgada pelo Ministério da Saúde, o número de mortes causadas por arma de fogo no Brasil caiu 12% entre 2003 e 2006. De acordo com o estudo, realizado em parceria com o Ministério da Justiça, em 2006, o país registrou 34.648 óbitos por arma de fogo, contra 39.325 em 2003. Infelizmente, esta pesquisa não mostra os dados reais. Quando se trata de segurança pública não podemos pegar uma informação isolada (mortes por armas) e tentar mostrar uma realidade diferente (homicídios em queda no Brasil ). A pesquisa mostra, também, que, em relação às taxas de mortalidade por arma de fogo, a queda foi de 18%, caindo de 22 para 18 óbitos por 100 mil habitantes. Segundo os dados, houve reversão da tendência de aumento de mortes por arma de fogo, mas tudo leva a crer que os números estão sendo "adequados" para evidenciar que houve alguma melhora na segurança pública. Uma vez que o Ministério da Justiça apresentou, por exemplo, em 2006, três versões do mesmo relatório. Em cada versão publicada o número de homicídios diminuía drasticamente. Versão 21/9/2006 - 12:16:58: As polícias civis registraram 54.696 Versão 19/10/2006 - 18:26: As polícias civis registraram 43.044 Versão 4/9/2007 - 10:15:50: As polícias civis registraram 40.793 O governador deveria se preocupar em ajudar na Campanha Nacional de Recadastramento de Armas de Fogo, realizada pela Polícia Federal e pela Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), com apoio do Movimento Viva Brasil , que visa recadastrar até 31 de dezembro deste ano todas as armas que estão nas mãos do cidadão, garantindo assim o direito sagrado da legítima defesa conquistado no referendo de 2005.
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Fonte: Jornal do Brasil

9 de set. de 2009

VIGILANTES PODERÃO TER DIREITO A PORTE DE ARMA FORA DO EXPEDIENTE !

A Camara analisa o Projeto de Lei 4340 /08, do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que isenta os vigilantes que comprarem arma para uso particular do pagamento da taxa de porte. A proposta acrescenta a medida ao Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826 /03), que determina que as armas utilizadas por esses profissionais são de propriedade, responsabilidade e guarda das empresas onde trabalham. Atualmente, de acordo com o estatuto, essas armas só podem ser utilizadas em serviço. A isenção, segundo o projeto, valerá para os vigilantes das empresas de segurança privada e de transporte de valores que comprovarem que já utilizam arma de fogo em serviço. O estatuto, em sua redação atual, não isenta os vigilantes do pagamento de nenhuma taxa. De acordo com as regras vigentes, são isentos os integrantes das Forças Armadas, das polícias e dos copos de bombeiros militares, entre outras categorias. Onyx Lorenzoni argumenta que os vigilantes possuem treinamento e, portanto, capacidade para portar arma. "Apesar disso, retornam a seus lares sem o instrumento que lhes garante a segurança necessária", afirma. TRAMITAÇÃO : O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Todos nós da área de segurança devemos acompanhar este projeto que com grande imobilização nacional diante de nossas entidades sindicais regionais e representantes no senado federal e com grande apoio do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), com certeza teremos nossa resposta, vamos unir e buscar nossos direitos. Participe das enquetes do Blog divulgue pois sua opinião é a dos profissionais da área é muito importante para que possamos lutar pelo nosso direito de porte pessoal de arma, e você também tem a opção de deixar o seu comentário pessoal logo abaixo da matéria publicada como também de cadastrar o seu e-mail e receber informação e novidades. Autor: Agência Câmara Extraído da Câmara dos Deputados Federais: 21 de janeiro de 2009
Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br

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