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SUA PROTEÇÃO É A NOSSA PROFISSÃO

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1 de abr de 2010

O CRIME ORGANIZADO INTERNACIONAL

CRIME ORGANIZADO
(...) da criminalidade organizada internacional. Esse cenário, catalizado pelos avanços tecnológicos, veio colocar um desafio marcante e difícil... ...para a maioria das sociedades modernas, nomeadamente para aquelas que são geridas (pelo menos teoricamente), por governos democráticos e/ou enquadradas por economias de mercado livre. As redes criminosas internacionais têm demonstrado grande agilidade em tirar proveito das oportunidades que, à escala mundial, emergem das extraordinárias mudanças na política nos negócios, nas tecnologias e nas comunicações.
A globalização do crimeA distensão que adveio com o fim da Guerra Fria potenciou a tendência para a diminuição das barreiras políticas e econômicas não só na Europa, mas praticamente em todo o mundo. Esta evolução abriu caminho para o substancial aumento do comércio, do movimento de pessoas e do fluxo de capitais entre os países de mercado livre e as sociedades que até então haviam sido controladas pelos Blocos Comunistas e que, por isso, se apresentavam como mercados fechados. O fim da rivalidade entre as superpotências, os esforços para a paz e a maior abertura de fronteiras têm permitido aos criminosos expandir as suas redes e aumentar a cooperação em atividades ilícitas, nomeadamente no que diz respeito ao branqueamento de capitais. Os sucessivos acordos econômicos multilaterais, reduzindo barreiras comerciais na Europa, na América do Norte, na Ásia e em outras regiões do globo, têm aumentado significativamente o volume do comércio internacional legítimo. Grupos organizados de criminosos têm podido tirar partido desse fato para traficar drogas, armas, diamantes e outros produtos. Tornaram-se peritos em explorar a complexidade das redes internacionais de transportes para esconder qualquer tipo de comércio ilegal, chegando mesmo a conseguir ocultar ou camuflar a verdadeira origem e propriedade da carga. Ao mesmo tempo, nesse panorama de transição para economias mais abertas, vão estabelecendo companhias de fachada e negócios para legais ou quase-legais, de forma a facilitar o contrabando, a lavagem de dinheiro, a fraude financeira, a pirataria dos direitos de propriedade intelectual e outras iniciativas criminosas que lhes possam proporcionarlucro.
Escrito por José Luís Andrade
Publicado: http://segurancaprivadadobrasil.blogspot.com

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