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30 de out de 2014

VEÍCULOS DE SEGURANÇA QUE USAM GIROFLEX SEM AUTORIZAÇÃO EM CURITIBA SERÃO FISCALIZADOS PELA BPTRAN



SEGURANÇA PRIVADA 
Os veículos não autorizados que utilizam as luzes rotativas intermitentes “giroflex” em vias públicas podem sofrer uma fiscalização rigorosa dos órgãos públicos. Pelo menos é essa a intenção da nova campanha promovida pelo SINDESP-PR (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Paraná), dando continuidade ao combate a clandestinidade no setor. A instituição solicitou ao BPTRAN (Batalhão de Polícia de Trânsito) que fiscalize o tráfego desses veículos pelas ruas de Curitiba para coibir a ação.
De acordo com o SINDESP-PR, existe um grande número de empresas que prestam serviços ostensivos de segurança, utilizando veículos equipados com “giroflex” e funcionários fardados com roupas muito parecidas com as das instituições de segurança pública. Essas empresas, em sua maioria, deveriam prestar somente serviços de instalação e monitoramento de alarmes, o que acaba confundindo a população e tomadores de serviços. Na segurança privada somente veículos de transporte de valores podem usar o equipamento conhecido como “giroflex”.
A legislação é clara no que diz respeito à caracterização das viaturas e uniformes usado na segurança privada, não permitindo que os mesmos sejam parecidos com das instituições de Segurança Pública (lei 7102/83). Além disso, as empresas que atuam com segurança privada e com monitoramento de alarme devem estar devidamente autorizadas pela Policia Federal para atuar no mercado.
“Não podemos permitir que as empresas irregulares cometam esse tipo de infração. O SINDESP-PR vai continuar trabalhando arduamente na defesa das empresas regulares e no combate a empresas clandestinas que atuam na segurança privada no Estado”, afirma o diretor do SINDESP-PR, Maurício Smaniotto.

Combate à ilegalidade

Desde 2008, o SINDESP-PR, Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná, veicula uma campanha de combate a empresas clandestinas que atuam na segurança privada no estado. Essa campanha tem como intuito coibir o crescimento desse tipo de prática, que gera diversos riscos à sociedade e aos contratantes.
A campanha, intitulada “Diga Não à Clandestinidade”, foi o grande marco institucional do Sindicato e deu visibilidade à atuação de seus diretores, bem como possibilitou a participação em discussões sobre o assunto no âmbito dos poderes municipal, estadual e federal. A campanha é continua e resultou no fechamento de empresas ilegais e na associação de novas empresas ao Sindicato.

Estima-se que hoje no Paraná atuem na clandestinidade cerca de 10 mil profissionais, sem qualquer tipo de fiscalização. O Paraná mantém hoje 131 empresas legalizadas que geram 26 mil empregos de maneira regular.

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