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18 de mai de 2011

CAMPANHA DE DESARMAMENTO FRACASSA EM TODO O PAÍS

                                                                        
                                                                      NOTÍCIAS 

Olá guerreiros leiam abaixo o texto que trata sobre o fracasso da Campanha de Desarmamento. Para obtermos o sucesso desejado, é preciso que o Governo deixe de hipocrisia e lance uma campanha para desarmar os bandidos, pois somente neste caso teremos a redução da criminalidade.
Para ONG, fracasso da campanha de desarmamento era esperado.
Ao contrário do que ocorreu em sua primeira edição, a nova campanha de desarmamento do Ministério da Justiça sequer vem ocupando a mídia nacional, refletindo, até agora, um verdadeiro fracasso no recolhimento de armas, com números muito baixos de adesão. Até o momento, mais de dez dias após seu lançamento, apenas cerca de 240 armas foram entregues, das quais boa parte de empresas que desativaram serviços de segurança, a exemplo da CEASA/RJ, que entregou de uma só vez 77 armas.
 Para especialistas em segurança pública, o fracasso da campanha era esperado. Bene Barbosa, presidente da ONG Movimento Viva Brasil, destacada defensora do direito à posse legal de armas, atribui o fato à comprovação da ineficiência deste tipo de desarmamento para o combate à criminalidade. “Na última década, segundo dados oficiais, a rigidez da legislação brasileira reduziu a venda de armas em 90% e, no entanto, os homicídios e a criminalidade em geral continuam crescendo assustadoramente no país. A população já percebeu que campanhas desse tipo não retiram de circulação a arma do criminoso”, garante Barbosa.
 Outro fato analisado pelos especialistas é o de que as pessoas que poderiam ser convencidas a entregar armas em tais campanhas já o fizeram. O pesquisador em segurança pública Fabricio Rebelo, que coordena o Movimento Viva Brasil no Nordeste, acredita que a repetição da campanha é um equívoco. “Em 2005, com maciço apoio da mídia e sob o calor do referendo, a campanha de desarmamento arrecadou 500 mil armas, com a promessa de que isso reduziria a criminalidade. Três anos depois, os homicídios no país haviam saltado de 47.578 para 50.113 ao ano, o que gerou o descrédito na campanha de 2008, na qual não se arrecadou 10% das armas recolhidas em 2005. Repetir a campanha com a criminalidade crescendo é investir no fracasso”, afirma Rebelo.
 Ainda na opinião do pesquisador, ao invés de se gastar 10 milhões de reais numa campanha infrutífera, seria muito mais eficaz o investimento deste valor no controle de fronteiras. “Na audiência pública sobre o controle de armas, realizada no final de abril pela Câmara dos Deputados, foi comprovado o dado de que 77% das armas apreendidas com os narco traficantes do Rio de Janeiro vinham de fora do país. É no combate a esse comércio ilegal que se precisa investir, pois são essas as armas que põem em risco a sociedade”, conclui.
Ver mais matéria sobre o assunto em "Menos armas, mais crimes" e "Como surgiu e por que o desarmamento."

Matéria: Equipesuperinformativo.
Fonte: www.superinformativo.com.br

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